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  • Gomorra
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    • feitas por Jesus Cristo e Judas provam que Jesus e seus discípulos reconheciam que tais cidades daquele distrito haviam realmente existido, e que eles aceitavam o relato bíblico sobre elas como sendo verídico. Embora as cidades sofressem “a punição judicial do fogo eterno” (Judas 7), Jesus indicou que o povo de Sodoma e de Gomorra receberia uma ressurreição para ser julgado. Contrastou-os com uma cidade que rejeitara seu§ discípulos, ao pregarem as boas novas do Reino, dizendo: “No Dia do Juízo será mais suportável para a terra de Sodoma e Gomorra do que para essa cidade.” — Mat. 10:7, 14, 15.

  • Gordura
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    • GORDURA

      A palavra portuguesa gordura é empregada para traduzir várias palavras hebraicas que descrevem, não apenas a substância chamada “gordura” (“banha”), mas também aquilo que é carnudo e rechonchudo. Estes termos também podem ser empregados em sentido figurado, como expressão daquilo que é rico ou fértil (assim como a expressão portuguesa “gordura da terra”), ou para transmitir a idéia de insensibilidade ou de embotamento da mente e do coração.

      A LEI SOBRE GORDURA

      No terceiro capítulo de Levítico, Jeová forneceu instruções aos israelitas relativas ao uso da gordura nos sacrifícios de comunhão. Ao oferecerem gado bovino ou caprino, deviam fumegar sobre o altar a gordura em torno dos lombos e dos intestinos, e a que havia sobre os rins. No caso de ovelhas, devia ser oferecida igualmente toda a cauda gordurosa. (As ovelhas da Síria, da Palestina, da Arábia e do Egito possuem caudas gordurosas, amiúde chegando a pesar 4,5 kg, ou mais.) A Lei dizia especificamente: “Toda a gordura pertence a Jeová . . . Não deveis comer nenhuma gordura nem sangue algum.” — Lev. 3:3-17.

      A gordura se queimaria com intensidade e seria bem cabalmente consumida sobre o altar. Qualquer gordura ofertada sobre o altar não devia ser deixada ali até a manhã seguinte; provavelmente se estragaria e ficaria malcheirosa, algo mui inapropriado para qualquer parte das ofertas sagradas. — Êxo. 23:18.

      Motivos dessa lei

      Sob o pacto da Lei, tanto o sangue como a gordura eram considerados como pertencendo exclusivamente a Jeová. O sangue contém a vida, que somente Jeová pode conceder; por conseguinte, ele lhe pertence. (Lev. 17:11, 14) A gordura era encarada como a parte mais rica da carne do animal. O oferecimento da gordura do animal evidentemente seria em reconhecimento de que as “primeiras” ou as melhores partes pertencem a Jeová, que provê as coisas em abundância, e demonstraria o desejo, por parte do adorador, de oferecer o melhor a Deus. Visto ser símbolo do devotamento, por parte dos israelitas, do seu melhor a Jeová, dizia-se que fumegava sobre o altar como “alimento” e como “cheiro repousante” para Ele. (Lev. 3:11, 16) Assim sendo, comer gordura era uma apropriação indébita do que fora santificado a Deus, sendo um abuso dos direitos de Jeová. Comer gordura incorreria na pena de morte. Diferente do sangue, contudo, a gordura podia ser usada para outros fins, pelo menos no caso dum animal que morria por si ou que tinha sido morto por outro animal. — Lev. 7:23-25.

      Amplitude da aplicação da lei

      Devido a esse último texto, muitos comentaristas procuraram restringir a proibição de Levítico 3:17 apenas à gordura daqueles tipos de animais que eram aceitáveis como ofertas sacrificiais, tais como touros (novilhos), ovelhas e cabras. O ensino rabínico judaico acha-se dividido no que concerne a este assunto. Entretanto, a injunção sobre a gordura, em Levítico 3:17, é ligada com a relativa a se comer sangue, lei que incluía precisamente o sangue de todos os animais. (Compare com Levítico 17:13; Deuteronômio 12:15,  16.) Parece mais coerente, portanto, que a lei sobre a gordura também abrangesse a gordura de todos os animais, incluindo os mortos para uso comum por parte dos israelitas.

