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  • Lembrada com lealdade a organização de Jeová
    Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
    • Os Cativos em Babilônia Lembravam-se Lealmente de Sião

      7. (a) Falando-se em sentido religioso, como era a terra da antiga Babilônia? (b) Que efeito deve isso ter tido sobre os cativos judaicos?

      7 A antiga Babilônia era uma terra de deuses falsos, cujos ídolos abundavam ali. (Daniel 5:4) Podemos imaginar o efeito que esta adoração de muitos deuses falsos teve sobre o coração dos judeus fiéis, que haviam adorado apenas o único Deus verdadeiro, sem qualquer espécie de imagem. Em vez de verem o templo de Jeová com toda a sua beleza, em Jerusalém, viam os templos desses deuses falsos e seus ídolos em toda a terra de Babilônia.a Que sensação de repugnância tudo isso deve ter dado aos adoradores do único Deus verdadeiro!

      8. (a) Quanto tempo teriam de suportar os judeus o seu cativeiro, e que anseio teriam os judeus leais? (b) Como descreve o Salmo 137:1-4 a condição aflitiva dos cativos judaicos leais?

      8 Segundo a profecia de Jeremias, teriam de suportar isso por 70 anos antes de vir o restabelecimento. (2 Crônicas 36:18-21; Jeremias 25:11, 12) A condição aflitiva dos cativos judaicos que amavam a Jeová e desejavam adorá-lo no templo dedicado a ele, na sua cidade escolhida, é descrita para nós no Salmo 137:1-4: “Junto aos rios de Babilônia — ali nos sentamos. Também choramos quando nos lembramos de Sião. Nos choupos no meio dela penduramos as nossas harpas. Pois aqueles que nos mantinham cativos nos pediram ali as palavras duma canção, e os que mofavam de nós — alegria: ‘Cantai-nos uma das canções de Sião.’ Como podemos cantar a canção de Jeová em solo estrangeiro?”

      9. Como encarariam os babilônios o entoar “a canção de Jeová”, mas o que havia de acontecer no fim dos 70 anos?

      9 “A canção de Jeová” devia ser a canção dum povo livre, que o adorava no seu santo templo. Para aqueles babilônios, entoarem esses judeus “a canção de Jeová” na terra de seu cativeiro seria motivo de os captores mofarem do nome de Jeová como nome dum deus inferior aos deuses de Babilônia. Seu santo nome já havia sofrido um tremendo vitupério por ele deixar que seu povo fosse levado da sua pátria dada por Deus e obrigado a marchar para uma terra em que havia uma multiplicidade de deuses. Mas o período de esses babilônios zombarem dele e de menosprezarem o povo de Seu nome havia de ser apenas por um tempo limitado — 70 anos. Então, abaixo os deuses falsos de Babilônia, e seja enaltecido o verdadeiro Deus, Jeová!

      Apego de Coração à Organização de Jeová

      10. Que pergunta surge com respeito ao povo de Jeová neste século 20, que foi levado ao cativeiro de Babilônia, a Grande?

      10 Hoje existe uma organização religiosa chamada Babilônia, a Grande, que não se restringe à terra da Babilônia original, mas é mundial. Estabelece a atitude de coração dos judeus na antiga Babilônia um modelo correto para os do povo de Jeová neste século 20, levados à força ao cativeiro de Babilônia, a Grande, como disciplina da parte do Deus do antigo Israel?

      11. (a) Deixaram os judeus leais que sua pátria se apagasse da sua memória? (b) Como expressou o salmista cativo os sentimentos de seus companheiros de cativeiro?

      11 Embora se pudessem ter acomodado na antiga Babilônia e se fixado ali, visto que o exílio duraria cerca de uma geração, deixaram que sua pátria se apagasse de sua memória? O salmista cativo declarou isso belamente ao expressar os sentimentos de seus companheiros de cativeiro: “Se eu te esquecer, ó Jerusalém, seja esquecediça a minha direita. Apegue-se minha língua ao céu da minha boca, se eu não me lembrar de ti, se eu não fizer Jerusalém subir acima da minha principal causa de alegria.” — Salmo 137:5, 6.

