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Os religiosos hipócritas ficarão atônitos com a notícia“As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?
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não mora em templos [ou: santuários] feitos por mãos.” (Atos 17:24, NM; Almeida, atualizada) Jeová não profanará o antitípico “templo” espiritual em que seu Sumo Sacerdote Jesus Cristo, Lhe apresentou o mérito dum perfeito sacrifício humano, no ano 33 E. C., comparecendo nos céus perante a própria pessoa de Deus para fazer isso. (Hebreus 9:24-26) Tampouco profanará o templo ou santuário que Ele constrói agora e que é composto de “pedras viventes”; este é sua congregação de seguidores ungidos, fiéis, de seu Filho Jesus Cristo, a principal “pedra vivente”. (1 Pedro 2:4-6) O apóstolo Paulo, ao escrever aos que são desta classe do santuário, diz: “Pois nós somos templo dum Deus vivente, assim como Deus disse: ‘Residirei entre eles e andarei entre eles, e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.’” (2 Coríntios 6:16) “Em união com ele também vós estais sendo edificados juntamente como lugar para Deus habitar por espírito.” (Efésios 2:22) O restante ungido desta classe do santuário constitui a hodierna classe de Ezequiel usaria por Jeová.
27. Então, que “templo” é que Jeová profanará?
27 Em vista disso, deve ser a classe dum templo de imitação que Deus há de destruir, quer dizer, os religiosos hipócritas que fazem a afirmação falsa de ser o santuário espiritual de Deus.
28. Na destruição da cristandade, quem ficará atônito, a classe ungida de Ezequiel ou os religiosos hipócritas, e por quê?
28 Agora já por décadas, desde o ano de 1919 E. C., os deste restante ungido das testemunhas cristãs de Jeová estão dando aviso antecipado da destruição da cristandade, segundo as profecias de Ezequiel e de outros escritores da Bíblia inspirada. Reconhecem cada vez mais o que esta aniquilação da cristandade significará em matéria de destruição de vidas humanas e de propriedades materiais consideradas sagradas pelos religiosos. Mas esta classe de Ezequiel, de cristãos, não pranteia num lamenta o que toda esta “grande tribulação” da cristandade significará. Sabem que nunca significará a destruição do verdadeiro santuário de Jeová, o templo espiritual em que Jesus Cristo apresentou o mérito de seu sacrifício resgatador lá em 33 E. C. Tampouco significará a destruição do templo de “pedras viventes“ que Jeová constrói agora. De modo que a própria ocorrência deste predito desastre da cristandade não os deixará atônitos. Não precisarão ver a ocorrência disso para “saber que eu sou o [Soberano] Senhor Jeová”. Os religiosos hipócritas que desconsideram a Jeová e que confiam em coisas que lhes são sagradas serão os que ficarão atônitos. Terão de saber quem é Jeová.
HAVERÁ CERTAMENTE A NOTÍCIA EM CONFIRMAÇÃO!
29. Como se confirmou a veracidade da profecia de Ezequiel e que garantia deu Jeová a Ezequiel sobre isso?
29 ‘Mas, o que haverá se isso não ocorrer?’ exclame talvez alguém que não crê. Não precisa recear isso! Os acontecimentos futuros e as notícias recebidas provarão veraz a profecia infalível proferida por Ezequiel. Deu-se a garantia de que haveria confirmação da veracidade da profecia. Ela foi dada a Ezequiel, quando Jeová prosseguiu a dizer-lhe: “E quanto a ti, ó filho do homem, não será no dia em que eu tirar deles o seu baluarte, o belo objeto de sua exultação, a coisa desejável aos seus olhos e o anseio da sua alma, seus filhos e suas filhas, que nesse dia virá a ti o fugitivo para fazer os ouvidos ouvir? Nesse dia se abrirá a tua boca para com o fugitivo, e falarás e não mais ficarás mudo; e hás de tornar-te para eles um portento, e terão de saber que eu sou Jeová.” — Ezequiel 24:25-27.
30. Por que havia de ficar Ezequiel mudo desde então e até que chegasse o figurativo com a notícias? E ele ficará mudo em que sentido?
30 Até este ponto, Ezequiel havia dito o suficiente ao seu povo. Não havia necessidade de ele acrescentar muito mais, para tornar a profecia divina mais convincente, para tornar a certeza de sua mensagem mais imponente. Jeová a havia proferido, e isto já bastava em si mesmo. De modo que, até o dia da vinda do relatório autêntico de confirmação, Ezequiel ficaria mudo. Não mudo no pleno sentido, mas apenas mudo no que se referia a mais profecias sobre o desastre que sobreviria a Jerusalém e ao Reino de Judá. O período até a vinda do fugitivo com a notícia seria um tempo de prova.
