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  • Programa da Escola do Ministério Teocrático para 1991

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  • Programa da Escola do Ministério Teocrático para 1991
  • Nosso Ministério do Reino — 1990
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Nosso Ministério do Reino — 1990
km 11/90 pp. 3-6

Programa da Escola do Ministério Teocrático para 1991

INSTRUÇÕES

Durante 1991, a Escola do Ministério Teocrático será dirigida de acordo com o seguinte esquema:

COMPÊNDIOS: A Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas [bi12], “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa” [si], Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra [pe], Raciocínios à Base das Escrituras [rs] e Os Jovens Perguntam — Respostas Práticas [yp] serão a base das designações.

A escola começará com cântico, oração e expressões de boas-vindas, e prosseguirá então como segue:

DESIGNAÇÃO N.º 1: 15 minutos. Esta parte deve ser apresentada por um ancião ou por um servo ministerial habilitado. Terá por base “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”. [A partir da semana de 25/2/90 usar-se-á a edição revisada, de 1990.] Esta designação deve ser apresentada como discurso de instrução de 10 a 12 minutos, seguido por uma recapitulação oral de 3 a 5 minutos, usando-se as perguntas impressas referentes à parte. O objetivo não deve ser apenas abranger a matéria, mas focalizar a atenção no valor prático das informações apresentadas, sublinhando o que for mais útil para a congregação. Se necessário, deve-se escolher um tema. Todos são incentivados a se prepararem cuidadosamente de antemão, a fim de tirarem pleno proveito da matéria.

Os irmãos que recebem esta designação devem cuidar para não ultrapassar o limite de tempo. Se necessário, pode-se-lhes dar conselho em particular.

DESTAQUES DA LEITURA DA BÍBLIA: 6 minutos. Esta parte deve ser apresentada pelo superintendente da escola, ou por outro ancião habilitado, ou por um servo ministerial designado pelo superintendente da escola. Não deve ser apenas um resumo da leitura programada. Depois de apresentar breve visão geral dos capítulos designados, ajude a assistência a avaliar por que e como tais informações são de valor para nós. Pesquise edições de A Sentinela para obter matéria adicional de destaque. O superintendente da escola pedirá a seguir que os estudantes se dirijam para as várias salas de aula.

DISCURSO N.º 2: 5 minutos. Trata-se da leitura bíblica da matéria designada, a ser feita por um irmão. Isto se aplicará tanto à escola principal; como aos grupos auxiliares. As designações de leitura são geralmente bastante curtas para permitir que o estudante apresente breves informações explicativas em suas observações inicias e finais, e até em pontos intermediários. Pode-se incluir o fundo histórico , o significado profético ou doutrinal e a aplicação de princípios. Todos os versículos designados devem realmente ser lidos.

DISCURSO N.º 3: 5 minutos. Este discurso será designado a irmãs. A matéria se baseará no livro Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra. A estudante designada deverá saber ler. Ao proferir o discurso, a estudante poderá ficar sentada ou em pé. O superintendente da escola escalará uma ajudante, mas ajudantes adicionais poderão ser usadas. É preferível que os cenários envolvam o serviço de campo ou o testemunho informal. Quem profere o discurso pode iniciar a palestra, a fim de estabelecer o cenário, ou pedir que sua(s) ajudante(s) faça(m) isso. A matéria, e não o cenário, é que deverá receber a atenção primária. A estudante deverá usar o tema indicado.

DISCURSO N.º 4: 5 minutos. Designado a um irmão ou a uma irmã. Os assuntos para este discurso se basearão ora no livro Raciocínios ora no livro Os Jovens Perguntam, e este último será designado preferivelmente a estudantes jovens ou novos. O(A) estudante designado(a) deverá saber ler. Quando designado a um irmão, deverá ser um discurso para toda a assistência. Em geral, será melhor que o irmão prepare seu discurso tendo presente a assistência do Salão do Reino, de modo a ser deveras informativo e proveitoso para os que realmente o ouvem. No entanto, caso a matéria se preste melhor a outro cenário prático e apropriado, em que se fala perante uma assistência o irmão poderá decidir elaborar seu discurso concordemente. O estudante deverá usar o tema indicado.

A matéria, quando designada a uma irmã, deverá ser apresentada como delineado para o Discurso N.º 3.

