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  • Perseverança corajosa no serviço de Deus
    A Sentinela — 1964 | 15 de março
    • quando lhe dizem que acham melhor que descontinuem de estudar a Bíblia. Mas, dominados pelo temor do homem e sem amor suficiente a Deus para serem movidos a obedecer a seus mandamentos, desistem. — Mar. 4:5, 6, 16, 17.

      16. O que mais expulsa a palavra da vida das pessoas?

      16 Outros são como sementes que caem entre espinhos, talvez permitam que a palavra comece a crescer, mas estão tão sobrecarregados com outras coisas, com problemas que lhes trazem ansiedade, problemas que, segundo acham, requerem atenção primordial — longas horas de trabalho secular, de fazer sala a convidados e em busca de distração — que êles simplesmente não têm tempo. Talvez sejam agradáveis; talvez digam que gostariam de poder sentar-se e ouvir, mas simplesmente não acham que podem arranjar tempo. — Luc. 8:7, 14.

      17. Como devemos reagir em face destas experiências?

      17 Será que ficará desanimado e perderá a coragem por causa destas experiências? Equipado com conhecimento antecipado, evite isto. Então, apegando-se à verdade e dando “fruto com perseverança”, prove que em seu próprio caso a Palavra de Deus foi recebida por um excelente e bom coração. Mediante perseverança zelosa no ministério, mostre que não é dos que se murcham em face de perseguição ou dos que abandonam a perspectiva do nôvo mundo de Deus em troca de ganho material neste velho mundo. Prove que tem coragem de continuar fazendo a vontade de Deus. — Luc. 8:8, 15; 2 Tim. 4:10, 11.

      18. O que devemos fazer quando outros nos quais depositamos confiança nos decepcionam?

      18 Quem tem visão equilibrada sôbre estas questões é fortalecido para encarar também outros problemas. Não permite que problemas pessoais o desanimem. É verdade que às vêzes as pessoas com as quais se associa, até mesmo as da congregação cristã, fazem coisas que são desapontadoras. Elas tentam fazer o que é correto, mas não são perfeitas; ninguém o é. O que devemos fazer quando outros nos decepcionam? Considere o exemplo que nos deu Cristo Jesus, o Agente Principal de nossa fé.

      19, 20. Neste sentido, que experiência teve Jesus e que exemplo deu êle, do qual podemos tirar proveito?

      19 Foi na última noite de sua vida como humano que êle foi orar no jardim de Getsêmane juntamente com seus discípulos. Não muito depois uma turba com espadas e paus chegou e o prendeu. Os discípulos ficaram de longe só para ver o que acontecia, mas, segundo o registro nos diz: “Todos os discípulos o abandonaram então e fugiram.” (Mat. 26:56) Mais tarde, naquela mesma noite, no pátio do sumo sacerdote, uma serva, ao ver a Pedro, disse que êle devia ser um dos seguidores de Jesus. Mas Pedro retrucou: “Não o conheço mulher.” Isto aconteceu três vêzes, e tudo no pátio onde Jesus o viu depois que o galo cantou três vezes. (Luc. 22:55-61) Mas Jesus não vacilou. Não permitiu que as fraquezas dos que se associavam com êle o fizessem titubear na sua fidelidade a Deus. Olhou para seu Pai nos céus e confiou nêle.

      20 Então, no terceiro dia, quando foi ressuscitado dos mortos, Jesus teve oportunidade de ajustar contas com os que o abandonaram, se quisesse, mas o que fêz êle? Não os repreendeu pelo que tinham feito. Não lhes disse: ‘Depois do que vocês fizeram naquela noite, nunca mais falem comigo. Entre nós tudo se acabou!’ Tampouco lhes virou êle friamente as costas, recusando falar-lhes. Pelo contrário, estudou com êles, orou com êles e os ajudou a se fortalecerem, para que não mais titubeassem, mas se provassem corajosos servos de Deus. Estava mais preocupado com a fidelidade dêles do que com seus sentimentos. Que maravilhoso exemplo para imitarmos! — Luc. 24:44-50.

