Provisões esplêndidas para edificar e fortalecer a fé
CERTAMENTE já agradeceu a Deus de todo o coração o novo livro “É a Bíblia Realmente a Palavra de Deus?”. Um irmão escreveu: “Quero agradecer-lhes especialmente por ele. É um compêndio magnífico de informações valiosas!” Uma irmã exclamou: “Jeová deveras nos abençoou com outra boa ajuda para o estudo da Bíblia!” E todos nós concordamos com isso.
Lembre-se de como se sentiu na assembléia quando o livro foi lançado. Quão emocionados ficamos quando soubemos do seu conteúdo e depois folheamos o livro, observando os capítulos. Ora, a assembléia até mesmo demonstrou quão extremamente útil será no nosso ministério. É certamente uma provisão esplêndida, não é?
É provável que mesmo antes de completar a leitura do livro já colocou um exemplar com alguém, sabendo que o livro seria “exatamente para tal pessoa”. Já terminou a leitura pessoal do livro “Palavra de Deus”? Se não, gostaria de ter ajuda em repassá-lo? Os que já o leram, gostariam de recapitular breve mas cabalmente o seu conteúdo, considerando como certa matéria nele pode ser usada na pregação aos outros? Faz-se outra provisão esplêndida para que possa fazer isso. A partir de abril, este livro será abrangido completamente na sua congregação, por meio de seis discursos públicos.
Ser-lhe-á de Ajuda!
Nós, como testemunhas cristãs de Jeová já temos fé em Deus e na Sua Palavra. Iguais aos tessalonicenses, consideramos a Bíblia, “não como palavra de homens, mas, pelo que verazmente é, como a palavra de Deus”. (1 Tes. 2:13) No entanto, o apóstolo Paulo escreveu a estes mesmos crentes que a sua ‘fé crescia sobremaneira’. (2 Tes. 1:3) Também a nossa fé pode crescer. Pode ser fortalecida. Estes discursos ajudarão à nossa fé a crescer.
Embora tenha bons motivos para aceitar a Bíblia como a Palavra de Deus, pode haver certas perguntas que ouviu outros fazer. Por exemplo: Para onde foi a água que cobriu a terra nos dias de Noé? Podiam o sol e a lua realmente ter ficado parados no tempo de Josué? Como pôde um Deus misericordioso destruir crianças?
Talvez tenha uma idéia geral sobre as respostas bíblicas a estas perguntas. Mas, não gostaria de ouvir uma consideração pormenorizada e satisfatória destes assuntos para ajudar a fortalecer-lhe a fé e equipá-lo melhor para auxiliar outros? Os seis discursos bíblicos baseados no livro “Palavra de Deus” o ajudarão muito neste sentido. Estes e muitos outros pontos serão considerados de modo equilibrado e animador.
Preste atenção ao anúncio na sua congregação sobre quando se proferirão os discursos baseados no livro “Palavra de Deus”. Na maioria dos Salões do Reino, serão proferidos nos primeiros dois domingos de abril, maio e junho. Leve seu livro consigo a estes discursos. Daí, ao passo que o orador abrange os pontos e traz à sua atenção matéria específica no livro, poderá acompanhá-lo e familiarizar-se ainda mais com esta nova provisão. Talvez ele providencie com antecedência que leia certas citações do livro, ou talvez possa responder a perguntas que ele dirija à assistência.
Os seis discursos abrangerão o livro progressivamente. Por exemplo, os primeiros dois discursos abrangerão três capítulos, e os quatro seguintes, dois capítulos cada um. Assim, abrangera completamente o livro. Quando achar pontos que lhe ajudarão a testemunhar a outros, poderá anotá-los na margem ou sublinhá-los. E as apresentações se destinam a focalizar as idéias principais no livro e o modo em que informação específica pode ser usada no ministério. Haverá perguntas da assistência e para a assistência, demonstrações, grupos de “entendidos” e outros métodos interessantes.
Seria bom se puder ler de antemão os capítulos a serem abrangidos. Assim poderá concentrar-se sobre como se pode usar a matéria. Lembre-se de que é bem provável que os na assistência participem dos discursos. Mas, mesmo que às vezes não possa recapitular os capítulos antes da reunião, não deixe de estar presente para tirar proveito dela.
Não Deixe de Convidar —
Como completaria a exortação “Não deixe de convidar . . .”? Quem acha que deveria assistir consigo?
O apóstolo Paulo falou a respeito de alguns nos seus dias que ‘não tinham esperança e estavam sem Deus no mundo’. (Efé. 2:12) Tem conhecidos ou parentes que se ajustam a esta descrição? Agora, quando a fé de tantos está diminuindo ou morrendo, quão bom é ter um programa especial destinado a considerar matéria que deve ajudar as pessoas a edificar e fortalecer a fé. E, deveras, uma consideração cuidadosa do livro “Palavra de Deus” deve fazer isso. Amiúde, as pessoas deixaram que o alto criticismo ou o ceticismo geral os fizesse perder a fé em Deus e na sua Palavra. Uma consideração justa e inteligente de algumas das pedras de tropeço devia ajudar a tais a compreender que há realmente uma razão para se ter fé em que a Bíblia é a Palavra de Deus, Quão vital é isso, visto que sem fé é impossível agradar a Jeová. — Heb. 11:6.
