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  • ‘Manifeste seu progresso’

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  • ‘Manifeste seu progresso’
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1974
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1974
w74 15/8 pp. 498-503

‘Manifeste seu progresso’

1. O que revelam as palavras do apóstolo Paulo a Timóteo quanto a se um cristão espiritualmente maduro pode fazer progresso?

A MADUREZA cristã não significa o fim do progresso no caso do servo devotado de Jeová Deus. Foi a um cristão maduro, Timóteo, que o apóstolo Paulo escreveu: “Continua a aplicar-te à leitura pública, à exortação, ao ensino. . . . Pondera estas coisas; absorve-te nelas, para que o teu progresso seja manifesto a todos.” — 1 Tim. 4:13-15.

2. Como mostra o curso normal da vida dum homem que a madureza não termina o progresso?

2 Que a madureza não significa o fim do progresso é evidente do que vemos no curso normal da vida. Não se considera como maduro o homem casado que tem família própria? Contudo, não pode ele continuar a obter maior sabedoria ao assumir responsabilidades adultas? Não pode ele aprender algo de seus enganos e do bom êxito e fracasso dos outros? Certamente que pode! Pode também recorrer a seu pai ou a outros homens mais velhos em busca de conselho e orientação, reconhecendo sua maior experiência e sabedoria.

3. Como podem os cristãos maduros continuar a progredir?

3 Assim se dá com os cristãos maduros. Mediante o estudo e a aplicação da Palavra de Deus, continuam a aumentar em conhecimento, apreço e discernimento. Melhoram no desenvolvimento dum bom espírito entre os membros da família e em afetar os outros para o bem. Os cristãos maduros também podem aprender uns dos outros, porque variam nas suas manifestações de qualificações espirituais. Um deles pode destacar-se em conhecimento. Outro talvez seja especialmente notável pela sua bondade ou paciência. Ainda outro talvez seja excecional em bom critério ou discernimento no que se refere a problemas. Outro pode ser extraordinariamente generoso ou hospitaleiro. Ainda outro pode ter capacidade excecional de dirigir.

4. Visto que os cristãos maduros podem continuar a fazer progresso, que três campos de progresso convém que considerem?

4 Visto que há lugar para melhora nos diversos aspectos da vida cristã, o servo maduro de Jeová Deus fará bem em tomar tempo para ponderar se ele continua a fazer progresso. Poderíamos considerar três campos: (1) obter maior conhecimento, entendimento e sabedoria, (2) produzir em maior abundância os frutos do espírito de Deus e (3) desincumbir-nos das responsabilidades como membro duma família.

AUMENTO DO CONHECIMENTO, DO ENTENDIMENTO E DA SABEDORIA

5. Como pode alguém analisar se aumenta em conhecimento, entendimento e sabedoria?

5 Pergunte-se: Aumenta com cada ano que passa meu usufruto da leitura e do estudo da Bíblia? Torna-se ela cada vez mais clara e mais significativa para mim? Aplico melhor na minha vida a admoestação da Bíblia? Se puder responder sim a estas perguntas, está aumentando em conhecimento, entendimento e sabedoria. Mas, se notar pouco progresso, o que deverá fazer?

6. O que podemos fazer para certificar-nos de que aquilo que lemos na Palavra de Deus induza nosso coração a reagir com apreço?

6 Certamente desejará empenhar-se em encher a mente e o coração com a sabedoria encontrada na Palavra de Deus. Não importa qual o progresso que tenhamos feito, a mera leitura da Bíblia e de compêndios bíblicos, mesmo que feita regularmente, não basta em si mesma para continuarmos a fazer progresso. O conselho bíblico precisa atingir o coração, quer dizer, o coração precisa ser induzido a reagir com apreço. Só então seremos impelidos a agir com sabedoria. (Sal. 119:11) Portanto, há necessidade de meditação refletida, pensar em termos do efeito que as coisas lidas e estudadas devem ter na nossa vida, e por que devem tê-lo. Ao ler e estudar, poderá formular perguntas tais como: O que me ajuda esta matéria a compreender sobre Jeová Deus, Esforço-me a harmonizar-me com sua personalidade, seus modos ou tratos, conforme revelados na passagem bíblica lida? Salienta a matéria bíblica alguma fraqueza em mim? O que posso eu fazer para vencer esta fraqueza?

