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    • “enroscar-se”, ou “enrolar”; assim, tal nome indica algo que é “enroscado” ou “juntado em dobras”. A palavra é transliterada na maioria das traduções da Bíblia. — Veja Crocodilo.

      O Salmo 74 descreve o registro de salvação da parte de Deus para com seu povo, e os versículos 13 e 14 se referem simbolicamente à libertação que Ele concedeu a Israel, do Egito. Aqui o termo hebraico traduzido “monstros marinhos [Heb., thanniním, ou tannín]” é usado numa expressão paralela com “leviatã”, e o esmagamento das cabeças do leviatã pode bem referir-se à esmagadora derrota imposta a Faraó e seu exército por ocasião do Êxodo. Os Targuns aramaicos fornecem aqui a expressão “os fortes de Faraó”, em lugar de “as cabeças do leviatã”. (Compare com Ezequiel 29:3-5, onde Faraó é assemelhado a um “grande monstro marinho” no meio dos canais do Nilo; também com Ezequiel 32:2.) Pelo que parece, Isaías 27:1 emprega leviatã como símbolo dum império, uma organização de escopo internacional. A profecia é de restauração para Israel, e, assim sendo, o fato de Jeová ‘voltar sua atenção’ para o leviatã tem de incluir a Babilônia. No entanto, os versículos 12 e 13 consideram não só a Babilônia, mas também a Assíria e o Egito. Assim, o leviatã neste caso se refere, evidentemente, a uma organização ou império internacional que se ergue em oposição a Jeová e aos seus adoradores.

  • Levitas
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    • LEVITAS

      Descendentes de Levi, terceiro filho de Jacó com Léia. (Gên. 29:32-34) Às vezes, o termo se aplica a toda a tribo, mas, geralmente, exclui a família sacerdotal de Arão (Jos. 14:3, 4; 21:1-3), e, assim, é comum a expressão “sacerdotes e levitas”. (1 Reis 8:4; 1 Crô. 23:2; Esd. 1:5; João 1:19) Os deveres sacerdotais se restringiam aos membros varões da família de Arão, atuando, como assistentes deles os levitas, o restante da tribo. (Núm. 3:3, 6-10) Este arranjo começou quando se ergueu o tabernáculo, uma vez que, antes disso, nenhuma família ou tribo determinada tinha sido designada para oferecer os sacrifícios. — Êxo. 24:5.

      TOMADOS COMO RESGATE PARA O PRIMOGÊNITO

      Os levitas foram escolhidos por Jeová em lugar de todos os primogênitos das outras tribos. (Êxo. 13:1, 2, 11-16; Núm. 3:41) Contados a partir de um mês de idade, ou mais, totalizavam 22.000 varões levitas que podiam ser trocados pelo mesmo número de primogênitos varões das outras tribos. O recenseamento feito no deserto do Sinai revelou que havia 22.273 primogênitos nas outras tribos. Por conseguinte, Deus exigiu que um preço de resgate de cinco siclos fosse dado a Arão e seus filhos para cada um dos 273 primogênitos a mais que o número de levitas. — Núm. 3:39, 43, 46-51.

      DEVERES

      Os levitas se constituíam de três famílias provenientes dos três filhos de Levi: Gérson (Gersom), Coate e Merari. (Gên. 46:11; 1 Crô. 6:1) Cada uma destas famílias recebeu um lugar designado, próximo do tabernáculo, no deserto. A família coatita de Arão acampava em frente ao tabernáculo, para o E. Os demais coatitas acampavam do lado S, os gersonitas a O, e os meraritas ao N. (Núm. 3: 23, 29, 35, 38) Erguer, desmontar e transportar o tabernáculo era função dos levitas. Quando chegava a hora de se locomoverem, Arão e seus filhos retiravam a cortina que dividia o Santo do Santíssimo, e cobriam a Arca do Testemunho, os altares e outros móveis e utensílios sagrados. Os coatitas então transportavam estas coisas. Os gersonitas transportavam os panos da tenda, as coberturas, os reposteiros e os cordões da tenda (evidentemente as cordas do próprio tabernáculo), e os meraritas cuidavam das armações dos painéis, das colunas, dos pedestais de encaixe, e das estacas e cordões da tenda (as cordas do pátio que cercava o tabernáculo). — Núm. 1:50, 51; 3:25, 26, 30, 31, 36, 37; 4:4-33; 7:5-9.