      12. O que expressava a atitude de coração do salmista cativo?

      12 O que expressava esta atitude de coração do israelita cativo? O seguinte: lealdade à organização visível de Jeová daquele tempo, ao passo que via a terra que Deus dera ao Seu povo escolhido jazer desolada por 70 anos. Sim, a organização visível de Jeová continuou viva no coração daqueles israelitas.

      13. Como foi recompensada a lealdade à organização visível de Jeová?

      13 Tal lealdade à antiga organização visível de Deus foi devidamente recompensada. Isto ocorreu quando Babilônia, a terceira potência mundial da história bíblica, foi derrubada, e a Medo-Pérsia, a quarta potência mundial, cumpriu a vontade do Deus de Israel. Como? Por restabelecer os judeus cativos na terra da organização visível de Jeová, com instruções de reconstruir o templo de seu Deus, como ponto central da capital, Jerusalém. (2 Crônicas 36:22, 23) Não somente se reconstruiu o templo da verdadeira adoração, mas também se reconstruiu a cidade murada de Jerusalém, para tornar-se a cidade da qual Jeová regia qual Rei sobre o seu povo.

      14. (a) Séculos mais tarde, o que disse o Messias a respeito da organização visível de Jeová? (b) Em que sentido reinava Jeová desde Jerusalém?

      14 Mais de seis séculos depois da destruição de Jerusalém, Jesus disse: “Não jureis absolutamente, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei.” (Mateus 5:34, 35) Quando o Messias estava na terra, havia em Jerusalém um templo reconstruído de Jeová, e, falando-se simbolicamente, Jeová Deus reinava no Santíssimo daquele templo. De modo que Jeová reinava sobre a sua organização visível desde Jerusalém, como capital do seu povo.  

      Jeová Permanece Leal à Sua Organização

      15. Rejeitou Jesus a parte visível da organização de Jeová quando expôs os infiéis líderes religiosos de Israel? Explique isso.

      15 Pois bem, será que Jesus rejeitou a organização visível de Deus quando expôs os infiéis líderes religiosos de Israel e os denunciou? Sim, porque ele disse: “Jerusalém, Jerusalém, matadora dos profetas e apedrejadora dos que lhe são enviados — quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo de suas asas! Mas vós não o quisestes. Eis que a vossa casa vos fica abandonada.” (Mateus 23:37, 38) Quando Jesus rejeitou Jerusalém e seus “filhos”, deixava com isso seu Pai celestial sem uma organização terrestre? Não! Porque o próprio Jesus era o alicerce da nova organização visível que o Criador do universo ia edificar.

      16. Na hora da morte de Jesus na estaca de tortura, como foi indicada a rejeição do Israel natural?

      16 A rejeição do Israel natural certamente foi indicada quando, na hora da morte de Jesus na estaca de tortura, a grossa cortina que separava o Santíssimo do Santo, no templo de Jerusalém, foi rasgada “de alto a baixo”. Ao mesmo tempo, “a terra tremeu, e as rochas se fenderam”. Estes eram atos milagrosos da parte do Deus que havia reinado ali de modo típico, indicando sua rejeição da nação de Israel e da religião dela. — Mateus 27:51.

      17. Como mostraram Jesus e Jeová lealdade aos prospectivos membros da nova organização visível de Deus?

      17 Prospectivos membros da nova organização visível que Jeová Deus ia edificar em breve foram deixados ali no domínio de Jerusalém. Jesus encomendou-os aos cuidados de Deus, que estava abandonando a cidade terrestre a favor de algo superior. (João 17:9-15) Jeová permaneceu assim leal à sua organização, mostrando consideração especial para com os fiéis antepassados deles, Abraão, Isaque e Jacó, e os 12 filhos de Jacó. (Daniel 12:1) No próximo capítulo prosseguiremos com a nossa consideração da lealdade, baseada no Salmo 137.

  • Lealdade atual à organização visível de Deus
    Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
    • CAPÍTULO 18

      Lealdade atual à organização visível de Deus

      1, 2. Como se deve entender o texto de Salmo 50:5?

      NO SALMOS 16:10 está escrito: “Não deixarás a minha alma no Seol. Não permitirás que aquele que te é leal veja a cova.” E no Salmo 50:5 está escrito: “Ajuntai-me os que me são leais, os que concluem meu pacto sobre um sacrifício.” São os que concluem o pacto de Jeová aqueles que fornecem o “sacrifício”? Não, esses leais não fazem de si mesmos um “sacrifício” individual, renunciando aos seus corpos carnais para fazer uma aliança com Deus.

