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  • Um ano de prosperidade no Brasil
    A Sentinela — 1968 | 1.° de junho
    • Um ano de prosperidade no Brasil

      Do Anuário de 1968

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      ESTE foi um ano de prosperidade para o povo de Jeová no Brasil. No fim do ano de serviço, a construção de um novo lar de Betel, escritório e fábrica já estava bem adiantada, e muitos novos Salões do Reino foram construídos pelas congregações. A nova publicação Vida Eterna — na Liberdade dos Filhos de Deus obteve ampla distribuição.

      A coisa que mais se destaca na mente dos publicadores e que contribuiu grandemente para todas estas bênçãos foi a assembléia “Filhos da Liberdade de Deus” em janeiro de 1967. Foi deveras uma reunião internacional, havendo mais de 600 congressistas que vieram de 19 países, além dos do Brasil, e um total de mais de 46.000 pessoas na assistência do discurso público. O programa edificou espiritualmente os irmãos, e a presença de diversos membros do corpo governante da organização de Jeová foi profundamente apreciada. Os bons efeitos da assembléia continuarão a ser sentidos durante muitos anos.

      Nem todos chegam à verdade por meio de testemunho direto. Certa irmã retornava dum estudo bíblico domiciliar uma noite quando um jovem se apossou de sua bolsa para livros, correu para um carro que o esperava e fugiu. Três semanas depois, um senhor chegou à porta da casa dela, perguntando pela irmã. O filho dele levara para casa uma Bíblia, afirmando que a achara, e o nome e endereço da Testemunha estavam nela. O pai não creu na história, e, por fim, o filho confessou que, quando não encontrou nenhum dinheiro, jogou tudo fora, mas não conseguiu jogar fora a Bíblia. A publicadora perguntou por que o pai esperara três semanas para devolver a Bíblia, e ele respondeu: “Não a trouxe antes porque estava estudando os Esboços de Sermões que tem atrás de sua Bíblia. Agora compreendo muitas coisas que não compreendia antes e verifiquei que as coisas mencionadas em minha igreja contra as testemunhas de Jeová não são verídicas. Será que me poderia arranjar um opúsculo daqueles?” Foi iniciado um estudo, participando dele a família inteira, inclusive o jovem que roubara a bolsa. A família progride bastante, e o pai se prepara para o batismo.

      Uma Testemunha que é professora foi nomeada diretora dum grupo escolar. No tempo designado para a instrução religiosa, ela planejou um estudo do livro Paraíso, mas, visto que apenas quatro crianças eram de famílias testemunhas de Jeová, esperava que as demais pedissem para serem dispensadas. Antes, porém, convocou uma reunião das mães e explicou-lhes que ela iria dirigir um estudo da Bíblia com a ajuda de uma das publicações das testemunhas de Jeová. Ela ficou agradavelmente surpresa quando, na primeira aula, dezesseis crianças foram enviadas pelos pais para receber instrução, e, agora, que o estudo está em progresso, outras mais participam dele. Outra Testemunha que é professora dirige uma turma para instrução religiosa à base do livro Paraíso, e empresta o livro à noite aos que desejam ler mais. Certa estudante sempre pedia o livro emprestado cada fim-de-semana, de modo que a professora visitou a sua casa para ver exatamente quanto interesse havia na Bíblia. Ela encontrou a mocinha usando o livro para estudar com os pais dela, e a Testemunha pôde dar-lhes mais ajuda. A família se mudou mais tarde para outra cidade, mas o estudo continuou, e, agora, o pai, a mãe e a filha dedicaram suas vidas a Jeová.

      Não só professores, mas também os filhos das testemunhas de Jeová dão testemunho na escola. Certa mãe relatou ter enviado seu filhinho ao jardim de infância, mas primeiro explicou em pormenor as coisas que talvez surgissem e que não são aprovadas pela Palavra de Deus. Ela também visitou a professora e explicou-lhe o conceito bíblico sobre estas coisas. Certo dia, quando foi apanhar o menino, a professora a chamou e disse-lhe que admirava muito o filho dela, pois ele aderia com firmeza às suas crenças. Uma das crianças trouxe um bolo para a escola, a fim de celebrar seu aniversário, e a professora já tinha sido informada das razões bíblicas pelas quais as testemunhas de Jeová não celebram aniversários, de modo que ficou pensando no que faria o menino. Quando as outras crianças cantaram a música de parabéns, o menininho ficou sentado em silêncio. Quando foi cortado o bolo e lhe ofereceram um pedaço, recusou-o com delicadeza e comeu o lanche que tinha consigo. A mãe ficou especialmente orgulhosa do entendimento do seu filho, pois disse: “Ele gosta muito de bolos.”

