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  • Os privilégios da mulher cristã
    A Sentinela — 1964 | 15 de setembro
    • de Deus perante a espôsa e família, e deveria aceitar a responsabilidade de direção que êste arranjo lhe trouxe. Ademais, na congregação, êle também atuava qual representante de Cristo, a cabeça da congregação. Assim, quando orava, ou presidia a uma reunião da congregação, não lhe seria próprio usar um sinal de sujeição sôbre a cabeça, como tendo respeito pelas outras pessoas visìvelmente presentes. Fazê-lo seria como que cobrir a sua direção, e agir como se esta não fôsse a sua designação normal. Nisto, deixaria de agir como devido representante de Cristo perante a congregação, e estaria assim desonrando sua cabeça, Cristo. Por outro lado, a mulher deveria cobrir a cabeça, quando orasse ou profetizasse na congregação, tendo respeito ao princípio teocrático de que esta função pertence normalmente ao homem, a fim de não parecer que ela tenta agir como homem, usurpando a posição do homem. Isto seria desonroso, não só para os membros varões da congregação, mas também para a sua cabeça, o marido, como se ela não sentisse a necessidade de tampouco sujeitar-se a êle. Portanto, argumenta Paulo, se a mulher quiser agir dessa forma, ela bem que pode ir até o fim e cortar o cabelo como o de homem ou como o de uma escrava. Mas, isto a tornaria desatrativa, não é mesmo? Certamente que o era nos dias de Paulo, pois a raspagem à navalha da cabeça da mulher, ou cortar bem curto o cabelo, era sinal costumeiro de que ela era escrava, ou, pior ainda, de ser mulher apanhada em imoralidade ou adultério e tosquiada como sinal de vitupério público.

      16. Que principio está em questão no tocante a se cobrir a cabeça? Em relação a isso, que indicação nos dá a própria natureza?

      16 Nos dias dos cristãos primitivos, era costumeiro as mulheres usarem um véu quando saíssem em público; pois a mulher vista em público sem cobrir a cabeça era considerada mulher de moral fácil e libertina, mulher que não reconhecia a direção nem do pai, nem do marido. No entanto, não foi êste o ponto básico em questão. Foi o assunto de ser reconhecido o princípio divino de direção, e Paulo argumenta, nos versículos 13 a 15, como é que a própria natureza o indica: “Julgai por vós mesmos: É próprio para uma mulher orar a Deus [de cabeça] descoberta? Não ensina a própria natureza que, se um homem tiver cabelo comprido, é uma desonra para êle; mas, se a mulher tiver cabelo comprido, é uma glória para ela? Porque o cabelo dela foi-lhe dado em lugar de mantilha.” Não se dá que o cabelo comprido dela fôsse cobertura suficiente para a cabeça, quando orasse ou profetizasse na congregação; de outra forma, o versículo seis não teria sentido. Ao invés disso, o cabelo comprido dela lhe serviria de lembrete, em tais ocasiões, de que ela precisava cobrir a cabeça em sinal de sujeição.

      17. Que designação é que a mulher humilde reconhece ter?

      17 Na certa, a mulher de cabeça raspada não seria nada atraente, não é mesmo? Da mesma forma, se a mulher não mostrar respeito pela ordem teocrática, como a de profetizar com a cabeça coberta na congregação primitiva, ela não seria nada atraente aos olhos de Jeová nem aos dos outros membros da congregação, por causa da falta de humildade de sua parte. A mulher fiel reconhece a sua designação no arranjo de Jeová. Conforme escreve Paulo, nos versículos 8 a 10: “Porque o homem não procede da mulher, mas a mulher do homem; e, ainda mais, o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem. É por isso que a mulher deve ter um sinal de autoridade sôbre a sua cabeça, por causa dos anjos.”

      18. Que tinha presente Paulo quando disse que a mulher “deve ter um sinal de autoridade sôbre a sua cabeça por causa dos anjos”?

