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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • e Barnabé pregaram aos não-judeus. Crentes não-judeus, “pessoas das nações”, receberam espírito santo enquanto se achavam em estado incircunciso, desta forma se tornando um povo para o nome de Deus. (Atos 10:9-48; 13:2-4) O profeta Amós, sob inspiração, havia predito isto e, no primeiro século EC, o cumprimento de sua profecia se tornou evidente por meio da operação do espírito de Deus. — Atos 15:7-20: compare com Amós 9:11, 12, LXX.

      A Bíblia também fala da “revelação do julgamento justo de Deus” (Rom. 2:5), a “revelação dos filhos de Deus” (Rom. 8:19), e a “revelação de Jesus Cristo” e “de sua glória”. (1 Ped. 1:13; 4:13) A consideração do contexto e dos textos relacionados auxilia a determinar quando ocorrem tais revelações ou desvendamentos. Em cada caso, o desvendamento ou revelação é uma ocasião para se fazer com que pessoas justas entrem no gozo de determinadas recompensas e bênçãos, e/ou para se trazer a destruição sobre os iníquos.

      DO JULGAMENTO JUSTO DE DEUS

      Em Romanos 2:5, a “revelação do julgamento justo de Deus” está associada com o ‘dia do furor de Deus’. Por conseguinte, o julgamento justo de Deus é revelado quando ‘ele dá a cada um segundo as suas obras’, a vida eterna para os que perseveram na obra que é excelente, e a destruição para os que obedecem à injustiça. — Rom. 2:6-8.

      DOS FILHOS DE DEUS

      Em sua carta aos Romanos, o apóstolo Paulo identificou os “filhos” de Deus como sendo aqueles que receberam um espírito de adoção. Sendo co-herdeiros de Cristo, tais filhos de Deus serão glorificados. (Rom. 8:14-18) O Senhor Jesus Cristo remodelará o corpo humilhado deles para ajustar-se ao seu glorioso corpo (Fil. 3:20, 21), e eles reinarão com ele quais reis. (2 Tim. 2:12) Assim, a “revelação dos filhos de Deus” aponta para o tempo em que se tornará evidente que eles foram deveras glorificados e estão reinando junto com Cristo Jesus. A glória que será revelada neles será tão grandiosa a ponto de fazer que todo o anterior sofrimento deles na terra pareça não ter sido nada. (Rom. 8:18, 19) Esta revelação é acompanhada por grandiosas bênçãos, pois o apóstolo Paulo escreve: “A própria criação será também liberta da escravização à corrupção e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus.” — Rom. 8:21.

      DE JESUS CRISTO

      A “revelação de Jesus Cristo” e “de sua glória” é uma época de recompensar seus seguidores fiéis e de executar vingança sobre os ímpios. Ele é assim revelado como glorioso Rei, dotado de poder para recompensar e para punir. As Escrituras mostram que os cristãos ungidos pelo espírito que suportarem fielmente o sofrimento ficarão “cheios de alegria” durante a revelação da glória de Cristo. (1 Ped. 4:13) A qualidade provada de sua fé seria considerada uma causa para louvor, glória e honra por ocasião da revelação de Jesus Cristo, e estes cristãos se tornariam objetos de benignidade imerecida. (1 Ped. 1:7, 13) Por outro lado, aqueles que não conhecem a Deus e que não obedecem às boas novas a respeito do Senhor Jesus seriam destruídos sempiternamente, desta forma trazendo alívio aos que tinham sofrido tribulação às mãos deles. — 2 Tes. 1:6-10.

  • Revelação A João (Apocalipse)
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    • REVELAÇÃO A JOÃO (APOCALIPSE)

      [Gr. , apokálypsis, uma revelação]. O último livro da Bíblia (embora não fosse o último a ser escrito), segundo o arranjo que consta da maioria das traduções. É também chamado de Apocalipse de João, o Apóstolo.

      O apóstolo João cita a si mesmo como escritor deste livro, e indica o local de escrita como sendo a ilha de Patmos, onde João estava exilado, naquela época, por ser um pregador da Palavra de Deus, e uma testemunha de Jesus Cristo. (Rev. 1:1, 9) A época da escrita foi possivelmente c. 96 EC.

      O livro assume a forma duma carta, pormenorizando uma série de visões delineadas numa ordem apropriada, em progressão regular, atingindo por fim uma visão culminante. Provê uma conclusão adequada para a Bíblia inteira.