7. Como nos estimulam as reuniões cristãs “ao amor e a obras excelentes”?

7 Assistir às reuniões e escutar com atenção também aumenta nosso fundo de conhecimento, aprofunda nosso entendimento e nos induz a agir sabiamente. As reuniões cristãs servem para estimular-nos “ao amor e a obras excelentes”. (Heb. 10:24, 25) Os comentários e os discursos proferidos podem estimular nosso coração a continuar a mostrar amor a Deus por nos harmonizarmos ainda mais com a sua Palavra. O que ouvimos pode fortalecer nossa determinação de melhorar em deixar o amor abnegado ter plena expressão para com concrentes, membros da família, e outros do mundo da humanidade. Por causa do que ouvimos, às vezes podemos ver que nossas obras em determinado campo não são muito “excelentes”. (Mat. 5:16; Tito 3:8) Isto nos coloca na situação de aplicar o que foi trazido à nossa atenção e agir sabiamente.

8. Como pode a preparação para as reuniões ajudar-nos a fazer progresso e ser fonte de encorajamento para outros?

8 Além disso, o que fazemos pessoalmente em preparação para as reuniões pode ajudar-nos a fazer progresso. A matéria bíblica fica gravada mais fundo na mente e no coração quando a consideramos de antemão e depois a ouvimos repetida nas reuniões. A preparação antecipada nos coloca numa situação melhor para notar pormenores e verificar se entendemos os pontos específicos da matéria quando a consideramos em particular. Por causa da preparação antecipada, nossos comentários serão mais significativos. Poderemos usar melhor nossas próprias palavras e não apenas ler os pontos da página impressa, sem realmente ter dado consideração de coração ao seu significado. (Pro. 15:28) Isto pode fazer de nos uma grande fonte de encorajamento para os outros, ao passo que nossas expressões de coração terão maior atrativo para os que nos ouvem.

9. Por que contribuirá para o nosso progresso recorrermos a Jeová em busca da ajuda de seu espírito?

9 A oração também desempenha um papel vital em fazer progresso. Jesus Cristo disse: “Se vós, embora iníquos, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais o Pai, no céu, dará espírito santo aos que lhe pedirem!” (Luc. 11:13) É por meio deste espírito que Jeová Deus nos habilita a entender a sua Palavra e a aplicá-la corretamente. O espírito santo serve como lembrador e instrutor. Como lembrador, faz relembrar princípios bíblicos que conhecemos, e, como instrutor, ajuda-nos a discernir sua aplicação correta. Assim, quando ficamos confrontados com problemas ou temos de tomar decisões sérias, podemos pedir a ajuda de Jeová Deus. Seu espírito nos ajudará a recordar o que precisamos saber e impedirá que nos percamos, por nos ajudar a compreender o proceder certo a tomar à luz do que foi trazido à nossa lembrança. Isto está em harmonia com as palavras de Jesus aos seus discípulos: “O ajudador, o espírito santo, . . . vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar todas as coisas que eu vos disse.” — João 14:26.

10. Como podem nossas orações pelo perdão de pecados ajudar-nos a continuar a progredir espiritualmente?

10 Visto que somos imperfeitos, precisamos buscar o perdão de Deus para os nossos pecados. O apóstolo João aconselhou os concrentes: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os nossos pecados e para nos purificar de toda a injustiça.” (1 João 1:9) Quando somos específicos em nossas orações quanto a como transgredimos, isto nos impressiona com a seriedade do que fizemos. Isto pode servir para fortalecer-nos na nossa decisão de melhorar ao buscarmos a ajuda do espírito de Deus para melhorar nos pontos em que somos fracos. Assim somos ajudados a agir sabiamente.

11. O que poderão revelar nossas orações a respeito de nosso progresso espiritual e de nossa relação com Jeová?

11 A maneira em que nos expressamos em oração a Jeová Deus pode revelar se fazemos, ou não, progresso no entendimento e na aplicação da Palavra de Deus em nossa vida. Que dizer de suas orações? Tornaram-se mais significativas! Refletem a profundeza de preocupação com os outros! São específicas? Demonstram uma relação afetuosa com nosso Pai celestial? Verifica que deseja voltar-se para ele em oração, expressar seu apreço pela Sua benevolência? Se nossa relação com Jeová for íntima, teremos prazer em nos chegar a ele em oração. Sua orientação, em resposta às nossas orações, será muito clara para nós. De modo algum nos sentiremos restritos na oração a ele, temendo que não nos ouça por pensarmos que ele tem uma mancha negra contra nos. O profundo amor a Jeová dissipará tal medo. Este é o ponto que o apóstolo João salientou ao escrever: “No amor não há temor; mas o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor exerce uma restrição. Deveras, quem está em temor não tem sido aperfeiçoado no amor.” — 1 João 4:18.

