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  • Seja diligente — herde as promessas
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | julho
    • publicadores que não freqüentam regularmente o Salão do Reino por morarem longe ou por estarem doentes, será conveniente que tenham a sua assinatura pessoal. Assim terão sempre o alimento espiritual vindo ao seu lar e não terão de esperar às vezes semanas para obter sua alimentação espiritual no Salão do Reino.

      7 Tiramos satisfação de nosso trabalho quando somos meticulosos. Nosso objetivo, nesta campanha, é ajudar as pessoas por angariar assinaturas. Entretanto, aprendemos da experiência prática que nem todos querem uma assinatura, por circunstâncias diversas. O que faremos então? O próximo passo poderá ser o de oferecer um dos pequenos livros de bolso junto com duas revistas, pela contribuição de Cr$ 2,45. Os livros pequenos não pesam muito, de modo que seria conveniente ter alguns exemplares disponíveis para oferecer quando não se aceita a assinatura. Podemos também oferecer exemplares avulsos das revistas.

      8 Outro passo na nossa diligência é o de guardar um registro da colocação, e quando não se pode angariar a assinatura, mas há interesse, pode-se fazer empenho especial para voltar e desenvolver um itinerário de revistas colocando regularmente exemplares avulsos. Por fim, algumas destas pessoas talvez se tornem assinantes.

      9 Este mês inicia-se a campanha da Sentinela, e teremos muitas oportunidades de falar com pessoas nos quatro meses da campanha. Algumas mostram certo interesse, ao passo que outras estão muito interessadas. É sábio voltar logo, depois de se estimular o interesse, sem passar muito tempo, para atiçarmos ainda mais a chama do interesse. Nossa diligência nos induz a querer ajudar os novatos a apreciar os benefícios especiais que lhes oferecemos. Sabemos que as pessoas amiúde precisam de ajuda para entender artigos sobre profecia e as coisas mais profundas que são publicadas na Sentinela, e é a isto que temos de estar atentos. Para impedir que percam o interesse nas revistas por não poderem entender tudo, é vital a nossa presença no seu lar. Se lhes falarmos sobre as revistas que recebem, talvez levantem questões que desejam ter esclarecidas.

      10 Talvez verifiquemos que alguns nem tiraram ainda a revista do invólucro. Uma boa maneira de beneficiá-los é falar-lhes sobre um ponto interessante que leu no número mais recente e perguntar se receberam este número. Isto lhes prestará um grande serviço para fazê-los começar a ler pois, sabemos que revistas não lidas não beneficiam a ninguém.

      11 A diligência produz muitos benefícios. Para os que encontramos no ministério de campo, existe assim a oportunidade de obter a vida eterna. Para nós, os que somos diligentes, há a garantia de que Deus não se esquecerá de nossa obra, que ela não é em vão, mas que herdaremos as promessas — 1 Cor. 15:58.

  • Já estabeleceu um alvo pessoal?
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | julho
    • Já estabeleceu um alvo pessoal?

      1 A fim de conseguirmos realizar alguma coisa, é de muita ajuda estabelecermos um alvo para nós mesmos. Um alvo é algo a ser atingido, e quando o atingimos, dá muita satisfação, especialmente quando envolve nosso serviço a Deus. (Efé. 5:15-17) Muitos de nós tomamos por alvo pessoal o serviço de pioneiro temporário uma ou mais vezes por ano, ou ingressar nas fileiras dos pioneiros regulares, tornar-se pioneiro especial ou membro da família de Betel, servir onde há mais necessidade, cursar Gilead e depois servir como missionário, etc. Pense nas bênçãos adicionais recebidas pelos que atingiram tais alvos na sua vida!

      2 Não encontramos no livro Organização nenhum alvo fixo de horas para todos os publicadores, nem alvos fixos para revisitas, colocações de revistas ou estudos bíblicos. Por que não? Porque nossa situação individual, a condição de nossa saúde, nossa capacidade etc., variam grandemente. Nem todos nós podemos fazer o mesmo, e, conforme sabemos, o público não mostra a mesma aceitação em todos os lugares.

