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Tire maior proveito dos discursos públicosNosso Ministério do Reino — 1978 | agosto
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Tire maior proveito dos discursos públicos
1 Lá em janeiro de 1945, os discursos públicos proferidos em pessoa tornaram-se parte regular de nossas reuniões semanais. Desde então, têm contribuído significativamente para nosso crescente programa de educação bíblica. Os esboços providos têm abrangido uma ampla variedade de tópicos, inclusive temas doutrinais. Os esboços mais recentes tratam de problemas cotidianos, explorando a aplicação correta de princípios bíblicos. Há mais de cem esboços à disposição. Além disso, as congregações podem providenciar periodicamente outros discursos, para satisfazer necessidades locais.
2 Se ‘prestarmos mais do que a costumeira atenção’, poderemos aprender muito, que nos ajudará. (Heb. 2:1) É útil que os ouvintes acompanhem na Bíblia a leitura de textos. Breves anotações podem ser boas referências para uma recapitulação posterior. Também, para entendermos pontos novos, podemos comparar nosso conhecimento do assunto com o que aprendemos do orador. Convém pensar em situações específicas, em que o conselho e os princípios bíblicos podem ser aplicados na nossa vida.
USEMOS O QUE APRENDEMOS
3 Mais recentemente, tivemos discursos públicos sobre a matéria dos livros Boas Novas e Espírito Santo. Anotou pontos específicos mencionados pelo orador? Pôde fazer bom uso deles, desde então? Temos aqui alguns exemplos:
4 Assuntos doutrinais: Um dos discursos trouxe à atenção as páginas 148 e 149 do livro Boas Novas, que salientam o cumprimento do “sinal” indicado por Jesus. (Mat. 24:3 a 25:46; Luc. 21:7-36) Considerou também a página 145, que delineia 38 profecias provando que Jesus era o Messias. Outro abrangeu a matéria na página 83, que você poderá usar para convencer uma pessoa cética da ocorrência do Dilúvio. Se tiver escutado atentamente a consideração das páginas 12-15 do livro Espírito Santo, provavelmente tenha obtido prova adicional de que não há base nenhuma para se crer que o espírito santo seja parte dum Deus trino.
5 Pastoreio: Alguns dos discursos apresentavam idéias bíblicas que podem ser usadas pelos anciãos na sua obra de pastoreio. A palestra sobre o capítulo 15 do livro Boas Novas pode fornecer a base de encorajamento, para ajudar a evitar uma variedade de armadilhas. Ou um irmão deprimido, com um problema pessoal, talvez se sinta animado ao ouvi-lo relatar pormenores de que se lembra do discurso que descreveu o paraíso considerado no capítulo 16. A matéria no discurso baseado nas páginas 132-138 do livro Espírito Santo pode ser usada para explicar de que modo o espírito santo age como “intercessor”, o que talvez seja exatamente o necessitado por alguém que acha que suas orações estão impedidas.
6 Respostas a perguntas: Os discursos públicos fornecem-lhe respostas a perguntas que surgem em palestras bíblicas. Lembra-se de como o orador, recapitulando as páginas 127-132 do livro Espírito Santo, explicou como alguém sabe que foi gerado pelo espírito? Já lhe perguntou alguém como Moisés obteve os pormenores sobre o registro da criação e os eventos ocorridos no Éden? É bem provável que isso tenha sido respondido pelo orador nos seus comentários sobre a página 16 do livro Boas Novas.
7 Estes são apenas alguns exemplos para mostrar como os discursos públicos nos podem ajudar a recorrer a um depósito de informações. Se você cultivar interesse e prestar bem atenção poderá adquirir uma abundância de conhecimento bíblico, o qual poderá usar em benefício de si mesmo ou de outros. Cada vez que assistir a um discurso público na sua congregação lembre-se do provérbio: “O sábio escutará e absorverá mais instrução.” — Pro. 1:5.
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É esta a sua necessidade?Nosso Ministério do Reino — 1978 | agosto
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É esta a sua necessidade?
O conselho de Jesus é que “o leitor use de discernimento”. (Mat. 24:15) Saber ler bem contribui muitíssimo para o bom entendimento daquilo que se lê, para que se possa transmiti-lo com precisão. Milhares de irmãos aprenderam a ler e escrever nos últimos anos, e outros milhares aprimoraram sua leitura, acatando o conselho de Jesus.