PRODUÇÃO DOS FRUTOS DO ESPÍRITO

12. Que efeito sadio terá sobre nós cedermos a influência da sabedoria e do espírito de Deus?

12 Quando nos entregamos à influência da sabedoria de Deus, conforme apresentada na sua Palavra, e à orientação de seu espírito, verificamos que nosso espírito ou sentimento predominante nos impele a nos harmonizarmos cada vez mais com as normas de santidade ou pureza de Deus. Seremos induzidos a querer imitar suas qualidades excelentes: seu amor, sua justiça, sua sabedoria, sua misericórdia e sua lealdade. O efeito bom e sadio do treinamento e da disciplina recebidos pelo estudo pessoal e congregacional da Bíblia será manifesto aos observadores na nossa atitude, conversa e ação. Embora as tendências pecaminosas de nossa carne decaída possam empurrar-nos numa direção errada, nosso espírito ou atitude predominante cooperará com a orientação do espírito de Deus e refreará os desejos de nossa carne. Conforme o apóstolo Paulo observou na sua carta aos gálatas: “Persisti em andar por espírito, e não executareis nenhum desejo carnal. Pois a carne é contra o espírito no seu desejo, e o espírito contra a carne; porque estes estão opostos um ao outro, de modo que as próprias coisas que gostaríeis de fazer não fazeis.” — Gál. 5:16, 17.

13. Que perguntas podemos fazer a nós mesmos para saber se fazemos progresso em demonstrar qualidades piedosas?

13 O que vê quando encara objetivamente sua vida como cristão, Vê esta força sadia ou atitude predominante operando na sua pessoa num grau muito maior do que quando era apenas “criancinha” espiritual? Vêem os outros cristãos seu progresso numa manifestação mais plena dos frutos do espírito, especialmente na sua expressão de amor abnegado? Indica sua conduta diária que há progresso na sua vida? O que vêem os outros na sua pessoa — no seu lar, no seu lugar de trabalho secular, na sua vizinhança, na sua associação com outros? É seu exemplo tal que honra a Jeová por refletir bondade, honestidade, temperamento brando e autodomínio? Melhora continuamente neste sentido? — Gál. 5:22-26.

PROGRESSO COMO FAMÍLIA

14. No que se refere ao progresso espiritual, qual deve ser nosso desejo como família cristã?

14 Nós, servos devotados de Jeová Deus, como grupo de família, devemos destacar-nos como diferentes do mundo da humanidade. Dá-se isso na sua família? Reconhecem todos na família suas responsabilidades dadas por Deus? Continuam a fazer melhora em preencher os requisitos divinos que se aplicam a eles pessoalmente?

15. Que pesada responsabilidade foi dada ao pai, e o exemplo de quem deve o pai cristão imitar ao se desincumbir dela?

15 É pai? Então tem a pesada responsabilidade de exercer a chefia correta. (1 Cor. 11:3) Como exerce esta chefia? Harmoniza-se cada vez mais com o modelo de Jesus Cristo, cabeça da congregação cristã? Imita-o? — Efé. 5:25-29.

16. Como mostrou Jesus profunda preocupação com os interesses espirituais de seus discípulos?

16 Jesus Cristo tinha interesse genuíno no bem-estar espiritual de seus discípulos. Mesmo quando eram vagarosos em compreender certos pontos, não ficava impaciente com eles. Tomava tempo para esclarecer-lhes as coisas e cuidava de que realmente entendessem seu ensino. (Mat. 16:6-12; João 16:16-30) Quando continuavam a ter um problema em obter o conceito correto de si próprios, Jesus repetia os pontos sobre a necessidade de ministrar humildemente aos outros. (Mar. 9:33-37; 10:42-44; Luc. 22:24-27) Na sua última noite com eles, fortaleceu este ponto por meio duma lição prática — lavar-lhes os pés. (João 13:14, 15) Jesus também tomava em consideração as limitações deles e não lhes dava mais informação do que podiam compreender. — João 16:4, 12.

17. Que perguntas poderá fazer a si mesmo o pai cristão para certificar-se de que imita o exemplo de Jesus em cuidar do bem-estar espiritual de sua família?

