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  • Preste serviço sagrado noite e dia
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
w77 1/6 pp. 337-342

Preste serviço sagrado noite e dia

“Deus, a quem Presto serviço sagrado com o meu espírito, em conexão com as boas novas a respeito de seu Filho.” — Rom. 1:9.

1, 2. Como mostra a Bíblia que há sacrifícios envolvidos em nosso “serviço sagrado” a Deus?

NÃO se exige hoje dos servos de Deus que ofereçam sacrifícios segundo o pacto da lei, que Cristo Jesus cumpriu e que Deus, por isso, tirou do caminho. Mas, há sacrifícios que são parte vital de nosso “serviço sagrado”. Quais são?

2 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, mostra-nos isso em Hebreus 13:15, 16. Depois de falar sobre o “serviço sagrado” no tabernáculo, prestado pelos sacerdotes de Israel, e como isso se cumpriu em Jesus, Paulo diz: “Por intermédio dele, ofereçamos sempre a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome.”

3. O que exigem de nós as palavras inspiradas de Paulo, em Hebreus 13:15?

3 O que significa isso para nós? Significa que devemos querer divulgar a verdade sobre Jeová Deus e sobre as boas novas do seu Reino. E devemos fazer isso não só de vez em quando, ocasionalmente, apenas nos fins de semana ou nas noites de reunião, mas, como disse o apóstolo, “sempre” — cada dia, noite e dia, atentos às oportunidades de fazer isso.

4. É nosso “serviço sagrado” prestado apenas com os lábios? (1 João 3:18)

4 Significa isso que nosso “serviço sagrado” é inteiramente uma questão de falar? Não, porque depois de mencionar o “sacrifício de louvor”, o apóstolo prossegue falando sobre outros sacrifícios que Deus quer de nós. Ele diz, no Heb 13 versículo 16: “Além disso, não vos esqueçais de fazer o bem e de partilhar as coisas com outros, porque Deus se agrada bem de tais sacrifícios.” Sim, nosso “serviço sagrado” precisa ser equilibrado, contrabalançando as palavras de louvor a Deus com atos, com “fazer o bem e . . . partilhar as coisas com outros”.

5. (a) Como pode toda a nossa vida dar testemunho das boas novas? (b) Que efeito terá isso sobre os outros na nossa comunidade?

5 Assim, iguais a Jesus, queremos que toda a nossa vida seja testemunho da verdade. Deveras, não podemos realizar milagres assim como Jesus, para ajudar as pessoas, mas nossa boa conduta, honestidade, sinceridade e prestimosidade para com as pessoas, quando podemos e com aquilo que temos, são igualmente aceitáveis. Podemos fazer como exorta Gálatas 6:10: “Realmente, então, enquanto tivermos tempo favorável para isso, façamos o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados conosco na fé.” Por meio deste proceder, podemos lançar o alicerce para que as pessoas abram os ouvidos para com a verdade. Não nos devemos, pois, refrear de proclamar as boas novas a todos, livre e destemidamente, ‘da abundância do coração’. Senão, como poderíamos realmente ajudar os que observam nossas boas obras e nossa maneira excelente de viver? Temos de deixar as pessoas saber que foram as boas novas de Deus que nos induziram a fazer as obras excelentes. (Mat. 5:16; 12:34, 35) Deste modo verão que há possibilidade de se tornarem como nós, se também aprenderem as boas novas. A menos que tenhamos tanto obras excelentes, prestimosas e bondosas, junto com uma boa conduta, quanto o “sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome”, não estaremos prestando plenamente “serviço sagrado” a Deus. — Heb. 13:15.

6. O que se exige, então, para nosso “serviço sagrado” ser completo?

6 Em vista do exemplo de Jesus e daquele dos apóstolos, é evidente, então, que nosso “serviço sagrado” não é inteiramente uma questão de mudarmos de personalidade e fazermos coisas bondosas. Esta é uma parte, a base, de nosso serviço, à qual acrescentamos o sacrifício de louvor. (Sal. 106:12) Nosso “serviço sagrado” não pode ser completo, a menos que tanto vivamos como proclamemos as boas novas.

