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  • Apreço das coisas de Deus
    A Sentinela — 1975 | 1.° de abril
    • que a Bíblia fornece para os problemas que você, leitor, enfrenta pessoalmente e para os que confrontam a humanidade inteira. Daí poderá decidir por si mesmo, à base do que viu no seu próprio exemplar da Bíblia, se a mensagem que apresentam é verdade ou não. Se observar que ela está realmente em harmonia com a Palavra de Deus, então creia nela e mostre-se seguidor genuíno do Filho de Deus, Jesus Cristo. Esperamos que, com o tempo, com apreço de coração, também diga a Jeová: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.” — Sal. 91:2.

  • Expressão de apreço por cantar
    A Sentinela — 1975 | 1.° de abril
    • Expressão de apreço por cantar

      QUANTOS motivos os cristãos têm para expressar apreço por agradecerem e louvarem seu Deus Jeová! Deveras, “ele faz brotar capim verde para os animais e vegetação para o serviço da humanidade, a fim de que saia alimento da terra, e vinho que alegra o coração do homem mortal, . . . e pão que revigora o próprio coração do homem mortal”. — Sal. 104:14, 15.

      Deus não só proveu tão bem as necessidades materiais do homem (que muitos passam sem as coisas necessárias não se deve a qualquer culpa Dele), mas Ele proveu também para o sustento da mente e do “espírito” do homem. Conforme Jesus disse: “O homem não pode viver só de pão; vive de toda palavra que Deus profere.” (Mat. 4:4, Nova Bíblia Inglesa) Sim, Deus deu-nos a sua Palavra e proveu-nos ajuda para entendê-la, e deu-nos o privilégio de nos chegarmos a ele mediante a oração. — Sal. 65:2.

      Certamente, devemos-lhe agradecimento e louvor por todas as bênçãos que usufruímos da mão de Deus, tanto da espécie material como da “espiritual”. Sua Palavra, bem apropriadamente, está cheia de ordens para que façamos isso; um exemplo notável é o Salmo 136:1-26, onde somos lembrados vinte e seis vezes que “a sua benevolência é por tempo indefinido”. Podemos expressar apreço de diversos modos: em oração, pela boa conduta, pela pregação e pelo ensino da Palavra de Deus. E, sem dúvida, um dos modos mais belos em que podemos expressar nosso apreço é por cantarmos nas reuniões congregacionais.

      Apreciamos este privilégio? Nem todos podem usufruí-lo. Muitos cristãos reúnem-se às ocultas para adoração unida, quer dizer, secretamente, e por isso não podem entoar cânticos de louvor a Jeová em voz alta, porque isto trairia a sua reunião. “César” diz: ‘não se reúnam’, mas Deus diz: ‘Não deixem de se ajuntar.’ (Heb. 10:25) E visto que os verdadeiros cristãos ‘obedecem antes a Deus como governante do que aos homens’, reúnem-se secretamente. (Atos 5:29) Isto foi assim por mais de trinta anos com as Testemunhas na Espanha. Quando por fim puderam reunir-se abertamente, realizaram uma grande assembléia. Ao entoarem o primeiro cântico, irromperam em aplausos. Por quê? Por causa da alegria de poderem cantar nas suas reuniões!

      O mesmo apreço têm os muitos milhares de Testemunhas que fugiram de Malaui e estabeleceram acampamentos em Moçambique. Entre as coisas que lhes deram grande alegria estavam poder cantar novamente nas suas reuniões, algo que não puderam fazer desde que foram banidas pelo Dr. Banda, em 1967.

      A Bíblia fala sobre o povo de Deus, na antiguidade, expressar seu apreço a Jeová Deus e seus atos salvadores por meio de cânticos. Ela nos fala especialmente de fazerem isso em ocasiões relevantes, desde o tempo de sua libertação dos exércitos de Faraó, no Mar Vermelho, até a inauguração das muralhas de Jerusalém, nos dias de Neemias. Também grande parte da adoração no templo envolvia o uso de música, a respeito da qual o musicólogo Kurt Sachs escreve: “Os coros e as orquestras relacionados com o Templo em Jerusalém sugerem um elevado padrão de educação, perícia e conhecimento musicais.”

      De modo bem apropriado, a Palavra de Deus nos diz vez após vez que expressemos apreço por entoarmos louvores a Deus. Parece que há uma tendência de relaxar neste sentido, porque muitíssimas vezes as exortações são declaradas de modo repetitivo, como no Salmo 47:6, 7: “Entoai melodias a Deus, entoai melodias. Entoai melodias ao nosso Rei, entoai melodias. Pois Deus é o Rei de toda a terra; entoai melodias.” O salmista nos exorta cinco vezes a entoar melodias. — Veja também o Salmo 96:1, 2.

      O apóstolo Paulo, exortando os cristãos a louvarem a Deus em cânticos, segue um padrão similar, como em Colossenses 3:16: “Persisti em ensinar e em vos admoestar uns aos outros com [1] salmos, com [2] louvores a Deus, com [3] cânticos espirituais com graça, [4] cantando em vossos corações a Jeová.” — Veja também Efésios 5:19.

