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Descubra o valor dos brotos vegetaisDespertai! — 1976 | 8 de junho
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tenha uma variedade de brotos crescendo ao mesmo tempo, e ainda assim se economize espaço, alguns construíram pequenas bandejas de madeira, de 15x6x4 centímetros, com furos no fundo, e as empilham umas sobre as outras, a bandeja inferior ligeiramente erguida numa bandeja de vidro ou de metal. Por regar a bandeja de cima, todas as outras são também regadas — quatro vezes por dia. Outros constroem uma armação, de 40x30x20 centímetros, e a colocam a uns 7 centímetros de profundidade no jardim. Espalham-se sementes nela, cobrindo-as com solo leve; a armação tem uma tampa que impede a entrada de luz solar, mas permite a entrada de ar. Acrescente um fundo à armação e poderá produzir brotos vegetais com terra em seu apartamento na cidade. Este método não exige outras atenções exceto ao colher os brotos, que se diz contêm mais nutrientes do que os cultivados apenas com água. Algumas horas de luz solar depois que os brotos estiverem prontos para ser comidos lhes adicionará clorofila.
Quanto ao modo de servi-los: o mais simples e o mais nutritivo é servi-los crus ou com verduras ou cebolas e com algum tipo de molho de salada. O modo mais simples em seguida é refogá-los com cebolas. E, naturalmente, pode acrescentá-los a qualquer prato de legumes, ovos, carne ou peixes para aumentar seu sabor, sua variedade e valor nutritivo.
Sim, brotos de feijão, há muito um requintado prato chinês, estão sendo cada vez mais apreciados e têm muito a recomendá-los por seu valor nutritivo, sua economia e seu sabor.
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É errado trabalhar no sétimo dia da semana?Despertai! — 1976 | 8 de junho
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Qual É o Conceito da Bíblia?
É errado trabalhar no sétimo dia da semana?
O QUARTO dos Dez Mandamentos que Deus ordenou à nação de Israel declara: “Lembrando o dia de sábado para o manteres sagrado, deves prestar serviço e tens de fazer toda a tua obra por seis dias. Mas o sétimo dia é um sábado para Jeová, teu Deus. Não deves fazer nenhuma obra.” — Êxo. 20:8-10.
O termo “sábado” provém dum radical hebraico que significa “descansar, cessar, cessar de trabalhar”. A Bíblia especificava que nenhum israelita deveria cozinhar ou assar, juntar lenha, transportar cargas ou fazer negócios no dia de sábado. (Êxo. 16:23, 29; Núm. 15:32-35; Nee. 13:15) Qualquer israelita que trabalhasse no sábado seria “positivamente morto”. — Êxo. 31:15.
Muitos afirmam que a lei de Deus para se guardar um sábado semanal ainda vigora. Alguns afirmam que tal requisito foi observado pelos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, e, efetivamente, remonta ao jardim do Éden.
Qual é o conceito da Bíblia sobre esse assunto? Será ainda errado trabalhar no sétimo dia da semana?
Um exame honesto mostra que as Escrituras não afirmam que a observância do sábado semanal remonta a Adão e Eva no jardim do Éden. E, ao passo que Abraão observou certas “ordens”, “estatutos” e “leis” de Deus, em parte alguma a Bíblia menciona que ele guardava um sábado semanal. — Gên. 26:5.
Não foi senão pouco antes de dar o pacto da lei mosaica, no Monte Sinai, uns 2.500 anos depois da criação de Adão e Eva, e séculos depois da morte de Abraão, que Deus primeiramente ordenou a observância dum sábado semanal. Segundo Êxodo, capítulo dezesseis, Deus disse aos israelitas que apanhassem o maná miraculosamente provido, seis dias por semana, mas não no sétimo dia. Este deveria ser um “santo sábado para Jeová”. — Êxo. 16:23.
Indicando que a lei do sábado era algo novo, Moisés observou: “Não foi com os nossos antepassados que Jeová concluiu este pacto, . . . E tens de lembrar-te de que te tornaste escravo na terra do Egito e que Jeová, teu Deus, passou a fazer-te sair de lá com mão forte e braço estendido. E por isso que Jeová, teu Deus, te mandou observar o dia de sábado.” — Deu. 5:3, 15.
Deveria o sábado semanal continuar em vigor para sempre? A Bíblia não indica isso, mas explica que Jesus Cristo veio ‘cumprir a Lei’. (Mat. 5:17) Por conseguinte, lemos: “Por meio de sua carne [a de Cristo], ele aboliu . . . a Lei de mandamentos, consistindo em decretos.” — Efé. 2:15; veja também Romanos 6:14; 7:4, 6.
Alguns objetam que estes textos só se aplicam à “lei cerimonial”, com seus sábados especiais, tais como a Páscoa, a festa de Pentecostes, o Dia da Expiação, o sétimo ano e o Jubileu ou qüinquagésimo ano. Sustentam que os Dez Mandamentos, com seu requisito de um sábado semanal, são diferentes da “lei cerimonial” que passou. Outros afirmam que, visto que a ordem de observar um sábado de sétimo dia foi dado pouco antes da lei mosaica, esta ordem não passou junto com aquela Lei. Será que a Bíblia apóia tais conceitos?
É interessante que, quando Jesus considerava a Lei que ele veio cumprir, incluiu o sexto e o sétimo dos Dez Mandamentos, os contra o assassínio e o adultério. (Mat. 5:17, 21, 22, 27, 28) O apóstolo Paulo incluiu o décimo destes mandamentos como parte da Lei, da qual “fomos exonerados”, afirmando: “Realmente, eu não teria chegado a conhecer o pecado, se não fosse a Lei; e, por exemplo, eu não teria conhecido a cobiça, se a Lei não dissesse: ‘Não deves cobiçar.’” (Rom. 7:6, 7; compare com Tiago 2:10, 11.) Quanto à lei do sábado semanal ter sido dada antes da Lei, também o foi a circuncisão; mas a Bíblia mostra que também a circuncisão não era obrigatória para os cristãos. — Gên. 17:9-14; 1 Cor. 7:19.
