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  • Onde ficava o jardim do Éden?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de março
    • Onde ficava o jardim do Éden?

      O BELO jardim ou parque que Jeová Deus providenciou como lar para o primeiro casal humano, Adão e Eva, ficava numa parte da região conhecida como Éden. Por isso foi chamado de “jardim do Éden”. Adão e Eva, por causa de sua desobediência, foram expulsos de seu lar paradísico. E a volta para este lar ajardinado foi impedida por querubins e a lâmina chamejante duma espada, evidentemente até que as águas volumosas do Dilúvio arrasaram o jardim. — Gên. 2:8, 15; 3:24.

      Moisés escreveu a respeito do lugar onde se encontrava o jardim do Éden: “Ora, havia um rio saindo do Éden para regar o jardim, e dali começava a dividir-se, e tornou-se como que quatro cabeceiras. O nome do primeiro rio é Píson; é aquele que circunda toda a terra de Havilá, onde há ouro. . . . E o nome do segundo rio é Giom; é aquele que circunda toda a terra de Cus. E o nome do terceiro rio é Hídequel; é aquele que vai para o leste da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates.” — Gên. 2:10-14.

      As regiões de Cus, Havilá e Assíria (Assur) existiram no período pós-diluviano, evidentemente recebendo seus nomes dos descendentes de Noé. (Gên. 10:7, 22, 29) Como designação geográfica, o nome de “Cus” desde cedo tornou-se virtualmente sinônimo de Etiópia. A região de Havilá parece ter abrangido a parte noroeste da península arábica e se estendido até a península de Sinai ou perto dela, onde se encontrava o ermo de Sur. (Gên. 25:18; 1 Sam. 15:7) A narrativa de Gênesis fala do Hídequel ou Tigre como indo “para o leste da Assíria”. (Gên. 2:14) Isto pode significar que, no referido período, a Assíria ocupou muito território ao oeste do Tigre, talvez incluindo Babilônia.

      Portanto, a evidência sugere que Moisés usou termos conhecidos nos seus dias para indicar o local do jardim do Éden. Naturalmente, a narrativa de Gênesis não diz que o jardim do Éden abrangeu toda esta região. As referências a Cus, Havilá e Assíria (Assur) servem para identificar os cursos dos rios. Não obstante, sua menção deve ter sido útil aos contemporâneos de Moisés para formarem um quadro mental da relação do jardim com estas regiões mencionadas. Mas, para nós hoje, as próprias regiões não são de muita ajuda em se determinar o local do jardim do Éden.

      Quanto aos rios, o Píson e o Giom não podem ser agora identificados. Isto é compreensível. Se esta parte da descrição de Moisés se refere aos tempos antes do Dilúvio, o próprio Dilúvio pode ter contribuído para eliminar ou mudar os cursos dos rios Píson e Giom. Mas se estes rios existiam no período pós-diluviano, então outros fenômenos naturais, tais como terremotos, podem desde então ter alterado seu curso. Acontecimentos mais recentes ilustram que podem ocorrer tais mudanças. Por exemplo, em 1950, um forte terremoto na região de Assam, na Índia, fez com que alguns rios desaparecessem e outros mudassem de curso.

      Entretanto, o Eufrates é bem conhecido, e Idiqlat (Hídequel) é o nome usado para o igualmente bem conhecido Tigre, em antigas inscrições acadianas (assírio-babilônicas). Estes rios fornecem a chave real para a localização do jardim do Éden. A palavra hebraica traduzida por “cabeceiras” em Gênesis 2:10 tem que ver com o assunto. Favorece a localização do jardim do Éden na região montanhosa perto das nascentes do Tigre e do Eufrates. Conforme diz The Anchor Bible no seu comentário sobre Gênesis 2:10: “Em Heb[raico], a desembocadura do rio é chamada de ‘fim’ (Jos. xv 5; xviii 19); portanto, o plural de ro’s, ‘cabeça’, deve referir-se aqui ao curso superior. . . . Este último uso é bem corroborado pelo cognato ac[adiano] resu.”