CONSELHO E OBSERVAÇÕES: Depois de cada discurso de estudante, o superintendente da escola dará conselhos específicos, não seguindo necessariamente o programa de conselhos progressivos delineado na folha Conselhos Sobre Discursos. Em vez disso, deve concentrar-se nos aspectos em que o estudante precisa aprimorar. Caso o estudante mereça “B”, e não exista outra qualidade oratória marcada com “M” ou “A”, então o conselheiro deve fazer um círculo em torno do quadrículo em que o “B”, o “M” ou o “A” normalmente são colocados, referente à qualidade oratória a ser cultivada em seguida pelo estudante. Ele avisará o estudante sobre isso, naquela noite, bem como indicará esta qualidade oratória na próxima folha Designação da Escola do Ministério Teocrático (S-89). Os que proferirão os discursos devem sentar-se nas cadeiras da frente do salão. Isto poupará tempo e também possibilitará que o superintendente da escola dê seu conselho diretamente a cada estudante. Conforme o tempo permitir, depois de dar o necessário conselho oral, o conselheiro poderá comentar alguns pontos informativos e práticos não abrangidos pelos estudantes. O superintendente da escola deve ter cuidado em não gastar mais de dois minutos com o conselho e as observações depois de cada discurso de estudante. Caso a apresentação dos destaques da Bíblia tenha deixado a desejar, pode-se dar conselho em particular.

PREPARAÇÃO DE DISCURSOS: Os irmãos que proferem o discurso da Designação N.º 1 devem escolher um tema, quando necessário. Os estudantes designados ao segundo discurso devem escolher o tema que permita a melhor cobertura da matéria. Os estudantes designados ao terceiro e ao quarto discursos devem usar o tema indicado. Antes de proferirem seu discurso, os estudantes desejarão ler a matéria do Manual da Escola que trata da qualidade oratória que está sendo cultivada.

CONTROLE DO TEMPO: Nenhum discurso deve passar da hora. Tampouco devem o conselho e as observações do conselheiro passar da hora. Pedir-se-á, com jeito, que os discursos de N.º 2 a 4 parem ao se esgotar o tempo. Aquele que é designado a dar o “sinal para parar” deve fazê-lo de imediato. Quando os irmãos que apresentam a Designação N.º 1 passam da hora, devem receber conselho em particular. Todos devem observar cuidadosamente o tempo. Programa total: 45 minutos, fora o cântico e a oração.

RECAPITULAÇÃO ESCRITA: Periodicamente será realizada uma recapitulação escrita. Em preparação, recapitule a matéria designada e termine a leitura bíblica programada. Verifique as perguntas fornecidas no Nosso Ministério do Reino dos meses de abril, agosto e dezembro, respectivamente, mas não escreva na folha de perguntas antes de fazer a recapitulação. Apenas a Bíblia pode ser usada nesta recapitulação de 25 minutos. O restante do tempo será devotado a uma consideração das perguntas e respostas. Cada estudante verificará suas próprias respostas. O superintendente da escola lerá todas as respostas e se concentrará nas perguntas mais difíceis, ajudando todos a entender com clareza as respostas. Se, por algum motivo, as circunstâncias locais assim o exigirem, a recapitulação escrita poderá ser feita uma semana depois da data indicada no programa.

CONGREGAÇÕES GRANDES E PEQUENAS: As congregações com 50 ou mais estudantes matriculados na escola talvez queiram organizar grupos adicionas de estudantes para proferirem os discursos programados perante outros conselheiros. Naturalmente, pessoas não-batizadas, cuja vida se ajuste aos princípios cristãos, também podem matricular-se na escola e receber designações.

AUSENTES: Todos na congregação podem demonstrar que apreciam esta escola esforçando-se a estar presentes em cada sessão semanal, preparando bem suas designações e comentando nas partes de perguntas. Espera-se que todos os estudantes considerem suas designações de forma conscienciosa. Caso um estudante não compareça quando designado, um voluntário poderá cumprir tal designação, fazendo a melhor aplicação que se sinta habilitado a fazer com tão pouco tempo de aviso. Ou o superintendente da escola poderá abranger a matéria com apropriada participação da assistência.

