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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
w84 15/6 p. 30

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Moralidade do Fumo

Quando o Conselho de Igrejas da Carolina do Norte, EUA, tentou considerar a questão da moralidade do cultivo do fumo, confrontou-se com considerável oposição por parte dos que trabalham nesta indústria, noticiou o Times de Nova Iorque. “Discordamos de que haja um dilema moral concernente ao fumo”, argumentou o diretor administrativo do Comitê de Informações dos Cultivadores de Fumo. Ele crê que o “uso do fumo seja uma questão de escolha pessoal quanto ao estilo de vida da pessoa”.

Certo consultor de negócios relacionados com o fumo acrescentou sua opinião de “especialista”: “Não creio que o bom Senhor negue aos mais de 50 milhões de fumantes deste país e aos demais milhões de fumantes de outros países do mundo a entrada no céu com base apenas em se consomem ou não produtos do fumo.” Asseverou que as religiões não possuem nenhuma “jurisdição ou credencial na questão do fumo”.

Os clérigos, porém, acharam a questão menos clara. O presidente do Comitê de Estudo do Fumo do conselho eclesiástico achou que sua equipe estava sendo posta nas “garras de um dilema”. Por quê? A Carolina do Norte é o maior produtor de fumo dos Estados Unidos, e, somente nesse estado, a indústria do fumo sustenta 150.000 empregos. Isso não é tudo, mas, como salientou prontamente o acima citado consultor, “os fazendeiros, os comerciantes e os fabricantes de fumo desempenharam papel importante na . . . formação e no sustento da igreja”.

Embora os clérigos achem difícil resolver a questão, não fornece a Bíblia orientação clara sobre o hábito do fumo, declarando: “Purifiquemo-nos de toda imundície da carne e do espírito”? — 2 Coríntios 7:1.

Necessita-se de Sabedoria

“Existe conhecimento, mas este nem sempre é acompanhado de sabedoria. Sabemos que as guerras são terríveis, mas a humanidade prossegue em sua louca corrida fratricida.” Assim escreveu Agustin Saavedra Weise num editorial do El Diario de La Paz, na Bolívia.

Weise lamentou que embora o século 20 “tenha produzido uma formidável soma de conhecimentos humanos em todos os campos: ciência, tecnologia, medicina, preparativos belicistas, literatura, arquitetura, etc.”, não houve progresso equivalente em sabedoria. Com que resultado? “Temos testemunhado nos últimos anos as mais bárbaras e primitivas formas de agressão e violência”, disse Weise.

Mas, por que se dá que apesar de todo o conhecimento no mundo há tanta falta de sabedoria? Porque as pessoas abandonaram a Jeová e se voltaram para a ciência, o dinheiro, o prazer e outros “deuses” substitutos. Assim, deixaram para trás a Fonte da verdadeira sabedoria. Realmente, quando os homens rejeitam a palavra de Deus, “que sabedoria é que eles têm?” — Jeremias 8:9.

Sermões Segundo a Moda

Num estudo dos sermões das igrejas no decorrer dos anos, Richard Wentz, historiador religioso da Universidade do Estado do Arizona, EUA, comentou que os estilos de pregação dos clérigos foram influenciados pelas tendências dos tempos. Nos tempos coloniais, diz o professor, dava-se ênfase à soberania de Deus, de que “estávamos nas mãos de Deus”. No século 19, quando os Estados Unidos eram uma nação “nova” e “otimista”, a ênfase foi mudada para “as possibilidades da perfeição humana” e para a idéia de que “Deus está esperando que respondamos”.

Que dizer de hoje? “Atualmente, os sermões parecem dar às pessoas o que elas querem, em vez de dar-lhes o que [os sermões] deviam dizer”, afirma Wentz. Os sermões de hoje são breves, de 10 a 20 minutos em média, geralmente na forma de histórias com “personagens graciosos” e têm por objetivo distrair. A maioria das pessoas querem algo para “excitar seus sentimentos e suas emoções”, acrescenta ele.

Isto faz lembrar algo que o apóstolo Paulo predisse: “Virá o tempo quando os homens não escutarão o verdadeiro ensino, mas seguirão seus próprios desejos. E juntarão para si mesmos muitos mestres, que vão dizer a eles o que estão querendo ouvir.” Mas, os pregadores que apenas agradam aos caprichos das pessoas têm sobre si uma pesada responsabilidade. “Nós, os que ensinamos, seremos julgados com mais rigor do que os outros”, advertiu o discípulo Tiago. — 2 Timóteo 4:3; Tiago 3:1, A Bíblia na Linguagem de Hoje.

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