7. Quem decide quanto tempo gastamos com os diferentes sacrifícios que constituem nosso “serviço sagrado”?

7 Todos nós, hoje, podemos mostrar que estamos entre aqueles que prestam “serviço sagrado” a Deus, dia e noite. Jeová Deus não especificou para nós nenhum código legal, sobre quanto tempo temos de gastar em oferecer o sacrifício de louvor (exceto que diz “sempre”), ou em outros sacrifícios com que Deus se agrada bem. Nós mesmos temos de equilibrar isso. Mas, em todos estes sacrifícios — os frutos de nossos lábios, fazendo uma declaração pública de seu nome, e fazer o bem e compartilhar as coisas com outros — todos estes devem existir e ter lugar na nossa vida, nas horas diurnas e nas horas noturnas. — Veja Atos 26:7.

8. Que exemplo de serviço prestado “noite e dia” nos forneceu Jesus? (Mar. 1:35 Luc. 6:12)

8 Jesus teve as boas novas no coração, meditou sobre elas e considerou como transmitir a mensagem às pessoas. Sempre esteve pronto, “noite e dia”, para falar sobre as boas novas, mesmo quando muito cansado. Sempre foi zeloso em proclamar a verdade. (João 2:17) Lembre-se de como ele falou com uma mulher, uma samaritana, povo que os judeus consideravam incapazes de apreciar coisas sagradas. (João 4:7-26) Mas, Jesus não julgou aquela mulher, embora soubesse que ela vivia de modo imoral. Seu testemunho a ela resultou numa maravilhosa proclamação do nome e dos propósitos de Deus. — João 4:39-42.

TODO O NOSSO PROCEDER NA VIDA É “SERVIÇO SAGRADO”

9. Em essência, o que abrange o “serviço sagrado” e como é isto salientado nos escritos inspirados de Paulo? (Col. 3:17)

9 O “serviço sagrado”, portanto, não é algo que ocupa apenas parte de nossa vida. Não se limita apenas a uma só atividade ou a certo número de atividades, mas abrange todo aspecto de nossa vida diária. Em suma, significa ‘fazer todas as coisas como para Jeová, quer comer, quer beber ou fazer qualquer outra coisa’. (1 Cor. 10:31) Mostrando quão inclusivo esse serviço deve ser, o apóstolo diz em Romanos 12:1, 2: “Eu vos suplico, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, um serviço sagrado com a vossa faculdade de raciocínio. E cessai de ser modelados segundo este sistema de coisas.”a

10. (a) O que decide se determinada atividade faz parte de nosso “serviço sagrado”? (b) Que serviço prestado “noite e dia” requer a Palavra de Deus dos pais, e como devem encarar isso?

10 Há muitas coisas envolvidas, mas nosso objetivo, nosso alvo e nossa motivação do coração são fatores-chaves para sabermos se aquilo que fazemos realmente é prestar “serviço sagrado” ou não. Por exemplo, muitos entre nós são progenitores. Uma parte, de fato, uma grande parte de seu “serviço sagrado” a Deus envolve seus filhos. O Salmo 127:3 diz que eles são “uma herança da parte de Jeová”. Está cuidando desta herança como para ele e para a glória dele? Este também é um aspecto de seu serviço “noite e dia”, porque a Palavra de Deus salienta que os pais devem incutir princípios excelentes em seus filhos, desde a hora em que se levantam até que se deitam. (Deu. 6:4-9) Para fazer isso, é básico que se estude a Bíblia com eles. Mas, o pai, ou a mãe, não deve dizer para si mesmo: ‘Eu realizo com meus filhos um estudo bíblico uma vez por semana, assim como faço com outras pessoas. Portanto, isso basta para eles saberem o que é direito e seguirem princípios bíblicos.’ Isto simplesmente não é verdade. Lembre-se de que a Bíblia diz que seus filhos são considerados por Deus como “santos” ou sagrados. (1 Cor. 7:14) Como trataria algo deixado aos seus cuidados, de que soubesse que é sagrado para Deus? Não o zelaria bem, cada dia, dia e noite?

11. Por que não podem os pais negligenciar este aspecto do “serviço sagrado”?

11 O que agora ensinar a seus filhos e a disciplina que lhes der poderá muito bem salvá-los. Por outro lado, se for remisso agora, poderá perdê-los. Quer dizer, de repente virá o tempo — antes que se aperceba disso — quando as suas palavras dirigidas a eles encontrarão ouvidos fechados. O mundo terá mais influência sobre eles do que a palavra de você, pai ou mãe. Então, como considerará Deus o modo em que tratou da propriedade que lhe era sagrada!