      Este livro parece desenvolver-se à base duma série de setes. Abrem-se sete selos, o que leva ao toque de sete trombetas, e, daí, a sete pragas. Há sete candelabros, sete estrelas, sete trovões, e muitas outras coisas em séries de sete, evidentemente porque o número sete representa inteireza, e o livro trata de se levar a término o segredo sagrado de Deus. — Rev. 10:7; veja SEGREDO SAGRADO

      Jeová Deus, o Todo-poderoso, é o autor do livro, e o canal de informações é Jesus Cristo, que as enviou e apresentou a João por meio de seu anjo. (Rev. 1:1) O espírito de Deus é representado como sendo sétuplo, atuando assim em sua capacidade máxima para transmitir esta revelação. João recebeu ordens divinas de escrever. — Rev. 1:4, 11.

      PROPÓSITO

      Ao passo que algumas das coisas vistas por João em sua visão pareçam aterrorizantes — os animais, os ais, as pragas — o livro foi redigido, não para aterrorizar, mas para confortar e encorajar aqueles que o lêem com fé. Pode conduzir o leitor a muitas bênçãos. Com efeito, o escritor do livro declara, logo de início: “Feliz [ou, “abençoado”] é quem lê em voz alta, e os que ouvem as palavras desta profecia e observam as coisas escritas nela.” (Rev. 1:3) João também diz que o propósito do livro é mostrar aos escravos de Deus as coisas que “têm de ocorrer em breve”. — Rev. 1:1, 2.

      O livro de Revelação é de capital importância, no sentido de que supre força e visão espirituais para o povo de Deus. Sublinha o interesse de Deus nas congregações do Seu povo, e o estrito e amoroso cuidado que Jesus demonstra com elas, como o pastor excelente. Ele sabe exatamente que condições prevalecem, e o que tem de ser feito. Isto se torna especialmente manifesto nos três primeiros capítulos deste livro.

      Alguns encaram o livro de Revelação (Apocalipse) como sendo tão altamente simbólico que não pode ser entendido, ou como não sendo prático. Mas Jeová Deus deseja que o Seu povo o entenda, e fez com que a Bíblia fosse escrita para ser entendida, e para lhe fornecer orientação. A chave para o entendimento de Revelação é a mesma que a chave para o entendimento de outras partes da Bíblia. O apóstolo Paulo indica tal chave. Depois de explicar que Deus revela, por meio de Seu espirito, a sabedoria oculta, Paulo afirma: “Destas coisas também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com as ensinadas pelo espírito, ao combinarmos assuntos espirituais com palavras espirituais.” (1 Cor. 2:8-13) Se pesquisarmos as Escrituras (e, às vezes, os costumes e as práticas daqueles dias), encontraremos nelas muitas das coisas utilizadas como simbolismos em Revelação. Por compararmos tais textos das Escrituras podemos, com freqüência, entender o significado dum símbolo de Revelação. Deve-se notar, contudo, que um termo ou uma expressão pode referir-se a diferentes coisas, ou simbolizá-las, segundo o contexto em que aparece tal termo (ou expressão).

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Introdução (1:1-3)

      II. Cartas às sete congregações (1:4 a 3:22)

      A. Autor, canal e veículo usados para dar a revelação (1:4-19)

      B. Explicação das sete estrelas e dos sete candelabros (1:20)

      C. Descrição das condições nas congregações, elogios, conselhos e avisos (2:1 a 3:22)

      III. Acontecimentos diante do trono de Deus (4:1 a 11:19)

      A. Visão do trono de Deus (4:1-11)

      B. Rolo selado, e o Cordeiro, o único habilitado a abri-lo (5:1-14)

      C. Abertura de seis dos sete selos do rolo (6:1-17)

      1. Guerra, fome, praga mortífera e Hades (6:1-8)

      2. Almas sob altar clamam por vingança (6:9-11)

      3. Terremoto; homens procuram escapar do furor de Deus (6:12-17)

      D. Selagem dos 144.000, e grande multidão em pé diante do trono (7:1-17)

      E. Aberto o sétimo selo, sete trombetas devem soar (8:1 a 11:19)

      1. Silêncio no céu, anjo junto ao altar (8:1-6)

      2. Seis trombetas proclamam ais para a terra (8:7 a 9:21)

      3. Sete trovões falam, João recebe rolo para comer (10:1-11)

      4. Medido o santuário do templo; duas testemunhas são mortas, trazidas à vida, entram no céu; terremoto (11:1-14)

      5. Sétima trombeta anuncia Reino de Deus e de Cristo; nações iradas; aberto santuário no templo (11:15-19)

      IV. Sinais no céu — a mulher e seu principal inimigo, o dragão (12:1-17)

      A. Mulher pronta para dar à luz (12:1, 2)

      B. Dragão procura devorar filho recém-nascido, mas Deus arrebata menino para Seu trono (12:3-6)

      C. Guerra no céu resulta em Satanás ser lançado para a terra; regozijo no céu, ai para a terra; luta continuada de Satanás, a serpente, contra mulher e sua semente (12:7-17)

