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A invasão dos robôsDespertai! — 1982 | 22 de julho
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o impacto dos robôs. A conclusão do estudo é que “os robôs, mais os que estão sendo desenvolvidos com habilidades sensórias rudimentares, poderão executar cerca de 7 milhões de tarefas existentes na indústria, pelo menos 45% das quais são abrangidas pelos contratos sindicais”. Business Week acrescenta: “O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Automobilística, um dos poucos sindicatos que procuram acelerar a automatização, espera que o número de seus associados da indústria automobilística diminua de 1 milhão para 800.000 entre 1978 e 1990, mesmo levando-se em conta um aumento anual de 1,8% na venda nacional de automóveis.”
Na Europa, onde são feitos os famosos automóveis Volkswagen e Fiat, há cada vez mais temores de que, com a invasão dos robôs em suas fábricas, venha a haver muitos operários deslocados. A Fiat já decidiu eliminar 7.500 empregos. Os operários da Volkswagen, que aclamaram a integração dos trabalhadores autômatos para a execução dos serviços mais desagradáveis, estão mudando de idéia. Vêem que os robôs estão sendo feitos com maior Q.I., com a habilidade de “enxergar” e “sentir”, e assim excluir o operário humano e o relegar a serviços mais servis — uma integração ao contrário.
Quase cada semana, através de algum meio noticioso, os prós e os contras dos robôs estão sendo discutidos. Alguns argumentam que a solução seria uma semana de trabalho de quatro dias úteis. Com a inflação que aumenta cada vez mais, outros argumentam que as pessoas desejam mais pagamentos de horas extras ao invés de menos horas de serviço. Mas, quaisquer que sejam os prós e os contras, o robô impõe a sua presença. Por mais inocente que seja, deve ser levado em conta. É realmente verdade: Os robôs não estão para chegar — já chegaram!
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Uma estranha aula de “catecismo”Despertai! — 1982 | 22 de julho
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Uma estranha aula de “catecismo”
Um casal de jovens italianos, em visita ao exterior, começou a ter palestras sobre a Bíblia com as Testemunhas de Jeová. Mas, logo estava indeciso quanto à escolha de religião que se veria confrontado a fazer, e, ao regressar à sua pequena cidade na Itália, descontinuou seu estudo bíblico.
Mais tarde, o irmão da esposa preparava-se para se casar, e o sacerdote da cidade veio fazer palestras de catecismo sobre os deveres de um casal. Durante a conversação, da qual o jovem casal participou também, o sacerdote tirou do bolso um pequeno livro azul. O casal ficou surpreso ao reconhecê-lo. Não era aquele livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna — que as Testemunhas de Jeová amiúde usam ao dirigirem palestras bíblicas familiares gratuitamente? Era, sim!
O sacerdote dava sua aula de “catecismo” usando o capítulo “Estabelecendo Uma Vida Feliz em Família” nesse livro. O casal o interrogou sobre seu uso do livro Verdade, e o sacerdote replicou que se podia encontrar alguma coisa boa mesmo nesse livro. Portanto, os dois decidiram que, se o sacerdote podia usar o livro, eles também o podiam estudar. Reiniciaram suas palestras com as Testemunhas e ambos se tornaram testemunhas dedicadas de Jeová. Dois outros membros da família também começaram a se associar com a congregação local.
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