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Aprecie a dádiva chamada “trabalho”A Sentinela — 1973 | 15 de fevereiro
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fizemos ou podemos indicar para mostrar nosso valor? Se tiver pouco ou nada para mostrar pelo seu tempo na terra, não desespere. A boa notícia é que ainda não é tarde demais para mudar. Ainda há tempo em que poderá fazer trabalho útil para a glória de Deus e do qual poderá tirar satisfação eterna. Nestes tempos críticos e difíceis, Deus tem uma obra em que poderá empenhar-se e tornar-se Seu colaborador. Esta obra, e como poderá ter parte nela, para a sua felicidade eterna, será considerada no artigo que segue.
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Trabalhe arduamente pela recompensa da vida eternaA Sentinela — 1973 | 15 de fevereiro
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Trabalhe arduamente pela recompensa da vida eterna
“Tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor.” — 1 Cor. 15:58.
1, 2. (a) Que perguntas são amiúde feitas pelos jovens, e por quê? (b) O que admitem alguns quanto à sua vida passada? (c) Que disseram o salmista e Jesus Cristo sobre a vida e a necessidade mais urgente da humanidade?
SE TIVESSE hoje a oportunidade de iniciar um modo de vida completamente novo, estaria disposto a aproveitá-la? Ou se contentaria com o trabalho que está fazendo e com a vida que leva agora? Os jovens perguntam amiúde aos mais velhos: ‘Se tivesse a oportunidade de viver novamente a sua vida, faria o mesmo trabalho que faz agora ou escolheria algo diferente? Desejaria que seus filhos e suas filhas fizessem o mesmo trabalho que está fazendo?’ Estas indagações são a maneira de os jovens decidirem se o seu trabalho tem sido satisfatório e seria um empenho que valesse a pena fazer.
2 Poucos, porém, admitirão ter desperdiçado a vida em trabalhos sem valor, não importa quão dessatisfatória tenha sido sua vida. Um de tais, Andrew Carnegie, homem invejado pela sua riqueza, disse: “Eu daria todos os meus milhões, se pudesse ter juventude e saúde. Se eu pudesse, faria o negócio de Fausto. De bom grado venderia tudo para dispor de minha vida de novo.” Mas, acontece que a vida eterna não está à venda. A juventude e a saúde estão além do alcance da riqueza. É possível que os mais lastimáveis dentre a humanidade sejam aqueles que se empenham em acumular riquezas como se fossem alguma forma de panacéia. Pois a sua vida é realmente uma ilusão vã. O salmista inspirado escreveu: “O homem passa como uma simples sombra, é em vão que se afadiga; entesoura, e não sabe quem desfrutará.” (Sal. 38:7 [39:6], Matos Soares) Examinando este mesmo assunto de se determinar qual é o principal interesse ou empenho da vida, o maior pensador de todos os tempos, entre os homens, a saber, Jesus Cristo, salientou a resposta em duas perguntas esquadrinhadoras, dizendo: “Pois, de que proveito será para o homem, se ele ganhar o mundo inteiro, mas pagar com a perda da sua alma [ou: vida]? Ou que dará o homem em troca de sua alma [ou: vida]?” (Mat. 16:26) A necessidade mais premente e duradoura do homem, segundo Jesus Cristo, não é fama ou fortuna, prazer ou bens, mas sim a própria vida. É pela recompensa da vida eterna que cada uma das pessoas na terra devia trabalhar agora. Está fazendo isso?
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