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  • Genuíno arrependimento — como é discernido?
    A Sentinela — 1978 | 15 de junho
    • 20. O que pode resultar de bom dum exemplo de genuíno arrependimento?

      20 Já que Deus exige que cada membro da congregação cristã esteja cônscio de agradá-lo e de se manter puro para o serviço dele, os que são anciãos e servos ministeriais certamente não devem ser menos sensíveis à sua própria conduta. Em geral, eles têm mais experiência quanto ao modo cristão de vida, e são considerados mais responsáveis por Deus, porque são exemplos. (Veja Lucas 12:48; 1 Pedro 5:2, 3) Mesmo que cometam um grave erro, seu arrependimento sincero, manifestado por se desviarem de seu erro e o trazerem à atenção do corpo de anciãos, é um exemplo. Pode servir para ajudar outros que caem em sério pecado a adotarem um similar proceder arrependido. O zelo quanto a se limparem perante Deus, a seriedade, a indignação para com os seus próprios erros, o esforço de endireitar o mal, tudo contribuirá para a salvação de todos. Além disso, manterá a paz na congregação — a paz com Deus e uns com os outros. — 2 Cor. 7:11.

      21. Que efeito salutar pode o arrependimento ter sobre nós?

      21 Como é vital o genuíno arrependimento! Na realidade, por sermos imperfeitos, cada dia, de certo modo deixamos de refletir perfeitamente a imagem de Jeová Deus Isto é algo que devemos corretamente lamentar. Mas, não deve fazer com que nos atormentemos por causa de cada falta ou lapso menor. Não obstante, reconhecermos que muitas vezes erramos em palavra e em ato deve manter-nos humilde e ajudar-nos a ser misericordiosos quando os outros pecam contra nós. Daí, quando oramos a Deus, pedindo perdão de nossas faltas, podemos confiar em que ele terá prazer com as nossas orações. (Mat. 6:12, 14, 15) Assim teremos uma consciência limpa, ao passo que continuarmos a procurar fazer a sua vontade. Sim, seremos verdadeiramente felizes, sabendo que Jeová nos perdoou os nossos pecados e que ele nos encara como seus servos puros, que têm diante de si a perspectiva da vida eterna. — Sal. 32:1, 2; 103:10-13.

  • O que o sábio queria dizer?
    A Sentinela — 1978 | 15 de junho
    • O que o sábio queria dizer?

      Os Apuros Lamentáveis do Tolo

      Contrastando o efeito das palavras do sábio com as do tolo, Salomão escreveu: “As palavras da boca do sábio significam favor, mas os lábios do estúpido o engolem.” (Ecl. 10:12) Da boca dos sábios procedem palavras que transmitem o que é bom e favorável para o ouvinte. (Veja Efésios 4:29.) É também mais provável que suas declarações recebam resposta favorável Mas a fala do estúpido o expõe a vitupério e assim o estraga ou ‘o engole’.

      O “estúpido” profere tolice, do começo ao fim, muitas vezes argumentando à base de premissas erradas e acabando por tirar conclusões errôneas. Salomão descreve isso como segue: “O início das palavras da sua boca é estultícia, e o fim posterior da sua boca é doidice calamitosa. E o estulto fala muitas palavras. O homem não sabe o que virá a ser; e daquilo que virá a ser após ele, quem o pode informar?” (Ecl. 10:13, 14) O tolo acha que pode fazer isso.

      Tal pessoa dificulta a sua vida também em outros sentidos. Salomão prossegue: “O trabalho árduo dos estúpidos os fatiga, porque ninguém ficou sabendo como ir a cidade.” (Ecl. 10:15) Os que deixam de usar de bom critério talvez labutem infindavelmente, fatigando-se, e ainda assim não realizam quase nada que valha a pena. Obstinadamente deixam de lado o que o bom senso lhes devia ensinar. Despercebem até mesmo o óbvio, coisas comparáveis a uma via pública, facilmente reconhecível, que conduza a uma cidade.

      Quando Há Tolice Entre os da Classe Governante

      A tolice já é bastante ruim quando se evidencia no cidadão comum. Mas, quando os governantes deixam de usar de bom senso e de bom critério, causa a ruína do governo e prejuízo aos seus súditos. “O que será de ti, ó terra”, pergunta Salomão, “quando teu rei é rapaz e os teus próprios príncipes continuam a comer até mesmo de manhã?” (Ecl. 10:16) É deveras lamentável quando um governante tem as caraterísticas dum jovem inexperiente e está cercado por príncipes ou conselheiros que não têm interesse nos assuntos do estado. Se passarem seu tempo comendo de manhã, quando deviam cuidar de seus deveres, o reino se desfará.

      Contrastando com isso o efeito duma boa administração governamental, Salomão prossegue: “Feliz és, ó terra, quando teu rei é filho de nobres [sendo ele mesmo, portanto, governante sábio e nobre] e teus próprios príncipes comem no tempo devido para ter potência [a fim de recuperar as energias para o seu trabalho], não para somente beber [não se entregando à gratificação dos próprios desejos].” (Ecl. 10:17) Sim, os governantes sábios podem contribuir muito para a felicidade de seus súditos.

      A expressão proverbial introduzida a seguir por Salomão ilustra que haverá ruína e decadência quando se deixa de fazer o trabalho vital. Lemos: “Pela grande preguiça arria o vigamento, e pelo abaixamento das mãos a casa tem goteiras.” (Ecl. 10:18) A casa que não é mantida em bom estado de conservação cai em decadência. O telhado cederá e apresentará goteiras. Do mesmo modo, haverá ruína se não se cuidarem devidamente dos assuntos de estado.

      Neste ponto, Salomão apresenta outra expressão proverbial: “O pão é para o riso dos trabalhadores, e o próprio vinho alegra a vida; mas o dinheiro é o que encontra resposta em todas as coisas.” (Ecl. 10:19) Uma refeição, junto com conversação agradável, pode ser muito deleitosa. Mas não se consegue o pão sem dinheiro, e a alegria de tomar vinho é limitada quando alguém tem poucos meios de vida. No atual sistema, o dinheiro é o meio pelo qual todas as coisas materiais podem ser obtidas, e, por isso, “encontra resposta em todas as coisas”. A idéia da declaração de Salomão talvez seja que o homem, pela diligência, pode obter o dinheiro de que precisa para ter pão e vinho, para os confortos que aumentam o prazer da vida.

      A seguir, Salomão admoesta: “Não invoques o mal sobre o próprio rei nem mesmo no teu quarto de dormir, e não invoques o mal sobre o rico nos quartos interiores, onde te deitas; pois uma criatura voadora dos céus transmitirá o som e o que tem asas contará o assunto.” (Ecl. 10:20) Caso a classe governante negligencie os assuntos de estado, o sábio mesmo assim não se arrisca desnecessariamente. Se não estiver no seu poder corrigir a situação, de que proveito seria murmurar ou queixar-se na parte mais recôndita da casa? Talvez pense que ninguém o escute. Mas, às vezes, as coisas vêm à tona da maneira mais incomum e inesperada. Portanto, por que pôr em perigo sua paz e segurança por fazer observações pouco criteriosas sobre outros em autoridade? (Veja Mateus 12:36, 37; Romanos 13:1; Tito 3:1, 2; 1 Pedro 2:13-17.) Quão prático é o conselho de Salomão!

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