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  • Os desvanecentes jesuítas
    Despertai! — 1975 | 8 de janeiro
    • ações, assumiu as palavras de Cristo sobre seus seguidores estarem ‘no mundo, mas não serem parte do mundo’. (João 17:11-16) Isso, admitidamente, não representa um desafiozinho qualquer. Mas, ao tentarem ser sacerdotes jesuítas, ao passo que também ficam ativos em outros empreendimentos do mundo, há sempre a possibilidade de que o papel sacerdotal escorregue para uma posição secundária. Quando isso acontece, onde está a diferença entre o jesuíta e o leigo mediano da mesma profissão? Não há nenhuma. Mas, aconteceu isto realmente? Os colegas de igreja parecem achar que sim.

      Por exemplo, a revista católica Commonweal fez a crítica do livro The New Jesuits (Os Novos Jesuítas) de George Riemer, em 1971. O livro é uma série de onze interessantes entrevistas com inteligentes jesuítas em diferentes campos. O que concluiu o crítico literário, John L’Heureux? Lemos:

      “Em parte alguma do livro . . . há qualquer indício da razão pela qual tais homens são sacerdotes ou por que são jesuítas. Com toda essa conversa sobre sacerdotes hifenados (sacerdote-escultor, sacerdote-advogado, sacerdote-político), ficamos pensando no que vem depois do hífen. É ser sacerdote apenas algo que se é, como ser irlandês, ou branco, ou gordo? É ser Jesuíta como pertencer a um clube um tanto exclusivo para cavalheiros? Não fazem-no diferente o sacerdócio e a Ordem . . .?”

      Quem negará que este crítico literário faz algumas perguntas legítimas? Não indicam suas observações que os jesuítas não mais se acham simplesmente no mundo, mas, antes, são realmente uma parte operativa dele?

      Revelando ademais que a Ordem é deveras parte do mundo há a declaração do chefe da Ordem, o Superior-Geral Pedro Arrupe. Observa ele: “O fenômeno” dos atuais problemas que confrontam a Ordem, “parece menos estonteante se o colocarmos inteiramente no arcabouço de tudo o que acontece no mundo, e não simplesmente dentro da Igreja hoje”. [O grifo é nosso.] Não mostra a admissão do superior-geral que a Ordem está tão ligada ao mundo, social e moralmente, que sofre conforme o mundo sofre?

      Os jesuítas sinceros sabem que tais perguntas não são propostas em qualquer espírito de beligerância ou de má vontade. Antes, são feitas para estimular o auto-exame, que é tão vital nestes tempos ímpares. Na realidade, a vida está envolvida.

      Que jesuíta não se lembra das palavras de Jesus em seu Sermão do Monte? Ele disse sobre seus seguidores: “Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que há de se lhe restituir o sabor? Para nada mais serve, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens.” — Mat. 5:13, Pontifício Instituto Bíblico.

      Havendo quase que desaparecido qualquer distinção entre os jesuítas e o resto do mundo, francamente, como podem eles, como sal, ser verdadeiro instrumento para preservar a terra da decomposição moral? Isso não é possível. Tais palavras de Jesus merecem especial consideração, visto que ninguém deseja ser parte duma organização que é ‘pisada’.

      O auto-exame exigido pela situação atual, compreensivelmente, não é nada fácil. Mas, para qualquer pessoa genuinamente interessada na “maior glória de Deus”, é absoluta necessidade.

  • Definham as ordens beneditinas
    Despertai! — 1975 | 8 de janeiro
    • Definham as ordens beneditinas

      ● Em todo o mundo, há cerca de 600 comunidades de monges e freiras beneditinos. Agora, esta ordem da Igreja Católica Romana se encontra num período de agudo declínio. Comenta Newsweek: “Como as outras ordens, perdem 10 por cento de seus sacerdotes e irmãs a cada ano e acham difícil atrair substitutos. No famoso Monte Cassino da Itália . . . apenas 25 monges permanecem numa abadia que poderia alojar 150.”

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