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  • Como os Salões do Reino são construídos
    Despertai! — 1973 | 22 de fevereiro
    • A maior parte do trabalho em geral é feita pelas próprias Testemunhas. Amiúde, a maioria das congregações participam disso, inclusive as mulheres e, às vezes, até as crianças. Desta forma, os custos de construção são grandemente reduzidos, tornando possível um local de adoração que, de outra forma, não seria possível.

      Às vezes a imprensa pública observa a construção do Salão do Reino, como fez o Daily Herald, de Austin, Minnesota, EUA, no outono setentrional passado. Acompanhando a planta arquitetônica do salão, o jornal noticiou:

      “Espera-se o término para cerca de 1.º de janeiro de 1972 do Salão do Reino das Testemunhas de Jeová em Austin . . . Começaram as escavações em 22 de julho, para a estrutura de quase 10 por 19 metros, de um andar . . . O valor total do terreno e do prédio, ao terminar, será de cerca de Cr$ 300.000,00. O trabalho voluntário feito pelos membros da congregação durante os fins-de-semana, bem como durante a semana, manterão o custo real por volta de Cr$ 150.000,00.”

      Nos fins-de-semana, amiúde vinte ou mais pessoas trabalhavam ali. As co-Testemunhas traziam as refeições ao local da construção. Várias mulheres trabalhavam lado a lado com os homens. Uma gostava de fazer funcionar a betoneira, enquanto que outras transportavam areia e limpavam as sobras. Até mesmo crianças mais velhas participavam em pregar pregos e em apanhar as ferramentas para outros trabalhadores. Numa cidade de 27.000 habitantes, o projeto de construção chamou bastante atenção.

      O novo Salão do Reino de Milo, Maine, chamou similar atenção. O Daily News de Bangor publicou uma fotografia dele, e noticiou: “O salão foi construído pelos membros da igreja, e o único custo de construção em que incorreram foi para garantir suficiente supervisão a fim de orientar o lançamento dos alicerces de concreto.”

      Durante a construção, uma proeminente senhora batista comentou com uma Testemunha que comprava materiais de construção: “Espero que tenham mais êxito do que nós em conseguir ajuda para nossos projetos de construção. Usualmente acabamos com uma ou duas pessoas apenas fazendo todo o trabalho.” Amiúde havia até vinte trabalhadores no Salão do Reino, e em sete meses ficou pronto.

      Em Upper Sundusky, Ohio, a sorveteria “Dairy Queen” renovada e que era usada como Salão do Reino não podia mais comportar as crescentes assistências. Assim, foi decidido construir um salão novo. A excelente cooperação dos membros da congregação é exemplificada pelo ocorrido no dia estabelecido para se erguer as paredes do prédio. Chovia a cântaros, e mesmo assim apareceram vinte e cinco trabalhadores! Na construção, homens, mulheres e crianças participaram todos. Assim, com pouco mais de Cr$ 102.000,00, construiu-se excelente Salão do Reino, um salão que os avaliadores calcularam em Cr$ 360.000,00.

      Interessante experiência ocorreu quando a obra estava começando. Um vizinho ofereceu sua escavadeira para escavar os alicerces. No entanto, ao chegar, verificou-se que nenhuma das Testemunhas sabia operá-la. O dono disse que ele se dispunha a operá-la ele mesmo, mas que tinha milho a plantar. Assim, uma das Testemunhas, que é fazendeiro, plantou o milho do senhor enquanto ele operava a escavadeira.

      Bom planejamento e organização são necessários para se construir Salões do Reino, em especial quando a maior parte dos ajudantes são inexperientes. Em geral, alguém fica encarregado, entendendo o que precisa ser feito, e faz as designações de trabalho em conformidade com isso. A cooperação de perto resulta em trabalho de qualidade e na rapidez da construção que amiúde deixa outros surpresos.

      Cooperação de Outras Congregações

      Em geral, a congregação não constrói seu Salão do Reino por si mesma. Não dispõe de suficientes trabalhadores qualificados para fazê-lo, pelo menos não num tempo razoável. Assim, outras congregações se ajuntam e ajudam. Isto aconteceu na Cidade de Webb, Missouri.

      Mais de cinqüenta Testemunhas de congregações vizinhas em um fim-de-semana se reuniram e ergueram a estrutura principal do Salão do Reino e puseram o telhado. As mulheres prepararam as refeições para os trabalhadores. Uma vez solvido o problema principal, a obra progrediu suavemente, com ajuda na maior parte de pessoas inexperientes. Dentro de seis meses, estava pronto um novo Salão do Reino.

      A situação era similar em Barstow, Califórnia; nem uma única Testemunha trabalhava em construção. No entanto quando se fez a decisão de construir, a resposta daqueles que ouviram falar dela foi tremenda. Muitos telefonaram de longe e ofereceram a si mesmos e seu equipamento. Mais de cinqüenta Testemunhas de outros lugares vieram ajudar.