12, 13. (a) Como podem os pais sabiamente e com eficácia pôr em prática a exortação em Deuteronômio 6:4-9? (b) Por que desejam os pais cristãos mais do que apenas um “bom filho” do ponto de vista mundano? (Pro. 3:14)

12 Incutir a Palavra de Deus nos filhos, o dia inteiro, não significa pregar-lhes constantemente. Requer que exemplifique, por meio de sua vida diária e sua conversa, o que a verdade de Deus significa. Em cada ocasião, quer por sua amorosa e íntima relação com eles, quer por sua amigável e íntima associação, e livre comunicação com eles, poderá ajudá-los a apreciar a Jeová Deus, sua sabedoria, seu amor e a justeza de seus modos de agir. Escute-os, raciocine com eles. Quando lhes dá instruções ou tarefas a fazer, ou quando os disciplina, mostre por que o faz, e explique os bons resultados de lhe obedecerem, como pai ou mãe, e, por conseguinte, de obedecerem a Deus como Cabeça de todos.

13 Não poderá simplesmente tentar ter um “bom filho” no sentido em que o mundo usa esta expressão. Naturalmente, quer que seu filho tenha boas maneiras, seja respeitoso, honesto e cortês com os outros. Mas, quer que ele ou ela seja assim porque, acima de tudo, seu filho chegou a conhecer e a amar a Jeová Deus. Para que o modo em que cria seu filho seja diferente daquele dos jovens do mundo, e para que seja mesmo “serviço sagrado”, é preciso que a mente e o coração do filho sejam voltados para Jeová, a fim de que se torne louvador de Jeová. — Sal. 148:12, 13.

14. Como podem maridos e esposas prestar “serviço sagrado’’ mediante o arranjo marital?

14 Os maridos e as esposas podem prestar “serviço sagrado” por tornar seu casamento bem sucedido e uma honra para a instituição do casamento por Deus. O homem ou a mulher podem ser muito bondosos e agradáveis para com os outros, suportando pacientemente seus erros ou mesmo agüentando indignidades e prejuízos da parte deles, sem revidarem. Mas, quando se trata do cônjuge, o marido ou a mulher talvez logo se ire, ‘subentendendo outra coisa’ naquilo que o cônjuge diz, com atitude ‘amuada’, procurando algo para criticar. Ou pode ser que o casal cortou as comunicações entre si. Não importa o que mais a pessoa casada possa fazer, ele ou ela não está plenamente prestando “serviço sagrado”, aceitável, a Deus, se ele ou ela desconsiderar o pacto sagrado do casamento. — Efé. 5:22-25, 29.

15. Que grande contribuição pode a dona-de-casa fazer para a divulgação das boas novas na sua localidade?

15 As donas-de-casa têm excelente oportunidade de prestar “serviço sagrado”, aceitável, a Deus. Suas obras excelentes, observadas pelos outros, certamente incluem manter uma casa limpa e esmerada, cuidar da cozinha e das necessidades de roupa da família. Pois, o que é mais revelador para os outros do que o lar da pessoa? A hospitalidade da esposa, sua prontidão de ajudar suas vizinhas, especialmente sua disposição de ‘fazer todo o possível’ para ajudar outras irmãs na congregação em qualquer necessidade que talvez tenham — estes são sacrifícios que agradam bem a Deus. Quando os outros chegarem a saber dessas coisas a seu respeito, a sua declaração pública das boas novas, no território da congregação, terá uma influência mais forte. — Atos 9:36-41; Tito 2:4, 5.