      2 Então, como é concluído o pacto? Sobre o “sacrifício” do “leal”, cuja alma não foi deixada no Seol, mas que foi ressuscitado dentre os mortos. O apóstolo Pedro aplicou as palavras do Salmo 16:10 a Jesus Cristo, prosseguindo: “[Davi] previu e falou a respeito da ressurreição do Cristo, que ele nem foi abandonado no Hades, nem viu a sua carne a corrupção. A este Jesus, Deus ressuscitou.” — Atos 2:25, 27, 31, 32.

      3. Quem são os ajuntados, segundo a ordem no Salmo 50:5, e por que devem sentir-se motivados a ser leais a Deus?

      3 Este ressuscitado Jesus é o Mediador do novo pacto, e é à base do seu sacrifício que o novo pacto é validado. (Hebreus 9:15, 17) Portanto, quem são os ajuntados segundo a ordem no Salmo 50:5? São os discípulos de Jesus que estão no novo pacto em razão do sacrifício dele. Em gratidão a Jeová, por este incomparável sacrifício, devem sentir-se motivados a ser leais a ele.

      4, 5. (a) Que êxito obteve Satanás, o Diabo, durante a Primeira Guerra Mundial, nos seus esforços de destruir a organização visível de Jeová? (b) Para onde se mudou a sede da Sociedade, e por quê? (c) Num paralelo hodierno do Salmo 137:1, qual era a condição ou disposição emocional dos do restante leal quando contemplavam a condição danificada da organização de Deus?

      4 Quando o Reino de Jeová foi estabelecido nos céus, em 1914, as nações estavam furiosas na sua oposição a este Reino, empenhando-se na Primeira Guerra Mundial, e Deus permitiu isso. (Salmo 2:1, 2) Satanás, o Diabo, esforçou-se a usar este conflito mundial para destruir a parte visível da organização de Jeová. Ele conseguiu que o presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (dos EUA) fosse encarcerado na penitenciária federal de Atlanta, Geórgia, EUA. Mais sete representantes da Sociedade foram encarcerados junto com ele.

      5 Por causa da perseguição, a sede da Sociedade, em Brooklyn, Nova Iorque, foi mudada para um prédio alugado em Pittsburgh, Pensilvânia. Fez-se isto para continuar com a publicação da revista A Sentinela. A glorificação celestial dos fiéis era esperada para breve. Mas, os do restante estavam inclinados a chorar ao contemplarem a condição oprimida e danificada da organização de Jeová. — Salmo 137:1.

      Lealdade Durante o Encarceramento

      6-8. Durante seu encarceramento, como demonstrou o presidente da Sociedade, J. F. Rutherford, lealdade à organização de Jeová?

      6 Demonstrando lealdade à organização de Jeová durante o seu encarceramento, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), J. F. Rutherford, em 25 de dezembro de 1918, escreveu uma carta especial a J. A. Bohnet, outro servo de confiança de Jeová. Estava dirigida a ele no escritório da Sociedade em Pittsburgh. Rutherford escreveu o seguinte:

      7 “Visto que me neguei a transigir com Babilônia, mas procurei fielmente servir ao meu Senhor, estou na prisão, pelo que sou grato. . . . Prefiro em muito a aprovação e o sorriso Dele, e estar na prisão, do que transigir com a Fera ou ceder a ela, e estar livre e ter os aplausos do mundo inteiro. É uma experiência bendita e agradável sofrer pelo serviço fiel prestado ao Senhor. No Reino, prezaremos o sorriso do Pai acima de tudo o mais. Isto deve ocupar o primeiro lugar no pensamento de todo filho de Deus. Ansiamos a união que nos tornará ali como Um. Sinto-me feliz, mas tenho saudades de todos vocês. Aproximam-se o congresso e a reunião anual. Que o espírito de Cristo encha o coração de todos os que estiverem presentes . . .

