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  • “Ministros de nosso Deus” e seus ajudantes hoje
    A Sentinela — 1979 | 1.° de janeiro
    • e com congregações semelhantes a cidades. Queriam também estar em tal espécie de paraíso espiritual, para servir ali a Deus. — Veja Podeis Sobreviver ao Armagedom Para o Novo Mundo de Deus, pp. 321-324, parágrafos 14-16; p. 400, N.º 30.

      28. Por causa de que proceder da “grande multidão” vêem os do restante ungido que se cumprem neles as palavras de Isaías 61:5?

      28 Calculando plenamente o custo de sua decisão e de seu proceder, abandonaram a organização poluída e decadente do mundo. Enfileiraram-se ao lado da organização visível de Jeová. Naturalmente, não podiam servi-lo quais israelitas espirituais, mas desejavam realmente ajudar o restante ungido na proclamação das boas novas do reino de Jeová por Cristo. Por isso, foram batizados como seguidores dedicados de Jesus Cristo. Empreenderam o serviço ativo junto com os israelitas espirituais. Por conseguinte, o restante ungido vê com prazer que se cumprem nele as palavras de Isaías 61:5: “E estranhos estarão realmente de pé e pastorearão os vossos rebanhos, e estrangeiros serão os vossos lavradores e os vossos vinhateiros.”

      29. Com humildade mental, os da “grande multidão” tem prazer em fazer o que a favor dos “ministros de nosso Deus”, e com que efeito?

      29 Os da “grande multidão” consideram, humildemente, ser uma honra e um privilégio servirem no paraíso espiritual junto com os que Isaías 61:6 designa como “sacerdotes de Jeová” e “ministros de nosso Deus”. Reconhecem que os cristãos ungidos, assim designados por Jeová Deus, têm de se especializar em assuntos espirituais, no seu templo espiritual. Por isso, de bom grado aliviam o restante ungido por ajudarem e cooperarem, a fim de que este se possa especializar nos assuntos espirituais mais importantes. Tudo isso auxilia a embelezar o paraíso espiritual e torná-lo frutífero, para a glória de Deus.

      30. Isaías 61:5 retrata estes “estranhos” e “estrangeiros” como prestando que serviços mas como fala Revelação 7:14, 15, sobre o seu serviço?

      30 Assim, os figurativos “estranhos” e “estrangeiros” de hoje ajudam os do restante, para que estes se desincumbam dos deveres que lhes cabem por serem ungidos com o espírito de Jeová. Em Isaías 61:5, a obra dos ajudantes é retratada como pastorear os rebanhos, lavrar e arar, e cuidar dos vinhedos. Mas, na visão de Revelação, sobre os estrangeiros de todas as nações, tribos, povos e línguas, diz-se a respeito deles: “Lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro. É por isso que estão diante do trono de Deus; e prestam-lhe serviço sagrado, dia e noite, no seu templo.”—Rev. 7:14, 15.

      31. Não importa como o mundo os encara, o que são os da “grande multidão” para o entronizado Deus?

      31 Os da “grande multidão” são assim retratados como os que prestam serviço sagrado ao entronizado Soberano Senhor do universo. Não importa como o mundo os encare, são Seus servos!

      32. Como se cumprirá Isaías 61:5, 6, de modo mais literal com respeito ao restante e à “grande multidão” durante o milênio?

      32 Esta “grande multidão” de “estranhos” e “estrangeiros” sobreviverá à vindoura “grande tribulação”. Quão belamente Isaías 61:5 descreve o que farão depois, durante o reinado milenar de Cristo! Durante esse tempo, os “sacerdotes de Jeová”, que são “ministros de nosso Deus”, serão enaltecidos junto com o Sumo Sacerdote Jesus Cristo, nos céus. Lá em cima, ocupar-se-ão mais do que nunca com o serviço sacerdotal para toda a humanidade. (Rev. 20:6) Mas a “grande multidão” ficará aqui, na terra purificada, que há de ser transformada num literal paraíso global. Então, quem serão pioneiros na reabilitação e no embelezamento do escabelo terrestre de Deus? Ora, a “grande multidão” de sobreviventes da tribulação, os quais se apegaram ao paraíso espiritual, junto com o restante ungido.

      33. Como cuidarão os da “grande multidão” das necessidades e dos apetites humanos, naquele tempo, e para quem serão pioneiros no serviço e na adoração de Jeová?

      33 Haverá então fabricação de roupa? A lã dos rebanhos pastoreados pela “grande multidão” será ampla para este fim. Deseja-se pão, e outros produtos do campo? Os “lavradores” cuidarão de que se saciem os bons apetites. Os vinhateiros poderão prover o melhor dos vinhos, para alegrar o coração dos homens. O progresso feito pelos da “grande multidão” em restaurar o paraíso na terra deleitará os olhos de todos os ressuscitados dentre os mortos e demonstrará o cuidado antecipado para com todos esses remidos pelo Sumo Sacerdote. Apesar de tudo isso, os da “grande multidão” não deixarão de prestar regularmente serviço sagrado a Jeová Deus, por meio de Jesus Cristo, no pátio terreno do templo espiritual de Deus. Nisto tomarão a dianteira e darão um excelente exemplo a todos os ressuscitados dentre os mortos. — Luc. 23:43.

  • Motivo de alegria exultação em Deus
    A Sentinela — 1979 | 1.° de janeiro
    • Motivo de alegria exultação em Deus

      1. Por que transbordam hoje, os do restante dos israelitas espirituais de alegria em vista do cumprimento de Isaías 61:10?

