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Criei meus filhos sem o maridoA Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
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jogo. E quão alegre fiquei quando Testemunhas maduras tomaram a iniciativa de conversar com os rapazes sobre assuntos sobre os quais normalmente o pai conversa com seus filhos. Aprendi a procurar ajuda na congregação cristã, e a aceitar e prezar o conselho. Há uma coisa da qual nunca me esqueço — que o próprio exemplo é o melhor método de educação.
Já faz mais de sete anos que Manfred terminou a escola. Assim que ele terminou, entramos os dois no serviço de pregação por tempo integral como pioneiros. Nesta ocasião, Gerfried estava numa fase crítica de seu desenvolvimento. Qual seria sua decisão? Hoje, sinto-me feliz de dizer que ele, também, está servindo como pioneiro por mais de quatro anos.
Quão alegre estou de que agora servimos a Jeová como uma família unida! Somente com a força e a orientação providas por Jeová, através de sua Palavra e organização, é que pude com bom êxito criar meus filhos sem o marido. Por isso é que digo junto com o salmista bíblico: “Compareçamos perante a sua pessoa com agradecimento; brademos a ele em triunfo com melodias. Pois Jeová é um grande Deus e um grande Rei sobre todos os outros deuses.” — Sal. 95:2, 3.
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Um provérbio sábioA Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
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Um provérbio sábio
“Não abandones o teu próprio companheiro ou o companheiro de teu pai, e não entres na casa de teu próprio irmão no dia do teu desastre. Melhor o vizinho que está perto do que um irmão que está longe.” — Pro. 27:10.
Este provérbio bíblico salienta a importância de se ter um verdadeiro amigo e de se ser um, especialmente em tempos de necessidade. Primeiro, trata de se ser tal amigo. No dia de calamidade ou desastre, não deve ‘abandonar’ ou deixar os que têm sido seus amigos ou os amigos de sua família. Não deve ser apenas “amigo de tempos bons”, que se retira quando realmente se precisa dele. Considere, então, o inverso. Numa hora de necessidade, em vez de ter de viajar longe até a casa de seu irmão carnal, para ver se ele pode ajudar, é melhor ter um amigo perto, que esteja pronto, sim, disposto a auxiliá-lo. Conforme outro provérbio diz: “Há um amigo que se apega mais do que um irmão.” — Pro. 18:24.
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Assistir às reuniões apressa o amadurecimentoA Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
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Assistir às reuniões apressa o amadurecimento
UMA FAMÍLIA em Fagaalu, em Samoa Americana, aceitou a oferta dos missionários das Testemunhas de Jeová para estudar a Bíblia. Raras vezes faltavam ao seu estudo bíblico domiciliar, mas nunca viam a necessidade de assistir às reuniões congregacionais. Achavam que o estudo em particular, no seu lar, era bastante. Certo dia, uma missionária decidiu provar-lhes que precisavam das reuniões. Trouxe-lhes uma folha de recapitulação escrita da Escola Teocrática, realizada semanalmente no local de reunião do Salão do Reino. Este casal não sabia muitas das respostas. Salientou-se-lhes que, por freqüentarem as reuniões, tirariam proveito em muitos sentidos diferentes, sendo a recapitulação um deles. A família passou então a fazer empenho para freqüentar as reuniões, e, hoje, diversos membros desta família são batizados e estão bem ativos na divulgação das boas novas do Reino a outros.
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