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‘Mantenha-se firmemente agarrado à palavra da vida’A Sentinela — 1977 | 15 de dezembro
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surja na vida de alguém que se ‘mantém firmemente agarrado à palavra da vida’.
“BRILHANDO COMO ILUMINADORES”
26-28. (a) Em resumo, ‘mantermo-nos firmemente agarrados à palavra da vida’ pode ajudar-nos em que sentido? (b) Como poderemos continuar a ‘brilhar como iluminadores’?
26 Certamente, pois, aqueles que se ‘mantêm firmemente agarrados à palavra da vida’ têm muitos motivos para apreciar os sessenta e seis livros, divinamente inspirados, da Bíblia Sagrada. Entre outras coisas, o conselho aplicado das Escrituras habilita os cristãos a poder com doença e tensão. Na Palavra de Deus eles encontram consolo, quando se sentem deprimidos. A Bíblia também os ajuda a suportar o pesar, a lidar com bom êxito com a timidez e o temor, e a evitar a conduta imoral.
27 Além disso, aqueles que se ‘mantêm firmemente agarrados à palavra da vida’ são capazes de permanecer “inculpes e inocentes” quanto às más ações desta “geração pervertida e deturpada”, o mundo da humanidade apartada de Deus. No meio desta, os cristãos continuam a ‘brilhar como iluminadores. (Fil. 2:14-16) Com os seguidores ungidos de Jesus Cristo, aos quais cabe a responsabilidade primária de servir como tais “iluminadores” espirituais, associa-se uma “grande multidão” daqueles que têm a perspectiva de vida eterna numa terra paradísica. — Rev. 7:4-9.
28 Estribando-se em Jeová Deus, todos os cristãos fiéis continuarão a refletir a luz espiritual. Com a ajuda divina, continuarão a manifestar a motivação ou o espírito correto, próprio daqueles que adoram a Jeová Deus. Procurarão cultivar e exibir os frutos do espírito de Deus, e lembrar-se sabiamente das excelentes qualidades dos primitivos cristãos e de outros que serviram a Jeová no decorrer dos séculos. E o Senhor, certamente, continuará a estar com o espírito mostrado por todas as pessoas piedosas da atualidade, que deveras se ‘mantêm firmemente agarradas à palavra da vida’. Está você entre aqueles que mostram o devido espírito cristão e que se mantêm firmes e seguramente agarrados à “palavra da vida”?
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O que o sábio queria dizer?A Sentinela — 1977 | 15 de dezembro
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O que o sábio queria dizer?
O Valor de um Bom Nome
Um bom nome ou uma boa reputação é de valor que merece ser protegido. O sábio Rei Salomão observou: “Um nome é melhor do que bom óleo, e o dia da morte é melhor do que o dia em que se nasce.” (Ecl. 7:1) Na antiguidade, bom óleo era muito caro. Tinha um perfume agradável. Contudo, mais agradável do que a fragrância do bom óleo é uma reputação excelente. É no decorrer pleno da vida que o nome da pessoa assume verdadeiro significado, identificando-a quanto ao tipo de pessoa que é. Na morte, este nome ou reputação fica selada, concluída. Visto que ninguém tem reputação quando nasce, o “dia da morte é melhor do que o dia em que se nasce”.
Um conceito sério sobre a vida é essencial, se se quer preservar um bom nome. Salomão recomendou: “Melhor é ir à casa de luto, do que ir à casa de banquete, porque esse é o fim de toda a humanidade; e quem está vivo deve tomar isso ao coração.” — Ecl. 7:2.
Quando a morte atinge uma família, certamente não é ocasião para alguém se esquecer dos enlutados e empedernidamente prosseguir com seu banquete e sua festança. Antes, oferece uma oportunidade para consolar os enlutados. Ao mesmo tempo, ir alguém “à casa de luto” pode ter um efeito salutar sobre ele. Forçosamente é lembrado da brevidade da vida e de quão depressa seus planos e suas atividades podem ser impedidos. Isto pode trazer sérias repercussões quanto a como a pessoa leva a sua própria vida. O espírito prevalecente numa casa de banquete, por outro lado, não induz a tal reflexão sóbria.
Salomão continua: “Melhor o vexame do que o riso, pois pelo aborrecimento da face melhora o coração. O coração dos sábios está na casa de luto, mas o coração dos estúpidos está na casa de alegria.” — Ecl. 7:3, 4.
Na “casa de luto”, a pessoa fica cônscia da brevidade da vida e sente vexame por causa das ocorrências imprevistas. O rosto dela se torna triste e sério, em vez de ser sorridente, como numa “casa de banquete”. A atitude séria refletida na face pode ter bom efeito sobre o coração, induzindo a pessoa a uma mudança para melhor. “O coração dos sábios está na casa de luto”, no sentido de que o coração dá consideração a como deve levar sua vida, e por quê. O coração não reflete então o espírito frívolo e descuidado, associado com um lugar de festança.
Continuando com sua argumentação, Salomão diz: “Melhor é ouvir a censura de um sábio, do que ser o homem que ouve o canto dos estúpidos. Pois, igual ao ruído de espinhos sob a panela é o riso do estúpido; e também isto é vaidade.” — Ecl. 7:5, 6.
Quem se afasta do proceder correto, certamente tiraria proveito da censura de alguém sábio. Mas, de que valor é o canto ou a lisonja vazia do tolo? Esses talvez possam ocultar faltas e firmar a pessoa num proceder errado, arruinando sua reputação. Quando o riso frívolo do tolo ocorre numa ocasião imprópria, pode irritar os ouvidos tanto quanto o ruído de espinhos que se queimam sob a panela, sendo que o riso do tolo produz um som desagradável e não edifica.
Acautele-se Para não Ficar Corruto
Ninguém, nem mesmo um sábio, é imune a ficar corruto. O Rei Salomão escreveu: “Pois a mera opressão pode fazer o sábio agir como doido, e uma dádiva pode destruir o coração.” — Ecl. 7:7.
Até mesmo o sábio, quando sofre prolongada opressão, pode passar a agir precipitadamente. Pode perder o autodomínio e dar vazão aos sentimentos frustrados por atacar outros, ou pode ficar tentado a obter alívio por meios ilícitos.
Por outro lado, o texto talvez descreva a opressão em que o próprio sábio se empenha. Quando alguém se deixa dominar por um espírito opressivo, não importa quão sábio seja, agirá de modo contrário à decência e ao humanitarismo. Desconsiderará os sentimentos das pessoas e se cegará para com os apuros delas. Só conseguirá ver a si mesmo e a sua posição. Imaginará ser grande benfeitor, e, por isso, ter o direito de esmagar todo aquele que se atreve a criticar sua orientação. — Veja 2 Crônicas 16:10.
Uma dádiva na forma dum suborno pode ser tão corrompedora como a opressão, ‘destruindo o coração’ ou a boa motivação. Os pobres e necessitados, que sofrem discriminação e parcialidade, talvez sejam tratados impiedosamente por aqueles que aceitam subornos.
Como Suportar Injustiça e Opressão
O que se pode fazer quando confrontado com injustiça? As próximas palavras
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