PROGRAMA

7 de jan. Leitura da Bíblia: Colossenses 1 a 4

Cântico N.º 173

N.º 1: Introdução a Revelação (si pp. 252-3, pars. 1-7)

N.º 2: Colossenses 3:12-25

N.º 3: Deve-se Comemorar a Páscoa ou Feriados Que Honrem a Homens? (pe cap. 25, pars. 16, 17)

N.º 4: Com Que Intenção Instituiu Jesus a Refeição Noturna do Senhor? (rs p. 241, pars. 1-4)

14 de jan. Leitura da Bíblia: 1 Tessalonicenses 1 a 5

Cântico N.º 212

N.º 1: Revelação 1:1 a 3:22 (si p. 253, pars. 8-11)

N.º 2: 1 Tessalonicenses 4:1-12

N.º 3: Por Que os Cristãos não Dão Honra Adorativa a Objetos? (pe cap. 25, pars. 18, 19)

N.º 4: O Que Significa ‘Honrar os Pais’ (yp cap. 1)

21 de jan. Leitura da Bíblia: 2 Tessalonicenses 1 a 3

Cântico N.º 132

N.º 1: Revelação 4:1 a 8:2 (si pp. 253-4, pars. 12-16)

N.º 2: 2 Tessalonicenses 3:1-12

N.º 3: Que Conduta Mostra que a Pessoa é a Favor do Mundo de Satanás? (pe cap. 25, pars. 20, 21)

N.º 4: Com Que Freqüência se Deve Observar a Refeição Noturna do Senhor? (rs p. 242, pars. 1-3)

28 de jan. Leitura da Bíblia: 1 Timóteo 1 a 3

Cântico N.º 188

N.º 1: Revelação 8:3 a 13:18 (si p. 254, pars. 17-21)

N.º 2: 1 Timóteo 3:1-13

N.º 3: Por Que não se Deve Tomar Transfusões de Sangue? (pe cap. 25, pars. 22, 23)

N.º 4: Como Jovens e Pais Podem Demonstrar Compreensão Mútua (yp cap. 2, pp. 18-19, 22-5)

4 de fev. Leitura da Bíblia: 1 Timóteo 4 a 6

Cântico N.º 39

N.º 1: Revelação 14:1 a 16:21 (si pp. 254-5, pars. 22, 23)

N.º 2: 1 Timóteo 6:1-12

N.º 3: Por Que Temos Uma Luta Para Fazer o Que É Correto? (pe cap. 26, pars. 1-3)

N.º 4: Para Que Dois Principais Propósitos Instituiu Jesus a Comemoração? (rs p. 87, pars. 1, 2)

11 de fev. Leitura da Bíblia: 2 Timóteo 1 a 4

Cântico N.º 162

N.º 1: Revelação 17:1 a 20:15 (si p. 255, pars. 24, 25)

N.º 2: 2 Timóteo 2:14-26

N.º 3: O Que É Necessário Para se Fazer o Que É Correto? (pe cap. 26, pars. 4, 5)

N.º 4: Por Que os Jovens Devem Ter os Pais Como Confidentes (yp cap. 2, pp. 20-1)

18 de fev. Leitura da Bíblia: Tito 1 a 3 e Filêmon

Cântico N.º 119

N.º 1: Revelação 21:1 a 22:21 (si pp. 255-6, pars. 26-28)

N.º 2: Tito 2:1-15

N.º 3: Por Que É Tão Importante Ter um Relacionamento Achegado com Deus? (pe cap. 26, pars. 6-8)

N.º 4: Qual É o Significado dos Emblemas da Comemoração? (rs p. 87, par. 4 a rs p. 88, par. 1)

25 de fev. Leitura da Bíblia: Hebreus 1 a 3

Cântico N.º 105

*N.º 1: Uma Visita à Terra Prometida — Parte 1 (si pp. 259-62, pars. 1-7)

N.º 2: Hebreus 2:1-13

N.º 3: Aprenda dos Erros dos Outros! (pe cap. 26, pars. 9-12)

N.º 4: Por Que os Pais Limitam a Liberdade dos Filhos (yp cap. 3)

*[A partir daqui, use o livro si-T, edição revisada, de 1990.]