      8 “Ainda há muito a fazer. Será um grande privilégio poder participar. Somente os que O amam acima de tudo são fiéis e serão assim honrados. . . . Antes que venha este dia alegre, precisa ser dado um testemunho estrênuo. . . . Os métodos e meios antigos não satisfarão os requisitos, mas o Senhor, do Seu próprio modo bom, proverá. . . . Alegro-me que esta experiência na prisão foi reservada para nós, em vez de para o irmão Russell. Nunca antes odiei tão cabalmente a iniqüidade e amei a justiça, ansiando ajudar outros. . . . O triunfo de Sião está próximo.”

      A Organização de Deus, Sua “Principal Causa de Alegria”

      9. Que atitude do salmista refletiam os encarcerados representantes da Sociedade?

      9 Embora os servos de Jeová fossem no mundo tachados de desleais, traidores e antipatrióticos, não renunciaram à organização de Jeová. Negaram-se a transigir sob tal pressão. Prefeririam antes perder o uso da mão direita ou ficar mudos do que esquecer-se da organização de Deus e não mais deixá-la ser sua “principal causa de alegria”. — Salmo 137:5, 6.

      10, 11. (a) Em prol de que oravam os do restante leal, e que palavras do salmista adotaram com respeito a Edom? (b) Que conseguiram fazer os inimigos da organização visível de Jeová, e o que nunca esperavam tais inimigos?

      10 Os inimigos de Jeová maldosamente se alegraram com a ação tomada contra os representantes terrestres da organização universal dele. Mas os servos de Jeová oraram pela vinda de Seu dia de vingança, por causa de toda a afronta lançada sobre a Sua organização. Adotaram as palavras do salmista com respeito ao antigo Edom: “Lembra-te, ó Jeová, do dia de Jerusalém, com respeito aos filhos de Edom, que diziam: ‘Exponde-a! Exponde-a até o alicerce dentro dela!’” (Salmo 137:7; Gálatas 4:26) Não, Jeová ama demais sua organização-esposa para se esquecer do que aqueles que fazem parte da organização do Diabo dizem e fazem contra os leais de Sua organização terrestre.

      11 Para todas as aparências, naquele tempo, esses simpatizantes políticos de Babilônia, a Grande, realmente ‘expuseram até o alicerce dentro dela’ a organização visível de Jeová. Nunca esperavam que ela se levantasse do pó para se tornar a organização mundial que é hoje em dia.

      A Felicidade de Seu Vingador

      12. (a) Quem mostrou ser o libertador do povo de Jeová, cativo na antiga Babilônia, e refere-se o Salmo 137:8, 9, a ele no sentido mais pleno? (b) O que prediziam estes versículos a respeito do vingador da organização terrestre de Deus?

      12 Jeová usou Ciro, o governante persa, para libertar seu povo de Babilônia, a antiga potência mundial. Mas, em sentido mais pleno, as palavras finais do Salmo 137, que se referem a Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, não estavam falando de Ciro: “Ó filha de Babilônia, que és para ser assolada, feliz será aquele que te recompensar com o teu próprio tratamento com que nos trataste. Feliz será aquele que segurar e deveras espatifar tuas crianças contra o rochedo.” — Salmo 137:8, 9.

      13, 14. Por que é que o “feliz”, mencionado no Salmo 137:8, 9, não podia referir-se às forças políticas que destruirão Babilônia, a Grande?

      13 Quem será este “feliz”? Representa o “feliz” os simbólicos “dez chifres” na cabeça da “fera”, em cujas costas monta o velho sistema meretrício de religião, com grande pompa, já por muito tempo? Não, porque os destruidores políticos do império mundial da religião falsa não a destroem para dar lugar à adoração pura do verdadeiro Deus. Não o fazem para a glória do Deus da Bíblia. Então, como poderiam eles ser realmente o “feliz” mencionado pelo salmista?

      14 As forças políticas deste mundo não realizam esta obra anti-religiosa por amor aos adoradores de Jeová. Por que não? Porque as Testemunhas de Jeová são um obstáculo no caminho de eles produzirem um mundo exclusivamente ateu. De modo que as forças políticas são apenas instrumentos usados pelo Deus das Testemunhas, para executarem o próprio propósito Dele. — Revelação (Apocalipse) 17:17.