      Cantarmos como congregação faz parte de nossa adoração formal. Dirige-se a Jeová e por isso podemos ter fé em que Jeová o observe, assim como faz com nossas orações e assim como fez no passado. (2 Crô. 5:13, 14) Assim como participamos no espírito duma oração proferida publicamente nos nossos Salões do Reino, não devíamos de todo o coração, ‘com tudo dentro de nós’, participar em entoar nossos cânticos do Reino? — Sal. 103:1, 2.

      Considere também as palavras de nossos cânticos. Não devemos mostrar apreço pelos bons sentimentos que expressam? São todos tirados da Bíblia ou de publicações bíblicas. Seria apropriado cantar a respeito destas verdades preciosas de modo tíbio, automático? Contudo, às vezes se faz isso.

      Requer esforço para cantar alto. Talvez estejamos um pouco cansados e por isso estejamos inclinados a seguir a lei do menor esforço e cantar sem animação. Mas, se fizermos esforço e cantarmos alto, verificaremos que nos passamos a sentir melhor e ao mesmo tempo a gostar de cantar. O fato é que se sabe que a música produz muitos benefícios, ajudando a renovar a mente e o corpo, bem como as emoções. Especialmente os que têm boa voz devem fazer empenho para cantar alto, visto que assim é mais provável que os outros cantem também alto. E, naturalmente, todos devem prestar bem atenção ao acompanhamento musical, quer dum disco, quer dum pianista, para que se cante o mais belamente possível.

      O povo de Jeová granjeou um bom nome pela sua conduta. Obteve também para si uma boa reputação de conhecimento bíblico e de zelo na pregação das boas novas do reino e em fazer discípulos de pessoas de todas as nações. (Mat. 28:19, 20) Não deviam também destacar-se ao entoarem cânticos do Reino nos seus Salões do Reino, assim como também se destacava a parte musical da adoração dos servos de Jeová na antiguidade? Muitos foram atraídos à adoração de Jeová pela acolhida sincera e amigável que lhes foi dada ao visitarem um destes salões. E, certamente, a pregação e o ensino por meio de discursos, demonstrações e assim por diante são de alta qualidade. — 1 Cor. 14:24, 25.

      Que seus cânticos também podem servir para levar homens ao conhecimento de Jeová Deus foi demonstrado pela experiência duma senhora, que foi batizada na Assembléia “Vitória Divina” de 1973, no Estádio Ianque, na cidade de Nova Iorque. Ela foi sozinha, pela primeira vez, a um Salão do Reino e ficou para ambas as reuniões. Quando a congregação entoou o Cântico N.º 119, “Fixai os Olhos no Prêmio!” ela ficou tão impressionada tanto pelas palavras como pelo modo em que foi cantado, que decidiu que isso era o que ela queria. Depois chegou-se a uma das Testemunhas e pediu um estudo bíblico, progredindo até tornar-se testemunha cristã de Jeová.

      Portanto, decida cada testemunha cristã de Jeová fazer a sua parte para tornar o cantar no Salão do Reino de modo que reflita apreço das maravilhosas qualidades de Jeová e de tudo o que ele fez para nós em sentido material e espiritual. ‘Com tudo dentro de nós’, ‘entoemos melodias a Jeová’!

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1975 | 1.° de abril
    • Perguntas dos Leitores

      ● Qual é a aplicação da profecia de Isaías 21:11, 12, que reza: “A pronúncia contra Dumá: Há um chamando-me desde Seir: ‘Vigia, como está a noite? Vigia, como está a noite?’ O vigia disse: ‘A manhã tem de vir, e também a noite. Se quiserdes indagar, indagai. Chegai outra vez!’”? — NM ed. ingl.

      A profecia evidentemente é uma pronúncia contra Edom. A palavra “Dumá” não parece referir-se a cidades ou localidades com o nome de Dumá. Dificilmente poderia referir-se à Dumá ismaelita (chamada segundo um filho de Ismael [Gên. 25:14]), a meio caminho entre a Palestina e o sul de Babilônia, nem à Dumá judéia, situada na região montanhosa isolada. (Jos. 15:52) A referência a Seir, logo a seguir, também indica que a profecia foi dirigida contra aquela terra. Seir foi primeiro ocupado pelos horeus, mas os filhos de Esaú os desalojaram, e ambos os nomes, Edom e Seir, passaram a ser usados para se referir àquele país. — Gên. 14:6; Deu. 2:12.

      Tanto Isaías como Jeremias profetizaram a completa desolação de Edom (Seir), inimigo de Jeová e de seu povo. (Isa. 34:5, 9-15; Jer. 49:7-22) “Dumá” significa “silêncio”, e é assim traduzida nos Salmos 94:17; 115:17. A palavra “Dumá” usada com referência a Edom indicaria que Edom se tornaria silenciosa, como no silêncio da morte, da não-existência.

      A profecia mostra, como que de modo visionário ou simbólico, que alguém de Edom está preocupado com a sorte de Edom. A indagação: “Vigia, como está a noite?” é como que feita por alguém que esperançosamente espera o fim duma longa noite de doença e tribulação e que clama para o vigia na muralha: ‘A que horas estamos da noite?’ ‘Quanto dela já passou?’ ‘Quando virá a manhã?’ A profecia parece referir-se primeiro à noite de julgamento que Edom sofreu sob a Potência Mundial

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