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    A Sentinela — 1960 | 1.° de outubro
    • dar ouvidos aos argumentos plausíveis dos que não enxergam o fim da cristandade e do inteiro mundo atual. Portanto, mantenhamos acima de tudo as nossas mentes sadias por estudarmos a Palavra de Deus regularmente em particular e na congregação. Também a oração é vital. Por meio dela damos evidência de verdadeira humildade, dependência do Soberano Supremo e confiança na sua onipotência para realizar todos os seus grandiosos propósitos. Os verdadeiramente humildes não tomarão por assentada a sua segurança nestes dias provadores de juízo. Os orgulhosos farão isso, e assim se deixarão abertos ao ataque e à queda certa. — 1 Ped. 4:7; Pro. 16:18, NM.

      Quão importante, então, é ter neste “tempo do fim” a atitude mental correta. E não apenas por um período limitado. Antes, precisamos nutri-la e protegê-la continuamente até ter passado o Armagedon. Não pode haver licença nesta guerra espiritual. Não nos podemos dar ao luxo de tirar a armadura provida por Deus, pois se fizermos isso, o inimigo nos atacará de surpresa. É por isso que Pedro avisou: “Não fiqueis intrigados com o ardor entre vós, que ocorre como prova para vós, como se coisa estranha vos sobreviesse.” Não há nada de estranho nisso. Este mundo ainda está em pleno funcionamento. Ainda odeia a tudo o que é piedoso e cristão. Sob a direção do seu governante, Gog, está empenhado na tarefa de despojar e destruir o povo que leva o nome de Jeová. Quanto mais nos aproximarmos do “fim completo de todas as coisas”, tanto maiores e mais combinadas serão as tentativas do inimigo de exterminar os louvadores de Jeová Deus. Não procure os favores deste velho sistema de coisas. Não se deixe enganar. Este mundo ama apenas o que é seu. — Efé. 6:10-20; 1 Ped. 4:12; Mat. 5:11; João 15:19, NM; Ezequiel 38.

      Ao contrário, a classe do “justo” de Deus destaca-se hoje como o alvo principal para o assalto das forças inimigas. Os desta classe encontram-se numa situação perigosa. Só o proceder de perfeita integridade para com Jeová pode trazer-lhes a salvação. Não podem adotar uma atitude despreocupada, ociosa! Não, mas o que os libertará será o reconhecimento da urgência dos tempos atuais, a vigilância quanto à oração e a ansiedade de obter a aprovação final de Deus. Eles aceitam o conselho de Paulo, de se prepararem e armarem para os tempos mais críticos de todos, e daí continuam em tal estado de alerta, não permitindo nem por um momento que os seus sensos espirituais fiquem obtusos. A contínua associação com os nossos irmãos na fé, tanto no estudo como no ministério, é obrigatória para nós se quisermos continuar vigilantes, alertas a discernir os perigos que cercam a nossa vereda. — Sal. 112:1; Pro. 27:17; 1 Ped. 4:18; Fil. 2:12; Efé. 6:13.

      A força unificadora que liga firmemente todos os membros da sociedade do Novo Mundo é o intenso amor que têm entre si. Assim se encobre e se esquece a “multidão de pecados” e de imperfeições herdadas do pai Adão. As diferenças e divergências pessoais são resolvidas e esquecidas. Toda ação e atitude prejudicial está proscrita. Todos os que se atrevem a introduzir novamente atitudes e práticas do velho mundo são observados, investigados e tratados de modo que a organização permaneça pura e imaculada para o serviço sagrado de Deus. Ela está deveras fechada para os malfeitores e os ímpios. Mas, para as pessoas sinceras e honestas que se aproximam, os portões desta cidade-organização estão bem abertos em verdadeira hospitalidade. Dentro dela há uma contínua partilha das coisas boas com que Jeová abençoa o seu povo, e esta partilha se faz por falarem uns aos outros, muitas vezes, nas reuniões da congregação e em outra parte, edificando-se mutuamente na fé. — 1 Ped. 4:8, 9, NM; Mal. 3:16; Isa. 65:25.

