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  • Tem importância a roupa que veste?
    Despertai! — 1978 | 8 de março
    • guarda contra o engano e possível imoralidade.

      Os israelitas não podiam ignorar esse assunto de roupa e tratá-lo de forma despreocupada. Séculos depois que foi dada a Lei, Sofonias, profeta de Jeová, declarou que a calamidade recairia sobre todos os que “usam vestuário estrangeiro”, possivelmente vestes dos egípcios e babilônios, que não se ajustavam aos requisitos da lei de Deus. (Sof. 1:8) Enquanto a lei permanecia em vigor, os israelitas tinham de obedecer a seus regulamentos. Jesus Cristo, por exemplo, indicou que uma rebelião deliberada contra qualquer mandamento impediria a pessoa de herdar o reino de Deus. Disse: “Quem . . . violar um destes mínimos mandamentos e ensinar a humanidade neste sentido, será chamado ‘mínimo’ com relação ao reino dos céus.” (Mat. 5:19) Caso um israelita, por exemplo, insistisse em usar roupas sem uma aba franjada, porque o estilo não agradava a seu gosto, teria revelado um espírito de desafiante independência. Tal arrogância definitivamente seria um obstáculo para ele se tornar discípulo de Jesus Cristo.

      Naturalmente os cristãos não estão sob a lei mosaica, com suas regras precisas quanto à roupa. Ao invés de específicos regulamentos, o que deve movê-los a vestir-se dum modo que apela à boa consciência das concriaturas humanas é o senso do que é apropriado, bem como o amor aos outros. (Compare com 1 Coríntios 10:23, 24; 2 Coríntios 4:1, 2.) Sim, seu modo de pensar equilibrado e seu amor impedirão os cristãos genuínos de permitir que a escolha pessoal tenha precedência, apesar dos efeitos desagradáveis ou indesejáveis que sua veste tenha sobre outros. Em tempo algum deve sua roupa pôr em dúvida sua afirmação de serem servos de Jeová Deus.

      Em especial, deve-se considerar o que se veste ao assistir às reuniões cristãs, ou quando se testemunha em público a outros sobre a Palavra de Deus. O apóstolo Paulo deu o seguinte conselho: “Desejo que as mulheres se adornem em vestido bem arrumado, com modéstia e bom juízo . . . dum modo próprio das mulheres que professam reverenciar a Deus, a saber, por intermédio de boas obras.” (1 Tim. 2:9, 10) O mesmo princípio orientador também poderia aplicar-se aos homens cristãos A roupa não deve ser indevidamente ostentosa, chamando atenção demais para a pessoa. Nem deve ser desleixada. Outros devem poder ver que o cristão é modesto e se veste dum modo apropriado para a ocasião. Deve haver evidência de mente sã, isto é, de raciocínio sensato e bom quanto à escolha da roupa. Quando se trata de assuntos de adoração, a roupa do cristão deve harmonizar-se com a dignidade do serviço sagrado.

      Naturalmente, caso interessados comecem a assistir às reuniões cristãs, não se deve fazer com que se sintam deslocados devido à sua aparência, mas eles devem ser acolhidos num espírito de amor. Julgar se eles merecem ou não ouvir a verdade à base do que vestem seria errado. O discípulo Tiago disse aos concristãos: “Se entrar na vossa assembléia pública um homem com anéis de ouro nos dedos e em vestuário esplêndido, mas entrar também um pobre, em vestuário imundo, vós, contudo, olhardes com favor para aquele que traja vestuário esplêndido e disserdes: ‘Toma este assento aqui, num lugar excelente’, e disserdes ao pobre: ‘Fica de pé’, ou: ‘Toma aquele assento ali, abaixo do meu escabelo’, não tendes distinções de classes entre vós e não vos tendes tornado juízes, fazendo decisões iníquas?” — Tia. 2:2-4.