Pense nos que o rodeiam. Tem o seu cônjuge profunda fé em Deus e confia na Bíblia como sendo a Palavra de Deus? Que dizer dos seus vizinhos ou parentes no ginásio ou na universidade? Não acha que, se os convidar entusiasticamente a ouvir um discurso tal como “A Narrativa Bíblica da Criação e do Dilúvio — Fato ou Ficção?”, eles assistiriam?
E os com quem estuda a Bíblia? Há outros membros daquela família que são céticos ou fracos na fé? Acha o marido que a Palavra de Deus é antiquada ou que não o interessa? Por que não o convida a ouvir discursos tais como “As Profecias Bíblicas Envolvem a Sua Vida” e “Conselho Prático Provido Por Deus Para o Homem”. Já encontrou pessoas no seu território que não crêem na Bíblia por não serem nem mesmo cristãos nominais, talvez vindo duma terra onde prevalece o paganismo? Faça um esforço extraordinário para convidar a estes a assistir à série inteira de discursos. Enfatize que os mesmos discursos são proferidos em cada congregação das testemunhas de Jeová no Brasil. Poderá assegurar aos que no passado freqüentaram apenas esporadicamente os discursos públicos, que estes são discursos que não devem perder; nunca antes os ouviram.
De fato, estes discursos são uma provisão esplêndida para edificar e fortalecer a fé. Faça refletir com entusiasmo a sua convicção disso. Esteja determinado a convidar outros, a estar presente e a participar.
Sugestões Para os Oradores
No ano passado tivemos uma série de reuniões especiais destinadas a abranger o livro “Verdade”. A resposta dos irmãos e dos interessados foi excelente. Entre outras coisas, isto reflete favoravelmente sobre os irmãos que trabalharam arduamente para preparar e proferir estes discursos. Agora enfrentará um desafio que, se vencido com bom êxito, resultará em outra bênção real para os que assistem e num grande grito de louvor para Jeová.
Os discursos atuais se baseiam diretamente no livro “Palavra de Deus”. Não haverá necessidade de pesquisar matéria adicional. Haverá mais do que o suficiente dela nos capítulos designados. Um dos objetivos básicos destes discursos é ajudar os irmãos a se familiarizar com o livro. Fará uma verdadeira contribuição neste sentado, se desenvolver a matéria designada na ordem em que é apresentada no livro. Certifique-se de mencionar o livro e de indicar à assistência parágrafos ou citações específicas. QUEREMOS que faça isso! Assim se familiarizarão com o livro.
Naturalmente, terá de conhecer bem toda a matéria nos capítulos designados. Estude bem o esboço respectivo que segue. Fixe na mente os pontos principais e enfatize-os. Assim; mesmo que alguma na assistência se esqueçam de certos pormenores, poderão compreender os pontos principais. Talvez possa alistá-los numa tabela ou num quadro-negro. Repita-os quantas vezes for prático.
No manejo dos textos, pode lê-los pessoalmente ou pedir que publicadores na assistência, avisados de antemão, os leiam. Envolva a assistência, tanto quanto puder. Torne o discurso memorável e informativo.
Tenha em mente os que estão ali pela primeira vez e que talvez ainda não tenham concluído que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus. Fale com lógica. Seja entusiástico, porém, mostre que tem boa razão para o que diz. Seja convincente e convença. Ajude os novatos a compreender as idéias principais.
Nos esboços se fazem recomendações que, se seguidas, darão variedade aos discursos. Sempre que possível, procure incorporá-las. Mesmo nas congregações menores, pode-se obter alguma variedade, se se fizer um esforço. Se houver um simpósio, os envolvidos devem reunir-se antes para cuidar dos pormenores. Demonstrações ajudarão a tornar a parte interessante e de valor prático, mas devem ser cabalmente ensaiadas.
Leve consigo à tribuna seu exemplar do livro “Palavra de Deus”. Recorra a ele freqüentemente. Ao fazê-lo, anuncie cada vez claramente a página que considera. Não poderá abranger cada parágrafo em pormenores, mas os irmãos que o acompanharão nos seus livros deverão poder ver que abrange a matéria designada de maneira progressiva.
Sua designação é um desafio. Trata-se de matéria nova, e o modo em que é apresentada talvez também lhe seja novo. Esforce-se. Prepare-se. Ajude os irmãos, por meio de sua apresentação confiante, a reconhecer que provisão esplêndida este novo livro é.
As sugestões que seguem se destinam especificamente aos oradores, mas podem ser lidas por todos, pois lhes aguçarão o apetite.