4 de mar. Leitura da Bíblia: Hebreus 4 a 7

Cântico N.º 123

N.º 1: Uma Visita à Terra Prometida — Parte 2 (si pp. 271, 274, pars. 8-15)

N.º 2: Hebreus 5:1-14

N.º 3: Que Mudanças Podem Ser Feitas com a Ajuda de Deus? (pe cap. 26, pars. 13, 14)

N.º 4: Apenas Quem Pode Corretamente Participar da Refeição Noturna do Senhor? (rs p. 88, pars. 2, 3)

11 de mar. Leitura da Bíblia: Hebreus 8 a 10

Cântico N.º 144

N.º 1: Uma Visita à Terra prometida — Parte 3 (si pp. 275-6, pars. 16-24)

N.º 2: Hebreus 10:19-31

N.º 3: Como Vencer a Luta Para Fazer Mudanças (pe cap. 26, pars. 15, 16)

N.º 4: Como Dar-se Bem com Seus Irmãos e Irmãs (yp cap. 6)

18 de mar. Leitura da Bíblia: Hebreus 11 a 13

Cântico N.º 206

N.º 1: Uma Visita à Terra prometida — Parte 4 (si pp. 276-8, pars. 25-32)

N.º 2: Hebreus 13:7-19

N.º 3: Como a Esperança nos Ajuda a Vencer a Luta? (pe cap. 26, pars. 17-19)

N.º 4: Quando se Deve Celebrar a Comemoração? (rs p. 89, par. 2 a rs p. 90, par. 1)

25 de mar. Leitura da Bíblia: Tiago 1 a 5

Cântico N.º 88

N.º 1: O Tempo e as Escrituras Sagradas — Parte 1(si pp. 278-9, pars. 1-8)

N.º 2: Tiago 4:1-12

N.º 3: Por Que É Importante a Oração? (pe cap. 27, pars. 1, 2)

N.º 4: Por Que Ir Embora de Casa não É a Solução (yp cap. 7)

1.º de abr. Leitura da Bíblia: 1 Pedro 1 a 5

Cântico N.º 18

N.º 1: O Tempo e as Escrituras Sagradas — Parte 2 (si pp. 279-80, pars. 9-17)

N.º 2: 1 Pedro 3:1-12

N.º 3: Como Podemos Manter um Bom Relacionamento com Deus? (pe cap. 27, pars. 3-5)

N.º 4: Que Atitude Devem os Cristãos Ter Para com Autoridades Seculares? (rs p. 261, pars. 1-3)

8 de abr. Leitura da Bíblia: 2 Pedro 1 a 3

Cântico N.º 177

N.º 1: O Tempo e as Escrituras Sagradas — Parte 3 (si pp. 280-2, pars. 18-26)

N.º 2: 2 Pedro 1:1-11

N.º 3: De Que Precisamos Para que Nossas Orações Sejam Ouvidas? (pe cap. 27, pars. 6, 7)

N.º 4: Como Fazer Verdadeiros Amigos (yp cap. 8, pp. 65-7, 70-2)

15 de abr. Leitura da Bíblia: 1 João 1 a 5

Cântico N.º 50

N.º 1: O Tempo e as Escrituras Sagradas — Parte 4 (si pp. 282-4, pars. 27-33)

N.º 2: 1 João 4:7-19

N.º 3: Como Satisfazer os Requisitos de Deus Para a Oração (pe cap. 27, pars. 8, 9)

N.º 4: Como Encaram os Cristãos a Guerra Carnal? (rs p. 262, pars. 1-4)

22 de abr. Leitura da Bíblia: 2 João, 3 João e Judas

Cântico N.º 22

N.º 1: Localização dos Eventos na Corrente do Tempo — Parte 1 (si pp. 284-5, pars. 1-7)

N.º 2: Judas 3-15

N.º 3: O Requisito Básico Para que Nossas Orações Sejam Ouvidas (pe cap. 27, pars. 10, 11)

N.º 4: Como Ajudar um Amigo Que Tem um Problema Sério (yp cap. 8, pp. 68-9)

29 da abr. Recapitulação Escrita. Termine Colossenses 1 a Judas.