      V. Feras — inimigos terrestres dos santos de Deus (13:1-18)

      A. Fera de sete cabeças, que ascende do mar, fica com uma das cabeças ferida, que então é curada (13:1-10)

      B. Fera de dois chifres que ascende da terra (13:11-13)

      C. Faz-se imagem da fera de sete cabeças; marca da fera (13:14-18)

      VI. O Cordeiro e seus 144.000 fiéis selados; proclamação das boas novas eternas; colheita da terra, e colheita e pisar da videira da terra (14:1-20)

      VII. Últimas sete pragas (15:1 a 16:20)

      A. Cântico do Cordeiro, e anjos das sete pragas (15:1 a 16:1)

      B. Seu efeito sobre terra, mar, rios, sol, trono da fera, Eufrates e ar (16:2-18)

      C. Abalada Babilônia, a Grande, vem o tempo do julgamento dela (16:19-21)

      VIII. Babilônia, a Grande, e a destruição dela (17:1 a 18:24)

      A. Ela embriaga os habitantes da terra; cavalga uma fera escarlate de sete cabeças (17:1-11)

      B. Chifres da fera combatem sem êxito o Cordeiro; voltam-se contra a meretriz e a desnudam e queimam (17:12-18)

      C. Pranteadores da destruição dela (18:1-24)

      IX. Casamento do Cordeiro e sua guerra contra fera, falso profeta e exércitos da terra (19:1-21)

      X. Acorrentado Satanás por 1.000 anos; luta e fracasso dele no fim do reinado milenar de Cristo (20:1-10)

      XI. Modalidades do Dia do Juízo de 1.000 anos (20:11 a 22:5)

      A. Juízo, inclusive dos mortos que foram ressuscitados (20:11-15)

      B. Nova Jerusalém, a cidade de Jeová e do Cordeiro (21:1-27)

      C. Rio de água da vida (22:1-5)

      XII. Conclusão (22:6-21)

      Veja “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 252-257.

  • Rezim
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    • REZIM

      [possivelmente, firme ou príncipe]. Rei da Síria, que reinava em Damasco durante partes dos reinados do Rei Jotão (777- 762 AEC), de Judá, e de seu filho, o Rei Acaz (cujo reinado terminou por volta de 746 AEC).

      Evidentemente perto do fim do reinado de Jotão, Rezim se juntou a Peca, o rei de Israel, em guerrear contra Judá. (2 Reis 15:36-38) Durante a guerra, que prosseguiu no reinado de Acaz, os sírios, evidentemente sob Rezim, capturaram muitos de Judá, e os levaram para Damasco. (2 Crô. 28:5) Também, Rezim tomou de Judá a cidade de Elate, cidade esta situada no golfo de Acaba, removendo os judeus e devolvendo a cidade aos edomitas. (2 Reis 16:6) As forças coligadas sírio-israelitas sitiaram Jerusalém, tencionando fazer do “filho de Tabeel” o rei dela, mas não conseguiram capturar a cidade. (2 Reis 16:5; Isa. 7:1, 6) A situação assustou grandemente a Acaz, apesar da garantia de Isaías de que Rezim, da Síria, e Peca, de Israel, não deviam lhe causar temor. (Isa. 7:3-12; 8:6, 7) Acaz se voltou para a Assíria, em busca de ajuda, subornando Tiglate-Pileser III para atacar a Síria. — 2 Reis 16:7, 8; 2 Crô. 28:16, 20.

      Tiglate-Pileser III guerreou contra Damasco, capturando-a e submetendo Rezim à morte. A Síria assim ficou sob o domínio assírio. (2 Reis 16:9) Relata-se que o orientalista Henry Rawlinson encontrou uma tabuinha que registrava a morte de Rezim, mas que esse registro foi deixado na Ásia e desapareceu.

