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  • Vestir-se de modo modesto e atraente
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • momento em que ela começou a costurar, eu a tenho ajudado a notar a diferença em nossas formas e então a ver o que poderíamos fazer para contrabalançar as caraterísticas ruins e ressaltar as boas. Eu evitava dar ênfase demais ao busto, e ela fazia o mesmo na parte dos quadris. Podemos usar o mesmo figurino, mas fazer diferentes ajustes para enquadrar-se a nossas necessidades individuais, e isso funciona muito bem.”

      Vestir-se Segundo a Ocasião

      Outro fator a se ter presente é vestir-se segundo a ocasião. O que se usa para o trabalho no jardim dificilmente seria apropriado para uma reunião de negócios. Similarmente, roupas de ginástica ou macacões (para exercícios dentro de casa) suscitariam muitos olhares de repreensão se usados fora de casa. A ocasião deve ditar a roupa, quer seja na Islândia, quer na África, Nova Zelândia ou Itália.

      A mulher de boa moral não exporia seu corpo na rua, mas, na praia, um maiô seria apropriado. Um vestido de gala seria usado com bom gosto numa recepção formal, mas a mesma roupa, numa praia, tornar-se-ia ridícula.

      Certos estilos mudaram recentemente de modo tão drástico que as roupas que são usadas agora teriam sido inaceitáveis social e religiosamente há apenas uma década atrás. No passado, as mulheres que usavam calças compridas em público eram, em geral, consideradas no mundo ocidental como masculinizadas e agressivas, e eram evitadas. Atualmente, o mesmo traje faz parte dum guarda-roupa aceitável em muitas das grandes cidades dos Estados Unidos, embora ainda seja criticado em alguns círculos.

      No mundo dos negócios, por exemplo, há certa relutância a aceitar-se uma mudança muito drástica nos estilos femininos. Na opinião de John T. Molloy, desenhista de modas de Nova Iorque, as comerciantes que ignoram o ambiente comercial tradicional, ao escolher suas roupas, realmente se vestem ‘para o fracasso”. Ele é a favor dum uniforme de trabalho para as mulheres, composto de saia e casaquinho que combine. “O costume”, diz ele, ”é o mais eficaz item principal dos trajes dum guarda-roupa de qualquer mulher executiva, seguindo-se logo atrás o vestido com o casaquinho que combine”.

      Muitos não adotam este conceito estrito, mas advogam um retorno à moderação da linha de estilos, visto que muitas mulheres jovens que agora procuram empregos aparecem para as entrevistas usando blue jeans, frente-única e outras roupas comuns, para surpresa de muitos executivos que são empregadores.

      Para muitas mulheres, o “terninho” é muito prático e confortável quando fazem compras, ou como traje informal. Mas, em algumas partes, as pessoas o consideraria inaceitável quando, por exemplo, se comparece a reuniões religiosas. A mulher cristã, portanto, será sábia se levar em conta as atitudes existentes na comunidade em que vive. Destarte, ela poderá, copiando-se uma frase bíblica, ‘recomendar-se a toda consciência humana’. — 2 Cor. 4:2.

      Além de encorajar que se considerem os outros, a Bíblia aconselha às mulheres cristãs a que “se adornem em vestido bem arrumado, com modéstia e bom juízo, . . . dum modo próprio das mulheres que professam reverenciar a Deus, a saber, por intermédio de boas obras”. (1 Tim. 2:9, 10) Quando a roupa duma mulher cristã move os outros a questionar se ela é veraz às suas afirmações religiosas, sua roupa, obviamente, não mais seria modesta. O fator determinante nisto não é se o item é um vestido, uma saia ou calças compridas, mas o que se espera, naquela localidade, de alguém que ‘professa reverenciar a Deus’.

      Certas roupas, tais como calças compridas, podem ser usadas tanto por homens como por mulheres. Quando isso se dá, deve-se ter cuidado de não usar um estilo que torne difícil distinguir o homem duma mulher. Isto se harmoniza com o espírito da lei registrada em Deuteronômio 22:5: “Não se deve pôr vestimenta de varão vigoroso em mulher.”

      Assim, muitas coisas determinam se a mulher se veste com modéstia. Importantes são sua atitude, seu bom gosto, sua escolha do tecido e ela se vestir segundo a ocasião. Ela deve saber o que é certo para ela e deve apegar-se a isso, não importa qual seja o estilo ou moda atual. Por último, mas não menos importante, seu modo quieto, brando, modesto, deve brilhar até os outros, e suas roupas devem ser um reflexo de sua modéstia.

  • É a cremação apropriada para os cristãos?
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • Qual É o Conceito da Bíblia

      É a cremação apropriada para os cristãos?

      QUAL é sua reação diante da idéia de se cremar o corpo dum ente querido falecido? Parece-lhe que a cremação é apropriada como meio de dispor dos mortos tanto quanto o sepultamento? Ou choca-se a cremação com seus sentimentos? Parece-lhe imprópria ou até mesmo antibíblica?

      Sua reação pode ter sido moldada pelo conceito que prevalece onde mora. Em alguns países, a cremação é bem comum. Por exemplo, na Alemanha Ocidental, Inglaterra e Dinamarca, mais da metade dos mortos são cremados, e, no Japão, ela é quase que universal. Mas, nos, Estados Unidos, apenas cerca de 8 por cento dos mortos são cremados, e, em outros países, ainda é menos comum. Por que tais diferenças?

      Inquestionavelmente, as condições locais têm que ver com os costumes quanto à disposição final dada aos mortos. Exemplificando: em algumas localidades, o solo fica congelado durante grande parte do ano, e é escassa a lenha. Assim, é costumeiro os mortos ficarem ‘expostos’, sendo consumidos por aves ou animais. Em tais países, apenas pessoas da classe média e rica são enterradas ou cremadas. Em certos países onde o solo é escasso, a cremação é popular, devido a que custa menos do que o sepultamento num túmulo normal.

      Mas, as crenças religiosas também entram no quadro relativo à cremação. Por sua crença de que uma pessoa possui uma alma imortal, alguns dos antigos gregos e romanos consideravam a cremação como ótimo meio de liberar rapidamente a alma de seu corpo morto.

      Inversamene, a Encyclopœdia Judaica relata: “A disposição final do cadáver pela queima não é um costume judaico e a inumação [enterro] é considerada obrigatória pelos judeus tradicionais.” Também, durante séculos, a Igreja Católica Romana opôs-se à cremação. Em fins do século dezenove, a Lei Canônica 1240 declarou que os católicos que ordenassem que seus corpos fossem cremados seriam privados dum enterro eclesiástico, a menos que se arrependessem antes de morrerem. Um

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