      3 Entretanto, não seria bom se cada um de nós, individualmente, estabelecesse um alvo para o nosso próprio ministério de campo, decidindo pessoalmente quanto tempo podemos gastar razoavelmente no serviço de campo cada mês e então elaborar concordemente um horário? De mesmo modo, podemos estabelecer um alvo pessoal para colocação de revistas, revisitas e até o número de estudos bíblicos que queremos dirigir.

      4 Certo publicador declarou recentemente: ‘Quando a Sociedade estabelecera para nós publicadores o alvo de doze revistas por mês, e eu vira perto do fim do mês que ainda não alcançara as colocações, muitas vezes gastava um pouco mais de tempo para ter a satisfação de colocar doze ou mais revistas por mês.’ Ele mencionou que, quando se descontinuaram os alvos, seu tempo no serviço de campo diminuiu e ele não fez o mesmo empenho de colocar doze revistas por mês. Decidiu então estabelecer seu alvo pessoal para o serviço de campo, e, em resultado, aumentou o tempo que gasta no ministério de campo e ele tem novamente maior participação na distribuição das revistas.

      5 Os alvos são bons para nós individualmente. Oferecem-nos a oportunidade de evidenciar bons desejos, segundo “os arranjos do coração”, que Jeová permite amorosamente que suas criaturas humanas desenvolvam de acordo com a sua escolha. E quando o coração ‘concebe seu caminho’ estabelecendo alvos razoáveis no serviço de Deus, então “é o próprio Jeová quem dirige os seus passos”. (Pro. 16:1, 9) Sim, Jeová abençoará nossos esforços de atingir tais alvos. Nosso desejo é agradar a Jeová por participarmos o mais plenamente possível na obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Os alvos nos podem ajudar a realizar isso. Portanto, não seria bom, visto que todos reconhecemos a urgência dos tempos, que individualmente consideremos novamente nossa situação e estabeleçamos para nós mesmos alvos pessoais razoáveis para o serviço de campo?

  • Aviso
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | julho
    • Aviso

      Algumas congregações relatam que às vezes recebem atrasados os suprimentos do Ministério do Reino. Queremos avisá-los de que o Ministério do Reino é despachado daqui com cerca de um mês de antecedência, cada mês. Quando uma congregação recebe tarde seu suprimento, os anciãos devem elaborar seu próprio programa e ajustar reuniões posteriores segundo as necessidades, ao se receber o Ministério do Reino.

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | julho
    • Perguntas Respondidas

      ● Quando se dá a alguém quer uma repreensão particular, quer uma pública, impõem-se-lhe termos ou exigência que precisa satisfazer?

      Não, não se impõe nem ao repreendido pela comissão judicial, nem a repreendido publicamente, certos termos a satisfazer (como se estivesse sob uma forma de “prova”). Apenas se requer que se comporte em harmonia com os princípios bíblicos, assim com os demais na congregação. A comissão judicativa pode recomendar-lhe fortemente que descontinue certos hábitos ou associações que possam levar a uma repetição da transgressão, e, segundo as necessidades da pessoa, proverá ajuda e encorajamento espirituais.

      Quando houve uma séria transgressão, mesmo que não se anuncie a repreensão, retira-se da pessoa qualquer responsabilidade no que se refere a uma designação especial na congregação. (“Organização”, págs. 166, 167) Quando alguém é repreendido publica mente, a congregação deve ser avisada quanto aos privilégios que lhe foram tirados. (“or”, p. 168) Quando alguém evidencia que recupera sua força e estabilidade espirituais, poderá receber aos poucos novamente os privilégios. O mesmo se aplica quando um desassociado é readmitido. (“or”, págs. 175, 176)

      Quando alguém que, por uma séria transgressão, recebeu quer uma repreensão particular, quer uma pública, se mudar para outra congregação antes de recuperar plenamente os privilégios então a comissão judicativa da congregação para a qual se mudou decidirá quando é próprio que recupere gradualmente os privilégios. (“or”, págs. 168, 169) Qualquer violação adicional séria, da Palavra de Deus, naturalmente, será tratada pela comissão judicativa da congregação com que a pessoa então se associar.

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