      O trabalho dos levitas foi altamente organizado sob Davi, que designou supervisores, oficiais, juízes, porteiros e tesoureiros, bem como amplo número de pessoas para ajudar os sacerdotes no templo, nos pátios e nos refeitórios, em conexão com as ofertas, os sacrifícios, o trabalho de purificação, de pesar, de medir, e os vários deveres de vigilância. Os músicos levitas foram organizados em vinte e quatro grupos, de modo similar às divisões sacerdotais, e serviam em rodízio. Os deveres eram determinados por sortes. No caso dos grupos de porteiros, escolhia-se do mesmo modo a designação para determinada porta. — 1 Crô., caps. 23, 25, 26 ; 2 Crô. 35:3-5,10.

      Um limite de idade foi imposto para alguém habilitar-se ao serviço no templo, bem como um limite de idade em que cessava o serviço obrigatório. Alguns têm alegado haver discrepância nas declarações de Números 4:3, 30, 31 e 8:24-26, visto que a idade para o início dos serviços dos levitas é primeiramente declarada como sendo de 30 anos, ou mais, e, depois disso, como sendo de 25 anos, ou mais. No entanto, parece que o caso é que estavam envolvidas duas categorias de serviços. Assim, certas fontes rabínicas apresentam o conceito de que, aos 25 anos, um levita iniciava o serviço no tabernáculo, mas apenas para realizar serviços mais leves, e, então, ao atingir a plena idade de 30 anos, assumia as tarefas mais pesadas. Eles indicam que as referências ao “trabalho” (“obra”) e ao “serviço laborioso e o serviço de levar cargas”, mencionados em Números 4:3, 47, não aparecem em Números 8:24, onde o limite de idade é de 25 anos. Outros acrescentam a sugestão de que os que serviam a partir dos 30 anos tinham que ver com o transporte do tabernáculo e de seu equipamento quando em locomoção, ao passo que os que serviam entre os 25 e os 30 anos completos só serviam quando o tabernáculo já estava erguido e situado no local do acampamento. Aqueles que são a favor deste conceito de que somente aos 30 anos é que lhes eram dadas as tarefas mais pesadas, oferecem o motivo de que, nessa idade, atingir-se-ia maior força, madureza intelectual e bom juízo. Mais tarde, no tempo de Davi, o limite de idade foi baixado para os 20 anos, para o início do serviço no tabernáculo, posteriormente substituído pelo serviço no templo. — 1 Crô. 23:24-32; compare também com Esdras 3:8.

      Quanto à aposentadoria do serviço obrigatório, esta ocorria quando os levitas alcançavam os 50 anos. A declaração em Números 8:25, 26, indica que, nesta idade, os levitas podiam continuar ajudando voluntariamente os que ainda eram elegíveis para os serviços designados, mas eles mesmos não recebiam nenhuma designação direta, nem eram considerados responsáveis de cumpri-la. Sugere-se que o motivo do limite da aposentadoria para o serviço levítico não fora imposto pela simples consideração para com sua idade, mas para impedir o excesso de servidores em tais cargos. Este limite de idade para os levitas não se aplicava ao sumo sacerdote arônico, pois o próprio sumo sacerdote servia em seu santo cargo até a morte, caso continuasse capaz. (Núm. 35:25) Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel, foi escolhido para tal serviço quando já tinha mais de 80 anos, e serviu por quase quarenta anos depois disso. — Êxo. 7:7; Núm. 33:39.

      SUSTENTO

      O sustento dos levitas provinha mormente dos dízimos das outras tribos, sendo-lhes dado um décimo de tudo que era produzido do solo e do gado. Os levitas, por sua vez, repassavam um décimo disso para os sacerdotes. (Núm. 18:25-29; 2 Crô. 31:4-8; Nee. 10:38, 39) Também, embora os levitas fossem isentados do serviço militar, eles, junto com os sacerdotes, compartilhavam de alguns dos despojos da batalha. (Núm. 1:45-49; 31:25-31; veja Dízimo) Os levitas não receberam nenhum território consignado em Canaã, Jeová sendo seu quinhão. (Núm. 18:20) No entanto, outras tribos de Israel lhes deram um total de quarenta e oito cidades espalhadas por toda a Terra Prometida. — Núm. 35:1-8.