      “LUTANDO LADO A LADO PELA FÉ DAS BOAS NOVAS”

      21. Qual deve ser a nossa atitude para com a associação com a congregação do povo de Jeová?

      21 Quem quiser provar-se fiel no serviço de Deus não pode deixar que ressentimentos, empenhos materialistas nem perseguição o separem da congregação do povo de Jeová. Todos os verdadeiros cristãos precisam de tal associação espiritualmente edificante. É nas reuniões regulares da congregação que a pessoa se equipa para servir a Deus. É ali que sua fé é fortalecida de modo que ela possa perseverar corajosamente em fazer a vontade divina. Os atuais servos de Deus devem ter o mesmo sentimento para com tais reuniões que tiveram os primitivos cristãos, que estavam dispostos a se congregarem com seus companheiros crentes, não sòmente a despeito de suas próprias inconveniências, mas também em face de perigo. Mesmo quando a perseguição era intensa contra êles, tendo o Rei Herodes matado a Tiago e prendido a Pedro, os demais não deixaram de freqüentar as reuniões por causa de mêdo. Embora tivessem a cautela devida, reunindo-se atrás de portas trancadas, contudo, reuniam-se para orar e fortalecer uns aos outros. Sabiam que precisavam das reuniões, para que permanecessem vivos espiritualmente e tivessem a coragem de continuar dando testemunho, conforme Jesus lhes tinha instruído. (Atos 12:1-5, 12-17) A necessidade é a mesma hoje em dia. Todos os verdadeiros cristãos devem prezar o privilégio de se reunir para instrução da Palavra de Deus, como os irmãos de Trôade, que, quando Paulo lhes fêz uma breve visita, permaneceram para ouvir o que era dito, mesmo tendo Paulo falado noite adentro e a reunião não ter terminado até ao raiar do dia. (Atos 20:7-11) Quando tiver a oportunidade de se reunir com o povo de Jeová, aproveite-se bem disto. Nisto, seja estimulado pelo exemplo de Davi, um dos da grande multidão de testemunhas pré-cristãs de Jeová, que disse: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR [Jeová].” — Sal. 122:1, ALA.

      22. Mediante o que nos ajuda Jeová a sermos corajosos e qual deve ser a nossa determinação?

      22 Que encorajamento é para todos os que amam a Deus fazerem a sua vontade! Mediante os registros bíblicos da vida dos seus fiéis servos, Jeová proveu um maravilhoso estímulo para que todos os que amam a justiça se apoderem da oportunidade de serem pregadores do reino de Deus e indiquem a outros os ‘novos céus e a nova terra em que há de morar a justiça’. (2 Ped. 3:13) Mediante fazer-lhes provisões para que se reúnam e preguem juntamente com as outras testemunhas, êle os ajuda a se fortalecerem e a permanecerem firmes na fé. Mediante a sua Palavra, insta com êles para que perseverem no ministério, para que se exercitem vigorosamente no seu serviço, ‘comprando tempo oportuno, porque os dias são iníquos’. (Efé. 5:15-17) Estende-lhes o privilégio de se aproximarem dêle em oração, e com seu espírito os sustém. Aproveitando-se assi̇̀duamente destas provisões divinas, terá todo o motivo para ser corajoso; poderá permanecer ‘firme em um só espírito, com uma só alma lutando lado a lado pela fé das boas novas, e em nenhum sentido estar sendo amedrontado pelos seus oponentes. Esta mesma coisa é para êles prova de destruição, mas para nós, de salvação; e esta indicação é de Deus’. — Fil. 1:27, 28.

  • Testemunho mundial
    A Sentinela — 1964 | 15 de março
    • Testemunho Mundial

      Uma testemunha de Jeová de Ilinóis, Estados Unidos, relatou: “Num sábado de manhã, trabalhando de casa em casa em Oak Park, divulgando a Palavra da vida, encontrei-me com uma senhora que estava muito ocupada. Pela bagagem, indicou ela, tinha acabado de chegar de viagem. Com poucas palavras para ajudá-la a apreciar a Palavra da vida, mostrei-lhe A Sentinela. ‘Oh, não, A Sentinela não’, disse ela em tom soluçante. ‘Eu acabo de chegar de uma viagem em volta do mundo e em todo pai̇́s que fui, houve quem se aproximasse de mim com A Sentinela.’”

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