16. Como podem os filhos e os Jovens prestar “serviço sagrado” a Deus, cada dia, com bens resultados?

16 Se os filhos, na família, se preocuparem com prestar “serviço sagrado” a Jeová, poderão mostrar respeito ao pai e ajudar a mãe em dar honra a Deus, por ajudá-los a manter a casa em boa ordem e limpa. E quando os pais não estiverem na verdade, os filhos poderão fazer muito, neste sentido, para fazer com que os pais cheguem a conhecer a Deus. Sua conduta perante os colegas de escola, seu respeito pelos professores, falarem sobre as boas novas quando tiverem a oportunidade e cooperarem de perto com a congregação, nas coisas feitas no Salão do Reino, bem como participarem no serviço de campo, certamente são coisas que Deus considera como “serviço sagrado” prestado a ele. (Pro. 20:11; Tito 2:6-8) Uma boa prova de seu serviço, para ver se é verdadeiro “serviço sagrado”, ou não, é a pergunta que poderá fazer a si mesmo: ‘Vou ao serviço de campo, talvez levando literatura bíblica aos outros?’ Isto é elogiável. Mas, agora, pergunte-se também: ‘Na escola e em outra parte, qual é minha conduta? Faço o que os jovens mundanos fazem? Ou lembro-me de que devo prestar “serviço sagrado” a Jeová, noite e dia? Você, assim como os outros, pode fazer muito para interessar as pessoas nas boas novas, por meio de sua conduta diária e sua boa atitude.

17. Que serviço, em especial, é exigido dos anciãos?

17 Os anciãos cristãos também são convocados a prestar serviço noite e dia. Parte de seu “serviço sagrado” é a favor de seus irmãos, cuidando das necessidades espirituais deles. O apóstolo Paulo podia dizer aos anciãos da congregação de Éfeso: “Portanto, mantende-vos despertos e lembrai-vos de que por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar a cada um de vós, com lágrimas.” (Atos 20:31) Seus irmãos precisam hoje não menos de sua ajuda do que os irmãos em Éfeso, lá no primeiro século, precisavam.

18-21. (a) Em que consistia o “serviço sagrado” que Paulo prestava dia e noite? (b) Por que podia seu serviço secular ser qualificado como parte de seu “serviço sagrado” a Deus, e que lição provê isso para nós?

18 Pode fazer o que Paulo fez, servindo dia e noite? As palavras de Paulo não necessariamente significam que ele gastava cada minuto em falar ou pregar. Não, pois, em Atos 20:34, ele passa a mencionar como trabalhou com suas próprias mãos em serviço secular, a fim de cuidar das necessidades materiais de si mesmo e dos que trabalhavam com ele. De fato, escrevendo aos tessalonicenses, ele disse: “Certamente vos lembrais, irmãos, de nosso labor e labuta. Foi trabalhando noite e dia, para não impormos a nenhum de vós qualquer fardo dispendioso, que vos pregamos as boas novas de Deus.” — 1 Tes. 2:9.

19 Sim, Paulo estava às vezes ocupado não só de dia, mas também de noite, no trabalho secular, tal como a fabricação de tendas. Mas, é importante que nos perguntemos: Por que fez isso? Foi por motivos materialistas ou por ter o desejo de ter certo luxo? Não, mas, conforme ele mesmo diz, foi ‘para não impor um fardo dispendioso’ aos irmãos. Ele deu exemplo neste respeito, de modo que ninguém pudesse acusá-lo de levar uma vida mansa, por causa do apoio financeiro daqueles a quem servia as boas novas. Visto que sua motivação e objetivo eram promover a verdade e eliminar quaisquer pedras de tropeço na mente daqueles a quem servia, pode-se dizer que se empenhava no serviço de Deus até mesmo durante aquelas horas de trabalho secular. Mas, o que teria acontecido se a motivação dele tivesse sido egoísta, se não tivesse feito todas as coisas como para Jeová e para a promoção dos interesses do Reino? Então, seu trabalho não teria sido diferente daquele de qualquer outro serviço secular. Não teria sido “serviço sagrado”.

20 Todavia, Paulo, com consciência limpa e a motivação correta no seu serviço secular, pôde harmonizar esta parte do seu “serviço sagrado” a Deus com a sua comissão dada por Deus, por proclamar as boas novas com muito denodo e zelo. E esse serviço sagrado foi muito abençoado por Deus. Todos nós, certamente, nos maravilhamos diante dos efeitos vastíssimos dos empenhos fiéis de Paulo, de prestar “serviço sagrado” a Deus.

21 Cada um de nós, portanto, deve perguntar-se: O que penso eu do meu trabalho e o que pretendo alcançar? A única resposta razoável é encontrada no conselho que o apóstolo deu ao jovem Timóteo: “Treina-te com a devoção piedosa por teu alvo. Pois . . . a devoção piedosa é proveitosa para todas as coisas, visto que tem a promessa da vida agora e daquela que há de vir.” — 1 Tim. 4:7, 8; João 6:27.