17 Será que, como pai, imita o exemplo de Jesus ao estudar a Bíblia com sua família? Certifica-se de que realmente entendam? Toma em consideração suas limitações e cuida de não exigir demais? Ao notar atitudes e ações erradas, esclarece aos membros de sua família exatamente por que estão errados e por que deviam querer mudar? É firme a favor do que é direito e administra disciplina em amor?

18. (a) Como demonstrou Jesus seu interesse no bem-estar físico de seus discípulos? (b) Como poderá o pai cristão imitar o exemplo de Jesus neste respeito?

18 Jesus Cristo preocupava-se com o bem-estar físico de seus discípulos. Assim, quando os apóstolos voltaram a Jesus depois duma viagem de pregação e lhe relataram sua atividade, ele lhes disse: “Vinde, vós mesmos, em particular, a um lugar solitário, e descansai um pouco.” (Mar. 6:31) Como chefe, de família, será que se apercebe das necessidades de sua esposa e de seus filhos? Trata a sua esposa como “vaso mais fraco”, tomando em consideração suas limitações físicas e biológicas? (1 Ped. 3:7) Cuida de que sua família tenha tempo para descansar da rotina regular da vida?

19. Em que outros pontos poderá o pai cristão verificar a si mesmo para ver se segue o exemplo de Jesus de amor abnegado?

19 Na expressão de seu profundo amor aos seus discípulos, Jesus Cristo voluntariamente sacrificou a sua vida. (João 15:13) Demonstra ter esta espécie de amor para com sua esposa e seus filhos? Está disposto a renunciar a preferências e desejos pessoais a favor da felicidade da família? Mostra seu amor à esposa por conceder-lhe uma posição de honra e dignidade no lar, não fazendo pouco de suas fraquezas, nem a menosprezando ou de outro modo fazendo-a sentir-se rebaixada e degradada? Esforça-se a fazer com que cada membro da família se sinta desejado, apreciado e necessário? Toma tempo para escutá-los, para descobrir seus sentimentos sobre os assuntos e tomar em consideração seus pontos de vista, ao fazer decisões?

20. O que pode o pai cristão aprender do exercício da chefia sobre a congregação cristã por parte de Jesus?

20 Jesus, no exercício de sua chefia, não domina a congregação cristã. Não cerca os membros individuais com uma lista de regras complicadas, mas permite que exerçam sua faculdade da consciência. Igual a Jesus, apela ao amor pela justiça de sua família e tem cuidado em não impor suas demandas pelo mero peso da autoridade?

21. Como pode a esposa cristã demonstrar que ela realmente está em sujeição ao seu marido?

21 As Escrituras aconselham as esposas: “Estai sujeitas aos vossos maridos, assim como é decente no Senhor.” (Col. 3:18) Se for esposa, apóia as decisões de seu marido? Sujeita-se até mesmo a decisões que são contrárias às suas preferências e resiste à tentação de usar a influência feminina para conseguir as coisas ao seu modo? A esposa que realmente está em sujeição ao seu marido apercebe-se das atitudes e do modo de pensar dele. Portanto, ela cuida dos assuntos da família dum modo que não está em conflito com os sentimentos de seu marido. Se não tiver certeza sobre o conceito dele a respeito de certa atividade ou compra maior, não procede presunçosamente, mas o consulta, evitando assim problemas. Procura sempre desincumbir-se de seus deveres como esposa dum modo que agrade ao seu marido e não lhe dê motivo válido para crítica.

22. Que bênçãos resultam para a esposa cristã que se sujeita ao seu marido?

22 A esposa que se comporta em harmonia com a chefia de seu marido obtém uma posição de honra e dignidade na família. Conforme Provérbios 31:11, 28, diz a respeito da esposa capaz: “Nela confia o coração do seu dono, . . . Seus filhos se levantaram e passaram a chamá-la feliz; seu dono se levanta e a louva.” Seu marido tem confiança em que ela não aja de modo tolo, nem ponha em perigo o bem-estar da família. Sabendo que sua esposa não desconsiderará deliberadamente seu conceito sobre os assuntos, o marido que imita a Cristo nunca se sentirá compelido a exercer uma supervisão tão estrita das atividades dela, que ela não se sinta livre para usar a sua própria iniciativa. Isto torna mais fácil para a esposa cuidar de suas responsabilidades e contribui para a felicidade da família inteira. Esposa, continua a fazer progresso em chegar a conhecer o pensamento de seu marido sobre os assuntos e em deixá-lo guiá-la nas suas decisões ao cuidar dos assuntos da família?