      15. Quem realmente motiva as forças políticas, e por meio de quem?

      15 Assim, embora essas forças políticas talvez sejam diretamente usadas no aniquilamento do império mundial da religião falsa, é realmente Jeová Deus quem as motiva. Como? Ele usa seu empossado Filho real, o Ciro Maior, Jesus Cristo. De modo que Jesus Cristo, no poder do Reino, é o “feliz” predito pelo salmista!

      16. Como é que Jeová destrói as “crianças” de Babilônia?

      16 Ao passo que Jeová salvaguardará os que lhe são leais, ele segurará, em sentido figurativo, cada uma das “crianças” religiosas do sistema meretrício de ensino falso e as espatifará contra o que assoma como “rochedo” — o inflexível Reino de Jeová Deus por Jesus Cristo.

      17. (a) Segundo Isaías 61:1, 2, o que devia Jesus proclamar depois de ser ungido com o espírito de Deus? (b) Como se realiza hoje esta proclamação?

      17 Quando Jesus estava na terra, ele foi ungido com o espírito de seu Apoiador divino, não só “para proclamar o ano de boa vontade da parte de Jeová”, mas também “o dia de vingança da parte de nosso Deus”. (Isaías 61:1, 2; Lucas 4:16-21) No nosso tempo, durante os “últimos dias” deste sistema de coisas, Jeová faz com que seus servos fiéis proclamem “o dia de vingança da parte de nosso Deus” em toda a terra habitada, como aviso para todas as nações. Nesta proclamação juntou-se aos do restante uma crescente “grande multidão” de discípulos de Jesus Cristo, semelhantes a ovelhas, conforme visionado em Revelação 7:9-17.

      18. Que felicidade compartilharão os que são leais a Deus?

      18 Todos estes, os do restante e os da “grande multidão”, obedeceram à ordem angélica de Revelação 18:4. Saíram de Babilônia, a Grande. Por que é urgente tal ação? Porque têm de fugir de Babilônia, a Grande, antes de as “crianças” religiosas dela serem espatifadas e devastadas por meio da “fera” e seus “dez chifres”, pouco antes do Armagedom. Esses leais compartilharão a felicidade do Ciro Maior, Jesus Cristo. Juntar-se-ão aos céus em dizer: “Louvai a Jah! A salvação, e a glória, e o poder pertencem ao nosso Deus, porque os seus julgamentos são verdadeiros e justos. Pois ele executou o julgamento na grande meretriz que corrompia a terra com a sua fornicação.” — Revelação 19:1, 2; veja Jeremias 51:8-11.

      19. Que felicidade usufruem agora os do restante leal, e que felicidade maior os aguarda?

      19 Desde 1919, Jeová tem feito “uma grande coisa” para o seu povo. (Salmo 126:1-3) Os do restante liberto ainda se alegram de coração por este engrandecimento de Seu poder de libertação, demonstrando que ele é “o Deus fiel”. (Deuteronômio 7:9) Sentem-se profundamente felizes, mas aguarda-os uma felicidade maior. Esta se dará quando puderem participar da felicidade do Ciro Maior, o Monarca reinante, Jesus Cristo, na ocasião em que ele espatifar todas as “crianças” daquela organização diabólica.

      20. Quem mais compartilha a felicidade do restante ungido, e por quê?

      20 Milhões de anteriores “cativos” de Babilônia, a Grande, já foram ajudados a fugir daquela condenada organização religiosa, antes de sua destruição violenta. O resultado disso é a “grande multidão” de “outras ovelhas”. Ela ascende agora, em toda a terra, a mais de 3.000.000 de pessoas, sem haver limite para o número dos que ainda hão de ser resgatados da destruição do império mundial da religião falsa. Em lealdade à organização de Jeová, compartilham a felicidade do restante por juntar-se a ele na proclamação do dia de vingança de Jeová contra a religiosa Babilônia, a Grande.

      21. Qual deve ser a nossa atitude para com Babilônia, a Grande, e seus cativos?

      21 Portanto, que não haja nenhuma transigência com esse império mundial da religião falsa. Ninguém retorne a ela nestes dias da sua decadência. Continuemos a ajudar o maior número possível de cativos de Babilônia, a Grande, a sair daquele sistema condenado, antes de o Ciro Maior obter sua vitória, que resulta em felicidade.

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