      SENTE-SE uma inexprimível alegria quando se é liberto do cativeiro e encarceramento em Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa. Há motivo para se exultar em ser restaurado no favor e na boa vontade do Deus da verdadeira religião. Ao passo que os do restante ungido dos israelitas espirituais contemplam hoje sua libertação e restauração por Ele, transbordam de alegria. O inspirado profeta Isaías lhes coloca as palavras na boca, quando diz: “Sem falta, exultarei em Jeová. Minha alma jubilará em meu Deus. Pois ele me trajou das vestes de salvação; envolveu-me na túnica sem mangas da justiça, igual ao noivo que, à maneira sacerdotal, põe uma cobertura para a cabeça, e igual à noiva que se atavia com os seus adornos.” — Isa. 61:10.

      2. Usa o restante ungido ainda as “vestes da salvação”, e por que nunca será exilado do paraíso espiritual?

      2 A partir do ano do após-guerra de 1919, Jeová trouxe a “salvação” ao restante ungido dos israelitas espirituais por libertá-lo de Babilônia, a Grande, e de seus apaniguados mundanos. Apesar de toda a perseguição religiosa que sofreu desde então, o restante ungido ainda se encontra trajado das “vestes de salvação”. O restante está decidido a continuar a usar estas vestes identificadoras até que Babilônia, a Grande, e seus apaniguados imorais sejam destruídos na vindoura “grande tribulação”. Por fazer isso, ele nunca será expulso e exilado do paraíso espiritual, ao qual Jeová o levou desde 1919.

      3. Por que surgiu a necessidade de o restante ungido ser envolvido numa “túnica sem mangas da justiça”?

      3 A “túnica sem mangas da justiça” é algo acrescentado às “vestes de salvação”, com que Jeová trajou seu restante restabelecido. Aos olhos do mundo, especialmente por causa de sua difamação pelos clérigos da cristandade, os do restante dos israelitas espirituais pareciam ser injustos, em sentido religioso. Foram tachados de hereges, falsos profetas, falsos cristos, enganadores, e filhos do Diabo. Tornarem-se alvo de perseguição mundial parecia confirmar tais acusações lançadas contra eles, especialmente na cristandade. Mas, como os encarava Jeová?

      4. Como mostrou Jeová que encarou como justo o restante arrependido, que buscava a Deus, vindicando-o?

      4 O grande Juiz de todos não os condenava, nem os vestia de roupa de prisão, banindo-os de sua organização. Por terem procurado a ele e sua Palavra, ele acolheu o restante arrependido de volta ao seu favor. Concedeu-lhes o privilégio honroso de serem suas testemunhas, seus embaixadores, para pregar “estas boas novas do reino . . . em toda a terra habitada”, em testemunho internacional, antes do fim deste sistema iníquo de coisas. Fez que se invocasse sobre eles seu nome, Jeová. (Mat. 24:14; Isa. 43:10) Daí, usou-os poderosamente para divulgar seu nome e seus propósitos aos quatro cantos da terra. Isto tem significado vindicação para o restante!

      5. Assim, falando-se em sentido figurativo, que mudança de vestes teve o restante, com uma alegria similar à de que ocasião?

      5 Isto mostrou ser uma justificação para o restante, sendo assim declarado justo perante todo o mundo. Em sentido figurativo, foi envolvido “na túnica sem mangas da justiça”. Desta maneira, passou a sentir uma mudança de vestes, das sujas para as ornamentais. (Isa. 52:1, 2) Sua alegria com isso foi publicada cedo, no artigo principal de seis páginas, na Torre de Vigia de 1.º de fevereiro de 1925, em inglês, intitulado “O Manto da Justiça”, baseado em Isaías 61:10, segundo a Versão Autorizada, em inglês. Sua alegria tem sido como a dum noivo e sua noiva no dia do casamento!

      6. Quão duradoura tem sido esta alegria do restante vindicado, e quem se tem alegrado com ele, em que demonstração prática?

      6 Quanto à alegria, bem, o que a profecia de Isaías dissera anteriormente mostrou-se veraz: “A alegria tornar-se-á sua por tempo indefinido.” (Isa. 61:7) Hoje, uns 44 anos depois de 1935 E.C., os do restante salvo e vindicado têm continuado a alegrar-se mesmo, mas, além disso, é a “grande multidão” de seus ajudantes que participa na alegria. Adotando o ponto de vista bíblico, passaram a encarar os do restante ungido como “sacerdotes de Jeová” e “ministros de nosso Deus”. Discernem que a classe tingida está trajada das “vestes de salvação” e envolvida “na túnica sem mangas da justiça”. Expressam sua própria alegria diante disso por servirem a Jeová Deus ao lado deste restante aprovado de servos públicos, sacerdotais. Embora os da “grande multidão” sejam classificados como “estranhos” e “estrangeiros”, e sejam comparados a pastores, lavradores e vinhateiros, têm sido enormes o alívio e a ajuda que têm dado ao restante ungido. O paraíso espiritual foi beneficiado pela sua presença. — Mat. 25:31-46.

      7. Por que tinha de ocorrer todo este milagre do século 20, assim como a primavera vinha regularmente à Palestina?

      7 Todo este milagre do século 20 tinha de acontecer em cumprimento da profecia bíblica, assim como a primavera tinha de vir regularmente na terra da Palestina. A profecia de Isaías 61:11 nunca podia falhar: “Pois assim como a própria terra produz o seu renovo e assim como o próprio jardim faz as coisas semeadas nele brotar, assim o próprio Jeová fará brotar a justiça e o louvor na frente de todas as nações.”

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