      18 “Por causa dos anjos”? Isto não poderia ser de modo a mostrar sujeição a êles. Em 1 Coríntios 11:3, Paulo não menciona os anjos como tendo direção sôbre as mulheres na terra. Os anjos não receberam a designação de assumirem a direção da congregação cristã, ou de pregar as boas novas do Reino. De modo que não há nenhuma questão quanto a ter a mulher de cobrir a cabeça por sentir respeito a algum anjo, ao qual esteja substituindo. Mas, tanto os homens como as mulheres dedicadas são “espetáculo teatral para o mundo, tanto para anjos como para homens”. (1 Cor. 4:9) Por exemplo, a mulher fiel pode dar excelente exemplo aos anjos. Ao se ajustar lealmente ao padrão teocrático de sujeição ao seu cabeça marital, feito por Jeová, e também ao mostrar respeito aos membros varões da congregação, ela dá o exemplo correto para os anjos nos céus, na sua contínua sujeição fiel a Jeová e seu Rei que já reina, Jesus Cristo.

      19. Que apreciação Paulo ilustra em 1 Coríntios 11:11, 12 no tocante à relação do homem para a mulher? O que manterá humilde tanto o homem como a mulher, no arranjo de Jeová?

      19 No entanto, a fim de que o homem não tivesse a impressão errada daquilo que êle escreveu, como se o homem fôsse a criatura tôda-importante e a mulher não tivesse nenhum valor Paulo prossegue, dizendo nos versículos 11 e 12 de 1 Coríntios, capítulo 11: “Além disso, em conexão com [o] Senhor, nem é a mulher sem o homem, nem o homem sem a mulher. Pois, assim como a mulher procede do homem, assim também o homem é por intermédio da mulher; mas tôdas as coisas procedem de Deus.” Sim, eis a coisa a ter presente — que o arranjo de coisas com respeito à direção, à relação do homem para com a mulher, à conduta e à ordem na congregação, provém de Deus e não do homem. Tendo êste ponto de vista, manter-nos-emos equilibrados, humildes e apreciativos das bênçãos de Jeová, quer sejamos homens quer mulheres.

      20. Com que propósito se aborda, nesta ocasião, a questão de se cobrir a cabeça?

      20 Houve, aparentemente, alguma disputa sôbre essa questão do lugar da mulher, na congregação de Corinto, e foi por isso que o apóstolo Paulo gastou tempo para delinear os princípios inteligíveis a todos, e então concluiu: “No entanto, se alguém parece estar disputando a favor de outro costume, não temos outro, nem o têm as congregações de Deus.” (1 Cor. 11:16) Ao passo que êste talvez não seja assunto de disputa entre as testemunhas de Jeová, nos dias atuais, todavia, parece que é bom, nesta ocasião, considerar o assunto em alguns de seus detalhes, para vermos a sua aplicação prática para a hodierna congregação cristã. Portanto, no próximo número de A Sentinela, consideraremos algumas das circunstâncias em que poderá surgir a questão de se cobrir a cabeça, a fim de que as fiéis mulheres que são ministros na sociedade do Nôvo Mundo saibam como agir corretamente, em harmonia com as Escrituras e com a boa consciência cristã.

  • Verdade vence oposição
    A Sentinela — 1964 | 15 de setembro
    • Verdade Vence Oposição

      Na cidade de São Paulo, certa senhora, visitada por uma testemunha de Jeová, mostrou interêsse na Bíblia e marcou uma revisita, mas advertiu: “Não venha quando meu marido estiver em casa. Êle não gosta que eu converse sôbre religião.”

      No meio da revisita apareceu o marido. Assustada, mas com calma, a Testemunha continuou falando sôbre a Bíblia, incluindo o marido na palestra. A atitude dêle, no começo pouco amigável, abrandou-se. Despertando-se-lhe o interêsse, fêz muitas perguntas. Finalmente declarou que possuía um livro religioso que não entendia. Pediu-se-lhe que mostrasse o livro. Era “Seja Deus Verdadeiro”. A Testemunha mostrou o valor do livro e se ofereceu para o ajudar a entendê-lo. Êle consentiu, e se arranjou um estudo junto com a espôsa. Já mudou por completo seu modo de pensar sôbre a religião, tendo encontrado a verdadeira.

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