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    Nosso Ministério do Reino — 1975 | julho
    • designados, poderá preparar o programa para estes 30 minutos. Podem-se incluir experiências, sugestões para a campanha de assinaturas, distribuição de revistas ou outros assuntos para o benefício da congregação.)

      6 min: Comentários finais. Cântico 19.

  • Limpeza dá honra a Deus
    Nosso Ministério do Reino — 1975 | julho
    • Limpeza dá honra a Deus

      1 Um dos aspectos destacados da lei mosaica eram os requisitos quanto à limpeza. Ela distinguia a nação de Israel como pessoas que, para adorarem corretamente seu Deus, tinham de manter-se física e espiritualmente limpos. (Êxo. 30:17-21; Lev. 11:35, 36; 15:1-11; Isa. 52:11) Enquanto se observavam fielmente as leis, a condição limpa dava honra a Deus e contribuía para a saúde da nação.

      2 Também hoje, a limpeza é sinal distintivo do povo de Jeová. Muitos diretores de auditórios têm mencionado que seu prédio estava mais limpo do que nunca antes, depois de as testemunhas de Jeová terem realizado ali uma assembléia. Mas, embora a limpeza identifique o povo de Jeová qual grupo, dá-se isso com cada um de nós individualmente? Quer sejamos um dos muitos novos associados com a congregação, quer sejamos jovens ou idosos, nossa preocupação com o asseio e a limpeza reflete nosso apreço pela Palavra de Jeová.

      3 Vejamos primeiro nosso lar. Não queremos que detraia da grandiosa mensagem que levamos, não é verdade? Seria realmente incoerente de nossa parte pregar ao nosso próximo algo sobre nosso trabalho futuro de transformar esta terra num parque paradísico global, se tivermos, por exemplo, um jardim com uma cerca que precisa de consertos e em que as ervas daninhas crescem em abundância, estando sempre cheio de objetos lançados fora, de brinquedos quebrados ou de outros itens. Ou se alguém entrasse no nosso lar e fosse confrontado com cheiros desagradáveis por causa da falta de limpeza, ou se ele observasse uma desordem geral, talvez pensasse que não respeitamos plenamente os conceitos de Deus sobre a limpeza. O dinheiro não é essencial para se ser limpo e ordeiro, mas o tempo e o esforço são, sim.

      4 E que dizer de nosso carro, que usamos para o serviço de campo? É razoavelmente limpo por dentro e por fora? Limpamos nosso carro periodicamente assim como fazemos com o nosso lar, para que sua aparência não dê uma impressão desfavorável quanto à importância da mensagem do Reino?

      5 Talvez tampouco seja fora de propósito pensarmos em nós mesmos e na nossa roupa. Somos asseados e limpos, para não ofendermos os outros? Podem-se manter limpeza e higiene razoáveis pela lavagem moderada mas regular de nós mesmos e de nossa roupa.

      6 Mas, o que se dá quando algum publicador é descuidado, ficando muito sujo quanto à sua roupa, pessoa ou lar, ao ponto de realmente lançar vitupério sobre Jeová e a congregação? Talvez seja alguém que, por causa da idade avançada, simplesmente precisa de ajuda amorosa para cuidar de tais coisas. Ou talvez a pessoa nem se aperceba de como se parece aos outros. Os anciãos podem aconselhar a tais com tato, cuidando de não imporem normas arbitrárias de limpeza ou vestimenta aos irmãos. Quer nossa roupa seja velha, quer nova, podemos ser asseados e limpos, para que, quando damos testemunho, as pessoas prestem atenção à mensagem, não à nossa aparência.

      7 Nossos Salões do Reino estão cheios de recém-interessados que foram convidados para usufruir banquetes espirituais providos ali. Na maioria dos casos, não se hesita em convidar um interessado a eles, porque são muito atraentes e esmerados. No entanto, requer trabalho mantê-los assim. Olhando em volta de seu Salão do Reino, será que as paredes, o piso e as cadeiras estão limpos? Limpam-se regularmente os sanitários? Pode dizer que contribuiu para isso por ajudar quando lhe cabia participar na limpeza ou na arrumação do Salão do Reino? Quando estamos muito numa casa, tal como o nosso lar ou no Salão do Reino, pode acontecer não notarmos que as paredes estão manchadas ou que a pintura se descasca, mas outros que chegam pela primeira vez talvez notem tais coisas e se perguntem se seus anfitriões se preocupam realmente com o local ao qual os convidaram.

