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    Raciocínios à Base das Escrituras
    • textos dizem. (Mat. 7:13, 14, 21; João 10:16; 17:20, 21)’ (2) ‘Portanto, o desafio que temos de enfrentar é identificar essa religião. Como podemos fazer isso? (Talvez possa usar a matéria nas páginas 312-314.)’ (3) Veja também o que se acha nas páginas 384, 385 sob o tópico “Testemunhas de Jeová”.)

      ‘Eu simplesmente leio a minha Bíblia em casa e faço minhas orações a Deus, pedindo entendimento.’

      Poderá responder: ‘Já conseguiu ler a Bíblia inteira?’ Daí, talvez possa acrescentar: ‘Ao prosseguir na leitura, notará algo muito interessante em Mateus 28:19, 20. . . . Isto é importante, porque mostra que Cristo usa outros humanos para nos ajudar a entender o que está envolvido em ser um verdadeiro cristão. Em harmonia com isso, as Testemunhas de Jeová oferecem visitar as pessoas nos seus lares por mais ou menos uma hora semanalmente, de modo gratuito, para uma consideração bíblica. Posso tomar alguns minutos para lhe mostrar como fazemos isso?’

      Veja também a página 312.

      ‘Acho que religião é um assunto pessoal.’

      Poderá responder: ‘Essa é uma opinião comum hoje em dia, e quando as pessoas não estão realmente interessadas na mensagem da Bíblia, nós passamos para outras casas, sem nos abater. Mas sabia que a razão de eu vir fazer-lhe esta visita é que foi isso que Jesus instruiu seus seguidores a fazer? . . . (Mat. 24:14; 28:19, 20; 10:40)’

  • Resgate
    Raciocínios à Base das Escrituras
    • Resgate

      Definição: Um preço pago para comprar algo de volta ou conseguir o livramento de alguma obrigação ou circunstância indesejável. O mais importante preço de resgate é o do sangue derramado de Jesus Cristo. Pagando o valor desse resgate no céu, Jesus abriu o caminho para que a descendência de Adão fosse libertada do pecado e da morte que todos herdamos por causa do pecado de nosso primeiro pai, Adão.

      Como foi a morte de Jesus Cristo diferente da de outros que se tornaram mártires?

      Jesus era um homem perfeito. Nasceu sem ser maculado pelo pecado, e conservou essa perfeição por toda a sua vida. “Ele não cometeu pecado.” Era “imaculado, separado dos pecadores”. — 1 Ped. 2:22; Heb. 7:26.

      Era o Filho sem igual de Deus. O próprio Deus atestou isso audivelmente desde os céus. (Mat. 3:17; 17:5) Este Filho vivia antes no céu; por intermédio dele, Deus trouxera à existência todas as outras pessoas e coisas criadas no inteiro universo. Para executar a Sua vontade, Deus transferira miraculosamente a vida desse Filho para o ventre de uma moça virgem, para que ele nascesse como humano. Para sublinhar que se tornara realmente um humano, Jesus referia a si mesmo como Filho do homem. — Col. 1:15-20; João 1:14; Luc. 5:24.

      Ele não era impotente diante de seus executores. Disse ele: “Entrego a minha alma . . . Ninguém a tirou de mim, mas eu a entrego de minha própria iniciativa.” (João 10:17, 18) Recusou pedir forças angélicas para intervirem em seu favor. (Mat. 26:53, 54) Embora se permitisse a homens iníquos executar seus planos para que fosse morto, sua morte foi verdadeiramente sacrificial.

      Seu sangue derramado tem valor para prover livramento a outros. “O Filho do homem veio, não para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma como resgate em troca de muitos.” (Mar. 10:45) Portanto, sua morte foi muito mais do que um martírio por recusar transigir nas suas crenças.

      Veja também a página 87, sob o tópico “Comemoração”.

      Por que era necessário que o resgate fosse provido do modo como foi, para que pudéssemos ter vida eterna?

      Rom. 5:12: “Por intermédio de um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” (Não importa quão corretamente vivamos, somos todos pecadores desde que nascemos. [Sal. 51:5] Não há meio de obtermos por merecimento o direito de viver para sempre.)

      Rom. 6:23: “O salário pago pelo pecado é a morte.”

