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  • Mel, Favo De Mel
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    • Alimento benéfico

      As propriedades energizantes do mel são ilustradas no caso de Jonatã, filho do Rei Saul, que, esgotado da batalha, provou um pouco de mel. Imediatamente, seus olhos “começaram a clarear”. (1 Sam. 14:25-30) Este alimento energizante é alistado entre as provisões que Deus supriu a seu povo no deserto. Ali, onde existiam poucas árvores, o povo conseguia obter mel “dum rochedo”, isto é, de favos de mel que as abelhas tinham construído em lugares rochosos. — Deut. 32:13.

      Propriedades curativas

      O mel também possui propriedades curativas. É comparado às declarações afáveis e à sabedoria, não só por causa de sua doçura e de seu ótimo sabor, mas também por causa de suas qualidades salutares. Declarações afáveis são saudáveis, em sentido espiritual, assim como o mel é bom para o corpo físico. O escritor de Provérbios diz: “Declarações afáveis são um favo de mel, doces para a alma e uma cura para os ossos.” — Pro. 16:24; 24:13, 14.

      Palavras ou declarações excelentes

      A doçura e o prazer de se comer mel são aplicados de forma ilustrativa por todas as Escrituras. Em Ezequiel 3:2, 3, e em Revelação 10:9 encontram-se exemplos disto. O mel de favo é amiúde mencionado, pois é considerado de superior sabor, doçura e riqueza quando comparado ao mel já exposto ao ar por certo tempo. Sublinhando a bondade e a agradabilidade das palavras proferidas pela jovem sulamita, seu namorado pastor fala delas como sendo “mel de favo” que persiste em gotejar dos lábios dela. (Cân. 4:11) As decisões judiciais de Jeová são tão excelentes, saudáveis e benéficas que são até mesmo “mais doces do que o mel e o mel escorrendo dos favos”. (Sal. 19:9, 10) Suas declarações são ‘mais suaves para o paladar do que o mel para a boca’. — Sal. 119:103.

      Um aviso contra buscar glória pessoal

      Embora o mel seja bom, comê-lo demais pode provocar náusea (Pro. 25:16); este comer mel demais é comparado às pessoas que procuram sua própria glória. — Pro. 25:27.

      Um aviso contra a imoralidade

      A tentação para se cometer imoralidade sexual, por parte da “mulher estranha”, através de seus atrativos para um homem, empregando seu charme e palavras suaves é descrita em Provérbios, capítulos cinco e sete. Constitui excelente aviso para os cristãos, atualmente. — Pro. 5:3-5; 7:21, 22.

      MEL DE FRUTAS

      A palavra hebraica devásh pode também referir-se ao sumo ou xarope das frutas — figos, tâmaras, etc. Não raro o contexto permite que o leitor determine se se tem presente ou não o mel de abelha. Evidentemente foi o xarope de frutas que foi proibido de ser oferecido sobre o altar, em Levítico 2:11, porque a sua tendência é fermentar. Que não se tem presente o mel de abelha nesse caso é indicado pelo versículo seguinte, que incluía o “mel” proibido entre as primícias. A maioria do mel utilizado pelos israelitas era mel silvestre, e não um tipo cultivado, como se dava com as uvas, os figos, as tâmaras e outros frutos. Pela mesma razão, o “mel” oferecido como primícias, quando Ezequias motivou o povo a sustentar o sacerdócio, era, sem dúvida, o sumo ou xarope de frutas. — 2 Crô. 31:5.

      TERRA DE LEITE E MEL

      A descrição da Palestina como “uma terra que mana leite e mel”, repetidas vezes mencionada nas Escrituras, é bem apropriada, pois não só era abundante ali o produto das abelhas, mas também o xarope de frutas. (Êxo. 3:8; Lev. 20:24; Deut. 11:9; Jos. 5:6, e outras referências.) Este último é, pelo que parece, o mencionado como sendo um item de intercâmbio comercial com Tiro. — Eze. 27:2, 17; veja Abelha.

