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Cuidados com os pés das criançasDespertai! — 1987 | 22 de setembro
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Cuidados com os pés das crianças
“ESTAMOS produzindo uma nação de aleijados”, preocupa-se o quiropodista Adrian Grier, da cidade de Luton, Inglaterra. Em sua clínica hospitalar, ele vê crianças de apenas seis anos já com pés desfigurados. A causa: sapatos que não calçam bem. Em apenas um ano, de mais de 3.000 crianças examinadas por Grier, 600 apresentavam problemas nos pés, atribuíveis a sapatos não apropriados para elas. “Quanto mais cedo as criancinhas começam a usar um sapato da moda, mais rapidamente surgem deformações, e pior serão”, declara Grier no jornal Herald, de Luton. Mas sapatos que não calçam bem não são a única causa de deformações nos pés. Os pés dos bebês podem inicialmente sofrer deformações quando os pais colocam os bebês em macacõezinhos de dormir, e meias pequenas demais podem ser igualmente prejudiciais, afirma Grier.
Ficar alerta aos perigos, e adotar um enfoque sensato na compra de sapatos que calcem bem, muito contribuirá para impedir as deformações, unhas encravadas, joanetes, e até mesmo a artrite na vida posterior. Grier sugere que os sapatos para as crianças devem ter uns 2 centímetros mais que o pé da criança (dando margem ao crescimento) e ter bico arredondado.
Quando se trata de roupas, bem como de sapatos, este conselho consagrado pelo tempo, dirigido às mulheres cristãs, pode ser proveitoso para todos: “Sejam sensatas e se vistam com decência e simplicidade”. — 1 Timóteo 2:9, A Bíblia na Linguagem de Hoje.
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Cuidem-se ao tomar banho de sol!Despertai! — 1987 | 22 de setembro
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Cuidem-se ao tomar banho de sol!
À MEDIDA que as pessoas se dirigem atualmente para praias ensolaradas, em algumas partes do mundo, e para lâmpadas de bronzear em outras partes, elas deviam acatar o aviso dado pela ACS (sigla, em inglês, da Sociedade Americana de Câncer).
“A exposição excessiva ao sol”, diz a ACS, é, sem comparação, a causa mais comum do câncer da pele. Quem corre o maior risco? Embora ninguém esteja imune ao efeito prejudicial do sol, o opúsculo da ACS, Fry Now. Pay Later. (Toste-se Agora. Pague Depois.), avisa aos “que tomam banho de sol, e que deliberadamente se expõem à radiação ultravioleta solar”. Diz mais: “As pessoas que se queimam facilmente ao sol, e que têm pele clara, e cabelos ruivos ou louros são mais propensas a contrair câncer da pele.” E o risco é maior nos lugares em que existe intenso sol o ano todo.
Dentre os 450.000 novos casos de câncer da pele notificados cada ano nos Estados Unidos, aproximadamente 22.000 casos são diagnosticados como melanomas malignos — o menos comum, porém o mais grave dos principais cânceres de pele — que começa nas células da pele que produzem o pigmento escuro chamado melanina. Os melanomas podem começar numa mancha pardacenta da pele, ou próxima dela. São caracterizados por uma coloração pardacenta ou negra, e apresentam forte tendência de espalhar-se para outras partes do corpo.
Como é que se diferencia uma mancha pardacenta normal de um melanoma? Embora o único modo de se saber com certeza seja consultar seu médico, o folheto Why You Should Know About Melanoma (Por Que Devia Ter Noções do Melanoma), editado pela ACS em cooperação com a Academia Americana de Dermatologia, alista quatro sinais de alerta, como o “ABCD” do melanoma: Assimetria (uma das metades não se iguala à outra), Bordas Irregulares (as bordas são desiguais, entalhadas, ou indistintas), Cor (a pigmentação não é uniforme), e o Diâmetro é superior a 6 milímetros (qualquer aumento súbito ou persistente de tamanho deve ser motivo de preocupação especial).
As probabilidades de cura são boas, caso se detecte precocemente a doença. Melhor ainda, sublinha a ACS, pode-se evitar a maioria dos cânceres da pele por simplesmente se usar o bom senso e evitar o sol quente do meio-dia, por se usar guarda-sóis na praia ou na piscina, e por se cobrir.
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