      Sal. 49:6-9: “Aqueles que confiam nos seus meios de subsistência e que se jactam da abundância das suas riquezas, nenhum deles pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele, (e o preço de redenção da alma deles é tão precioso, que cessou por tempo indefinido,) que ele ainda assim viva para sempre e não veja a cova.” (Nenhum humano imperfeito pode prover os meios de livrar outro do pecado e da morte. Seu dinheiro não pode comprar a vida eterna, e sua alma deposta na morte, sendo de qualquer forma o salário que há de pagar, devido ao pecado, não tem valor para livrar ninguém.)

      Por que é que Deus não decretou simplesmente que, embora Adão e Eva devessem morrer por causa de sua rebelião, toda a descendência deles que obedecesse a Deus poderia viver para sempre?

      Porque Jeová “ama a justiça e o juízo”. (Sal. 33:5; Deut. 32:4; Jer. 9:24) Portanto, o modo como ele lidou com a situação sustentou sua justiça, cumpriu as exigências da justiça absoluta e, ao mesmo tempo, magnificou seu amor e sua misericórdia. Como se dá isso?

      (1) Adão e Eva não procriaram filhos antes de pecarem, de modo que nenhum deles nasceu perfeito. Toda a descendência de Adão foi gerada no pecado, e o pecado conduz à morte. Se Jeová tivesse simplesmente desconsiderado isso, teria negado suas próprias normas de justiça. Deus não poderia fazer isso e tornar-se assim cúmplice da injustiça. Ele não se esquivou dos requisitos da justiça absoluta; de modo que nenhuma criatura inteligente pode legitimamente achar defeito nisto. — Rom. 3:21-26.

      (2) Sem desconsiderar os requisitos da justiça, como se poderia fazer provisão para livrar os descendentes de Adão que demonstrassem obediência amorosa a Jeová? Se um humano perfeito morresse sacrificialmente, a justiça poderia permitir que essa vida perfeita provesse a cobertura dos pecados dos que com fé aceitassem essa provisão. Visto que o pecado de um homem (de Adão) causara que a inteira família humana fosse pecadora, o sangue derramado de outro humano perfeito (com efeito, um segundo Adão), sendo de valor correspondente, pôde equilibrar a balança da justiça. Visto Adão ser pecador deliberado, não pôde beneficiar-se; mas, já que a penalidade que toda a humanidade tinha de pagar pelo pecado seria paga assim por outra pessoa, a descendência de Adão podia ser libertada. Mas, não existia tal humano perfeito. A humanidade jamais poderia cumprir as exigências da justiça absoluta. Portanto, como expressão de maravilhoso amor e por elevado preço pessoal, o próprio Jeová fez essa provisão. (1 Cor. 15:45; 1 Tim. 2:5, 6; João 3:16; Rom. 5:8) O Filho unigênito de Deus estava disposto a fazer a sua parte. Deixando humildemente sua glória celestial e tornando-se um humano perfeito, Jesus morreu em favor da humanidade. — Fil. 2:7, 8.

      Ilustração: Um chefe de família pode tornar-se criminoso e ser condenado à morte. Seus filhos podem ficar sem recursos e irremediavelmente endividados. Talvez seu bondoso avô intervenha em favor deles, fazendo provisão por intermédio de um filho que vive com ele para que sejam pagas as dívidas e se lhes abra a possibilidade de uma nova vida. Naturalmente, para que os filhos se beneficiem, precisam aceitar o arranjo, e o avô talvez requeira, razoavelmente, certas coisas como garantia de que os netos não imitarão o proceder do pai.

      A quem se aplicou primeiro o mérito do sacrifício de Jesus, e com que objetivo?

      Rom. 1:16: “[As] boas novas [a respeito de Jesus Cristo e seu papel no propósito de Jeová] . . . são, de fato, o poder de Deus para a salvação de todo aquele que tem fé, primeiro para o judeu, e também para o grego.” (O convite de se beneficiar da provisão de salvação por intermédio de Cristo foi estendido primeiro aos judeus, daí aos não-judeus.)

      Efé. 1:11-14: “Em união com [Cristo] também somos [os judeus, incluindo o apóstolo Paulo] designados herdeiros [Herdeiros de quê? Do Reino celestial], . . . a fim de que servíssemos para o louvor da sua glória, nós os que temos sido os primeiros a esperar no Cristo. Mas vós também [cristãos tirados das nações gentias, como o eram muitos em Éfeso] esperastes nele, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, as boas novas acerca da vossa salvação. Por meio dele, também,

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