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    • 17:16; Romanos 1:21,  22.) A pessoa verdadeiramente sábia treina e disciplina seu coração para lhe dar a motivação correta (Pro. 23:15, 16, 19; 28:26); é como se ela tivesse escrito os mandamentos e a lei justos ‘na tábua do seu coração’. — Pro. 7:1-3; 2:2, 10.

      A experiência e a associação corretas

      A experiência contribui mensuravelmente para a sabedoria. Até mesmo Jesus cresceu em sabedoria no decorrer dos anos de sua infância. (Luc. 2:52) Moisés designou como maiorais homens que eram “sábios, e discretos, e experientes”. (Deut. 1:13-15) Ao passo que a pessoa deriva certa medida de sabedoria por sofrer castigo ou observar outros recebê-lo (Pro. 21:11), um modo superior e que economiza tempo para se alcançar sabedoria é tirar proveito e aprender da experiência dos que já são sábios, preferindo a companhia deles à dos “inexperientes”. (Pro. 9:1-6; 13:20; 22:17, 18; compare com 2 Crônicas 9:7.) As pessoas mais idosas têm maior probabilidade de possuir tal sabedoria, em especial as que manifestam o espírito de Deus. (Jó 32:7-9) Isto foi notavelmente ilustrado por ocasião da realeza de Roboão. (1 Reis 12:5-16) Não obstante, “melhor é o filho necessitado, mas sábio [falando-se em sentido relativo], do que um rei velho, mas estúpido, que não veio saber o bastante para ser ainda avisado”. — Ecl. 4:13-15.

      As portas da cidade (amiúde possuindo praças públicas adjacentes) eram locais em que os anciãos forneciam sábios conselhos e rendiam sábias decisões judiciais. (Compare com Provérbios 1:20, 21; 8:1-3.) A voz dos tolos usualmente não era ouvida em tal atmosfera (quer em se solicitar sabedoria, quer em oferecê-la), sua palra sendo ouvida em outras partes. (Pro. 24:7) Embora associar-se com sábios resulte em disciplina e em ocasional censura, isto é muito melhor do que o canto e o riso do estúpido. (Ecl. 7:5, 6) Aquele que se isola, buscando seu próprio conceito estreito e restrito de vida, e seus próprios desejos egoístas, por fim acaba saindo pela tangente, contrário a toda sabedoria prática. — Pro. 18:1.

      Revelada na conduta e na linguagem pessoais

      Provérbios 11:2 declara que “a sabedoria está com os modestos”; Tiago fala da “brandura que pertence à sabedoria”. (Tia. 3:13) O ciúme e a contenda, a jactância e a teimosia, expõem a pessoa como carente da verdadeira sabedoria, como sendo antes guiada pela sabedoria que é “terrena, animalesca, demoníaca”. A verdadeira sabedoria é “pacífica, razoável, pronta para obedecer”. (Tia. 3:13-18) “A verga dá altivez está na boca do tolo, mas os próprios lábios dos sábios os guardarão.” Eles sabiamente se restringem da linguagem presunçosa, dura ou impetuosa. (Pro. 14:3; 17:27, 28; Ecl. 10:12-14) Da língua e dos lábios dos sábios emana a linguagem refletida, curativa, agradável e proveitosa (Pro. 12:18; 16:21; Ecl. 12:9-11; Col. 3:15, 16), e, em vez de atiçar dificuldades, procuram trazer a calma e ‘ganhar almas’ pela sábia persuasão. — Pro. 11:30; 15:1-7; 16:21-23; 29:8.

      Sabedoria na família

      A sabedoria edifica uma casa familiar, não apenas um prédio, mas a família e sua vida bem-sucedida como uma unidade. (Pro. 24:3, 4; compare com Provérbios 3:19, 20; Salmo 104:5-24.) Os pais sábios não retêm a vara e a repreensão, mas, através da disciplina e do conselho, protegem os filhos da delinqüência. (Pro. 29:15) A esposa sábia contribui grandemente para o êxito e a felicidade da família. (Pro. 14:1; 31:26) Os filhos que se submetem sabiamente à disciplina parental trazem alegria e honra à família, sustentando sua boa reputação contra a calúnia ou acusações, e fornecem provas a outros da sabedoria e do treinamento dado por seus pais. — Pro. 10:1; 13:1; 15:20; 23:24, 25; 27:11.

