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  • Apreço pela santidade da vida e do sangue
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • tradutores entendiam que, em certos textos que mencionam “sangue”, subentende-se a morte ou a responsabilidade pelo homicídio de alguém. (Luc. 11:50, 51; Atos 5:28; Rev. 6:10) Por exemplo, diante dos judeus que clamavam pela execução de Jesus, Pilatos passou pelo gesto de lavar as mãos, declarando então: “Eu sou inocente do sangue deste homem.” Os judeus responderam: “O sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos.” (Mat. 27:24, 25; veja Revelação 7:14.) Mas, algumas versões tomaram a liberdade de traduzir estes versículos: “Eu não sou responsável pela morte deste homem”, e: “Que o castigo por esta morte caia sobre nós e os nossos filhos.” (BLN) No entanto, qual é o efeito quando se coloca “morte” em lugar de “sangue” nos versículos em que está envolvido o sacrifício de Jesus? Não se perde alguma coisa que Deus quis transmitir a nós?

      18. Por que é importante a morte de Cristo? (1 Cor. 11:26; Heb. 2:14)

      18 Não se pode negar a ênfase que a Bíblia dá à morte de Jesus. Paulo escreveu: “Deus recomenda a nós o seu próprio amor, por Cristo ter morrido por nós enquanto éramos ainda pecadores.” Também: “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras.” (Rom. 5:8; 1 Cor. 15:3) Sua morte, sua renúncia voluntária à vida humana perfeita, pagou de volta ou saldou o que Adão perdeu para nós e que levou ao nosso estado pecaminoso.

      19, 20. Que particularidades estão incluídas nas referências ao sangue de Cristo, além de apenas a morte de Jesus? (Heb. 4:14-16)

      19 Todavia, as referências bíblicas ao “sangue de Cristo” deviam fazer-nos entender coisas importantes que talvez não sejam reconhecidas ao se falar simplesmente de sua morte. (Efé. 2:13) Cristo não podia simplesmente morrer e permanecer morto, nem fez isso.b No cumprimento do modelo do dia da Expiação originado por Jeová, Jesus precisava então entrar no céu, chegando à própria presença de Deus. Ali Cristo podia apresentar o valor ou mérito de seu sangue vital, assim como o sumo sacerdote, no dia da Expiação, levava o sangue sacrificial para dentro do Santíssimo. Paulo apresentou claramente este paralelo: “Cristo entrou, não num lugar santo feito por mãos, que é uma cópia da realidade, mas no próprio céu, para aparecer agora por nós perante a pessoa de Deus.” — Heb. 9:24, 11, 12; 13:11.

      20 Outrossim, no céu, Jesus Cristo está vivo e apto para rogar por todos os que têm fé no seu resgate, podendo ajudá-los para a salvação. Por isso, Paulo escreveu: “Pois se nós, quando éramos inimigos, ficamos reconciliados com Deus por intermédio da morte de seu Filho, muito mais agora, que temos ficado reconciliados, seremos salvos pela sua vida.” — Rom. 5:10.

      21, 22. Como está nossa vida envolvida na expressão “sangue de Cristo”?

      21 É com boa razão, pois, que a obra intitulada “A Religião na História e no Presente” declara que, na maioria dos casos, “não se pode substituir Sangue de Cristo por morte. O Sangue de Cristo significa mais do que isso. Enfatiza a relação íntima entre a morte de Jesus e tanto a sua vida como o seu triunfo na sua ressurreição e exaltação.” O livro acrescenta que a expressão “Sangue de Cristo”

      “adota o conceito judaico do Antigo Testamento sobre o poder expiatório do sangue, que é base para a maneira em que os sacrifícios eram encarados e para a idéia de que a morte do justo tem poder expiatório. . . . Por um lado, este termo nos relembra que fomos comprados por um preço, aquele que pagou o resgate e em que este consiste. Por outro lado, ficamos livres do pecado e da morte para sempre por meio da fé no pacto celebrado sobre o seu sangue. O Sangue de Cristo abrange o efeito de sua morte e de sua ressurreição”.c

      22 Portanto, quão significativo e cheio de conseqüências benditas para nós são as muitas passagens bíblicas que mencionam o sangue de Jesus! Por meio dele podem ser perdoados os nossos pecados. (Rev. 1:5; Heb. 10:29) É possível ficar livre da conduta infrutífera. (1 Ped. 1:18, 19) Podemos fazer parte da congregação de pessoas que Deus aprova e guia. (Atos 20:28) E há a esperança de perfeição e vida eterna sob o domínio dum reino, que inclui pessoas compradas por este sangue. — Rev. 5:9, 10; 12:10, 11; Col. 1:20.

      23. Qual deve ser nosso conceito sobre o sangue?

      23 Todos os que têm apreço pelo valor de sua própria vida precisam assim reconhecer o que Deus diz sobre o sangue. Ele o considera como sagrado. Determinou seu exclusivo uso e aceitabilidade para o sacrifício no altar. E mostra claramente, na sua Palavra, que toda a nossa esperança de um futuro eterno repousa sobre o sangue sacrificial de seu Filho. Mas, como podemos nós, pessoalmente, mostrar nosso apreço e reconhecimento da santidade do sangue? Estes assuntos importantes serão considerados no próximo artigo.

  • Resolutos na questão da vida e do sangue
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • Resolutos na questão da vida e do sangue

      1, 2. Como costumam às vezes surgir questões sobre o sangue?

      ‘JUIZ Autoriza Transfusões de Sangue’ proclamava a manchete dum jornal da Virgínia, E. U. A. artigo começava assim:

      “Quinta-feira de manhã, um juiz federal autorizou o Hospital Naval de Portsmouth a administrar transfusões de sangue a uma senhora criticamente enferma, que as havia recusado durante quatro dias, alegadamente com risco de vida, . . .”

      2 Notícias desta espécie costumam aparecer de vez em quando, chamando muita atenção sobre o valor tanto da vida como do sangue. Antes de sabermos dos resultados do caso mencionado, poderíamos fazer algumas perguntas fundamentais: Que crenças profundas induzem pessoas tais como esta a recusar transfusões de sangue? Será que a Palavra de Deus exige isso realmente de todos os cristãos? Em caso afirmativo, quão firmes devem ser nossas convicções religiosas, caso o médico diga que precisamos duma transfusão? Também, será que há outros aspectos, além do uso clínico do sangue, em que nosso conceito sobre a vida e o sangue é importante e até mesmo pode afetar nosso futuro?

      VIDA PROVENIENTE DO SANGUE

      3. Baseados em Revelação 7:14, que motivo temos para ter muito respeito pelo sangue?

      3 O livro de Revelação ilustra um apreço pelo sangue, que centenas de milhares de pessoas têm hoje. Depois de ter uma visão dos 144.000 prospectivos herdeiros do reino messiânico, o apóstolo João viu “uma grande multidão . . . de todas as nações”, que tinha a perspectiva de viver para sempre no restaurado paraíso terreno. Mas, como podem os homens viver para sempre, livres do pecado e da imperfeição? A “grande multidão” clama, com apreço: “Devemos a salvação ao nosso Deus . . . e ao Cordeiro”, Jesus Cristo. Reconhecem que esta salvação só é possível porque “lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro”, Jesus. — Rev. 7:9, 10, 14.

      4, 5. (a) Por que envolve a atitude correta para com a vida e o sangue mais do que apenas a crença? (b) Como é isso corroborado pela Bíblia?

      4 Conforme já mencionado no artigo precedente,

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