      Ao construírem seus Salões do Reino, os irmãos fazem a maior parte ou a totalidade da construção eles mesmos, trabalhando às noites e nos fins-de-semana. Quando uma congregação começou a construir seu Salão, verificaram que tinham um vizinho católico de um lado e um protestante do outro, ambos os quais se opunham às testemunhas de Jeová. No primeiro domingo, os dois vizinhos se dirigiram a uma autoridade municipal e lhe disseram que as testemunhas de Jeová erguiam enorme edifício sem permissão e trabalhavam no domingo de modo a não serem apanhadas. Queriam que a autoridade fosse imediatamente e parasse a obra. Ele se recusou, mas disse que cuidaria do assunto na segunda-feira. Entrou em contato com os irmãos no dia seguinte e verificou que realmente tinham licença de construir, e explicaram-lhe que trabalhavam no domingo porque todos eram trabalhadores voluntários. Ele ficou favoravelmente impressionado e mostrou interesse pessoal na obra, ajudando aos irmãos de diferentes formas. Foi construído um bonito Salão do Reino em apenas dez semanas, e mais de quinhentas pessoas estavam presentes na dedicação.

  • Verdadeira segurança — onde?
    A Sentinela — 1968 | 1.° de junho
    • Verdadeira segurança — onde?

      HÁ CERCA de três mil anos atrás, o fiel Rei Davi de Israel confessou a fonte de sua segurança. Escreveu ele: “Em paz tanto me deitarei como dormirei, pois somente tu, ó Jeová, me fazes morar em segurança.” (Sal. 4:8) Todavia, nos anos desde que tais palavras foram escritas, quantas pessoas têm deixado de se voltar para Jeová como sendo a verdadeira fonte de segurança! Os homens, ao invés, colocam suas esperanças em contas bancárias, seguros contra a velhice e planos de aposentadoria. Sendo a situação econômica do mundo sujeita a rápidas mudanças, quão frágeis são as esperanças de segurança que se baseiam inteiramente nas finanças!

      Tendo abundante prova de que Jeová irá restabelecer um paraíso na terra em nosso tempo, temos muito mais razão de nos voltarmos para ele em busca de segurança. Esta atitude, porém, surgiu como um choque para um vendedor de seguros em Connecticut, EUA, que visitou certa noite o lar de umas das testemunhas de Jeová. A Testemunha relata o que aconteceu:

      “Ele me solicitou alguns minutos do meu tempo para explicar os pontos de destaque de um programa de seguro que achava seria de interesse e de importância para mim. Concordando em ter uma breve palestra, escutei-o à medida que delineava um programa de segurança e aposentadoria. Embora ficasse profundamente impressionado pelo seu modo sincero, não pude deixar de sorrir ao descrever ele os benefícios que minha família teria por volta do fim do século. Sentindo que eu achava graça, perguntou-me: ‘Não concorda o senhor que um programa desta natureza é a maneira mais sensata de se encarar a verdadeira segurança?’

      “Respondi-lhe: ‘Minha idéia do que constitui a verdadeira segurança e a sua idéia da verdadeira segurança estão a mundos de distância.’ ‘O que o senhor quer dizer com isso?’— perguntou. Respondendo-lhe: ‘Estou contente de ter feito tal pergunta’, apanhei minha Bíblia e comecei a mostrar-lhe o que eu considerava a verdadeira segurança.”

      A palestra durou pouco mais de três horas — cinco minutos para o seguro, três horas para as verdades bíblicas. Várias vezes o corretor de seguros perguntou: “Mas, como sabe que isso é verdade?” O ministro respondia: “Nunca saberá ou ficará seguro a menos que investigue por si mesmo, de forma cuidadosa, metódica e cabal.”

      Cerca de um mês depois, o ministro ficou contente de receber um telefonema do corretor de seguros. Parecia que desejava uma Bíblia em linguagem moderna, como a que foi usada durante a palestra. A Testemunha concordou em levar uma ao escritório dele e levou também um exemplar dum compêndio bíblico. Aceitando a ambos, o corretor de seguros perguntou: “O que eu ganharia por estudar a Bíblia conforme o senhor sugeriu?” O que responderia a essa pergunta? O ministro respondeu: “A satisfação de conhecer a verdade sobre Deus e seus propósitos para a terra e o homem. Também, a habilidade de obter seu favor e merecer a vida no prometido novo sistema de coisas, para não se mencionar a obtenção da verdadeira e permanente segurança.”

      Pode imaginar a alegria da Testemunha ao poder responder afirmativamente à pergunta: “Poderia o senhor fazer arranjos para que alguém considerasse semanalmente a Bíblia comigo?” O corretor de seguros progride agora rapidamente em aumentar seu conhecimento das verdades bíblicas.

      Quão feliz pode ser o quinhão de pessoas que agora dão o passo positivo no sentido de adquirirem a verdadeira segurança! Tal segurança será a do tipo mais fidedigno, tendo a Jeová Deus como

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