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  • “A Jeová, nosso Deus, serviremos”
    A Sentinela — 1986 | 15 de dezembro
    • para eles a maneira maravilhosa em que Jeová abençoou seu povo fiel, desde o tempo de Abraão até aquele dia. Jeová lhes disse então: “Assim vos entreguei uma terra pela qual não labutastes e cidades que não construístes, e passastes a morar nelas. Estais comendo de vinhedos e de olivais que não plantastes.” Em vista de tal provisão abundante, Israel certamente desejaria todo o tempo ‘temer a Jeová e servi-lo sem defeito e em verdade’. E cada um de nós, olhando à frente para o iminente glorioso novo sistema de Jeová para esta terra, certamente deve desejar fazer o mesmo. — Josué 24:13, 14.

      19. (a) Que escolha apresentou Josué então ao povo, e como respondeu este? (b) Devemos querer ser semelhantes a quem? (c) Que escolha devemos fazer, e com que determinação?

      19 Josué apresentou então a questão de modo claro perante o povo: “Se for mau aos vossos olhos servir a Jeová, escolhei hoje para vós a quem servireis. . . . QUANTO A MIM E AOS DA MINHA CASA, SERVIREMOS A JEOVÁ.” Podem estas palavras ser repetidas por cada um de nós, individualmente, pelos membros crentes de nossa família, por nossas congregações, e pela mundial “família de Deus”? Certamente que podem! (Efésios 2:19) O povo nos dias de Josué lhe respondeu, dizendo: “A Jeová, nosso Deus, serviremos, e a sua voz escutaremos!” (Josué 24:15, 24) Mas, lamentavelmente, em anos posteriores, deixaram de fazer isso. Não queremos ser iguais àqueles que fracassaram. Queremos ser como Josué e os da sua casa, como Calebe, como os gibeonitas e como Raabe. Sim: “A JEOVÁ . . . SERVIREMOS.” Façamos isso corajosamente e com plena confiança de que nada “será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. — Romanos 8:39.

      O Que Aprendemos do Livro de Josué —

      ◻ Sobre tirar proveito de admoestações repetidas?

      ◻ Sobre cuidar dos modernos gibeonitas?

      ◻ Sobre como Jeová lutará no Armagedom?

      ◻ Sobre a necessidade de fugir para uma “cidade de refúgio”?

      ◻ Sobre escolher a quem temos de servir?

  • Confissão jesuíta
    A Sentinela — 1986 | 15 de dezembro
    • Confissão jesuíta

      MUITOS ainda crêem hoje que o dia 25 de dezembro seja um dia santificado, o aniversário do nascimento de Jesus. Entretanto, o fato de que o verdadeiro sentido religioso deste dia já por muito tempo é conhecido pelos líderes religiosos é demonstrado pela seguinte citação duma obra de Urbanus Holzmeister, erudito jesuíta:

      “Hoje costuma-se admitir que o acontecimento celebrado no dia 25 de dezembro era a festividade que os pagãos celebravam neste dia. Petávio [erudito jesuíta francês, 1583-1652] já observou corretamente que se celebrava em 25 de dezembro ‘o nascimento do sol invicto’.

      “Testemunhas desta festividade são: (a) O Calendário de Fúrio Dionísio Filocalo, composto no ano 354 [EC], no qual se anotou: ‘25 de dezembro, o N(atalício) do (sol) invicto.’ (b) O calendário do astrólogo Antíoco (composto por volta de 200 [EC]): Mês de dezembro . . . 25 . . . O natalício do sol; a duração da luz do dia aumenta.’ (c) César Juliano [Juliano, o Apóstata, imperador romano de 361-363 EC] recomendou os jogos celebrados no fim do ano em homenagem ao sol, que era chamado de ‘o sol invicto’.” — Chronologia vitae Christi (Cronologia da Vida de Cristo), Pontifício Instituto Bíblico, Roma, 1933, página 46.

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