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  • Fazei amigos para vós mesmos
    A Sentinela — 1962 | 1.° de setembro
    • 15. (a) Quem são os verdadeiros amigos que devemos fazer, e por que não há ódio associado com esta escravidão? (b) Como provou Jesus a sua amizade para com os que lhe obedecem, e o que não foi anulado com isso?

      15 Os verdadeiros amigos dos que buscam de fato a vida eterna são o principal Senhor, Jeová Deus, e seu Filho “a quem nomeou herdeiro de tôdas as coisas”. (Heb. 1:2) Ao se tornar um escravo de Deus e de Jesus Cristo, a pessoa não se coloca numa posição odiosa, em que venha a ser oprimida, calcada aos pés e mantida em ignorância quanto aos propósitos do seu mestre. Não, mas por se tornar escravo leal e obediente de Deus e do seu Filho, a pessoa se torna amiga dêles. É edificante refletir sôbre as palavras de Jesus aos seus seguidores leais: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15:14, 15, ALA) Dessemelhante da costumeira relação fria entre escravo e senhor, os que seguem a Jesus, embora sejam escravos, são também amigos. Jesus Cristo provou a sua amizade por entregar a sua alma “a favor de seus amigos”. (João 15:13) O preço que Jesus pagou foi o seu próprio sangue precioso; assim, a sua amizade não anula o fato de os cristãos serem escravos de Deus e de Jesus Cristo. Se quiserem manter a relação amigável de escravo para senhor, os cristãos precisam ter o cuidado de não se ligarem amigàvelmente com êste mundo e seu senhor satânico, o Diabo. Ninguém pode servir a dois senhores.

      16. Que parábola narrou Jesus referente a um administrador, e o que frisou Jesus?

      16 Como podemos ser amigos de Jeová e de seu filho, e por que é isto urgente? No livro de Lucas, no capítulo dezesseis, Jesus narra uma parábola acêrca de um servo, um administrador que ia ser mandado embora e que mostrou sabedoria prática por fazer amigos com as riquezas. O administrador da parábola de Jesus não recebia um salário como é costume atualmente. Quando fôsse despedido do seu trabalho êle teria que mendigar ou fazer trabalho manual, tal como cavar. Não sendo forte para cavar e não querendo mendigar, o administrador reduziu vários débitos que pessoas deviam para o seu senhor. Quando êle perdeu o emprêgo, teve pessoas que o recebiam de bom grado em suas casas; pois tornara-se amigo delas por meio das riquezas. Não precisava então ganhar a vida de um modo nefando, quer na picareta quer mediante a humilhação de pedir. Teve boa visão do futuro e agiu com sabedoria prática, usando a riqueza ou bens materiais para fazer amigos. Do mesmo modo, Jesus diz que os cristãos devem agir com sabedoria prática similar: “Também, eu vos digo: Fazei amigos para vós mesmos por meio das riquezas injustas, de modo que, quando tais falharem, êles vos recebam nos lugares eternos de habitação.” — Luc. 16:9.

      17. (a) O que possuem Jeová e Jesus Cristo, e a que falham muitas pessoas em dar consideração? (b) Em contraste com a incerteza das riquezas e da vida neste mundo, que conhecimento concernente às promessas de Deus deve impelir-nos a seguir o curso da sabedoria prática?

      17 Jeová Deus e Jesus Cristo são os únicos donos dos “lugares eternos de habitação”. Êles receberão nestes “lugares eternos de habitação” sòmente os seus amigos. Hoje em dia, no tempo em que muitas pessoas andam profundamente preocupadas e perturbadas pela falta de habitação, pelo alto custo dos aluguéis e dos impostos prediais, elas não estão propensas a pensar sôbre a questão de obter uma habitação eterna no nôvo mundo de justiça de Deus. Não só é êste um nôvo mundo em que “habitará a justiça”, mas será também um mundo no qual Deus assegura que: “Não haverá mais morte, nem haverá mais lamento, nem grito, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” (2 Ped. 3:13; Apo. 21:4) Isto é o que Deus prometeu na sua Palavra. Crê o leitor nisto? A palavra de Jeová nunca falha, conforme Josué disse aos israelitas: “Sabeis em vossos corações e em vossas almas que não tem falhado nenhuma de tôdas as boas cousas que Jehovah vosso Deus falou a vosso respeito; todas vos sobrevieram, nenhuma dellas falhou.” (Jos. 23:14, VB) Tendo a infalível promessa de um justo nôvo mundo, por que então buscar um lugar de habitação permanente neste mundo? Seria uma tentativa fútil, pois não só as riquezas podem desaparecer da noite para o dia, como também a própria vida é do mesmo modo incerta. Portanto, o curso da sabedoria prática é o uso de nossas possessões materiais de um modo em que elas nos tornem amigos do Edificador de tôdas as coisas e de Jesus Cristo, seu Filho, que disse aos seus seguidores: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fôra, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.” (João 14:2, ALA) Por isso, quando as riquezas falharem, podemos estar certos de uma amorosa acolhida nos “lugares eternos de habitação” do nôvo mundo.

      18. Por que não compra o dinheiro os dons de Deus, e quem pode ser amigo de Deus?

      18 Significa isto que Deus aceita peitas ou que podemos pagar para escapulir da ira de Deus? Não, em absoluto. Ananias e Safira pensaram que podiam comprar o favor de Deus para terem boa reputação. Não compreenderam que dar dinheiro para adquirir algo com propósito egoísta não podia ser um ato amistoso para com Deus. Mais tarde, Simão, ex-praticador de artes mágicas, pensou que podia comprar com dinheiro o favor de Deus. Êle descobriu que era o contrário, segundo Pedro lhe disse: “Pereça contigo a tua prata, pois pensaste, por meio do dinheiro, obter posse da dádiva gratuita de Deus.” (Atos 8:20) Não há dinheiro que compre os dons de Deus; se assim fôsse, os ricos seriam os favorecidos, podendo mandar reservar lugares no nôvo mundo de Deus. Mas Deus não é mercenário; não é parcial. Qualquer um pode tornar-se amigo de Deus e do seu Filho, muito embora as suas possessões materiais sejam pequenas e insignificantes.