1. A Narrativa Bíblica da Criação e do Dilúvio — Fato ou Ficção?
Pode ser tratado por dois oradores. Nesta ocasião não precisa haver presidente para apresentar o programa, mas o presidente deve encerrar o programa. O primeiro orador começa, abrangendo o capítulo um, depois apresenta o segundo orador, que cuidará do próximo capítulo. O primeiro orador volta e apresenta o capítulo três.
Capítulo 1: (10 min.). Dê boas-vindas à assistência presente à série de discursos sobre a pergunta: É a Bíblia realmente a Palavra de Deus? Matéria tirada do livro (mostre-o à assistência). Pergunta significativa, porque alguns fazem perguntas tais como (na p. 5). Suas perguntas resumem-se em: Por que examinar a Bíblia? Há pelo menos sete razões válidas para se investigá-la. Convide a assistência a contá-las (cada um dos primeiros sete parágrafos das págs. 6-9). Convide a assistência a pôr a Bíblia à prova. Narrativa inicial da Bíblia é sobre a criação. É razoável aceitá-la como fato?
Capítulo 2: (30 min.) Os que começam a ler a Bíblia amiúde consideram o relato da criação em Gênesis como ficção impossível. O exame cuidadoso dele indica a razão real para que seja considerado como fato. Principais pontos a enfatizar: (1) A narrativa da criação não se baseia em mito. Compare os mitos babilônicos com a Bíblia. Mencione forma da terra. Leia Jó 26:7. (2) A Bíblia oferece explicação razoável sobre a origem do universo. Leia uma citação sobre a incerteza das teorias científicas. A crença nas teorias exige fé. Use citação na p. 16, 17. Só a Bíblia responde à pergunta quanto a fonte da energia. Leia ou cite Isa. 40:26. (3) Ordem da criação dada na Palavra de Deus é fidedigna. [Pode alistar no quadro-negro os eventos dos seis dias.] Comentários muito breves sobre duração dos dias criativos. Mostre incerteza do conhecimento científico sobre a primitiva história da terra. Trate do problema das aparentes contradições entre o dia um e quatro, lendo Gên. 1:3-5, 14, 16, 19. Considere o problema da vegetação crescendo e sobrevivendo durante o “terceiro dia”. [Ambos os problemas podem ser apresentados da assistência.] Só breves comentários sobre os documentos das rochas. Mencione Incerteza dos métodos de datar, usando uma citação. Em conexão com o sexto dia explique a lógica da descrição bíblica da origem das raças. Use uma citação das págs. 29, 30. Recapitule, salientando que a ciência não tem todas as respostas, e que se precisa de fé para aceitar as teorias científicas. A informação bíblica é razoável e fidedigna. (4) Impossível aceitar pela metade a narrativa da criação. Inclua Mat. 19:4-6. Evidente que há bons motivos para se aceitar a narrativa bíblica da criação como fato.
Capítulo 3: (15 min.) Descreva brevemente o Dilúvio, visto que alguns talvez não se lembrem dos pormenores. Levante a objeção de que o Dilúvio foi só local, e raciocine sobre isso. Mencione que alguns acusam que a narrativa é ficção por causa do que diz sobre a origem e a dispersão da água. Fale brevemente sobre a origem da água. Leia Gên. 7:17-20 e considere como pode ter acontecido. Use citações nas págs. 37, 38. Harmonize com indícios do clima antigo e da vasta destruição no passado. Mencione tradições do Dilúvio, resumindo citações, mas não lendo. Leia Gên. 6:20 e elabore par. 4 na p. 42. Resuma os pontos principais: (1) Dilúvio global possível segundo descobrimentos científicos. (2) Tradições difundidas sobre o Dilúvio indicam que realmente ocorreu. (3) Todas as “espécies” de animais podem razoavelmente ter sido preservados através do Dilúvio. Enfatize que não precisamos explicar o Dilúvio segundo teorias mecânicas ou cientificas para aceitá-lo. Temos ampla confirmação no que Jesus e os apóstolos creram. Conclua discurso comentando que resultados da investigação destes dois campos ilumina a Bíblia como fato e não como ficção. Talvez outros campos sejam de interesse, tais como se a Bíblia se harmoniza com a história, como os milagres podem ter ocorrido ou se a Bíblia é coerente. Discursos seguintes tratarão destes assuntos.
2. É o Registro Bíblico Realmente Fato Histórico?
Presidente pode anunciar que o orador terá grupo de dois ou três que fornecerão informações históricas sobre o assunto.