  • Melquisedeque
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • MELQUISEDEQUE

      [rei da justiça]. Rei da antiga Salém, e “sacerdote do Deus Altíssimo”, Jeová. (Gên. 14:18, 22) Ele é o primeiro sacerdote mencionado nas Escrituras; ocupava essa posição algum tempo antes de 1933 AEC. Sendo o rei de Salém, que significa “paz”, Melquisedeque é identificado pelo apóstolo Paulo como “Rei da Paz”, e, à base de seu nome, como “Rei da Justiça”. (Heb. 7:1, 2) Entende-se que a antiga Salém era o núcleo da posterior cidade de Jerusalém, e seu nome foi incorporado ao de Jerusalém, que é, às vezes, mencionada como “Salém”. — Sal. 76:2.

      Depois de Abrão (Abraão) derrotar Quedor-laomer e seus reis confederados, o patriarca se dirigiu à Baixada de Savé ou à “Baixada do rei”. Ali, Melquisedeque “trouxe. . . pão e vinho” e abençoou Abraão, dizendo: “Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, Produtor do céu e da terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus opressores na tua mão!” Então, Abraão deu ao rei-sacerdote “um décimo de tudo”, isto é, dos “principais despojos” que ele tinha adquirido em sua luta bem-sucedida contra os reis aliados. — Gên. 14:17-20; Heb. 7:4.

      TIPIFICADO O SACERDÓCIO DE CRISTO 

      Numa notável profecia messiânica, é o seguinte o juramento afiançado de Jeová ao “Senhor” de Davi: “Tu és sacerdote por tempo indefinido à maneira de Melquisedeque!” (Sal. 110:1, 4) Este salmo inspirado forneceu aos hebreus motivos para considerar o prometido Messias como aquele em quem seriam conjugados os cargos de sacerdote e de rei. O escritor da carta aos hebreus, que em geral se entende ter sido o apóstolo Paulo, removeu qualquer dúvida a respeito da identidade da pessoa predita, falando de “Jesus, que se tornou sumo sacerdote para sempre à maneira de Melquisedeque”. — Heb. 6:20; 5:10.

      DESIGNAÇÃO DIRETA

      Jeová evidentemente designou Melquisedeque para ser sacerdote. Ao considerar a situação de Jesus como grande Sumo Sacerdote, Paulo mostrou que o homem não assume tal honra “por si mesmo, mas apenas quando é chamado por Deus, assim como também Arão foi”. Ele também explicou que “o Cristo não se glorificou a si mesmo por se tornar sumo sacerdote, mas foi glorificado por aquele que falou com referência a ele: ‘Tu és meu filho; hoje eu me tornei teu pai’”, e o apóstolo em seguida aplica as palavras proféticas do Salmo 110:4 a Jesus Cristo. — Heb. 5:1, 4-6.

      ’RECEBEU DÍZIMOS DE LEVI’

      A condição sacerdotal de Melquisedeque não estava vinculada com o sacerdócio de Israel e, como as Escrituras indicam, era mais elevada que o sacerdócio arônico. Um fator que indica isto é a deferência demonstrada a Melquisedeque por Abraão, o antepassado da inteira nação de Israel, incluindo a tribo sacerdotal de Levi. Abraão, “amigo de Jeová”, que se tornou “pai de todos os que têm fé” (Tia. 2:23; Rom. 4:11), deu um décimo ou um “dízimo” a este sacerdote do Deus Altíssimo. Paulo mostra que os levitas recebiam dízimos de seus irmãos, que também tinham procedido dos lombos de Abraão. No entanto, ele indica que Melquisedeque, “que não derivou deles a sua genealogia tomou dízimos de Abraão”, e, “por intermédio de Abraão, até mesmo Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos, porque ele estava ainda nos lombos de seu antepassado quando Melquisedeque foi ao encontro dele”. Assim, embora os sacerdotes levíticos recebessem dízimos do povo de Israel, eles, conforme representados pelo seu ancestral, Abraão, pagaram dízimos a Melquisedeque. Ademais, a superioridade do sacerdócio de Melquisedeque é indicada por ter ele abençoado a Abraão, Paulo indicando que “o menor é abençoado pelo maior”. Tais fatores se achavam entre os que constituíam Melquisedeque um tipo apropriado do grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. — Heb. 7:4-10.