  • Ribla
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    • RIBLA

      Cidade do N de Israel, “na terra de Hamate”. (Jer. 52:9) O sítio geralmente aceito para Ribla acha-se situado na margem E do rio Orontes, c. 58 km a NE de Baalbec, no vale situado entre os montes Líbano e Anti-líbano. Evidentemente, o faraó Neco acampou em Ribla, depois de derrotar o Rei Josias, c. 629 AEC. Naquela oportunidade, ele marchava para o N, para combater os babilônios, que então dominavam a Assíria. Jeoacaz sucedeu a Josias, mas, depois de três meses, Neco substituiu Jeoacaz por Eliaquim (Jeoiaquim). Neco fez com que Jeoacaz fosse conduzido a ele em Ribla, antes de levar este rei como um cativo para o Egito. (2 Reis 23:29-34) Ribla era uma localidade estratégica para um acampamento militar. Dominava a rota comercial e militar N-S, entre o Egito e o Eufrates. Havia pronta disponibilidade de água, e alimentos e combustível podiam ser obtidos do vale e das florestas circunvizinhas.

      Os babilônios se serviram das mesmas vantagens militares numa época posterior. Em algum ponto depois de iniciar o cerco de Jerusalém, em fins de 609 AEC, Nabucodonosor aparentemente montou acampamento em Ribla, a fim de dirigir dali as operações militares. Isto o colocava em posição de atacar Damasco ou de voltar celeremente para Babilônia, se necessário. Quando Zedequias foi capturado em 607 AEC, ele foi conduzido a Nabucodonosor em Ribla, assim como o foram determinados outros homens importantes da cidade, pouco depois disso. — 2 Reis 25:1, 5-7, 18-21; Jer. 39:5; 52:9-11, 26, 27.

      Muitos peritos concluem que a “Dibla”, em Ezequiel 6:14, devia rezar “Ribla”, referindo- se à Ribla junto ao Orontes.

  • Ridicularizadores
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    • RIDICULARIZADORES

      Veja ESCÁRNIO (ZOMBARIA).

  • Rimom
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    • RIMOM

      Um deus sírio. O chefe do exército sírio, Naamã, depois de curado de lepra, reconheceu a Jeová como sendo o verdadeiro Deus, mas expressou preocupação por ter de acompanhar o rei da Síria ao templo de Rimom, e, ali, curvar-se junto com o rei diante do ídolo de Rimom, uma vez que o rei se apoiava no braço de Naamã. — 2 Reis 5:15-18. 

      Rimom é geralmente identificado com Ramã (“vociferador, aquele que troveja”), deus que se sabe era venerado na Assíria e no país de Babilônia. Tem-se sugerido que a adoração de Rimom (Ramã) pode ter sido trazida da Assíria para o O por algumas das tribos que, mais tarde, se fixaram ao redor de Damasco. Rimom (Ramã) pode ser um título do deus-tempestade Hadade (Adade). Serem Tabrimom e Ben-Hadade nomes de reis sírios sugere uma base para se igualar Rimom a Hadade, uma vez que tais reis provavelmente portavam o nome ou título de seu principal deus. — 1 Reis 15:18. 

  • Rins
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    • RINS

      Como se dá com todos os órgãos do corpo, os rins foram diretamente projetados por Jeová Deus, o Criador. (Sal. 139:13) Nos animais sacrificados, a gordura em torno dos rins era considerada especialmente seleta, e era especificamente mencionada como algo que se deveria fazer fumegar sobre o altar, junto com os rins, nos sacrifícios de participação em comum (Lev. 3:10, 11; 9:19, 20), nas ofertas pelo pecado (Lev. 4:8, 9; 8:14, 16; 9:10), e nas ofertas pela culpa. (Lev. 7:1, 4) Na investidura do sacerdócio, os rins do carneiro da investidura foram primeiro movidos e então queimados sobre o altar. (Êxo. 29:22, 24, 25; Lev. 8:25, 27, 28) Com este significado de algo seleto, Moisés mencionou a Jeová como alimentando Seu povo, Israel, com a “gordura de rins do trigo” (“corações do trigo”, NM, nota da ed. 1953, em inglês). — Deut. 32:14.

      A posição dos rins, aprofundada no corpo, os situa entre os órgãos mais inacessíveis. A Bíblia aplica o termo como se relacionando com os pensamentos mais íntimos e as emoções mais profundas. Uma ferida nos rins seria uma ferida muitíssimo profunda, quer em sentido literal, quer figurado. (Jó 16:13; Sal. 73:21; Lam. 3:13) Por várias vezes, os rins são mencionados como intimamente ligados com o coração, que é, em si, intimamente

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