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    Nosso Ministério do Reino — 1976 | junho
    • Carta da Filial

      Prezados Publicadores do Reino:

      As Testemunhas de Jeová, em todo o mundo, alegram-se com a “benignidade imerecida de Deus, que traz salvação a toda sorte de homens”. (Tito 2:11) Sabemos que as perspectivas da pessoa, de ter vida eterna, dependem de ela ter conhecimento de Jeová e de seu Filho. Portanto, queremos manter-nos bastante ocupados na obra que “traz salvação a toda sorte de homens”. Os próximos meses oferecem oportunidade para muitos participarem mais plenamente neste serviço feliz. Já pensou em ser pioneiro temporário durante um mês ou mesmo apenas por duas semanas? Para muitos, é o tempo ideal para serem pioneiros temporários, especialmente para os jovens, que terão alguns dias de férias escolares. No mês de junho do ano passado, mais de 1.400 se alistaram, e em julho, mais de 2.520. Talvez este ano muitos outros possam servir quais pioneiros temporários.

      Por que não conversam sobre isso como família ou com alguns outros na congregação? O incentivo dado pelos pais talvez seja exatamente o que falta para ajudar muitos jovens a sentir as alegrias do serviço de pioneiro temporário. Uma jovem irmã escreveu à Sociedade: “Com muito encorajamento da minha família e com a bênção de Jeová, verifiquei que podia ser pioneira durante meio dia de cada dia de aulas. Isso realmente aguçou meu apreço pelo privilégio e pela alegria de servir a Jeová e ajudar outros nestes últimos dias. Além disso, serviu de proteção contra as influências de colegas mundanos na escola.”

      Sim, o serviço de pioneiro é uma bênção! Recentemente, após uma visita às filiais do México e da América Central, um dos membros do Corpo Governante mencionou em especial que os missionários das primeiras classes de Gileade ainda servem ali. Isto significa que já usufruem o serviço de tempo integral como pioneiros e em lares de Betel por mais de trinta anos! Relatou-se também que, no México, há agora 81.371 pessoas publicando.

      Embora alguns de nós talvez não possamos ser pioneiros, todos podemos continuar a animar os jovens e a participar com eles em maiores atividades de serviço, nesta época do ano. Que sejam muitas as suas bênçãos, à medida que continuam a persistir em “atos santos de conduta” e em “ações de devoção piedosa”. — 2 Ped. 3:11.

      Seus irmãos,

      ESCRIT. DA SOCIEDADE, SÃO PAULO

  • As reuniões mantêm-nos unidos
    Nosso Ministério do Reino — 1976 | junho
    • As reuniões mantêm-nos unidos

      1 Nada poderia ser mais importante do que mantermos uma boa relação com Jeová e nossos irmãos. As reuniões desempenham nisso um papel vital. Agora, mais do que nunca, ‘ajuntar-nos’ é um costume que não podemos deixar. — Heb. 10:25.

      2 A boa relação com Jeová depende do modo como o adoramos. A mera adoração passiva nunca foi aceitável. Cada requisito da adoração pura envolve “esforço sério”. (2 Ped. 1:5) Freqüentarmos as reuniões é uma das maneiras em que fazemos esse esforço.

      3 Nossas reuniões destinam-se a ensinar-nos algo sobre Jeová e a ajudar-nos a entender de modo mais claro a Sua vontade. Agrada-lhe quando estamos vivamente interessados em aprender. Freqüentar fielmente as reuniões semanais pode ser comparado à muitas vezes repetida petição feita a Jeová: “Instrui-me no teu caminho.” (Sal. 27:11) Quando todos assumem o papel de aprendizes humildes diante dele, então é do Seu beneplácito revelar-se intimamente para a nossa bênção.

      4 Nossa expressão oral nas reuniões constitui uma “declaração pública da nossa esperança” e isto agrada a ele. (Heb. 10:23; 13:16) O estudo infindável de Suas maravilhosas qualidades mostra-lhe nosso desejo de imitá-las na nossa própria vida. (Efé. 5:1) Este empenho de ‘chegar-se a Deus’ por meio das reuniões granjeia sua boa vontade e ajuda a estabelecer uma base sólida para uma amizade duradoura. — Tia. 4:8.

      5 As reuniões também nos fazem achegar-nos a nossos irmãos. O ambiente sadio contribui para a paz. A mente fica cheia de pensamentos piedosos, que produzem uma demonstração unificante dos frutos do espírito de Deus. Formam-se prontamente fortes vínculos com outros quando a reverência para com Jeová reduz os sentimentos de importância pessoal. Compartilhar interesses comuns dissipa a desconfiança que costuma separar os de formação diferente. Nossa mera presença já é um gesto que convida à amizade. O esforço de compartilharmos com outros o que aprendemos confirma nosso amor a eles e nosso desejo de que obtenham a bênção de Jeová.