Capítulo 4: (25 min.) A Bíblia não depende da história secular. É história em si mesma, mais antiga e mais fidedigna do que as outras. Mas, para ser verdade, precisa ser veraz também nas questões históricas. Vale a pena comparar a Bíblia com a história secular exata, para ver se concordam. Há numerosos pontos de acordo. Use Isa. 20:1. Mencione exemplos na narrativa a respeito de José. Leia pessoalmente a primeira citação na p. 47. Levante a objeção de que a Bíblia não se harmoniza completamente com a história. Peça que um do grupo leia parte dela e ilustre com a “Lista dos Reis” por que não precisa ser assim. Demonstre a harmonia por ler Gên. 11:8, 9, e peça uma citação em apoio disso. Nem todos os historiadores antigos são fidedignos. Apóie isso com citação. Poderá ter pergunta da assistência sobre fidedignidade das inscrições antigas. Use Êxo. 12:12 e fale sobre o Egito. Comente um pouco a Assíria ou a Babilônia, pedindo uma citação. Mostre que as diferenças não nos precisam preocupar, falando sobre Senaqueribe. Comente brevemente a história cronológica. Peça a leitura da citação na p. 58. Recapitule os pontos principais: (1) Há muitos pontos de acordo entre a Bíblia e a história antiga. (2) Os registros históricos precisam ser avaliados, nem sempre considerados como totalmente corretos. (3) As diferenças entre a Bíblia e as outras histórias antigas não causam preocupação. Conclua com observações sobre a honestidade e a preservação da Bíblia.
Capítulo 5: (18 min.) Pode anunciar que certos na assistência fizeram perguntas que gostariam de considerar. Comece por comentar a veracidade do registro nas Escrituras Gregas Cristãs. Inclua 1 Tes. 2:13 e a primeira citação na p. 63. Peça perguntas. (1) Visto que há muitos livros modernos que afirmam que o quadro que os Evangelhos apresentam de Jesus é enganoso, como se pode verificar se os comentários sobre Jesus nas Escrituras Gregas são exatos? Use citações dos “Anais” na p. 63 e a citação no fim desta página. Explique por que não devemos esperar que os comentários seculares louvem a Jesus. Feitos por opositores. (2) Como se pode verificar que as Escrituras Gregas são registro exato, apresentando fatos históricos? Leia e raciocine sobre Luc. 3:1, 2. Mesma exatidão de pormenores em outros livros das Escrituras Gregas. Peça citação de F. F. Bruce, na p. 67. Ilustre com breve referência a Atos 13:7. Fale sobre o tipo de homens usados para escrever as Escrituras Gregas. (3) Se o registro é válido, apresentando fatos histéricos, por que o rejeitam tantos? Muitos, inclusive clérigos o fazem porque condena seu modo de vida. Para alguns, o preso da aceitação é alto demais; o problema está no seu coração. Recapitule os pontos principais. (1) Narrativas evangélicas sobre Jesus merecem aceitação. (2) Muitas evidências de fidedignidade nas Escrituras Gregas. (3) Razões por que tantos rejeitam a Bíblia deve induzir-nos a esquadrinhar o coração. Conclua com comentários sobre o valor de se examinarem os fatos históricos no registro das Escrituras Gregas. Inclua João 20:31. Exorte a assistência a ler as Escrituras Gregas.
Capítulo 6: (12 min.) Pode ser proferido como discurso normal. Alguns dos que lêem a Bíblia estão dispostos a aceitar comentários históricos sobre homens ou eventos, mas acham difícil crer nos milagres registrados na Bíblia. Não devem dizer que milagres são Impossíveis. Use citação na p. 75. Enfatize o poder de Deus, parafraseando Rom. 1:20. Ilustre com experiência de Josué e o ferro do machado que flutuou. É ampla a descrença no nascimento virgem. Para Deus era tanto possível fazer isso quanto era criar pessoas ou transmitir vida. Cientistas ainda têm muito a aprender. Milagres na Bíblia ocorreram por motivos bons. Relacione as curas de Jesus com Rev. 21:4 e a nossa esperança quanto ao futuro. Não termos visto os milagres de Jesus não é razão para negarmos serem fatos históricos. A Bíblia contém a evidência mais forte dos. milagres. É razoável esperar-se que os milagres nos dêem um indício da vontade de Deus quanto ao futuro. Resuma o discurso inteiro por repassar os pontos recapitulados na parte um e dois, comentando então que os milagres da Bíblia não são contrários à verdadeira ciência e que nos dão garantia do futuro. Convide a todos a estudar as promessas bíblicas regularmente com as testemunhas de Jeová.
3. A Bíblia — Contraditória ou Coerente?
Pode ser proferido por um ou dois oradores. Tenha um grupo de irmãos e irmãs na tribuna ou na primeira fila da assistência, para apresentarem problemas que serão solucionados pelo orador ou oradores.