22. Que propósito duplo alcançamos por meio de nossa devoção piedosa?

22 Sim, o objetivo principal de nossa devoção piedosa é prestar “serviço sagrado” a Jeová e dar honra ao seu nome, ajudando assim outros a reconhecer que espécie de Deus ele é e chegar a ter uma relação íntima com ele. Ao fazermos isso, porém, levaremos mesmo desde já, neste tempo, também uma vida muito mais feliz. E significará ‘a vida que há de vir’ não só para nós, mas também para nossa família e para todos os que são influenciados pela nossa conduta e pela nossa proclamação das boas novas.

23, 24. O que nos incentiva a continuar a testar a genuinidade de nosso “serviço sagrado”?

23 Com respeito ‘à vida que há de vir’, e, ainda mais, à oportunidade de ter vida ininterrupta, desde agora e por toda a eternidade, a visão do apóstolo João, a respeito da grande multidão sobrevivente, dá o maior encorajamento para ‘persistirmos em examinar se estamos na fé’, provando se realmente prestamos pleno “serviço sagrado”. (2 Cor. 13:5) Sim, Deus oferece-nos a esperança culminante de fazer parte daquela grande e inúmera massa de gente que ele vai preservar durante a vindoura grande tribulação e introduzir na sua nova ordem justa.

24 Que perspectiva maravilhosa se nos apresenta por simplesmente fazermos a coisa certa, aquilo que é razoável e muito agradável! Ora, todos na terra, em breve, prestarão “serviço sagrado” a Deus, e que paraíso será então a terra! — Rev. 22:1-3.

25. O que devemos fazer desde já, para sobreviver à iminente grande tribulação?

25 Se havemos de estar entre aqueles que escapam da destruição durante a grande tribulação, teremos de fazer desde já o que João viu os daquela grande multidão fazer, após a tribulação. Eles “gritavam com voz alta, dizendo: ‘Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.’” (Rev. 7:10) Não com hesitação, nem com incerteza, mas como que com “voz alta”, motivados pela confiança e pelo amor de todo o coração e devoção de toda a alma — é assim que queremos fazer declaração pública do nome de Jeová Deus e de todas as coisas grandiosas que ele representa, bem como de todas as promessas gloriosas apoiadas por esse nome. Queremos sempre louvar a Jeová e seu Filho, e um ao outro, em nossos lares, nas nossas reuniões e perante todos os que escutarem, em nossa localidade ou onde quer que estejamos. E, se fizermos isso, todas as hostes celestiais, que “sempre observam o rosto” do Pai de Cristo, nos apoiarão plenamente, dizendo “amém” à proclamação das boas novas que fazemos como parte especialmente designada de nosso genuíno “serviço sagrado” a Deus. — Mat. 18:10; Rev. 7:12.

26. O que motiva milhares de pessoas, em toda a terra, a buscarem hoje a Jeová, e que causa de alegria nos dá isso?

26 É o “serviço sagrado” prestado pelo povo de Jeová que atrai hoje milhares de pessoas a Ele. Estas vêem a atitude de amor e de prestimosidade, a limpeza, a genuína integridade, a pacificidade e a pregação devota das Testemunhas de Jeová. Depois, ouvem e se sentem impelidas a escutar as boas novas, zelosamente proclamadas pelos servos de Deus. Jeová Deus é assim glorificado agora e ainda será glorificado mais com maior brilhantismo, em toda a terra, sendo grandemente louvado pelos sobreviventes apreciativos da tribulação — tudo isso em resultado ótimo e feliz de se prestar realmente “serviço sagrado” a Deus, dia e noite.

[Nota(s) de rodapé]

a O Dicionário Teológico do Novo Testamento (em Inglês), comentando o uso do verbo latréuein (prestar serviço sagrado), diz: “O uso compreensivo de latreuin para toda a conduta do justo para com Deus é encontrado primeiro em Luc. 1:74.” “ . . . em Fil. 3:3, encontramos novamente latréuein num amplo sentido metafísico, no qual abrange a inteireza da existência cristã.” — Vol. IV, pp. 63, 64.

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