31. Portanto, iria Jeová avisar Ezequiel diretamente na ocasião em que se desse a queda de Jerusalém? E o que se permitiu que os co-exilados de Ezequiel fizessem?
31 Jeová não iria avisar Ezequiel diretamente a respeito da queda de Jerusalém no dia deste desastre, assim como havia avisado Ezequiel no início do sítio babilônico, no dia em que ocorreu. Até que viesse finalmente o fugitivo com a notícia, que os exilados judaicos em Babilônia pensassem no que Ezequiel lhes havia profetizado. Que continuassem a descrer, se preferissem isso. Sua descrença seria no tempo devido despedaçada pela chegada duma testemunha ocular autêntica da queda de Jerusalém.
32. Com a chegada da notícia trazida pelo fugitivo, como ficariam afetados os que até então haviam duvidado, mas o que aconteceria com Ezequiel, e de que modo melhoraria sua situação como profeta e testemunha?
32 Nesta ocasião, em que zuniriam os ouvidos, os que até então duvidavam e eram incrédulos calar-se-iam atônitos, mas a mudez de Ezequiel terminaria. Ele estaria então em condições de falar baseado num fundo histórico melhor dos acontecimentos. Ele teria uma mensagem nova. Sua autoridade como verdadeiro profeta inspirado de Jeová teria sido confirmada. Como homem “sinal” ou como “portento” do que era iminente, não se terá mostrado falso. Conforme Jeová lhe disse, “hás de tornar-te para eles um portento”, Ezequiel não teria então nenhum motivo de se envergonhar de seu Deus perante seus co-exilados em Babilônia. Seu papel como profeta e testemunha de Jeová terá sido corroborado, e, como disse o Deus de Ezequiel: “Terão de saber que eu sou Jeová.” — Ezequiel 24:27.
33. Quando terá a classe de Ezequiel dito o bastante a respeito do resultado da “grande tribulação’, e teria a cristandade mais uma oportunidade?
33 Não é isto algo emocionante para aguardar, a saber, o cumprimento deste drama profético dentro de nossa geração? Será definitivamente indicado quando a “grande tribulação”, igual ao sítio de Jerusalém, começar no seu equivalente hodierno, a cristandade. (Ezequiel 24:1-5) Depois disso, os da classe ungida de Ezequiel da atualidade não precisarão dizer mais nada. Bastara o que ia terão dito sobre o resultado desta “grande tribulação”. Não poderão oferecer nenhuma esperança à antitípica Jerusalém, a cristandade. Não haverá mais nenhuma oportunidade para ela, nem para os religiosos hipócritas relacionados com ela. A “grande tribulação” terá de cumprir-se plenamente e cobrar-lhe o pleno tributo.
34. O que provará então que os da classe de Ezequiel foram um portento oportuno para os religiosos, e que propósito de Jeová triunfará?
34 Esses religiosos hipócritas ficarão atônitos quando desaparecer “o belo objeto de sua exultação, a coisa desejável aos seus olhos e o anseio da sua alma, seus filhos e suas filhas”! Notícias vindas de todas as partes da terra onde a cristandade prevalece assinalarão como verdade que os da classe ungida de Ezequiel têm um “portento” oportuno da parte do Soberano Senhor do universo. Seu propósito declarado a respeito dos religiosos atônitos triunfará então: “Terão de saber que eu sou Jeová.”
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O vigia permanece vivo e recebe a notícia“As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?
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Capítulo 15
O vigia permanece vivo e recebe a notícia
1. O que proveu o Criador por causa de seu grande interesse em nosso bem-estar nestes tempos dificultosos, e o que achamos disso?
NÃO devíamos ser gratos de que há um Criador que se interessa tanto no nosso bem-estar, que ele proveu um vigia para a nossa segurança nestes tempos perigosos? Temos motivos para ser gratos por esta provisão divina, em vez de ficar irritados porque o vigia nos adverte tão pronta e conscienciosamente. Ele não nos perturba desnecessariamente a paz e o descanso.
2. Que mundanos atuais mostram que não são hoje Seu vigia, por que terá Ele muitas contas a ajustar com este sistema de coisas e o que significará para nós acatarmos o seu verdadeiro vigia?
2 Cientistas, economistas, ecólogos e historiadores proclamam avisos bem fundados a este atual sistema de coisas, a respeito dum eventual desastre. Mas estes mundanos não constituem a classe do “vigia” suscitada pelo Criador
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