      No entanto, não seria de se esperar que o pobre continuasse a vir às reuniões com “vestuário imundo”, depois de se tornar um cristão batizado. Se não tivesse meios de obter uma roupa modesta, bem arrumada, seus irmãos iriam ajudá-lo. (Compare com Tiago 2:14-16.) Portanto, suas circunstâncias humildes não o impediriam de usar roupas que refletissem favoravelmente o seu Deus.

      Assim, então, a roupa é algo que tem importância para os cristãos. Devem esforçar-se de jamais dar a ninguém motivo válido para questionar sua modéstia e seu bom juízo.

  • Observando o Mundo
    Despertai! — 1978 | 8 de março
    • Observando o Mundo

      Livros São “Espécie em Perigo”?

      ◆ A habilidade de leitura está diminuindo, junto com o desejo de ler. Um editorial de News week comentava que “agora, em meados da década de 70, presenciamos sutil, porém inequívoco, afastamento de tais coisas”. Observava: “O livro encadernado—aquele símbolo de permanência das idéias, a transmissão de sabedoria de uma era para outra — talvez seja uma nova adição à nossa lista de espécies em perigo”. Muitos jovens, especialmente, não desenvolvem sua habilidade de leitura, mas se voltam para o rádio, discos e televisores. Um diretor da Universidade de Ilinóis, EUA, disse que 10 por cento dos calouros de sua universidade não conseguiam ler melhor do que o aluno mediano do oitavo ano. Essa tendência, provavelmente, irá continuar, visto que um estudo revela que a criança estadunidense mediana verá 15.000 horas de televisão até atingir 18 anos, mais tempo do que é gasto em qualquer outra atividade, exceto dormir.

      Lei Exige Cintos de Segurança

      ◆ Vários países agora sancionam leis que tornam obrigatório o uso de cintos de segurança nos automóveis. Deixar de usar tais cintos é punível com uma multa. Quando as leis são impostas, há significativa redução de mortes em acidentes. Na Suíça, uma lei sobre cintos de segurança entrou em vigor em 1.º de janeiro de 1976. Cerca de 90 por cento de obediência foi observado, e a taxa de mortes, devido a acidentes, diminuiu.

      O uso obrigatório de cintos de segurança reduziu as mortes drasticamente em Ontário, Canadá. O Ministro dos Transportes, J. Snow, citou estatísticas que indicavam “que as probabilidades de sobrevivência do motorista com o cinto, numa colisão, são 10 vezes superiores às do motorista sem cinto”. Em 1976, motoristas de Ontário que não usavam cintos de segurança estavam envolvidos em 61.221 acidentes, e 355 deles morreram. Os motoristas com cintos estavam envolvidos em 269.772 acidentes, e 153 deles morreram.

      Reduzir o Tributo do Câncer

      ◆ A Organização Mundial de Saúde declara que “as doenças relacionadas com o fumar são causas tão importantes de deficiências e morte prematura nos países desenvolvidos que o controle do fumar cigarros poderia contribuir mais para melhorar a saúde e prolongar a vida, nesses países, do que qualquer outra medida, de per si, no inteiro campo da medicina preventiva”. As autoridades calculam que a taxa de mortes por câncer do pulmão poderia ser reduzida em cerca de 85 por cento, e a taxa de ataques cardíacos em cerca de 20 por cento, se as pessoas deixassem de fumar.

      Veja Onde Pisa

      ◆ No ano passado, 538.000 pessoas foram tratadas, nos prontos socorros de hospitais por todos os Estados Unidos, devido a ferimentos causados por quedas de escadas. Razões fornecidas incluem: levar pacotes e assim obscurecer sua visão; tropeçar devido a saias longas, calças compridas de bocas largas, sapatos do tipo Carmem Miranda ou sandálias soltas; objetos tais como brinquedos, deixados nas escadas; degraus molhados ou escorregadios e iluminação inapropriada. Virar-se para falar com alguém que está na escada, e ter muita pressa, também foram fatores contribuintes.

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