      19. (a) Como então se podem usar o dinheiro ou os bens materiais para ganhar a amizade de Deus? (b) Qual é o uso correto dos recursos da pessoa?

      19 Como, então, podemos usar as riquezas ou bens materiais para fazer amizade com Deus? Não para subornar a Deus, mas para glorificá-lo! O mundo inteiro pertence a Deus, e Jeová diz: “Minha é a prata, meu é o ouro.” “Pois são meus todos os animais do bosque, e as alimárias aos milhares sôbre as montanhas.” (Ageu 2:8; Sal. 50:10, ALA) Por isso, não podemos enriquecer a Deus materialmente, mas podemos usar os nossos recursos para glorificá-lo, contando a outros os seus propósitos, dando-lhe devoção exclusiva e amando-o lealmente. Quando animamos outras pessoas a estudar a Bíblia, quando lhes trazemos ajudas para o estudo bíblico, quando falamos com elas e as ajudamos a entender os propósitos de Deus e as promessas do novo mundo justo — estamos usando os nossos recursos para glorificar a Deus.

      20. Por que é urgente que se faça amigo de Deus agora, e com quem devemos associar-nos?

      20 Por usarmos os nossos recursos para glorificar a Deus, nós estamos ajuntando tesouro no céu e fazendo amigos daqueles que jamais nos esquecerão, que jamais nos abandonarão e que podem dar-nos a dádiva da vida eterna sob o reino dos céus. A questão de tornar-nos amigos de Deus e do seu Filho é muito urgente em vista de o mundo estar agora no seu “tempo do fim” e em breve ir desaparecer na guerra do Armagedon. Êste é o tempo para se demonstrar que somos amigos de Deus. Êste é o tempo de conseguir tôda a ajuda que pudermos para ganhar a amizade de Deus. É por isso que precisamos associar-nos regularmente com os que amam a Deus e lhe obedecem, os que Jesus chamou de “meus amigos”. (Luc. 12:4) Mediante a associação com a sociedade do Nôvo Mundo das testemunhas de Jeová, milhares de pessoas estão aprendendo o proceder a seguir para fazer amigos ‘por meio das riquezas injustas, de modo que, quando tais falharem, êles as recebam nos lugares eternos de habitação’. — Luc. 16:9.

  • Provando-nos amigos de Deus
    A Sentinela — 1962 | 1.° de setembro
    • Provando-nos amigos de Deus

      “Ó Jeová, quem ser hóspede na tua tenda? Quem residirá no teu santo monte? O que anda irrepreensi̇̀velmente, que pratica a justiça e que fala a verdade no seu coração.” — Sal. 15:1, 2.

      1. Como descreve a Bíblia o nôvo mundo de Deus, e em que requisito deve interessar-se?

      NINGUÉM poderá entrar e residir permanentemente como hóspede no nôvo mundo de Deus a menos que seja um amigo de Deus. Visto que Deus reúne a si só o que é puro e bom, há requisitos para se ser hóspede na sua tenda. Todo cristão verdadeiro deve estar interessado em saber quais são êstes requisitos, pois é ùnicamente por preenchê-los que se pode alcançar a realização da vida eterna no lugar de habitação de que a Bíblia fala: “Eu vi um nôvo céu e uma nova terra, pois o céu anterior e a terra anterior já tinham passado . . . ouvi uma voz alta, vinda do trono, que dizia: ‘Eis que a tenda de Deus está com os homens, e êle residirá com êles e êles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com êles.’” — Apo. 21:1, 3.

      2. Como se descreve divinamente um amigo de Deus?

      2 O salmista Davi foi inspirado para estabelecer os requisitos do hóspede de Deus, portanto, do amigo de Deus: “Ó Jeová, quem será hóspede na tua tenda Quem residirá no teu santo monte? O que anda irrepreensi̇̀velmente, que pratica a justiça e que fala a verdade no seu coração. O que não difama com a sua língua. O que não faz nada de mal ao seu companheiro e não levanta vitupério contra o seu conhecido íntimo: O que, aos seus olhos, qualquer que fôr desprezível é certamente rejeitado, mas os que temem a Jeová, êle honra.” — Sal. 15:1-4.

      3. Por que é Jeová apropriadamente cuidadoso a respeito dos que serão seus hóspedes, e como se demonstrou êste cuidado nos dias de Davi?

      3 Não nos surpreende que Deus receba apenas certas pessoas na sua tenda. Qualquer pessoa que tenha uma casa, não aceita hóspedes indiscriminadamente; ela não hospeda tôdas as espécies de pessoas. Muitos donos de casa não receberiam pessoas más, mesmo por um curto período de tempo. O mesmo se aplica a Jeová Deus. Êle não recebe a qualquer um na sua tenda: “O mau não pode morar contigo por qualquer tempo.” (Sal. 5:4) Isto era verdade nos dias de Davi referente à tenda de Deus. Davi trouxe a arca da casa de Obede-Edom para Jerusalém: “Introduziram a arca de Jehovah, e pozeram-na no seu logar, no meio da tenda que David lhe armara.” (2 Sam. 6:17, VB) Entrar nesta tenda era o mesmo

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