      O conceito de que tal proibição se aplicava a toda gordura não é contradito pelo texto de Deuteronômio 32:14, que menciona a Jeová como dando de comer a Israel “a gordura de carneiros”. Trata-se duma expressão figurada que se refere ao melhor do rebanho, ou, como A Bíblia de Jerusalém (na edição inglesa) verte essa frase: “O rico alimento dos pastos.” (Veja também a nota da versão de Darby, e a tradução de Knox, ambas em inglês.) Este sentido poético é indicado pelas partes finais deste mesmo versículo, que se referem à “gordura de rins do trigo” e ao “sangue da uva”. Assim, também, acontece com Neemias 8:10, onde se ordena ao povo: “Ide, comei as coisas gordurosas”, não devemos concluir que eles consumiram literalmente a gordura integral. “Coisas gordurosas” refere-se às partes ricas, coisas que não são magras ou secas, mas suculentas, incluindo itens saborosos preparados com óleos vegetais. Assim, a tradução de Knox reza aqui “regalai-vos com carne rica”, ao passo que A Bíblia de Jerusalém afirma: “Fazei uma refeição abundante.”

      A restrição da Lei mosaica não impedia a engorda de ovelhas e de bois para a mesa. Lemos sobre o “novilho cevado” que foi morto para o filho pródigo. (Luc. 15:23) O alimento de Salomão incluía “cucos cevados” e gado bovino. (1 Reis 4:23) O vocábulo hebraico marbéq, traduzido “bezerro cevado” em 1 Samuel 28:24, significa literalmente ‘um bezerro do curral ou local de amarração’; méahh e merí’ referem-se a um ‘pequeno animal cevado’ ou a ‘um animal bem nutrido’. (Isa. 5:17; Eze. 39:18; veja também Provérbios 15:17; Jeremias 46:21.) No entanto, em cada caso, isto não significa que esta ‘engorda’ fosse com a finalidade de produzir a gordura das vísceras ou camadas adiposas; antes, novamente o sentido é de que os animais se tornaram carnudos (“gordos”), e não magros. — Compare com Gênesis 41:18, 19.

  • Gósen
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    • GÓSEN

      [talvez, monte de terra]. Uma região do Egito em que os israelitas residiram por 215 anos (1728-1513 A.E.C.). (Gên. 45:10; 47:27) Ao passo que é incerta a localização precisa de Gósen, parece ter-se situado na parte E do delta do Nilo, a entrada do Egito propriamente dito. Isto é indicado por ter José, ao deixar sua moradia egípcia, se encontrado em Gósen com seu pai (que viajava de Canaã). — Gên. 46:28, 29.

      O Faraó mantinha gado em Gósen, e os hebreus também apascentavam seus rebanhos e suas manadas ali. (Gên. 47:1, 4-6; 50:8) A descrição da região como ‘o que havia de melhor na terra do Egito’, é aparentemente feita em termos relativos, significando a mais fértil terra pastoril, a mais apropriada para as necessidades específicas da família de Jacó. Gósen talvez tenha sido a mesma coisa que a “terra de Ramessés”, ou, talvez, esta última fosse um distrito de Gósen. (Gên. 47:6, 11) Começando com o quarto golpe contra o Egito, Jeová escolheu especificamente “Gósen” para que não sofresse danos. — Êxo. 8:22; 9:26.

  • Governador
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    • GOVERNADOR

      Nos tempos bíblicos, os governadores geralmente detinham poderes militares e judiciais, sendo responsáveis de certificar-se de que o tributo, a taxa ou a renda do rei ou do governante superior, fosse pago pelos distritos jurisdicionais ou províncias que os governadores dirigiam. (Luc. 2:1, 2) Amiúde, impunham pesada carga sobre o povo, exigindo que suprissem alimento para eles mesmos e para grande massa de auxiliares. — Nee. 5:15-18.

      O Rei Salomão nomeou governadores sobre os distritos de Israel. Eles são mencionados em 1 Reis 10:15, e podem ser os mesmos que os doze prepostos ou deputados de 1 Reis 4:7-19, cujo dever era fornecer alimento para o rei e sua casa, cada um por um mês do ano.