Isto não significa, contudo, que os cristãos não estejam sob nenhuma lei moral. As Escrituras Cristãs fortemente incentivam o respeito pelos pais e que se evitem coisas tais como a idolatria, o assassínio, o adultério, o roubo e a cobiça. (Efé. 4:28; 6:2; 1 João 5:21; 1 Ped. 4:15; Heb. 13:4; Col. 3:5) Em parte alguma, contudo, os livros do “Novo Testamento” afirmam que os cristãos têm de guardar um sábado semanal.
Por que, então, o próprio Jesus guardou o sábado e incentivou seus ouvintes a observar todos os “mandamentos” de Deus? (Mat. 5:19) Porque, enquanto Jesus estava vivo na terra, tanto ele como seus discípulos estavam como israelitas, sujeitos ao pacto da lei mosaica. (Gál. 4:4) Não foi senão depois da morte e da ressurreição de Jesus, quando já tinha dado sua “carne” em sacrifício, que a Lei foi abolida, sendo substituída por um “novo pacto”. — Luc. 22:20; Heb. 8:13.
Visto que o inteiro pacto da Lei, inclusive a ordem de se guardar um sábado semanal, chegou ao fim em Jesus Cristo, o apóstolo Paulo podia escrever aos cristãos: “Nenhum homem vos julgue pelo comer ou pelo beber, ou com respeito a uma festividade ou à observância da lua nova on dum sábado; pois estas coisas são sombra das coisas vindouras, mas a realidade pertence ao Cristo.” (Col. 2:16, 17) Antes disso, Paulo expressou temor de que ele ‘tivesse labutado em vão’ com respeito a certos cristãos da província da Galácia, pois eles ainda ‘observavam escrupulosamente dias, e meses, e épocas, e anos’. — Gál. 4:10, 11.
O que, porém, querem dizer as Escrituras Gregas Cristãs em Hebreus 4:9, quando afirmam: “Resta um descanso sabático para o povo de Deus”? Indica isto que é errado que os cristãos trabalhem no sétimo dia da semana?
Não, pois o contexto mostra que o “descanso sabático” significa que os cristãos têm de deixar de ter uma atitude de descrença, tal como a que impediu a maioria dos israelitas que saíram do Egito de entrar no ‘descanso de Deus’ na Terra Prometida. (Heb. 3:12, 18, 19; 4:3) Também, os cristãos precisam descansar das “obras” de descrença, em especial dos esforços de justificar-se perante Deus simplesmente por fazerem boas obras ou obras de caridade. (Heb. 4:10, Rom. 3:20) Segundo a Bíblia, uma posição correta perante Deus só vem mediante a fé em Jesus Cristo. (Rom. 3:28) Os cristãos têm de observar tal descanso sabático, não um único dia da semana, mas todos os dias.
Naturalmente, não há nada de errado em tirar um dia dentre sete para descanso. Isto pode fornecer o necessário revigoramento físico, a oportunidade de estudar a Palavra de Deus, e outras atividades espiritualmente estimulantes. Cabe a cada pessoa decidir qual dia, se é que algum, reservará para fins especiais.
Mas, se alguém agora deseja trabalhar no sétimo dia da semana, não existe nenhuma objeção bíblica a isso. Como expressou-se o apóstolo Paulo: “Um homem julga um dia como superior a outro; outro homem julga um dia como todos os outros; esteja cada homem plenamente convencido na sua própria mente.” — Rom. 14:5.
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Observando o MundoDespertai! — 1976 | 8 de junho
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Observando o Mundo
Católicos e a Volta de Cristo
◆ O perito católico, William Marrin, escreve em St. Anthony Messenger (Mensageiro de S. Antônio) sobre um sacerdote que perguntou a seus paroquianos se eles realmente acreditavam que Cristo voltaria. Apenas 36 por cento responderam que Sim. Marrin admitiu que se fala muito sobre a volta de Jesus. Todavia, afirma ele: “Ao passo que o número de pessoas que levam isto a sério está aumentando, há uma opinião contrária, ainda partilhada pela maioria dos católicos, acho eu, de que tudo isso envolve um pouco de doidice. . . . Em outras palavras, temos uma situação em que a maioria dos católicos talvez estejam dispostos a deixar que a Segunda Vinda siga o mesmo caminho da maçã de Eva e da baleia de Jonas.” Exatamente em que parte da Bíblia é que eles realmente acreditam?
Quem Mimou a Quem? Por Quê?
◆ Midge Decter escreve na revista Atlantic que, se a geração mais jovem é fraca e auto-indulgente, isso se deve a que simplesmente tem sido tolerada, e não treinada, pelos pais e outros adultos: “O que os [professores] não lhes disseram era que sua defesa apaixonada da atitude de vocês era a matéria com que eles mesmos tentavam moldar uma posição poderosa e bem paga no mundo. . . . Não é de admirar que os beatificaram . . . Será que vocês, são, talvez, a geração mais mimada da história? Sim, mas de muitos modos, também são a mais abandonada, pelas próprias pessoas que infindavelmente professavam afirmar quanto se importavam.”
Pressão dos Colegas Cientistas
◆ Alguns cientistas afirmam de público que crêem na evolução, mas, em particular, admitem que os fatos não a apoiam. Por que se apegam a tal ensino? Uma resposta é fornecida pelo Dr. Ed Blick, da Universidade de Oklahoma, que
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