Cântico N.º 59

6 de maio Leitura da Bíblia: Revelação 1 a 3

Cântico N.º 161

N.º 1: Localização dos Eventos na Corrente do Tempo — Parte 2 (si pp. 285-7, pars. 8-15)

N.º 2: Revelação 2:1-11

N.º 3: Sobre Que Assuntos se Pode Orar? (pe p. 27, pars. 12, 13)

N.º 4: As Guerras de Israel não Eram um Precedente Para os Cristãos (rs p. 262, par. 5 a rs p. 263, par. 1)

13 de maio Leitura da Bíblia: Revelação 4 a 6

Cântico N.º 97

N.º 1: Localização dos Eventos na Corrente do Tempo — Parte 3 (si pp. 291-2, pars. 16-23)

N.º 2: Revelação 6:1-11

N.º 3: Por Que Orar por Outros? (pe cap. 27, pars. 14-16)

N.º 4: Por Que os Jovens Cedem à Pressão de Colegas (yp cap. 9, pp. 73-6)

20 de maio Leitura da Bíblia: Revelação 7 a 9

Cântico N.º 127

N.º 1: Localização dos Eventos na Corrente do Tempo — Parte 4 (si pp. 292-3, pars. 24-30)

N.º 2: Revelação 7:1-4, 9-17

N.º 3: O Que Caracteriza os Genuínos Discípulos de Cristo? (pe cap. 28, pars. 1-3)

N.º 4: O Envolvimento na Política não É Para Cristãos (rs p. 264, pars. 2-4)

27 de maio Leitura da Bíblia: Revelação 10 a 12

Cântico N.º 26

N.º 1: A Bíblia e o Seu Cânon — Parte 1 (si p. 299, pars. 1-6)

N.º 2: Revelação 12:5-17

N.º 3: A Quem Devemos Mostrar Amor? (pe cap. 28, pars. 4, 5)

N.º 4: Como Enfrentar a Pressão dos Colegas (yp cap. 9, pp. 77-80)

3 de jun. Leitura da Bíblia: Revelação 13 a 15

Cântico N.º 6

N.º 1: A Bíblia e o Seu Cânon — Parte 2 (si pp. 300-2, pars. 7-16)

N.º 2: Revelação 14:1-13

N.º 3: Por Que Podem Surgir Problemas Entre Cristãos? (pe cap. 28, pars. 6, 7)

N.º 4: O Conceito da Bíblia Sobre Hinos Nacionais e Cerimônias Envolvendo a Bandeira (rs p. 265, pars. 2-4)

10 de jun. Leitura da Bíblia: Revelação 16 a 18

Cântico N.º 145

N.º 1: A Bíblia e o Seu Cânon — Parte 3 (si pp. 302-5, pars. 17-26)

N.º 2: Revelação 18:1-10, 20, 21

N.º 3: Que Problemas Surgiam Até Mesmo Entre os Apóstolos de Vez em Quando? (pe cap. 28, pars. 8, 9)

N.º 4: Que Importância Tem a Aparência? (yp cap. 10)

17 de jun. Leitura da Bíblia: Revelação 19 a 22

Cântico N.º 184

N.º 1: O Texto Hebraico das Escrituras Sagradas — Parte 1 (si pp. 305-7, pars. 1-9)

N.º 2: Revelação 21:1-14

N.º 3: Como Resolviam os Apóstolos os Seus Problemas? (pe cap. 28, pars. 10, 11)

N.º 4: O Amor Cristão ao Semelhante é Compatível com a Neutralidade (rs p. 267, par. 1)

24 de jun. Leitura da Bíblia: Gênesis 1 a 3

Cântico N.º 56

N.º 1: O Texto Hebraico das Escrituras Sagradas — Parte 2 (si pp. 307, 310, pars. 10-16)

N.º 2: Gênesis 3:6-19

N.º 3: Siga o Exemplo Que Deus Dá de Ser Perdoador (pe cap. 28, pars. 12, 13)

N.º 4: O Que Orienta a Escolha de Roupas Pelo Cristão? (yp cap. 11 p. 90 a p. 94 par. 1)

1.º de jul. Leitura da Bíblia: Gênesis 4 a 6

Cântico N.º 62

N.º 1: O Texto Hebraico das Escrituras Sagradas — Parte 3 (si pp. 310-12, pars. 17-25)

N.º 2: Gênesis 6:1-12

N.º 3: Por Que Devemos Ser Misericordiosos? (pe cap. 28, pars. 14, 15)

N.º 4: É Apropriado que o Nome de Jeová Conste das Escrituras Gregas (rs p. 395, par. 3 a rs p. 396, par. 1)