      Estes trabalhadores voluntários chegavam na sexta-feira à noite e dormiam em seus carros-reboques e tendas, ou pernoitavam nas casas das Testemunhas locais. Daí, trabalhavam no Salão do Reino todo o fim-de-semana. Em pouco mais de três meses, um excelente salão, com 325 metros quadrados de espaço útil estava pronto.

      O Salão do Reino em Canton, Illinois, foi construído semelhantemente. Uma Testemunha de Lincoln bondosamente mostrou às Testemunhas locais como lançar os alicerces; uma Testemunha de Pekin dirigiu o levantamento das paredes; nove pedreiros peritos das congregações vizinhas assentaram quase 10.000 tijolos num único dia; uma Testemunha de Kankakee colocou as portas; Testemunhas de Springfield, Pekin e Rock Island ajudaram na parte elétrica, e uma Testemunha de Peoria colocou as guarnições e outra de lá colocou a forração. Membros da congregação local ajudaram seus concristãos que amorosamente ofereceram tais serviços.

      As pessoas em Canton ficaram surpresas com essa colméia de atividade. O presidente da companhia de empréstimos e poupança, que mora do outro lado do Salão, disse que ficou atônito de ver tantas pessoas trabalharem juntas para assentar todos os tijolos num único dia. Até o prefeito de Canton compareceu em novembro, quando o salão ficou aberto à visitação pública.

      Às vezes, congregações vizinhas ajudam financeiramente a erguer um Salão do Reino. Em janeiro de 1970, a congregação de Shakopee, Minnesota, das testemunhas de Jeová, foi formada, e as reuniões de início eram realizadas no banco local. A fim de ajudar este novo grupo a construir um Salão do Reino, sete congregações na área contribuíram fundos para tal projeto.

      Obter Materiais de Construção

      Além de tal ajuda voluntária, outra forma de as testemunhas de Jeová cobrirem com freqüência as despesas de construção dum Salão do Reino é por usarem os materiais de construção disponíveis. Às vezes, estes podem ser obtidos gratuitamente.

      Na área de Bonneville do Norte, por exemplo, há abundância de rochas bonitas. Estas foram coletadas e usadas em se construir um novo Salão do Reino. Também, a madeira de ácer usada no interior do salão foi obtida de quatro árvores de ácer doadas por Testemunhas.

      Em Milo, Maine, diversas Testemunhas, que trabalham na indústria de fabricação de papel e madeira em geral cortaram toda a madeira necessária para seu novo Salão do Reino, cerca de 1.486 metros quadrados. Serraram-na numa serraria local, e a empilharam e deixaram secar.

      O novo Salão do Reino em Colfax, Califórnia, é um tanto incomum no sentido de que tanto seu interior como seu exterior são decorados de rochas de lava tosca obtida de leitos de lava do Monte Lassen. Homens, mulheres e crianças da congregação viajaram até lá e trouxeram as rochas em caminhões.

      As Testemunhas em Westminster, Colorado, fizeram algo similar. Uma Testemunha, que tem uma mina nas montanhas, disse que havia abundante ágata musgosa por toda a volta, mas que era difícil de se chegar até ela. Relata uma Testemunha local: “Pegamos cerca de dez utilitários, vários de nossos irmãos e irmãs cristãs, e lanche para um piquenique, e nos dirigimos para as colinas. Formamos uma corrente humana e passávamos as pedras montanha abaixo. Quatro ou cinco de tais viagens foram suficientes para termos mais do que suficientes rochas. Economizamos um maço de dinheiro e dão uma aparência bem atraente ao nosso novo Salão do Reino.”

      É também interessante como esta congregação obteve a madeira para seu salão. Soube-se que o exército estava vendendo grandes barracas por apenas Cr$ 1.200,00, numa cidade a uns 800 quilômetros de distância. Assim, cerca de quarenta Testemunhas se juntaram e viajaram para lá numa sexta-feira. Um deles relata o que aconteceu:

      “No dia seguinte, o povo local ficou parado e observando atônito à medida que as tábuas voavam literalmente para fora de cada janela o dia inteiro. Nessa noite, dormimos no Salão do Reino da cidade. Por volta do meio-dia de domingo, tínhamos derrubado por completo as barracas e empilhado a madeira num grande caminhão que uma das Testemunhas tinha doado. Tínhamos madeira suficiente até mesmo para fazer uma bonita cerca ao redor de nosso terreno.”

      De maneira similar, a congregação da Cidade de Ellicott, Maryland, derrubou um estábulo de 1.850 metros quadrados perto do Depósito de Gado da União Baltimore. Isto economizou-lhes cerca de Cr$ 30.000,00. Também, localizaram e transportaram a maior parte de seus 25.000 tijolos, à média de Cr$ 0,18 o tijolo.

      Em adição, as portas de vidro do auditório principal, bem como a forração, foram obtidas do majestoso antigo hotel Baltimore que estava sendo demolido. As cadeiras vieram do pavilhão da Kodak da Feira Mundial de 1964-65 em Nova Iorque. Em compensação pelo uso de uma moto-niveladora, colheram um campo de milho.