Capítulo 7: (20 min.) Alguns afirmam que não têm confiança na Bíblia porque ela não é coerente em si. Os que fazem tais afirmações talvez não tenham lido pessoalmente a Bíblia, repetem o que outros dizem. Todavia, por causa dos que sinceramente crêem que a Bíblia é incoerente, é bom considerar alguns dos problemas, O grupo está preparado para apresentá-los. (1) As narrativas paralelas em Mateus e Joio parecem contraditórias quanto a quem pediu a Jesus um privilégio especial. Peça que o interrogador leia a narrativa em Mateus 20:20, 21 e Marcos 10:35-37. Na explicação, inclua citação da “Encyclopaedia Britânica” e Mateus 20:24. Ilustre que pontos de vista diferentes sobre o mesmo evento podem parecer divergir. (2) Narrativas da cura feita por Jesus em certa ocasião parecem divergir quanto ao número e ao lugar. [Leia ou parafraseie textos apropriados conforme permitir o tempo verificado nos ensaios.] Inclua citação na p. 85. Saliente que isto prova que o ponto de vista do escritor e a informação de fundo histórico podem esclarecer aparentes discrepância. (3) João 1:18 diz que nenhum homem jamais viu a Deus, mas Êxo. 24:9, 10 parece contradizer isso. [Peça que o interrogador leia Êxo. 24:9, 10.] Explique que o contexto resolve o problema, usando Êxo. 24:11. Explique que um raciocínio similar nos ajuda a entender diferenças nas duas genealogias de Jesus apresentadas em Mateus e Lucas [Não se estenda sobre este ponto] e o problema onde Caim obteve a sua esposa. Explique brevemente sobre Caim e parafraseie Gên. 5:4. Conclua que vimos esclarecidas aparentes contradições por reconhecermos (1) que escritores diferentes podem adotar pontos de vista diferentes, (2) que o conhecimento do fundo histórico desfaz aparentes contradições e (3) que o contexto amiúde resolve a questão. A existência de tais problemas aparentes é para o crédito da Bíblia, pois mostra que não houve conluio entre os escritores e que o registro não foi “forjado”.
Capítulo 8: (35 min.) Alguns afirmam que incoerências aparentemente mais sérias na Bíblia se relacionam com as suas normas de moral, embora a Bíblia pareça ser de moralidade superior, visto que tem leis que vão além das leis humanas. Consideraremos objeções típicas conforme apresentadas pelo grupo. (1) Como se pode dizer que a Bíblia apresenta um código moral da parte de Deus, quando fala sobre a embriaguez de Noé e seu resultado? Faça ou peça curto relato de Gên. 9:20-27. Explique, enfatizando Pro. 20:1. Comente que tal franqueza na Bíblia devia impressionar-nos, incluindo citação na p. 92. Mostre que o pensamento de Deus é mais elevado do que o nosso e leia Eze. 18:29, 30. (2) Alguns dizem que um Deus de moral nunca teria mandado executar os cananeus, inclusive criancinhas. Resuma Deu. 9:5. Mencione iniqüidade salientada em Lev. 18, inclusive incesto, sodomia e bestialidade; finalmente leia Lev. 18:27. Inclua primeiro parágrafo da citação na p. 94. Os tratos de Deus mostram que ele não se apressa a destruir os imperfeitos. Trate do assunto das crianças, lendo Deu. 30:19, 20. Saliente os pontos no último parágrafo na p. 96 e no, primeiro na p. 97. Mostre que os pais de hoje podem aprender algo deste exemplo. (3) Outros acham que há incoerência na Bíblia, porque a lei mosaica envolvia “olho por olho” ou a retaliação, ao passo que o cristianismo enfatiza o perdão. Mas a lei mosaica não estimulava à vingança pessoal, conforme se vê de Rom. 12:19. Os cristãos tampouco devem ‘vingar-se’. O próprio Jeová adere ao princípio de ‘alma por alma’. Ilustre com resumo de Rom. 5:12 e 1 Tim. 2:5. Deus permaneceu o mesmo, embora possa mudar o que ele exige de nós, conforme o seu propósito progrida. As Escrituras Hebraicas falam de guerra, mas também apontam para o “Príncipe da Paz”, As Escrituras Gregas Cristãs enfatizam a qualidade pacifica, mas também a vindoura guerra em que se eliminará a iniqüidade. Recapitule os pontos principais: (1) A Bíblia contém relatos de conduta errada que servem de advertência. (2) Precisamos considerar os tratos de Deus do seu ponto de vista, não do de homens imperfeitos, emotivos. (3) Sua norma de moral permaneceu coerentemente elevada. Conclua por mostrar que nossa reação ao que lemos na Bíblia pode revelar o que temos no coração e afetar nossa vida eterna. Precisamos examinar com cuidado as normas bíblicas de moral e aprender das Escrituras. Podemos ser gratos que a Bíblia específica os requisitos para os que querem agradar a Deus. Use Miq. 6:8 e resumo de Jos. 24:15. Exorte a assistência a lembrar-se, na leitura da Bíblia, que ela não é contraditória, e que as lições de moral nela são importantes para o nosso bem-estar eterno,
4. As Profecias Bíblicas Envolvem a Sua Vida
Pode ser apresentado por um ou dois oradores. Demonstrações bem ensaiadas serão a chave da eficiência do discurso.