8 de jul. Leitura da Bíblia: Gênesis 7 a 9

Cântico N.º 200

N.º 1: O Texto Hebraico das Escrituras Sagradas — Parte 4 (si pp. 312-13, pars. 26-31)

N.º 2: Gênesis 9:1-11

N.º 3: Como Devemos Resolver Problemas? (pe cap. 28, pars. 16, 17)

N.º 4: Os Benefícios da Roupa ‘Modesta e Bem-arrumada’ (yp cap. 11 p. 94 par. 2 a p. 96)

15 de jul. Leitura da Bíblia: Gênesis 10 a 12

Cântico N.º 66

N.º 1: O Texto Grego Cristão das Escrituras Sagradas (si pp. 315-16, pars. 1-7)

N.º 2: Gênesis 11:31-12:13

N.º 3: Que Exemplo de Deus Precisamos Seguir? (pe cap. 28, pars. 18, 19)

N.º 4: Como Responder a Quem Critica a Tradução do Novo Mundo (rs p. 396, par. 3 a rs p. 397, par. 2)

22 de jul. Leitura da Bíblia: Gênesis 13 a 15

Cântico N.º 106

N.º 1: O Texto Grego Cristão das Escrituras Sagradas — Parte 2 (si pp. 316-17, pars. 8-16)

N.º 2: Gênesis 13:5-18

N.º 3: Por Que não Se Pode Responsabilizar a Deus Pelos Fracassos Familiares (pe cap. 29, pars. 1-3)

N.º 4: Como Edificar a Auto-estima (yp cap. 12 p. 98 a p. 101 par. 2)

29 de jul. Leitura da Bíblia: Gênesis 16 a 19

Cântico N.º 117

N.º 1: O Texto Grego Cristão das Escrituras Sagradas — Parte 3 (si pp. 317-19, pars. 17-25)

N.º 2: Gênesis 17:1-14

N.º 3: O Que Se Deve Reconhecer Para que o Casamento Seja Bem Sucedido? (pe cap. 29, pars. 4, 5)

N.º 4: O Que Indica que Deus Tem Uma Organização Celestial? (rs p. 271, pars. 2, 3)

5 de ago. Leitura da Bíblia: Gênesis 20 a 23

Cântico N.º 64

N.º 1: O Texto Grego Cristão das Escrituras Sagradas — Parte 4 (si pp. 319-20, pars. 26-32)

N.º 2: Gênesis 22:9-19

N.º 3: Quem Foi Constituído Chefe da Família, e Por Quê? (pe cap. 29, pars. 6, 7)

N.º 4: Acautele-se Contra a Falsa Autoconfiança (yp cap. 12 p. 101 par. 3 a p. 103)

12 de ago. Leitura da Bíblia: Gênesis 24 a 25

Cântico N.º 205

N.º 1: A Bíblia nos Tempos Modernos — Parte 1 (si pp. 320-1, pars. 1-8)

N.º 2: Gênesis 25:19-34

N.º 3: De Que Maneiras Deu Cristo um Exemplo Para os Maridos? (pe cap. 29, pars. 8, 9)

N.º 4: Como Se Comunicava Deus com Seus Servos no Passado? (rs p. 271, par. 3 a rs p. 272, par. 1)

19 de ago. Leitura da Bíblia: Gênesis 26 a 28

Cântico N.º 213

N.º 1: A Bíblia nos Tempos Modernos — Parte 2 (si pp. 321, 323-4, pars. 9-16)

N.º 2: Gênesis 28:10-22

N.º 3: Qual É o Papel Bíblico da Esposa? (pe cap. 29, pars. 10, 11)

N.º 4: O Que Causa a Depressão? (yp cap. 13 p. 104 a p. 106 par. 2)

26 de ago. Recapitulação Escrita. Termine Revelação 1 a Gênesis 28.