  • Sabeus
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SABEUS

      Veja SABÁ

  • Saca (Sacola)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SACA (SACOLA)

      Veja ALFORGE; BOLSA.

  • Sacerdote
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SACERDOTE

      [Heb., kohén; gr., hiereús]. O sentido original da palavra kohén não é conhecido, mas seu significado, conforme empregado na Bíblia, pode ser claramente entendido através dum exame de muitos textos em que aparece tal palavra, junto com seu contexto. Uma excelente definição dela é fornecida em Hebreus 5:1: “Todo sumo sacerdote tomado dentre os homens é designado a favor dos homens sobre as coisas referentes a Deus, a fim de oferecer dádivas e sacrifícios pelos pecados.” O sacerdote ‘se aproxima de Jeová’ (Êxo. 19:22), representando a Deus perante o povo a quem ele serve, instruindo-o sobre Deus e suas leis e, por sua vez, representando o povo perante Deus, aproximando-se de Deus em favor do povo, oferecendo sacrifícios, e intercedendo e suplicando a favor deles. — Núm. 16:43-50; Heb. 6:20; 7:25.

      NOS PRIMÓRDIOS DOS TEMPOS

      Nos tempos patriarcais, o cabeça familiar servia como sacerdote a favor de sua família, o dever passando para o filho varão primogênito no caso da morte do pai. Assim, nos tempos bem antigos, encontramos Noé representando sua família numa capacidade sacerdotal (Gên. 8:20, 21) Abraão, cabeça familiar, possuía uma grande casa com a qual ele viajava de um lugar para outro, edificando altares e oferecendo sacrifícios a Jeová em vários acampamentos. (Gên. 14:14; 12:7, 8; 13: 4) No entanto, a Bíblia não chama tais homens especificamente de kohén ou de hiereús. Por outro lado, Jetro, o cabeça familiar e sogro de Moisés, é chamado de “sacerdote [kohén] de Midiã”. — Êxo. 2:16; 3:1; 18:1.

      Melquisedeque, rei de Salém, era um sacerdote [kohén] extraordinário. A Bíblia. não fornece nenhum registro de seus ancestrais, de seu nascimento ou de sua morte. Seu sacerdócio não foi obtido por herança, e ele

      não dispunha de antecessores nem de sucessores no cargo. Melquisedeque detinha o cargo tanto de rei como de sacerdote. Seu sacerdócio era maior do que o sacerdócio levítico, pois Levi, com efeito, pagou dízimos a Melquisedeque, uma vez que estava ainda nos lombos de Abraão quando Abraão ofereceu dízimos a Melquisedeque e foi por ele abençoado. (Gên. 14:18-20; Heb. 7:4-10) Nestas coisas, Melquisedeque prefigurou Jesus Cristo, o “sacerdote para sempre à maneira de Melquisedeque”. — Heb. 7:17.

      Evidentemente, os cabeças familiares atuavam como sacerdotes entre os descendentes de Jacó (Israel) até que Deus estabeleceu o sacerdócio levítico. Por isso, quando Deus conduziu o povo ao monte Sinai, ele ordenou: “Santifiquem-se também os sacerdotes que regularmente se aproximam de Jeová, para que Jeová não irrompa sobre eles.” (Êxo. 19:22) Isto aconteceu antes de ser estabelecido o sacerdócio levítico. Permitiu-se, porém, que Arão, embora ainda não tivesse sido designado sacerdote, subisse junto com Moisés por parte do monte. Esta circunstância se harmonizava com a ulterior designação de Arão e de sua posteridade como sacerdotes. (Êxo. 19: 24) Visto em retrospectiva, esta era uma indicação inicial de que Deus tinha presente suplantar o velho arranjo (do sacerdócio do cabeça familiar) por meio dum sacerdócio da casa de Arão.