      OLHE PARA A FRENTE!

      A vigilância espiritual, a oração, o intenso amor mútuo e a genuína hospitalidade juntam-se na formação duma organização exclusiva de servos. No entanto, este “justo”, agora e através do fim da prova de integridade no Armagedon, está sendo “salvo com dificuldade”. As Escrituras descrevem-no profèticamente como “tição tirado do fogo” que mal escapou de ser reduzido a cinzas. Não se deu assim com o “justo Lot”? O registro conta que os mensageiros angélicos “pegaram-lhe pela mão, . . . tiraram-no, e pozeram-no fora da cidade”, instando com ele para que fugisse a fim de salvar a vida. Ele e suas filhas-companheiras foram deveras salvos com dificuldade daquela cidade condenada. Agora as modernas Sodoma e Gomorra enfrentam o seu fim merecido. Até o último minuto há grande perigo de que os nossos corações sejam atraídos e engodados por algo deixado atrás, os prêmios mundanos de nenhum valor genuíno, postos elevados, melhores ordenados, mais prazeres, mais diversão, em suma, pelo materialismo. “Lembrae-vos da mulher de Lot”! “Não volte atraz” para o que deixou ali! Apresse-se, sempre na mesma direção, cada vez mais longe deste velho mundo! — Zac. 3:2; 2 Ped. 2:7; Gên. 19:15-17; Luc. 17:31, 32.

      Não entretenha o desejo pelo modo de vida deste mundo, pois isto significaria, de fato, menosprezar a benignidade imerecida de Jeová e falhar ao seu objetivo. Colocaria a pessoa na classe dos pecadores, e, “se o justo é salvo com dificuldade, onde ficará o ímpio e o pecador” Não ficarão. Desaparecerão para sempre no clímax do julgamento no Armagedon. Ao passo que Jeová faz que seu povo de boa vontade seja levado pela mão para longe da cena deste velho mundo, prestes a sentir a mudança mais drástica de todas, qual será a sua ação? Continue a olhar numa única direção, na direção da segurança. Seja como Paulo ao se concentrar neste único proceder. Deixe atrás de si tudo o que pertence a este velho mundo e mostre-se vigorosamente ativo nos interesses do Novo Mundo e inteiramente preocupados com eles. — 2 Cor. 6:1; 1 Ped. 4:18; Fil. 3:13, NM.

      Nós, como soldados cristãos na mais grandiosa causa pela qual já se lutou, somos chamados para tomar a nossa parte em sofrer o mal e em suportar as durezas da contínua luta, até o fim derradeiro. Então, e somente então, virá a nossa salvação. Isto é o que significa ser “salvo com dificuldade”. Quão vital é, então, identificar-nos contínua e intimamente com o “justo” de Jeová e com a sociedade do Novo Mundo! Não abandonemos as nossas reuniões para nos estimularmos mutuamente ao amor, ao intenso amor, e a obras corretas. Não pense que possa ficar despreocupado, mesmo por um período temporário. Guarde bem a posição entesourada de serviço com que foi honrado pelo Rei do Novo Mundo. Continue a usar a armadura de Deus e continue a brandir com vigor a espada do espírito. Assim é que podemos ser salvos com dificuldade através do “fim completo de todas as coisas”, mas felizmente salvos, e a nossa salvação magnificará o poder e o nome de Jeová, nosso Deus. — 2 Tim. 2:3; Mat. 24:13; Heb. 10:24, 25, NM.

  • Fome religiosa
    A Sentinela — 1960 | 1.° de outubro
    • Fome religiosa

      Depois de analisar centenas de pessoas, o psicanalista Donald Slesinger observou “A fome religiosa é tão forte e tão universal como a da união sexual. . . . A adoração de Deus é uma necessidade para o homem, não para Deus.” — Cosmopolitan, dezembro de 1958.

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