Cântico N.º 114

2 de set. Leitura da Bíblia: Gênesis 29 a 31

Cântico N.º 82

N.º 1: A Bíblia nos Tempos Modernos — Parte 3 (si pp. 324-5, pars. 17-26)

N.º 2: Gênesis 29:9-29

N.º 3: Como Pode a Esposa Beneficiar Sua Família? (pe cap. 29, pars. 12, 13)

N.º 4: A Bíblia mostra que o Povo de Deus Seria Organizado (rs p. 273, pars. 1-4)

9 de set. Leitura da Bíblia: Gênesis 32 a 35

Cântico N.º 183

N.º 1: A Bíblia nos Tempos Modernos — Parte 4 (si pp. 326-7, pars. 27-33)

N.º 2: Gênesis 34:1-7, 25-31

N.º 3: Que Lugar Devem os Filhos Ocupar na Família? (pe cap. 29, pars. 14, 15)

N.º 4: Como Reconhecer e Obter Alívio da Depressão (yp cap. 13 p. 106 par. 3 a p. 111 par. 2)

16 de set. Leitura da Bíblia: Gênesis 36 a 38

Cântico N.º 115

N.º 1: Vantagens da Tradução do Novo Mundo — Parte 1 (si pp. 327-8, pars. 1-6)

N.º 2: Gênesis 37:5-11, 25-28

N.º 3: Que Ordens Maridos e Esposas Devem Obedecer? (pe cap. 29, pars. 16, 17)

N.º 4: O Que Mostra que o Povo de Deus É Unido? (rs p. 273, par. 5 a rs p. 274, par. 2)

23 de set. Leitura da Bíblia: Gênesis 39 a 41

Cântico N.º 38

N.º 1: Vantagens da Tradução do Novo Mundo — Parte 2 (si pp. 328-9, pars. 7-10)

N.º 2: Gênesis 39:7-10, 17-23

N.º 3: Por Que Devem os Cônjuges Ser Fiéis um ao Outro? (pe cap. 29, pars. 18, 19)

N.º 4: Como Lutar Contra a Depressão (yp cap. 13 p. 111 par. 3 a p. 114)

30 de set. Leitura da Bíblia: Gênesis 42 a 44

Cântico N.º 164

N.º 1: Vantagens da Tradução do Novo Mundo — Parte 3 (si pp. 329-31, pars. 11-18)

N.º 2: Gênesis 44:18-34

N.º 3: Que Dupla Obrigação Têm os Pais? (pe cap. 29, pars. 20, 21)

N.º 4: Quais São Três Maneiras de Identificar a Organização de Deus? (rs p. 274, pars. 3-5)

7 de out. Leitura da Bíblia: Gênesis 45 a 47

Cântico N.º 211

N.º 1: Vantagens da Tradução do Novo Mundo — Parte 4 (si p. 331, pars. 19-21)

N.º 2: Gênesis 45:1-13

N.º 3: Que Mandamento Devem os Filhos Obedecer? (pe cap. 29, par. 22)

N.º 4: Como Ficar a Sós, mas não Solitário (yp cap. 14, pp. 115-17)

14 de out. Leitura da Bíblia: Gênesis 48 a 50

Cântico N.º 180

N.º 1: A Arqueologia e o Registro Inspirado — Parte 1 (si p. 332, pars. 1-5)

N.º 2: Gênesis 49:1-12

N.º 3: Por Que Devem os Membros da Família Estudar a Bíblia Juntos? (pe cap. 29, par. 23)

N.º 4: Quatro Outras Maneiras de Identificar a Organização de Deus (rs p. 274, pars. 6-9)

21 de out. Leitura da Bíblia: Êxodo 1 a 4

Cântico N.º 68

N.º 1: A Arqueologia e o Registro Inspirado — Parte 2 (si pp. 333-5, pars. 6-11)

N.º 2: Êxodo 3:6-10, 13-17

N.º 3: Como Devem os Cônjuges Encarar as Falhas um do Outro? (pe cap. 29, pars. 24, 25)

N.º 4: A Cura Para a Solidão (yp cap. 14, pp. 118-20)

28 de out. Leitura da Bíblia: Êxodo 5 a 8

Cântico N.º 86

N.º 1: A Arqueologia e o Registro Inspirado — Parte 3 (si pp. 335-6, pars. 12-15)

N.º 2: Êxodo 6:1-13

N.º 3: O Acatamento de Que Conselho Bíblico Ajudará os Cônjuges a Resolver Seus Problemas? (pe cap. 29, pars. 26, 27)

N.º 4: Que Textos Indicam um Paraíso Terrestre? (rs p. 275, par. 6 a rs p. 276, par. 2)

4 de nov. Leitura da Bíblia: Êxodo 9 a 12

Cântico N.º 159

N.º 1: A Arqueologia e o Registro Inspirado — Parte 4 (si pp. 336-7, pars. 16-22)