Capítulo 9: (35 min.) As palavras iniciais podem ser a leitura de Isa. 46:10. Explique que isto significa que Deus pode predizer o futuro. Amiúde se diz que fez isso por meio dos profetas hebraicos, que eram diferentes dos outros profetas antigos. Use a citação na p. 103. Alguns objetam, dizendo que as profecias bíblicas são simples predições espertas ou história disfarçada em profecia. Visto que a nossa vida está envolvida na veracidade e na exatidão das profecias bíblicas, merecem cuidadosa consideração. Use como exemplo profecias sobre destruição de Jerusalém. Mencione Jer. 25:1, 2 e leia vers. Jer. 25:8-11. Explique como cumpriu e cite W. F. Albright na p. 105. Relate profecias sobre Babilônia e seu cumprimento. Mencione Heródoto, mas não leia. Mencione Xenofontes. Profecia mais notável envolve Alexandre, o Grande, da Grécia. Leia Dan. 8:1, 8. Não é questão de interpretação ou de se torcer a aplicação; a própria Bíblia fornece a explicação. Leia Dan. 8:20-22, Comente o cumprimento. Mencione novamente a acusação de que a profecia bíblica é história disfarçada em profecia. Os críticos que dizem isso não podem oferecer nenhum motivo lógico ou razoável por que se teria feito isso. Ao contrário, há razões para se concluir que os sacerdotes que possuíam partes da Bíblia não fizeram ajustes. Algumas profecias bíblicas talvez parecessem improváveis tais como a destruição permanente de Babilônia. As profecias bíblicas não são resumidas; algumas são muito pormenorizadas, especialmente as a respeito de Jesus. A informação sobre as profecias bíblicas pode ser útil para se mostrar a outros que a Bíblia realmente é a Palavra de Deus. Demonstrando como isto pode ser feito, usando-se o livro “Palavra de Deus” observe a seguinte demonstração: Irmão e irmã visitam jovem casal em revisita. Irmão menciona importância dos nossos tempos, porque são focalizados pela profecia bíblica. Homem objeta, considera “profecias” na Bíblia apenas bons palpites. Irmão mostra compreensão. Recorre às profecias em Daniel, abrangendo págs. 108 e 109 do livro. Homem reconhece o que realmente ocorreu com Alexandre. Pergunta se a profecia não poderia ter sido escrita depois dos eventos. Irmão usa pensamentos nas págs. 110, 111. Salienta que algumas profecias teriam sido improváveis. Lê Isa. 13:19, 20. Mostra citação de A. Parrot na p. 112. Indica a tabela nas págs. 114, 115. Lê citação na p. 114. Diz que Jesus provou-se profeta por predizer a destruição de Jerusalém. Conversa diminui e acaba. Orador começa outra vez. Jesus foi o maior profeta de todos. Leia e parafraseie Luc. 19:41-44; 21:20-24. Explique por que não poderia ter sido após a destruição de Jerusalém. Inclua cumprimento e citação no fim da p. 119. Conclua, salientando que as profecias bíblicas não tratam apenas de eventos passados, mas também têm relação com o nosso tempo e a nossa vida.
Capítulo 10: (20 min.) [Nesta parte, lembre-se que o ponto principal não é provar que vivemos nos “últimos dias”, mas que as profecias cumpridas provam que a Bíblia é a Palavra de Deus.] Alguns, para crer que a Bíblia é a Palavra de Deus, querem ver que se relacione diretamente com a sua vida e experiência pessoal. A Bíblia faz isso; suas profecias se cumprem nesta geração. Breve referência a Mat. 24 e Luc. 21, depois levante objeção no par. 3 na p. 121. A Revelação mostra cumprimento futuro. Leia Rev. 6:3, 4. Inclua citação de “Primeira Guerra Mundial”, na p. 123. Use fatos citados na p. 124, mas não os leia. Cite Mat. 24:7 e peça a leitura da primeira citação na p. 125, do “Times”. Enfatize que a consideração disso é para ver se as profecias bíblicas envolvem a nossa vida, e assim, se a Bíblia é a Palavra de Deus. Mencione Rev. 6:7, 8 e Luc. 21:11, mas não os leia. Use citação na p. 126. Faça perguntas no alto da p. 127, Procure e leia Luc. 21:10, 11, enfatizando terremotos. Toque apenas de leve nas págs. 129, 130. Alguns dizem que o aumento no crime só significa que há melhor reportagem, Chame atenção para a citação na p. 131, de J. E. Hoover. Mudou a atitude para com o próximo. Esta informação geral pode ser bastante útil para se estimular outros a Interessar-se em saber se a Bíblia realmente é a Palavra de Deus. Apresente breve demonstração: Publicador empenhado na obra de casa em casa encontra morador que acha que as Testemunhas tomam a Bíblia de modo muito literal. Acha que a Bíblia contêm alguns bons princípios de moral, mas o mesmo se dá com outros livros religiosos. Publicador reconhece isso, mas salienta que isto envolve se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus. Outros livros religiosos não contêm profecias cujo cumprimento possamos ver. Mostra ao morador p. 123 e lê Rev. 6: 3,4. Salienta citação de “Primeira Guerra Mundial”. Usa Mat. 24:7, na p. 124 e citação na p. 125. Menciona brevemente a informação nas págs. 126-128, mas não entra em pormenores. Raciocina bem sobre a matéria sob o título “Cumprir-se-á Tudo Nesta Geração”. Comenta que, se tais profecias realmente se cumprem, apóiam o conceito de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus. Oferece ao morador a oportunidade de examinar o assunto mais por ler o livro. Orador conclui discurso com informação na p. 134 e a exortação de erguer a cabeça por causa do que está à frente.