      8 Sem falarmos uma só palavra, podemos fazer muito para glorificar a Deus por mantermos uma aparência pessoal asseada e limpa e por mantermos também asseados e limpos nosso lar, nosso carro e nosso Salão do Reino. Assim não daremos motivos para tropeço àqueles a quem pregamos na localidade. E nosso modo de vida servirá de sermão vivo, de que somos o povo dedicado de Jeová dando assim louvor e honra a ele. — 2 Cor. 7:1.

  • Cidades não designadas
    Nosso Ministério do Reino — 1975 | julho
    • Cidades não designadas

      Estado Município População

      * †

      Amazonas Maués 7.000 26.000

      Ceará Icó 9.000 45.000

      Goiás Rubiataba 9.000 25.000

      Maranhão Balsas 8.500 22.000

      Mato Grosso Poconé 8.000 19.000

      * Na sede do Município

      † No Município

  • Relatório de Abril
    Nosso Ministério do Reino — 1975 | julho
    • Relatório de Abril

      Méd. Méd. Méd. Méd.

      Publ. Hrs. Rev. E.B. R.Av.

      Pion. E. 1.020 144,1 49,6 7,8 82,7

      Pion. R. 1.717 98,7 34,9 4,8 74,3

      Pion. T. 2.031 88,3 23,8 1,9 73,3

      Publ. 98.405 9,2 3,1 0,5 5,7

      TOTAL 103.173

      Recém-dedicados batizados: 1.320

      ALVO DO BRASIL PARA 1975: 90.036 publicadores

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1975 | julho
    • Perguntas Respondidas

      ● São os novatos nas nossas reuniões bem-vindos a comentar, mesmo que sua vida não esteja em harmonia com os princípios bíblicos?

      Quando as pessoas mostram interesse na verdade, temos prazer em convidá-las às nossas reuniões, sabendo que serão beneficiadas de muitas maneiras. Alguns, assistindo apenas a uma única reunião, já ficaram convencidos de que ‘Deus está conosco’, só por ouvirem e observarem. Não perguntamos nada sobre a sua vida pessoal antes de fazer tais convites.

      Nem precisamos fazer tal indagação antes de permitir que comentem. A participação faz parte de nosso programa educativo, de modo que, quando alguém levanta a mão, não nos negamos a chamá-lo. Sem dúvida, ele será beneficiado pela participação, e fazer isso provavelmente animará também outros. — Heb. 10:24, 25.

      Que dizer dos recém-associados que são fumantes ou têm alguma imoralidade na sua vida? Ora, não se aplicaria ainda o raciocínio acima mencionado, enquanto a própria conduta deles for decente e respeitosa? Comentarem não os torna membros da congregação. São novatos e estão aprendendo. É bem provável que, assim como se deu com outros no passado, eles melhorem, limpem a sua vida e progridam ao ponto da dedicação e do batismo. Não podemos esperar que, assim que começam a freqüentar as reuniões, logo estejam completamente livres de todo proceder errado.

      Os anciãos, porém, e especialmente o dirigente, precisam estar atentos a cuidar de que não se introduza na congregação nenhuma pessoa de má reputação com a intenção de causar dano, assim como advertiu Judas. Portanto, em geral, os não-batizados, recém-interessados podem ser chamados para dar comentários, se levantarem a mão.

      ● No caso de alguém não ser desassociado, por causa de seu genuíno arrependimento, deve não obstante ser restringido na obra de pregação, em certas circunstâncias?

      Quando alguém é repreendido em particular ou publicamente, aplica-se a informação contida no livro “Organização”, página 167. Embora seja verdade que se podem impor certas restrições a tais pessoas, convém notar o que diz na página 167 a respeito da obra de pregação, a saber: “A pessoa estará livre de se empenhar plenamente na obra de pregação e de relatá-la . . .” Provavelmente, num caso que se tornou notório, quando alguém foi repreendido publicamente, seria sábio que este trabalhasse na obra de pregação numa parte do território onde o caso não é amplamente conhecido, pelo menos por algum tempo. Convém lembrar-se de que a obra de pregação é uma parte básica de nosso serviço a Deus, e todos os que servem a Jeová devem participar nela. — Mat. 24:14; 28:19, 20.

      Que dizer de alguém que foi readmitido, depois duma desassociação? Deve-se permitir que participe imediatamente no serviço de campo? Sim, em harmonia com o que foi expresso acima, deve-se permitir que se empenhe no serviço de campo após a sua readmissão. Quanto a outros privilégios neste respeito, podemos orientar-nos pelo que se declara no livro “Organização”, páginas 175, 176.

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