      Tanto o Eufrates como o Tigre têm a sua nascente na região montanhosa ao norte da planície mesopotâmia. Embora as opiniões variem, numerosos eruditos situariam o jardim do Éden nesta região, alguns quilômetros ao sul do lago Van, na Turquia oriental.

  • Lembra-se?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de março
    • Lembra-se?

      Leu cuidadosamente os números recentes de A Sentinela? Em caso afirmativo, deve lembrar-se dos seguintes pontos:

      ● O que significa conhecer a Deus?

      Conhecer a Deus significa ter profunda compreensão íntima dele e de suas boas qualidades, e apreciar de coração quão bom amigo ele é. Isto exige que a pessoa se empenhe em desenvolver conhecimento, amor e apreço. — Págs. 649, 650.a

      ● Qual era a questão principal suscitada por Satanás no Jardim do Éden?

      Tratava do merecimento, da legitimidade e da justiça da soberania de Jeová. Quer dizer: Exercia Deus a regência dum modo que era realmente benéfico para suas criaturas? — P. 651.

      ● Por que é mentirosa a pessoa que é indiferente para com as suas responsabilidades maritais?

      Na cristandade, a maioria jurou em nome de Deus amar e honrar seu cônjuge, e permanecer com ele ou ela. Entre outros, o casamento é na realidade um contrato. Os que não cumprem os seus votos são mentirosos — Págs. 693, 694.

      ● Que papel deve a misericórdia desempenhar na nossa vida?

      Não só deve incluir a longanimidade para com os que nos ofendem, mas também expressões ativas de compaixão a outros em necessidade. Isto inclui dar ajuda espiritual aos outros, não para ganhar reputação, mas por preocupação com eles; animar os doentes ou solitários, e dar ajuda material aos que a merecem, segundo as nossas possibilidades. — Págs. 731-735.

      ● O que mais, além da pregação, está incluído no ministério dos verdadeiros cristãos?

      Inclui também o trabalho feito pelos superintendentes dentro da congregação, bem como os serviços prestados aos doentes, pobres e necessitados, o trabalho com a manutenção dos locais de reuntão, o serviço nos lares de Betel e muitas outras atividades, pelas quais demonstramos que aplicamos o conselho da Palavra de Deus na nossa própria vida e assim representamos corretamente a adoração verdadeira perante os outros. — Págs. 72-76.

      ● Por que permite Deus que os justos sofram?

      Por causa da questão suscitada no Éden, envolvendo a integridade dos homens a Deus. Deus concede aos homens o privilégio de servirem sob prova, suportando pressões da parte de Satanás e do seu mundo, para vindicarem o nome de Deus. _ p. 103.

      ● Visto que Adão e Eva foram criados perfeitos, como foi possível que pecassem?

      Visto foram feitos para agirem como máquinas, mas foram feitos à semelhança de Deus e tinham livre arbítrio. Eram perfeitos ou completos segundo as normas de Deus, o Criador, e sua finalidade com respeito a eles. Portanto, se não tivessem tido a capacidade de escolherem o que era bom ou o que era mau, não teriam sido perfeitos. — P. 115.

      ● O que removerá a perfeição humana na nova ordem de Deus, mas o que não significará ela?

      Removerá tudo o que não estiver à altura das normas de Deus, mas não tornará a pessoa todo sábia, dona de todas as habilidades. Não tirará o interesse da vida. Haverá problemas, mas não a frustração, o desapontamento e a futilidade que encontramos no mundo pecador. — P. 116.

      Jeová dos exércitos jurou, dizendo: “Seguramente, assim como tencionei, assim terá de acontecer; e assim como aconselhei, deste modo se efetuará.” Pois o próprio Jeová dos exércitos tem aconselhado, e quem o pode desfazer, E sua mão é a que está estendida, e quem a pode fazer recuar, — Isa. 14:24, 27.

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