      SOB O PACTO DA LEI

      Quando os israelitas se achavam em escravidão no Egito, Jeová santificou para si todo varão primogênito de Israel, na ocasião em que destruiu o primogênito do Egito, na décima praga. (Êxo. 12:29; Núm. 3:13) Estes primogênitos pertenciam concordemente a Jeová, para serem usados com exclusividade no serviço especial prestado a Ele. Deus poderia ter designado todos estes primogênitos varões de Israel quais sacerdotes e zeladores do santuário. Em vez disso, aprouve ao Seu propósito tomar para este serviço os membros varões dá tribo de Levi. Por este motivo, permitiu que aquela nação substituísse os primogênitos varões das outras doze tribos (a prole dos filhos de José — Efraim e Manassés — sendo contada como duas tribos) pelos varões levitas. Num censo feito, resultou haver mais 273 filhos primogênitos não-levitas, com um mês de idade ou mais, do que os varões levitas, de modo que Deus exigiu um preço de resgate de cinco siclos para cada um dos 273, tal dinheiro sendo entregue a Arão e seus filhos. (Núm. 3:11-16, 40-51) Antes desta transação, Jeová já havia separado a família de Arão, da tribo de Levi, como constituindo o sacerdócio de Israel. — Núm. 1:1; 3:6-10; veja Investidura.

      HABILITAÇÕES

      Jeová esboçou as habilitações para aqueles, dá linhagem familiar de Arão, que serviriam no altar de Deus. Para ser sacerdote, a pessoa tinha de ser fisicamente sadia e ter aparência normal. De outra forma, não podia acercar-se do altar com ofertas, e não podia aproximar-se da cortina que separava os compartimentos Santo e Santíssimo do tabernáculo. Tal pessoa, contudo, tinha direito a receber o sustento do dízimo e podia compartilhar das “coisas sagradas” fornecidas como alimento para o sacerdócio. (Lev. 21:16-23) A idade para se iniciar no sacerdócio não é declarada de forma específica, e não se provia nenhuma aposentadoria para os sacerdotes. — Núm. 8:25, 26; veja Aposentadoria.

      SUSTENTO

      Deus falou da tribo de Levi como ‘minha’ (Núm. 3:12), e não se deu à tribo um conjunto de terras como herança, mas eles foram ‘espalhados em Israel’, obtendo quarenta e oito cidades em que viver com sua família e seu gado. Treze destas cidades foram concedidas aos sacerdotes. (Gên. 49:5, 7; Jos. 21: 1-11) Uma das cidades de refúgio, Hébron, era uma cidade sacerdotal. (Jos. 21:13) A razão pela qual os levitas não obtiveram nenhuma região como herança tribal era que, como Jeová lhes disse: “Eu sou teu quinhão e tua herança no meio dos filhos de Israel.” (Núm. 18:20) Os levitas faziam o trabalho designado de seu ministério e cuidavam de suas casas e das pastagens das cidades que lhes foram concedidas. Cuidavam também de outras terras que os israelitas talvez devotassem à utilização do santuário. (Lev. 27:21, 28, 29) Jeová fazia provisões para os levitas por elaborar para eles o arranjo de receberem das outras doze tribos um dízimo de todos os produtos da terra. (Núm. 18:21-24) Deste dízimo, os levitas deviam, por sua vez, dar um décimo do melhor que recebiam, como dízimo para o sacerdócio. (Núm. 18:25-29; Nee. 10:38, 39) O sacerdócio, por conseguinte, receberia um por cento do produto nacional, habilitando-o a devotar todo o seu tempo ao seu serviço designado de Deus.

      Era somente quando Israel se tornava relapso em sua adoração, e negligente no pagamento de seus dízimos, que o sacerdócio sofria, junto com os levitas não-sacerdotais, que tinham de procurar outro trabalho para sustentarem a si mesmos e as suas famílias. Por sua vez, esta má atitude para com o santuário e seu sustento fazia com que a nação sofresse ainda mais por falta de espiritualidade e de conhecimento de Jeová. — Núm. 13:10-13; veja também Malaquias 3:8-10.

      O sacerdócio, além (1) do dízimo regular, também recebia: (2) O dinheiro de redenção para um primogênito varão ou animal. No caso de um touro, cordeiro ou cabrito primogênito, eles recebiam a carne dele como alimento. (Núm. 18:14-19) (3) O dinheiro de redenção dos homens e das coisas santificados como sagrados, e também das coisas devotadas a Jeová. (Lev., cap. 27) (4) Certas partes das várias ofertas trazidas pelas pessoas se tornavam dos sacerdotes, bem como os pães da

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