23. Como poderá o progresso da esposa cristã ser evidente na sua escolha de roupa e adorno?

23 Outro campo em que a Bíblia aconselha as esposas é o assunto do adorno e da roupa. “Não seja o vosso adorno o trançado externo dos cabelos e o uso de ornamentos de ouro ou o trajar de roupa exterior, mas, seja a pessoa secreta do coração, na vestimenta incorrutível dum espírito quieto e brando.” (1 Ped. 3:3, 4; veja Provérbios 31:30.) Isto de modo algum significa que a mulher não deva dar atenção à sua aparência externa. Nas Escrituras, admoesta-se as mulheres a se ‘adornarem em vestido bem arrumado, com modéstia e bom juízo’. (1 Tim. 2:9) A ênfase, porém, deve ser dada às qualidades do coração, e a aparência exterior e a arrumação devem refletir a bela qualidade da modéstia. Esposa, fez progresso neste sentido? Verifica que não é mais engodada pelas últimas novidades e modas tanto quanto antes? Está mais inclinada a preferir o que é modesto? Progrediu em embelezar-se por demonstrar o “espírito quieto e brando”, quer dizer, demonstrar o sentimento predominante da calma e do equilíbrio embora surjam circunstâncias desfavoráveis?

24. Em que pontos poderão os filhos fazer progresso?

24 Embora os filhos não sejam considerados como cristãos maduros, eles também podem manifestar progresso nos valores espirituais. Vem o tempo, na vida do filho, em que se espera que deixe para trás os conceitos e modos infantis. O apóstolo Paulo observou, por experiência própria: “Quando eu era pequenino, costumava falar como pequenino, pensar como pequenino, raciocinar como pequenino; mas agora que me tornei homem, eliminei as características de pequenino.” (1 Cor. 13:11) Será que você, como filho, elimina progressivamente as tendências de pequenino? Assume responsabilidades no lar, ajudando onde pode, para diminuir o trabalho de seus pais? Busca oportunidades para fazer algo? Ou ainda é preciso que se lhe peça repetidas vezes ajudar em algo e depois o faz de modo indiferente? Mostra iniciativa em edificar-se espiritualmente? Lê por conta própria a Bíblia e os compêndios bíblicos, e prepara-se para as reuniões congregacionais? Mostra seu uso do tempo que crê que o “treinamento corporal é proveitoso para pouca coisa, mas a devoção piedosa e proveitosa para todas as coisas”? (1 Tim. 4:8) Reconhece que a obediência aos pais é correta e é um dos principais modos em que pode agradar a Deus? — Efé. 6:1; Col. 3:20.

25. Como poderão os filhos mostrar progresso em serem obedientes aos pais?

25 A obediência aos pais não é só fazer o que mandam, mas inclui também harmonizar-se com o que sabe que trará reflexão favorável sobre a família. Realmente, significa sujeição aos regulamentos e conselhos de seu pai e de sua mãe, em harmonia com a vontade de Deus. Poderá perguntar-se: Quando saio de casa, evidencio que venho dum lar cristão? Manifesta-se meu progresso espiritual através de boas maneiras, na atitude respeitosa para com os mais velhos e os em autoridade, e pela firmeza a favor do que é direito — na escola, na vizinhança e em outra parte? Coopero com meus pais cristãos na minha escolha de trajar-me e arrumar-me? Ou procuro adotar as modas imodestas e extremas e tentar depois pressionar meus pais a encarar as coisas como eu quero?

26. No que se refere ao progresso na vida cristã, o que deverão os outros poder ver em nós?

26 Quer viva sozinho, quer como parte duma família, quer tenha atingido a madureza cristã, quer trabalhe em direção a este alvo, o progresso deve ser evidente no espírito ou na força predominante que o motiva a fazer a vontade de Deus. Os outros deverão poder ver que a aderência à Palavra de Deus o transformou num homem ou numa mulher melhor, em esposa e mãe melhor, em marido e pai melhor, em filho ou filha melhor. O lar cristão deve ser tal que prevaleçam nele felicidade, paz e amor, em vez de brigas e gritaria. Deve ser esmerado, limpo e bem cuidado. Dá-se isso com seu lar? Sem uma evidência prática de crescimento espiritual na vida dos que são servos de Deus, nossa pregação significará muito pouco. Nossa religião, nossa adoração, são julgadas na maior parte pelos resultados que produzem em nós e na nossa vida diária. — Col. 3:8-14.

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