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  • O livro dos Salmos — curativo para o coração
    A Sentinela — 1980 | 1.° de março
    • evidência composta pelos eventos relacionados com a morte e a ressurreição de Jesus também se encontrava então diante dos judeus, provando claramente que Davi estava falando profeticamente de Cristo, que era descendente de Davi. (1 Ped. 1:10-12) Este argumento teve um efeito poderoso sobre os judeus que escutaram o discurso de Pedro. — Atos 2:29-36.

      De todas as maneiras, os Salmos enaltecem a Deus e seu Filho, e ajudam-nos a chegar a conhecer melhor aqueles de quem se diz: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Os Salmos descrevem as provações que são comuns a toda a humanidade, e nos mostram como orar em tempos felizes e em tempos dificultosos. Qualquer que seja o problema que tenhamos, há um salmo para ajudar-nos e para oferecer um calmante para o coração.

      O apóstolo Paulo falou sobre a necessidade de ajuda na oração, dizendo: “Não sabemos em prol de que devemos orar assim como necessitamos.” (Rom. 8:26) Isto acontece amiúde com cada cristão. Muitas vezes podemos obter do livro dos Salmos a ajuda necessária para expressar nossos pensamentos e desejos mais íntimos de maneira mais plena a Deus. — Veja Efésios 5:19; Colossenses 3:16.

      Os Salmos, por tocarem nas diversas emoções humanas, têm um cordial atrativo pessoal. O leitor pode ver a si mesmo e pode sentir que estão falando a ele ou por ele. Seus pensamentos mais íntimos e suas motivações são abrangidos, e seu coração é esquadrinhado. Ele se sente induzido a fazer ajustes na sua vida. Procedendo assim, é enriquecido e chega mais perto a ter conhecimento de Deus. Todos deviam ler os Salmos, do primeiro ao último. Ninguém os pode ler sem ser beneficiado.

  • Nazaré, onde Jesus fora criado
    A Sentinela — 1980 | 1.° de março
    • Nazaré, onde Jesus fora criado

      NAZARÉ, cujo nome significa “Cidade do Ramo”, era uma cidade na Baixa Galiléia, onde Jesus passou a maior parte de sua vida terrestre, junto com seus meios-irmãos e meias-irmãs. (Luc. 2:51, 52; Mat. 13:54-56) Tanto José como Maria eram habitantes de Nazaré quando Gabriel anunciou o vindouro nascimento de Jesus. (Luc. 1:26, 27; 2:4, 39) Mais tarde, após o seu retorno do Egito, passaram a morar novamente em Nazaré. — Mat. 2:19-23; Luc. 2:39.

      LOCALIZAÇÃO

      A evidência favorece a identificação de Nazaré com o lugar na moderna En-Nasira, na Galiléia. Se este conceito for correto, Nazaré ficava nas montanhas baixas pouco ao norte do Vale de Jezreel, aproximadamente a meio caminho entre a ponta meridional do Mar da Galiléia e o litoral do Mediterrâneo. Ficava numa bacia nas montanhas, com os morros elevando-se de 122 a 152 metros acima dela. A região era bem povoada, com várias cidades e povoações perto de Nazaré. Calcula-se também que se podia andar de Nazaré a Ptolemaida, no litoral do Mediterrâneo, em sete horas, a Tiberíades, no Mar da Galiléia, em cinco horas, e a Jerusalém, em três dias.

      Em certa ocasião, o povo de Nazaré tentou lançar Jesus da “beirada do monte em que se situava a sua cidade”. (Luc. 4:29) Isto não quer dizer que Nazaré ficava logo junto à borda ou beirada, mas que estava situada num morro com uma beirada escarpada da qual queriam lançar Jesus. Esta tem sido muitas vezes identificada com uma escarpa rochosa de uns 12 metros de altura ao sudoeste da cidade.

      O DESTAQUE DE NAZARÉ

      É difícil dizer com certeza que destaque Nazaré tinha no primeiro século. O conceito mais comum dos comentaristas é que Nazaré era mais uma aldeia retirada, insignificante. A principal declaração bíblica para apoiar este conceito é o que Natanael disse quando soube que Jesus vinha de lá: “Pode sair algo bom de Nazaré?” (João 1:46) Isto tem sido tomado como significando que Nazaré era menosprezada até mesmo pelo povo da Galiléia. (João 21:2) Além disso, alguns afirmam que Nazaré não se encontrava diretamente nas rotas comerciais daquela região. Não foi mencionada por Josefo, embora ele mencionasse a vizinha Jafia como a maior aldeia fortificada da Galiléia, dando a idéia de que Nazaré fora eclipsada pela sua vizinha.

      Por outro lado, Natanael talvez só expressasse surpresa diante da afirmação de Filipe de que um homem da cidade vizinha de Nazaré, na Galiléia, fosse o prometido Messias, porque as Escrituras predisseram que ele viria de Belém, em Judá. (Miq. 5:2) Josefo não mencionou muitos dos povoados da Galiléia, de modo que não mencionar ele Nazaré talvez não tenha significado especial. É digno de nota que a

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