      Variedade nos Salões do Reino

      Os materiais de construção disponíveis, o tipo de vizinhança e as habilidades e os gostos decorativos das Testemunhas locais contribuem para a grande variedade nos Salões de Reino. O fato é que raramente há dois salões que sejam iguais.

      Por exemplo, as portas de entrada do novo Salão do Reino de Colfax, Califórnia, são talvez diferentes de todas as outras. Acham-se esculpidas nelas certos textos pertinentes ao Paraíso perdido (Gên. 3:23, 24) e o Paraíso recuperado (Rev. 21:3, 4), completos com espinhos e abrolhos, e uvas e folhas de parreira. Até o jornal local trouxe uma foto destas portas esculpidas por uma Testemunha.

      Alguns Salões são construídos em grandes cidades, tais como o novo Salão do Reino em Hollywood, Califórnia. É dum estilo que se adapta bem ao que se poderia esperar de tal comunidade.

      O novo Salão do Reino de Shakopee, Minnesota, por outro lado, é de estilo rústico, enquadrando-se com as casas dessa área rural. Visto que se acha construído numa encosta, tem um porão de entrada que serve como entrada principal. Ali, no porão, há uma boa área de entrada, com lavatórios, armário para casacos, biblioteca, área do balcão de publicações, bem como pequeno apartamento onde podem hospedar-se ministros visitantes. O acesso ao auditório no andar superior é feito por meio duma escada na área de entrada.

      O novo Salão do Reino de Westminster, Colorado, é disposto de forma bem diferente, com seus 325 metros quadrados de espaço útil em um único andar. Uma ampla calçada leva a pessoa até duas grandes portas de vidro, com grandes maçanetas de nogueira, que levam a espaçosa área de entrada. Lá dentro, a pessoa depara com uma parede de tijolos, com arcos para a direita e para a esquerda que conduzem ao auditório.

      O auditório, dotado de forração, tem uma inclinação em direção ao palco. Dispõe de 180 cadeiras permanentes, com lugar para 100 cadeiras dobráveis. O palco se acha no centro, ao invés de numa extremidade, as cadeiras formando meio círculo em torno dele, de modo que toda a assistência possa ficar comparativamente perto do orador. A biblioteca pode alojar outras quarenta ou cinqüenta pessoas sentadas. Alto-falantes trazem o som do auditório ou, quando a biblioteca é usada como classe secundária nas aulas da Escola do Ministério Teocrático da congregação, o som é desligado.

      Um Salão do Reino muito menor foi construído pela congregação de Bonneville do Norte, Washington, de cerca de quarenta Testemunhas. Num ambiente formado de árvores, com rochas na frente, este Salão do Reino, com seu teto feito de madeira de cedro, com laterais de cedro e uma porta de cedro maciço, é deveras pitoresco. O interior foi pintado de escarlate para se ajustar ao remate de fibras onduladas de ácer e à mobília.

      Nas cidades maiores, velhos prédios são freqüentemente remodelados para se tornar Salões do Reino. Em Brooklyn, Nova Iorque, por exemplo, uma loja de móveis foi recentemente transformada num salão em forma de L. O prédio não tem janelas (característica comum de muitos Salões do Reino nas cidades) como salvaguarda contra o vandalismo, e é amplo, podendo acomodar confortavelmente mais de 400 pessoas sentadas. Grandes salões se tornam mais comuns, a fim de acomodar o crescente número de pessoas interessadas que freqüentam as reuniões no Salão do Reino.

      Talvez haja um Salão do Reino em sua comunidade. Se assim for, é provável que tenha sido construído pelas próprias testemunhas de Jeová. Por que não o visita e vê por si mesmo? Será deveras bem-vindo. As testemunhas de Jeová ficarão felizes de mostrá-lo ao leitor e explicar suas modalidades. E, por permanecer e ouvir o programa, talvez possa ver por que tantas pessoas freqüentam agora as reuniões nos Salões do Reino a fim de obterem instruções bíblicas.

  • Partilhar a verdade no “Dia da Partilha”
    Despertai! — 1973 | 22 de fevereiro
    • Partilhar a verdade no “Dia da Partilha”

      Os estudantes do terceiro ano de uma escola pública, em Washington, D. C., EUA, foram convidados a participar no “Dia da Partilha”. Neste dia, estudantes escolhidos deveriam trazer à classe alguma coisa de sua casa e partilhá-la com seus colegas de turma. Quando sua vez chegou, Jimmy, de nove anos, cuja mãe é uma das testemunhas de Jeová, ficou pensando no que levar, o que “partilhar” com seus colegas.

      Com a permissão de sua professora, trouxe à escola um exemplar de Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado, um livro que sua mãe usara para instruí-lo sobre a Bíblia. Sua professora ficou maravilhada e ‘partilhou’ com a turma todo o capítulo “Como o homem sobreviveu a um dilúvio que inundou toda a terra”. Este se provou tão informativo e agradável para a professora e para os demais estudantes que ela continuou lendo o capítulo seguinte: “Deus promete a um amigo seu abençoar todas as famílias humanas.”

      Quando alguém sabe de notícias boas e vitalícias, não é lógico que partilhe as mesmas com outros?

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