O que poderá fazer, se deseja aprimorar sua capacidade de ler, ou mesmo aprender a ler e escrever, se esta for a sua necessidade? Fale com os anciãos na sua congregação sobre o assunto, e eles terão muito prazer em providenciar que receba a ajuda necessária. Os que precisam aprender a ler e escrever poderão fazer uso da cartilha “Aprenda a Ler e Escrever”, ao passo que os que desejam aprimorar sua leitura poderão usar publicações úteis nesse sentido, tais como “O Grande Instrutor”, “Paraíso Recuperado”, “Verdade”, ou a própria Bíblia.
As classes poderão ser formadas segundo as necessidades e circunstâncias locais. Os que precisam aprender a ler e escrever podem ser agrupados, separados dos que estão aprimorando sua capacidade de leitura. Se as circunstâncias locais permitirem, a escola de alfabetização e/ou aprimoramento de leitura poderão ser realizadas na noite em que se realiza a Escola Teocrática, numa dependência do Salão do Reino. Talvez seja melhor, conforme as circunstâncias locais, realizar a aula de leitura em outra ocasião, ao invés de durante a Escola Teocrática.
Além das classes de leitura e escrita mantidas em Salões do Reino relatórios recebidos indicam que cerca de 1.000 estudos domiciliares com o folheto “Aprenda a Ler e Escrever” estão sendo dirigidos com pessoas interessadas. É muito animador ver que cada ano um bom número de pessoas aprendem a ler e escrever, em resultado do interesse demonstrado por irmãos alfabetizados em ajudar irmãos e pessoas da comunidade a saber ler. Pode você iniciar e dirigir um estudo com quem não sabe ler, tanto para alfabetizá-lo como para que possa aprender ‘as coisas que foram escritas para nossa instrução’, na Bíblia?
Certamente, todos nós estamos interessados em aprimorar nossa capacidade de ler, em vista da participação que temos na obra de pregar as boas novas do Reino. Ao passo que o êxito completo dessa obra depende de Jeová, o aprimoramento da leitura, de nossa parte, contribuirá para que a mensagem do Reino se torne ainda mais compreensível aos ouvintes, e nós mesmos seremos beneficiados em nosso estudo pessoal da Palavra de Deus. — Mat. 24:14; 28:19, 20. Veja carta 25/8/77, n.º 14 para detalhes adicionais.
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Perguntas RespondidasNosso Ministério do Reino — 1978 | agosto
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Perguntas Respondidas
● Pode o cristão prestar serviços profissionais a uma firma como empregado, sem estar devidamente registrado? Que dizer de dirigir automóvel sem ter carteira de habilitação?
A injunção bíblica em Romanos 13:1 é que o cristão esteja sujeito às autoridades superiores. Pela permissão de Deus, tais autoridades não só governam como podem legislar e fazer cumprir leis. Tais leis podem abranger uma variedade de situações, visando muitas vezes proteger os direitos do cidadão e sua segurança. Sempre que a lei secular não interfere na sua adoração a Jeová, cabe ao cristão satisfazer as exigências da lei. — Mat. 22:21.
A legislação trabalhista e previdenciária requer que uma firma registre o empregado e assine sua carteira profissional, pagando-lhe mensalmente seu salário contratado e recolhendo as taxas providenciarias e outros encargos. O empregado cristão cumprirá sua parte em ‘pagar de volta a César as coisas de César’, pedindo a seu empregador que assine a carteira profissional. O empregador cristão agirá em consonância com o mesmo princípio. Mas, que dizer do empregado cristão que recebe auxílio previdenciário do INPS, por doença, e acha que precisa empenhar-se temporariamente em alguma atividade remunerada?
Em tal situação, o cristão fará todo o esforço de ser honesto, assim como se espera que seja honesto em outras circunstâncias. Se isso chegar ao conhecimento dos anciãos, estes ajudarão a pessoa a examinar sua situação à luz dos princípios bíblicos e dos regulamentos de ‘César’, exortando-o a conformar-se à norma trabalhista que se aplica a seu caso, assumindo a responsabilidade pelo proceder que seguir.
Caso se torne evidente que a pessoa desconsidera flagrantemente os regulamentos que governam sua condição, e depois de ajudada persiste no seu proceder, dificilmente estaria qualificada para cargo de responsabilidade na congregação. O mesmo se aplica aqueles que dirigem carro sem ter carteira de habilitação. Se alguém insistir em dirigir ou permitir que familiares conduzam automóvel sem estar devidamente autorizado por “César”, isso não seria bom exemplo para a congregação, e, portanto, não estará preenchendo as qualificações para ancião, servo ministerial ou pioneiro. Veja princípios na Sentinela de 15/11/74, páginas 700 a 702, e de 1/9/77, páginas 543 e 544.
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