      6 Ao passo que aumentamos o número dos conhecidos entre nossos irmãos, somos recompensados com maior apreço da “associação inteira” dos irmãos em todo o mundo. (1 Ped. 5:9) Quanto melhor os conhecermos tanto mais forte se tornará nossa confiança no seu amor por nós. Quando surgem dificuldades, não sentimos pavor, sabendo que nossos irmãos se importam e que farão todo o possível para ajudar-nos. Em tempos de tensão, esses vínculos ajudam os fracos a ser fortes e auxiliam a todos a suportar dificuldades. (Ecl. 4:11, 12) A fé que cada um tem é mais fortalecida pelo constante “intercâmbio de encorajamento”. (Rom. 1:11, 12) Que outra provisão tem contribuído tanto para a alegria e união do povo de Jeová?

      7 Recebemos muitas bênçãos por termos feito o esforço de preservar boas relações com Jeová e nossos irmãos. A constante instrução fez de nós o povo mais bem informado no mundo, em sentido religioso. Conhecemos nosso Deus assim como se conhece um amigo íntimo, apreciando todas as coisas boas a seu respeito que granjearam nosso respeito. O cultivo dos frutos do seu espírito em nossa vida nos tem dado profunda satisfação pessoal, bem como uma esperança assegurada quanto ao futuro. Com tantas evidências de sua boa vontade, temos prova de que Jeová realmente se importa conosco. — 1 Ped. 5:7.

      8 Sentimo-nos felizes quando estamos com nossos irmãos, seguros na companhia dos que genuinamente estão em paz. Não mais ficamos esgotados com a tensão e a competição que acompanham os empenhos em interesses egoístas. Podemos acolher cordialmente os novatos, mostrando-lhes genuína hospitalidade. De nossa própria experiência podemos atestar que o amor é de fato “o perfeito vínculo de união”. — Col. 3:14.

      9 Além das reuniões regulares que usufruímos cada semana, seremos revigorados pelas assembléias “Serviço Sagrado” a partir de outubro. Na expectativa das bênçãos a serem usufruídas, quem pensaria em não estar presente? Não se sente grato a Jeová por estas abundantes provisões espirituais, numa época em que temos grande necessidade delas? Quando nos sentimos mais achegados a ele e aos nossos irmãos senão nas reuniões? Quão apropriado é que encerremos cada reunião com uma oração de coração, voltando então para casa ‘alegres e sentindo-nos bem de coração’. — 2 Crô. 7:10.

  • Encorajemos os jovens entre nós
    Nosso Ministério do Reino — 1976 | junho
    • Encorajemos os jovens entre nós

      1 Há uma grande porcentagem de jovens nas congregações. Estes jovens certamente precisam e merecem o encorajamento dos mais velhos, bem como de sua ajuda para progredirem.

      2 O próprio Jeová Deus encara com grande interesse e alegria os jovens que o servem fielmente. (Luc. 18:16) Lembre-se de como ele apoiou a Daniel e seus companheiros. Eles foram levados por um rei inimigo para uma terra longínqua, onde predominavam o paganismo e o nacionalismo. Mas, violaram estes jovens a sua integridade ou mantiveram-se calados quanto à sua crença na soberania de Jeová? Foram abandonados por Jeová? A narrativa bíblica diz: “No que se referia a estes mancebos, os quatro deles, a estes o verdadeiro Deus deu conhecimento e perspicácia em toda a escrita e sabedoria.” Em resultado disso, ficou evidente, até mesmo ao rei, que a sabedoria deles era muito superior a de todos os sacerdotes de Babilônia. — Dan. 1:17-20.

      3 Podemos ter a certeza de que, enquanto estes quatro rapazes judeus ainda estavam em casa, seus pais lhes deram atenção especial para cuidar de que desenvolvessem força espiritual, pois o arranjo familiar era uma das particularidades mais importantes da vida israelita. Pais e outros membros adultos da congregação, estão ajudando os jovens no seu meio a tornar-se verdadeiros louvadores de Deus? O que poderá cada um fazer?

      4 Não deixe de reconhecer o esforço deles. Os jovens mostraram ser de grande vantagem para as congregações. Muitos, pela sua conduta excelente, ‘adornam o ensino de nosso Salvador, Deus’. (Tito 2:6-10) Isto tem dado um testemunho eficiente a professores e outros. Os jovens que evidenciam um comportamento cristão nos congressos glorificam a Jeová e granjeiam muito respeito para com as Testemunhas de Jeová na localidade. Muitos jovens também são bem sucedidos no serviço de campo, ajudando até mesmo outros a tomar sua posição a favor da verdade. Elogie-os pelo bem que fazem.

      5 Pergunte-se: ‘Quando foi a última vez que falei com os jovens no Salão do Reino, não só para cumprimentá-los, mas para mostrar genuíno interesse?’ Em palestra com esses jovens, poderá ajudá-los a fixar certos alvos alcançáveis — não demasiado altos para eles na sua idade. Talvez seja

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