5. Conselho Prático Provido por Deus Para o Homem
Um orador principal. Não deixe de ensaiar as demonstrações.
Capítulo 11: (30 min.) Antes ou durante o discurso aliste no quadro-negro, como pontos principais da primeira metade do discurso, cinco tópicos nas págs. 136-144. Muitos acham que a Bíblia é antiquada, que foi escrita pelos antigos e que seus preceitos não se aplicam mais. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, então, segundo o Sal. 119:105, deve apresentar conselho prático para os nossos dias. Isto se mostra assim em pelo menos cinco pontos. (1) Use 2 Tes. 3:10-12. Mostre como a Bíblia é de proveito para a pessoa que joga, fuma, bebe em excesso. Resuma Pro. 23:29, 30. A Bíblia não solucionará no presente todos os problemas econômicos, mas é decididamente de ajuda real. (2) Leia Pro. 14:30 no livro e chame atenção para a citação no fim da p. 137. Parafraseie Efé. 4:31, 32. A Bíblia habilita a pessoa a fazer uma mudança por prover alimento salutar para o coração. Apresente idéia de Pro. 7:5, 22-27 e resuma a primeira citação na p. 139. Consideramos tanto a saúde mental como a física. (3) Leia a segunda citação na p. 139. Sem ler, mencione o ponto de Pro. 5:3-11, 18. Leia Heb. 13:4. (4) Só trate de leve desta parte (Vida Doméstica Feliz). (5) Inclua Pro. 16:32 e a matéria no parágrafo onde se encontra. Não use os parágrafos 2 e 3 na pág. 145. Desenvolva o raciocínio no par. 1 da p. 146. Apresente demonstração, envolvendo irmão que visita marido e esposa; esposa estuda, mas marido não está interessado. Ele comenta que não se importa que a esposa estude, mas acha que é algo para mulheres. Irmão reconhece o conceito; menciona que muitos homens pensam que a Bíblia não é prática para os nossos dias. Explica que achou Interessantes cinco pontos apresentados no livro “Palavra de Deus”. Salienta rapidamente os pontos 1, 2 e 3. Enfatiza o ponto 4, usando citação na p. 142 e Efé. 5:28-33. Explica ao homem os benefícios práticos para a sua própria família, conforme desenvolvidos no par. 2 na p. 143. Menciona ponto 5 e considera os parágrafos 2 e 3 na p. 145. Marido parece um pouco mais Interessado. Irmão usa a primeira citação na p. 148, depois tira o livro “Verdade” e começa a comentar o cap. 20. Orador faz resumo. Há prova viva de que a Bíblia é prática. Use citação da revista italiana na p. 147. Exorte a assistência a aplicar a Bíblia pessoalmente. Isto prova que ela é realmente a Palavra de Deus. Conclua a parte, usando 1 Tes. 2:13, enfatizando a frase final.
Capítulo 12: (25 min.) Já por algumas semanas consideramos Informações que provam que a Bíblia é a Palavra de Deus, Resta a pergunta lógica: Como foi inspirada e como chegou às nossas mãos? Cite 2 Tim. 3:16. Procure 2 Sam. 23:2, Mencione modos diferentes em que os escritores bíblicos receberam a Palavra de Deus. Não use o par. 2 na p. 152, nem o par 1 na p. 153. Fale da harmonia e como ela apóia a Inspiração. Considere os arranjos dos livros nas Escrituras Hebraicas e Gregas. Ambas as partes são necessárias, Use Deu. 17,18 para ilustrar que copiar a Bíblia não é errado. Não use os par. 3 e 4 na p. 156. As Bíblias modernas são bastante fidedignas, saliente citação na p. 157 e a de Westcott e Hort na p 158. As traduções mais novas contêm melhoras. Use 1 João 5:7, 8. Apresente jovem Irmão que fará demonstração, como que falando à classe na escola, de que modo tal informação pode ser útil ao falar com outros sobre a Bíblia: Ele sobe à tribuna e explica a palavra portuguesa “Bíblia”, Faz pergunta sobre se n Bíblia que temos fidedigna. Comenta brevemente a inspiração e trata do assunto do par. 2 da p. 152 e do par. 1 na p. 153. Pergunta se a Bíblia veio a nós na forma exata. Considere os par. 3, 4, na p. 156. Conclui, citando Mat. 11:25, 26 e lê Pro. 1:1-4, Explica que tirou a matéria de “É a Bíblia Realmente a Palavra de Deus?”, caso os estudantes se interessem na fonte que usou. Orador continua, enfatizando a importância de humildade para se compreender a Palavra de Deus. Resumo de Mat. 18:1-4. Conclua assim como par. 2 na p. 161.