      NENHUM PREDECESSOR NEM SUCESSOR

      Paulo indica expressamente que, mediante o sacerdócio levítico, a perfeição era inatingível, tornando assim necessário que aparecesse um sacerdote “à maneira de Melquisedeque”. Ele indica que Cristo proveio de Judá, uma tribo não-sacerdotal, mas, citando a similaridade de Jesus com Melquisedeque, ele mostra que Jesus se tornou sacerdote “não segundo a lei dum mandamento dependente da carne, mas segundo o poder duma vida indestrutível”. Arão e seus filhos se tornaram sacerdotes sem que houvesse um juramento, mas o sacerdócio conferido a Cristo foi ordenado por um juramento de Jeová. Também, ao passo que os sacerdotes levíticos continuavam morrendo e precisavam ter sucessores, o ressuscitado Jesus Cristo, “por continuar vivo para sempre, tem o seu sacerdócio sem quaisquer sucessores”, e, por conseguinte, é capaz de “salvar completamente os que se aproximam de Deus por intermédio dele, porque está sempre vivo para interceder por eles”. — Heb. 7:11-25.

      Paulo isolou um fato destacado a respeito de Melquisedeque ao dizer sobre ele: Por ser “sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo nem princípio de dias nem fim de vida, mas tendo sido feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote perpetuamente”. (Heb. 7:3) Como outros humanos, Melquisedeque nasceu e morreu. No entanto, os nomes de seu pai e de sua mãe não são fornecidos, não sendo revelados seus ancestrais e sua posteridade, e as Escrituras não contêm nenhuma informação sobre o início de seus dias ou o fim de sua vida. Assim, Melquisedeque podia apropriadamente prefigurar Jesus Cristo, que possui um sacerdócio infindável. Assim como Melquisedeque não tinha nenhum predecessor nem sucessor registrado para seu sacerdócio, assim também Cristo não foi antecedido por nenhum sumo sacerdote similar a ele próprio, e a Bíblia mostra que nenhum jamais o sucederá. Ademais, embora Jesus nascesse na tribo de Judá e da linhagem régia de Davi, seus ancestrais carnais nada tinham que ver com seu sacerdócio, nem era devido a seus antepassados humanos que os cargos tanto de sacerdote como de rei foram conjugados nele. Tais coisas eram resultado do próprio juramento de Jeová feito a ele.

      Um conceito que aparece nos Targuns de Jerusalém e de Jônatas, e que granjeou ampla aceitação entre os judeus e outros, é o de que Melquisedeque era Sem, filho de Noé. Sem estava então vivo, e sua vida até mesmo ultrapassou a de Sara, esposa de Abraão. Também, Noé abençoou especificamente Sem. (Gên. 9:26, 27) Mas tal identificação não pode ser confirmada. Persiste a realidade que a nacionalidade, a genealogia e a descendência de Melquisedeque não são reveladas nas Escrituras, e que, com bons motivos, ele podia assim representar a Jesus Cristo, que, pelo juramento afiançado de Jeová, “se tornou sumo sacerdote para sempre à maneira de Melquisedeque”. — Heb. 6:20.

  • Menaém
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • MENAÉM

      [alguém que conforta]. Filho de Gadi e rei de Israel por dez anos (c. 791-780 AEC). Ao ficar sabendo que Salum tinha assassinado o Rei Zacarias, Menaém foi de Tirza a Samaria e matou ali o assassino. Ele assumiu então a realeza. Evidentemente durante a parte inicial de seu reinado, Menaém golpeou Tifsa, “e a tudo o que havia nela, e seu território fora de Tirza, porque não se abriu”. A cidadezinha, pelo que parece,

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