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A quem iremos senão a Jesus Cristo?A Sentinela — 1979 | 1.° de setembro
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intrigados. Muitos deles ressentiram-se disso e não andaram mais com Jesus. Somente por causa daquela única declaração difícil de entender de Jesus, ressentiram-se dela tanto, que o abandonaram. Quão tolo isso foi! Por adotarem tal proceder, desconsideraram todas as maravilhosas verdades que Jesus havia proferido até aquele tempo. E que dizer de todos os milagres notáveis que Jesus havia realizado, provando que era o predito Messias, o Filho de Deus? — Veja Lucas 7:20-23.
18 Bem que Jesus podia perguntar aos seus apóstolos: “Será que vós também quereis ir?” Pedro teve a resposta certa: “Senhor, para quem havemos de ir? Tu tens declarações de vida eterna; e nós cremos e viemos a saber que tu és o Santo de Deus.” (João 6:67-69) E assim se dá hoje; em vista de tudo o que foi mencionado, é deveras sábio continuar a associar-nos com o “escravo fiel e discreto”. Este “escravo”, por um lado, faz com que as “declarações de vida eterna” nos sejam compreensíveis, e, por outro lado, ajuda-nos ao passo que aplicamos essas “declarações” na nossa vida, para o nosso bem-estar tanto atual como eterno. Não devíamos ser gratos a Jeová Deus e Jesus Cristo por termos tal “escravo” no nosso meio?
19. De que diversas maneiras podemos mostrar que somos gratos a Jeová Deus pelos serviços do “escravo fiel e discreto”?
19 Como podemos expressar nossa gratidão? De mais de uma maneira. Podemos mostrá-la por cooperar com o “escravo fiel” na pregação e em fazer discípulos. Podemos também mostrar nossa gratidão por nos nutrir avidamente do alimento espiritual que este “escravo” provê na forma de livros e revistas, bem como por assistirmos às reuniões congregacionais. Tampouco devemos desperceber o privilégio que temos de orar para que o espírito de Jeová oriente e fortaleça essa classe do “escravo” na obra que Ele tem para ela. E segundo os nossos recursos, temos também o privilégio de contribuir de maneira material para ajudar a arcar com as despesas com as atividades mundiais desse “escravo”. Sim, é de todas essas maneiras que podemos mostrar que apreciamos o modo em que Jeová Deus está usando e abençoando o “escravo fiel e discreto”, demonstrando assim que temos uma fé viva e ativa, que se mostra pelas suas obras. — Tia 2:17, 26.
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Quanto tempo serei esquecido por Deus?A Sentinela — 1979 | 1.° de setembro
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Salmos
Quanto tempo serei esquecido por Deus?
QUANDO em grandes apuros e dificuldades, já achou alguma vez que Deus se esqueceu de você? Já se perguntou se ele talvez se desagradou de você, e, por isso, não lhe dava ajuda em solucionar problemas prementes?
Isto foi o que Davi passou a achar, talvez ao sofrer a perseguição do Rei Saul, ou mais tarde, durante o tempo da revolta de seu filho Absalão. Não importa qual o período que estava envolvido, Davi sofrera provações por tanto tempo, que ele se encontrava num estado muito deprimido, perguntando-se se Jeová se esquecera dele. Sentiu-se induzido a exclamar: “Até quando te esquecerás de mim, ó Jeová? Para sempre? Até quando esconderás de mim a tua face?” (Sal. 13:1) A Davi parecia como se Jeová lhe tivesse escondido a face em desagrado, não intervindo a seu favor. Por isso, perguntou mais: “Até quando devo pôr resistência na minha alma, pesar no meu coração, de dia?” Isto pode significar que ele se perguntou sobre quanto tempo ficaria entregue a buscar seus próprios meios de resistência às situações aflitivas em que se encontrava e quanto tempo seu pesar duraria, dia após dia.
A seguir, o salmista faz a pergunta: “Até quando ficará meu inimigo enaltecido sobre mim?” Aparentemente abandonado por Jeová, perguntava-se sobre quanto tempo seus inimigos teriam superioridade. Acompanhou esta pergunta com a solicitação: “Olha deveras para mim; responde-me, ó Jeová, meu Deus. Faze deveras meus olhos brilhar, para que eu não adormeça na morte, a fim de que meu inimigo não diga: ‘Saí vencedor sobre ele!’ para que os próprios adversários meus não jubilem por se fazer que eu seja abalado.” (Sal. 13:2-4) Sim, Davi queria fervorosamente que o Altíssimo respondesse à sua súplica, viesse em sua ajuda e o animasse, para que seus olhos ‘brilhassem’ ou ‘reluzissem’. Queria continuar vivo, para que seus inimigos não chegassem à conclusão de que realmente haviam triunfado, nem se alegrassem pensando que ele havia cambaleado e caído, sem possibilidade de recuperação.
Embora Davi achasse que havia sido abandonado por Jeová, sua fé permanecia forte. Isto se evidencia nas suas palavras concludentes: “Quanto a mim, confiei na tua benevolência; jubile meu coração na tua salvação. Vou cantar a Jeová, pois lidou comigo de modo recompensador.” (Sal. 13:5, 6) Apesar das dificuldades com que se confrontava, Davi confiava na benevolência ou compaixão ativa de Jeová, e, com esperança e alegria, aguardava ser liberto de suas provações. Lembrava-se de como Jeová havia lidado com ele de modo recompensador no passado e estava decidido a continuar a entoar cânticos de louvor.
Iguais a Davi, nunca nos devemos esquecer das coisas grandiosas que Jeová Deus tem feito por nós. Numa expressão de amor sublime, ele deu seu Filho unigênito. (João 3:16) Desde que chegamos a conhecer o Altíssimo, temos sentido pessoalmente seu cuidado amoroso e sua ajuda em resposta às nossas orações. Daquilo que sabemos sobre os tratos de nosso Criador com os seus servos como um todo e individualmente, podemos confiar em que ele nos fortalecerá na hora da necessidade. Quando passamos por um período especialmente provador, podemos consolar-nos com as palavras inspiradas: “[Lançai] sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” — 1 Ped. 5:7.
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Deus da boa sorte; deus do destinoA Sentinela — 1979 | 1.° de setembro
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Deus da boa sorte; deus do destino
No tempo de Isaías, a adoração destas deidades evidentemente envolvia pôr uma mesa com comida e bebida diante delas. (Isa. 65:11) A tradição árabe identifica o planeta Júpiter com a “[boa] sorte maior” e o planeta Vênus com a “[boa] sorte menor”. Por isso, sugeriu-se que o deus da Boa Sorte (Gad) pode ser identificado com Júpiter e o deus do Destino (Meni) com Vênus. — Tirado de Ajuda ao Entendimento da Bíblia, p. 667, em inglês.
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