6. As Igrejas ou a Bíblia — O Que Prefere?
Tratado melhor por um só orador competente. Pode se pedir que a assistência ou um grupo de “entendidos” na tribuna ou na primeira fileira faça as citações.
Capítulo 13: (35 min.) Amiúde se acha que a Bíblia é representada pela cristandade. Em vista do proceder passado das nações da cristandade, surge a pergunta se a cristandade representa a Bíblia. Na realidade, a Bíblia não é muito lida na cristandade. Use citação sobre o protestantismo na p. 163 e a citação católica na p. 164. Os próprios líderes religiosos amiúde não crêem na Bíblia, de fato, apresentam a Deus como mudo. Isso contribui para o conceito de que “Deus está morto”. Os líderes da cristandade não sustentam a moralidade da Bíblia. Leia 1 Cor. 6:9, 10. Contraste isso com os conceitos expressos por líderes religiosos, selecionando citações das págs. 167 a 169. Alguns talvez achem que os conceitos apresentados são extremos e não representam a maioria dos clérigos. O princípio em Mat. 7:18 leva à conclusão de que as igrejas que produzem tais frutos não são de Deus. Use citação na p. 170 e resuma as palavras de Jesus em Mat. 15:1-9 e 23:27, 28. Surge a questão da motivação. Amiúde os clérigos pregam para agradar aos ouvintes ou consideram a sua atividade como simples emprego. Os ministros cristãos que pregavam a respeito de Jesus no primeiro século, sem dúvida eram sinceros, e não como muitos ministros da cristandade. Por que a mudança daquela situação para a moderna? Comente brevemente a parábola do trigo e do joio. Leia Atos 20:29, 30 e a primeira citação na p. 173. Mencione as cruzadas e resuma 2 Cor. 10:3, 4. Falando sobre o protestantismo, saliente a idéia de 1 Cor. 1:10-13. Conclua a parte com a citação na p. 177 e use Tito 1:16. Recapitule, talvez alistando os pontos principais no quadro-negro. (1) A cristandade basicamente não usa a Bíblia, nem crê plenamente nela. (2) Os clérigos da cristandade não crêem na moralidade da Bíblia, nem a ensinam. (3) A cristandade representa a apostasia predita. É evidente que as igrejas da cristandade não representam a Bíblia. Seu futuro será coerente com Gál. 6:7. Quem quer seguir a Bíblia deve sabiamente separar-se da cristandade.
Capítulo 14: (20 min.) Durante os últimos três meses consideramos seis discursos bíblicos, comprovando: As narrativas da criação e do Dilúvio tratam de fatos reais. O registro bíblico é historicamente verídico. A Bíblia é um livro coerente. Suas profecias envolvem a nossa vida. Seu conselho é prático e evidentemente provido por Deus. As igrejas não representam nem defendem a Bíblia. A conclusão é inequívoca: A Bíblia é realmente a Palavra de Deus. Mas, temos de escolher se vamos permitir que nos guie a um futuro feliz. Aquele que proveu a Bíblia possui também a solução para os problemas deste planeta. Promete uma nova administração para toda a terra. O Reino mencionado na Bíblia será esta administração. Use o comentário de Toynbee na p. 181. É razoável, pois o governo será chefiado pelo Filho do Deus, que tem o poder e a autoridade necessários. Resumo de Dan. 7:13, 14. Os iníquos serão eliminados. Leia Pro. 2:21, 22. A humanidade será beneficiada quando se eliminar a guerra. Use a citação na p. 182 e parafraseie Isa. 2:4. Descreva outros benefícios, como no par. 4 na p. 183. Restabelecer-se-á o paraíso na terra. Os homens usufruirão vida humana perfeita para sempre. Pinte um quadro agradável. Até mesmo os mortos serão beneficiados. Cite João 5:28 29. Não pode ter a atitude “esperar para ver”. Precisa decidir se agora. Peça que todos procurem e leiam em uníssono Deu. 30:19. É essencial ter mais conhecimento da Bíblia. Convidado a associar-se com as testemunhas de Jeová. Ofereça curso de estudo gratuito de seis meses no livro “Verdade”. Exorte a que se creia na Bíblia e se aja segundo ela. Conclua por ler Pro. 3:1-5.