N.º 2: Êxodo 12:1-13

N.º 3: Qual É a Posição da Bíblia Quanto ao Divórcio? (pe cap. 29, pars. 28, 29)

N.º 4: O Que É Acanhamento (yp cap. 15 p. 121 a p. 123 par. 1)

11 de nov. Leitura da Bíblia: Êxodo 13 a 16

Cântico N.º 171

N.º 1: A Bíblia — Autêntica e Verídica — Parte 1 (si pp. 337-9, pars. 1-8)

N.º 2: Êxodo 14:19-31

N.º 3: Como Podem os Pais Raciocinar com os Filhos? (pe cap. 29, pars. 30-33)

N.º 4: O Paraíso (Lucas 23:43) não É Uma Parte do Hades (rs p. 276, par. 3 a. rs p. 277, par. 2)

18 de nov. Leitura da Bíblia: Êxodo 17 a 20

Cântico N.º 139

N.º 1: A Bíblia — Autêntica e Verídica — Parte 2 (si pp. 339-40, pars. 9-13)

N.º 2: Êxodo 20:1-17

N.º 3: Que Passos Básicos Têm de Ser Dados Para se Entrar na Estrada da Vida? (pe cap. 30, pars. 1-3)

N.º 4: Como Superar o Acanhamento (yp cap. 15 p. 123 par. 2 a p. 126)

25 de nov. Leitura da Bíblia: Êxodo 21 a 24

Cântico N.º 95

N.º 1: A Bíblia — Autêntica e Verídica — Parte 3 (si p. 340, pars. 14, 15)

N.º 2: Êxodo 24:1-11

N.º 3: O Apreço Pela Bondade de Deus Nos Moverá a Fazer o Quê? (pe cap. 30, pars. 4, 5)

N.º 4: Por Que o Malfeitor, de Lucas 23:43, não Poderia Ter Ido Para o Céu? (rs p. 277, pars. 3, 4)

2 de dez. Leitura da Bíblia: Êxodo 25 a 28

Cântico N.º 13

N.º 1: A Bíblia — Autêntica e Verídica — Parte 4 (si pp. 340-1, pars. 16-20)

N.º 2: Êxodo 25:1-16

N.º 3: A Dedicação Exige que a Pessoa Dê Que Passos em Imitação de Quem? (pe cap. 30, pars. 6-8)

N.º 4: Como Lidar com o Pesar (yp cap. 16)

9 de dez. Leitura da Bíblia: Êxodo 29 a 32

Cântico N.º 143

N.º 1: A Bíblia — Autêntica e Verídica — Parte 5 (si pp. 341-2, pars. 21-25)

N.º 2: Êxodo 32:19, 20, 25-35

N.º 3: A Dedicação Compromete a Pessoa a Empenhar-se em Que Obra? (pe cap. 30, pars. 9, 10)

N.º 4: Como Sabemos que Jesus, em Lucas 23:43, Referia-se a um Paraíso Terrestre? (rs p. 278, pars. 1, 2)

16 de dez. Leitura da Bíblia: Êxodo 33 a 36

Cântico N.º 144

N.º 1: As Escrituras Inspiradas Trazem Proveitos Eternos — Parte 1 (si pp. 349-50, pars. 1-7)

N.º 2: Êxodo 34:1-10, 12-14

N.º 3: O Que É Necessário Para Pregar as Boas Novas? (pe cap. 30, pars. 11, 12)

N.º 4: O Conceito Cristão Sobre a Escola (yp cap. 17)

23 de dez. Leitura da Bíblia: Êxodo 37 a 40

Cântico N.º 202

N.º 1: As Escrituras Inspiradas Trazem Proveitos Eternos — Parte 2 (si pp. 350-2, pars. 8-16)

N.º 2: Êxodo 39:32-43

N.º 3: Como Se Mostra que Se Escolheu A Vida Eterna? (pe cap. 30, pars. 13-15)

N.º 4: De Que Única Maneira Podemos Obter Verdadeiro Conhecimento e Sabedoria? (rs p. 174, par. 5 a rs p. 175, par. 1)

30 de dez. Recapitulação Escrita. Termine Gênesis 29 a Êxodo 40.

Cântico N.º 85

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