      Praticamente todas as potências mundiais dos tempos bíblicos são mencionadas como possuindo mandatários da categoria de governadores, quer como regentes locais naturais quer como governadores que controlavam territórios ocupados. (Sírio, 1 Reis 20:24; assírio, Eze. 23:5, 6, 12, 23; babilônio, Jer. 51:57; persa, Esd. 8:36, Nee. 2:7, 9; árabe, 2 Cor. 11:32; romano, Luc. 3:1.) José era governador em sentido amplo, sobre todo o Egito, sujeito apenas ao rei. — Gên. 41:40, 41; Atos 7:9, 10.

      Nabucodonosor designou Gedalias para governar os israelitas remanescentes, que foram deixados na terra depois de ele levar muitas pessoas para o cativeiro, em 607 A.E.C. Gedalias foi assassinado cerca de dois meses depois. (2 Reis 25:8-12, 22, 25) Após o período de setenta anos de exílio, o Rei Ciro, da Pérsia, nomeou Sesbazar (provavelmente Zorobabel) como governador dos judeus que voltaram a Jerusalém em 537 A.E.C. (Esd. 5:14; Ageu 1:1, 14; 2:2, 21) Neemias se tornou governador sob o Rei Artaxerxes, da Pérsia, quando voltou para reconstruir o muro, em 455 A.E.C. — Nee. 5:14.

      Sob a regência romana, a Judéia era uma província imperial, os governadores dali sendo diretamente responsáveis por suas ações à pessoa do imperador, e governando enquanto ele assim determinasse. Pilatos foi o quinto numa seqüência de governadores da Judéia. (Mat. 27:2; Luc. 3:1) Félix e Festo foram o décimo primeiro e o décimo segundo governadores (caso não se conte Públio Petrônio e seu sucessor, Marsus, os quais, designados governadores da Síria, dirigiam ao mesmo tempo os assuntos judaicos). (Atos 23:24-26; 24:27) Estes governadores romanos tinham o poder de executar a pena capital, como vemos no caso de Jesus, que foi julgado por Pilatos. — Mat. 27:11-14; João 19:10.

      Jesus se referiu aos governadores das nações em geral quando disse a seus seguidores que estes seriam levados perante tais homens a fim de dar testemunho. Os cristãos não devem temer tais governantes, embora eles sejam poderosos, nem devem ficar preocupados com o que dirão ao testemunhar perante eles. (Mat. 10:18-20, 26) Todos esses governadores fazem parte das autoridades superiores às quais os cristãos devem demonstrar sujeição relativa, e não total. (Rom. 13:1-7; Tito 3:1; 1 Ped. 2:13, 14; Atos 4:19, 20; 5:29; Mat. 22:21) Paulo se dirigiu ao governador Festo, perante o qual estava sendo julgado, com o devido respeito pelo cargo dele, afirmando: “Excelência, Festo.” (Atos 26:25) Diferente dos apóstolos, que devotavam respeito e honra primeiro a Jeová, que governa a todos, a nação de Israel se degradou ao ponto em que demonstrava mais respeito aos governadores terrestres do que a Jeová. Tal circunstância foi usada por Jeová numa forte repreensão dada àquela nação, por intermédio de seu profeta Malaquias. — Mal. 1:6-8.

      Mateus, citando Miquéias 5:2, mostra que Belém, embora muito insignificante no que tangia ao poder governamental em Judá, tornar-se-ia significativa por motivo de o maior dos governadores proceder desta cidade, a fim de pastorear a Israel, o povo de Jeová. Esta profecia encontra seu cumprimento em Cristo Jesus, o Grande Governador sob seu Pai, Jeová Deus. — Mat. 2:6; veja AUTORIDADES SUPERIORES; TIRSATA.

  • Governador, Palácio Do
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    • GOVERNADOR, PALÁCIO DO

      A residência oficial dos governadores romanos. No palácio do governador em Jerusalém, Pôncio Pilatos interrogou Cristo Jesus e, em seu pátio, os soldados romanos zombaram dele. (Mar. 15:16; João 18:28, 33; 19:9) Há alguns que identificam o palácio do governador com o Castelo de Antônia, mas há outros que sugerem que era, provavelmente, o palácio construído por

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