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    • inundara Judá “até o pescoço”, Isaías transmitiu confortadora mensagem ao Rei Ezequias, de que as forças assírias não conseguiriam penetrar na cidade. (Isa. 8:7, 8) Jeová manteve Sua palavra por enviar um anjo a fim de destruir 185.000 dos poderosos homens e líderes do exército assírio, destarte livrando Jerusalém. — 2 Crô. 32:21.

      O que, sem dúvida, proporcionou a Isaías o máximo de alegria foi o privilégio concedido a ele por Jeová de falar e de escrever muitas profecias de restauração de sua amada Jerusalém. Embora Jeová permitisse que o povo fosse para o exílio em Babilônia devido à sua rebelião e revolta contra Ele, Deus, com o tempo, julgaria Babilônia, porque ela agiu de forma maldosa, e tencionava reter o povo de Deus no cativeiro para sempre. Várias profecias de Isaías estão devotadas ao julgamento de Deus sobre Babilônia, e à ruína desolada que ela se tornaria, para jamais ser reconstruída. — Caps., 13; 14; 21; 45:1, 2; 46; 47; 48.

      As profecias de restauração encontradas em todo o livro de Isaías glorificam a bondade imerecida e a misericórdia de Jeová para com seu povo, e para com toda a humanidade. Predizem o tempo em que Jerusalém seria elevada a uma nova posição junto a Jeová, uma glória que seria vista por todas as nações, e ela seria uma bênção para todas as nações. Jerusalém foi deveras restaurada e reconstruída, e foi abençoada com a presença do Messias, que “lançou luz sobre a vida e a incorrupção por intermédio das boas novas”. (2 Tim. 1:10) A restauração de Jerusalém também teria um futuro cumprimento, maior e mais grandioso. — Rom. 15:4; 1 Cor. 10:11; Gál. 4:25, 26.

      CONSEQUÊNCIAS DE LONGO ALCANCE DA OBRA DE ISAÍAS

      Isaías escreveu não apenas o livro bíblico que leva seu nome, mas, evidentemente, pelo menos um livro histórico, o dos assuntos do Rei Uzias, que, sem dúvida, constituía parte dos registros oficiais daquela nação. (2 Crô. 26:22) Ao executar fielmente o trabalho profético que Jeová lhe atribuiu, exerceu forte influência sobre a História daquela nação, especialmente em resultado dos conselhos e da orientação que deu ao Rei Ezequias. Muitas das profecias de Isaías também têm um cumprimento maior com relação ao Messias e seu reino. O livro de Isaías é citado, ou a ele se faz referência, muitas vezes nas Escrituras Gregas Cristãs. Em muitos casos, os escritores cristãos aplicam as profecias de Isaías a Jesus Cristo, ou apontam para um cumprimento das profecias de Isaías nos dias deles. — Veja página 804.

  • Isaías, Livro De
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    • ISAÍAS, LIVRO DE

      O livro de Isaías exalta de forma notável a Jeová como “o Santo de Israel”, aplicando tal expressão a Ele num total de vinte e cinco vezes. Também aponta com inequívoca clareza para o Messias ou Ungido de Jeová, por meio do qual viria a libertação para o povo de Deus.

      UNIDADE DE ESCRITA

      Nos tempos modernos, certos críticos bíblicos contenderam que o livro de Isaías não foi todo ele escrito por Isaías. Alguns afirmam que os capítulos 40 a 66 foram escritos por certa pessoa não-identificada que vivia por volta da época do fim do cativeiro babilônico. dos judeus. Outros críticos excluem trechos adicionais do livro, teorizando que outra pessoa diferente de Isaías deve tê-los escrito. Mas a própria Bíblia não concorda com tais alegações.

      Os escritores inspirados das Escrituras Gregas Cristãs creditaram a matéria agora designada como capítulos 1-39, e a numerada como capítulos 40-66, a “Isaías, o profeta”. Jamais insinuaram que havia duas pessoas que tinham este nome ou que o nome do escritor de parte do livro era desconhecido. (Para exemplificar, compare Mateus 3:3 e 4:14-16 com Isaías 40:3 e 9:1, 2; também João 12:38-41 com Isaías 53:1 e 6:1, 10.) Em aditamento, há numerosos outros lugares em que os escritores das Escrituras Gregas Cristãs deram o crédito específico pela matéria citada da última, parte do livro de Isaías, não a um escritor não-identificado, mas a “Isaías, o profeta”. (Compare Mateus 12:17-21 com Isaías 42:1-4; Romanos 10:16 com Isaías 53:1.) O próprio Jesus Cristo, quando leu do “rolo do profeta Isaías”, na sinagoga de Nazaré, estava lendo Isaías 61:1, 2. — Luc. 4:17-19.

      Ademais, o Rolo do Mar Morto de Isaías (que se crê datar do primeiro ou segundo século A.E.C.) contém evidência de que o copista que o redigiu nada sabia de qualquer suposta divisão da profecia no fim do capítulo 39. Ele iniciou o capítulo quarenta na última linha da coluna da escrita que contém o capítulo 39.

      O inteiro livro de Isaías foi transmitido através dos séculos como uma só obra, não como duas ou mais. A continuidade do capítulo 39 para o 40 é evidente no que está registrado em Isaías 39:6, 7, que é uma transição óbvia ao que se segue, pavimentando o caminho para as profecias do período do julgamento de Babilônia.

      Os que gostariam de creditar tal livro a mais de um escritor não acham possível que Isaías predissesse, com quase dois séculos de antemão, que um regente chamado Ciro libertaria os judeus cativos; por conseguinte, especulam que isto foi escrito numa época posterior, pelo menos depois de Ciro iniciar suas conquistas. (Isa. 44:28; 45:1) Mas falham em captar a essência de toda esta parte do livro, porque a matéria trata especificamente da presciência, a habilidade de Deus de dizer de antemão o que aconteceria com seu povo. Esta profecia registrava, com quase duzentos anos

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