      FORNECERAM PALADINOS DA VERDADEIRA ADORAÇÃO

      Os levitas supriram alguns exemplos notáveis de entusiastas em favor da adoração verdadeira. Isto se evidenciou no incidente do bezerro de ouro; e, novamente, quando os levitas deixaram o território de Jeroboão, depois da divisão do reino. (Êxo. 32:26; 2 Crô. 11:13, 14) Também se mostraram zelosos em apoiar os reis Jeosafá, Ezequias e Josias, os governadores Zorobabel e Neemias, e o sacerdote-escriba Esdras, em seus empenhos de restaurar a adoração verdadeira em Israel. (2 Crô. 17:7-9; 29:12-17; 30:21, 22; 34:12, 13; também Esdras e Neemias.) Como tribo, contudo, não apoiaram o Filho de Deus em seu trabalho de restauração, mas alguns levitas, de per si, tornaram-se cristãos. (Atos 4:36, 37) Muitos dos sacerdotes levitas tornaram-se obedientes à fé. (Atos 6:7) Com a destruição de Jerusalém e de seu templo, em 70 EC, os registros familiares dos levitas foram perdidos ou destruídos, pondo fim ao sistema levítico. Mas, uma “tribo de Levi” constitui parte do Israel espiritual. — Rev. 7:4, 7.

  • Levitas, Cidades Dos
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    • LEVITAS, CIDADES DOS

      Jacó predisse que Levi seria espalhado em Israel (Gên. 49:5-7), e isto se deu quando os hebreus ocuparam a Terra Prometida. Não se concedeu aos levitas nenhuma consignação territorial, sendo Jeová sua herança. (Núm. 18:20; Deut. 18:1, 2) Mas Deus orientou no sentido de que as outras tribos de Israel lhes dessem um total de quarenta e oito cidades e as pastagens em volta delas. (Núm. 35:1-8) Tais cidades foram, por fim, designadas aos levitas (Jos. 21:1-8), treze delas sendo cidades sacerdotais. (Jos. 21:19) Dentre as quarenta e oito, seis cidades foram designadas como cidades de refúgio, para os homicidas desintencionais. (Jos. 20:7-9; veja Cidades de Refúgio) Os levitas gozavam do direito de recomprar a qualquer tempo as casas que tivessem vendido, dentro de suas cidades, ou estas lhes eram devolvidas no ano do Jubileu. Mas as pastagens adjacentes às suas cidades jamais deviam ser vendidas. — Lev. 25:32-34.

  • Levítico, Livro De
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    • LEVÍTICO, LIVRO DE

      A terceira parte do Pentateuco, contendo as leis de Deus sobre sacrifícios, sobre a limpeza (pureza) e outros assuntos relacionados com a adoração de Jeová. O sacerdócio levítico, cumprindo as instruções recebidas, prestava serviço sagrado numa “representação típica e como sombra das coisas celestiais”. — Heb. 8:3-5; 10:1.

      PERÍODO ABRANGIDO

      O livro de Levítico não abrange um período muito longo, a maior parte dele sendo devotada a alistar as ordenanças de Jeová, em vez de narrar vários acontecimentos por um período prolongado de tempo. Assim, não mais de um mês pode ser abrangido pelos eventos fornecidos no livro. A ereção do tabernáculo, no primeiro dia do primeiro mês do segundo ano da partida de Israel do Egito, é mencionada no capítulo final de Êxodo, o livro que precede Levítico. (Êxo. 40:17) Daí, o livro de Números (que segue imediatamente o relato de Levítico), em seus primeiros versículos (1:1-3), começa com a ordem de Deus para realizar um recenseamento, declarada a Moisés “no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da saída deles da terra do Egito”.

      QUANDO E ONDE FOI ESCRITO

      A época lógica para a escrita do livro, por conseguinte, seria 1512 AEC, no Sinai, no deserto.

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