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    • sob o controle de Satanás (João 17:16; Col. 1:13), e da destruição e da morte eterna. (Rev. 7:14-17; 21:3, 4) Em Revelação 7:9, 10 apresenta-se uma “grande multidão” atribuindo a salvação a Deus e ao Cordeiro.

      O sacrifício de resgate constituiu a base para a salvação, e, Cristo Jesus, como Rei e eterno Sumo Sacerdote, possui a autoridade e o poder de “salvar completamente os que se aproximam de Deus por intermédio dele”. (Heb. 7:23-25; Rev. 19:16) Ele é um “salvador deste corpo”, a congregação de seus seguidores ungidos, e também de todos os que exercem fé nele. — Efé. 5:23; 1 João 4:14; João 3:16, 17.

  • Samaria
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SAMARIA

      [pertencente ao clã de Semer.].

      1. A cidade que o Rei Onri começou a construir por volta de meados do século X AEC, e que serviu como capital do reino setentrional de Israel por mais de 200 anos. Onri comprou de Semer o monte, no topo do qual foi construída esta cidade, por dois talentos de prata. ( 1 Reis 16:23, 24) O monte, bem como a cidade, continuaram a ser chamados pelo nome deste anterior proprietário. — Amós 4:1; 6:1

      LOCALIZAÇÃO

      Samaria estava situada a 55 km ao N de Jerusalém, e a c. 11 km ao NO de Siquém, no território de Manassés. Quando Samaria foi descrita como sendo a “cabeça” de Efraim, tal referência dizia respeito à sua posição como a capital do reino de dez tribos, Efraim sendo a tribo dominante daquele reino. (Isa. 7:9) Samaria estava próxima — se é que não era a mesma localidade — de “Samir, na região montanhosa de Efraim”, o lar do juiz Tola, que serviu durante o período dos juízes. — Juí. 10:1, 2.

      O topo um tanto achatado da colina de Samaria, medindo c. 2 km de E a O, era uma localização ideal para uma cidade. Ao redor do cume, uma subida abrupta de c. 91 m desde a planície lá embaixo a tornava fácil de ser defendida. A vista dali também era magnífica, pois, para o N, o E e o S, situavam-se picos mais elevados da cordilheira central da Palestina, ao passo que, a O, a terra descia brandamente de uma altitude de 463 m até o azul Mediterrâneo, a 34 km de distância

      NA ÉPOCA DE ACABE

      Depois da morte de Onri, seu filho Acabe prosseguiu no programa de edificação da cidade durante seu reinado de vinte e dois anos. Isto incluía a construção dum templo para Baal, a edificação dum altar para Baal e a ereção do “poste sagrado” de adoração — tudo isto sendo evidência, nesta cidade recém-criada, da religião cananéia patrocinada por Jezabel, esposa fenícia de Acabe. ( 1 Reis 16:28-33; 18:18, 19; 2 Reis 13:6) Acabe também embelezou Samaria com uma linda “casa de marfim” que era, possivelmente, mobiliada com “leitos de marfim” semelhantes àqueles aos quais o profeta Amós se referiu, cem anos depois. ( 1 Reis 22:39; Amós 3:12, 15; 6:1, 4) Os arqueólogos já descobriram mais de 500 fragmentos de marfim, muitos esculpidos artisticamente, nas ruínas de Samaria. — Veja ACABE.

      RIVAL DE JERUSALEM

      De tempos a tempos, a rivalidade e a animosidade entre Samaria e Jerusalém, as respectivas capitais dos reinos setentrional e meridional, irrompiam em guerra declarada. Em certa ocasião, o rei de Judá, quando prestes a atacar Edom, enviou de volta para casa a 100.000 mercenários de Israel, por ordens de Jeová. E, muito embora lhes fossem pagos 100 talentos de prata, estes israelitas ficaram tão enraivecidos que atacaram e saquearam cidades de Judá, “desde Samaria até Bete-Horom”. ( 2 Crô. 25:5-13) O rei de Judá, animado com a vitória sobre Edom, então provocou uma disputa com o rei de Samaria, disputa esta que não foi resolvida senão depois que todo o ouro e prata da casa de Jeová, e o tesouro do rei em Jerusalém, foram levados para Samaria. ( 2 Reis 14:8-14;  2 Crô. 25:17-24) Anos mais tarde, contudo, numa derrota do Rei Acaz, de Judá, os homens de Israel devolveram certos cativos e o saque que haviam levado para Samaria, a fim de escaparem da ira de Jeová. — 2 Crô. 28:5-15.

      A cidade de Samaria foi por fim destruída por causa de sua idolatria, de sua corrupção moral e de seu contínuo desrespeito para com as leis e os princípios de Deus. ( 2 Reis 17:7-18) Repetidas vezes, Jeová avisou os governantes dela e os súditos deles pela boca de profetas tais como Isaías (8:4; 9:9), Oséias (7:1; 8:5, 6; 10:5, 7; 13:16), Amós (3:9: 8:14), Miquéias (1:1, 5, 6) e outros, além de Elias e Eliseu. ( 1 Reis 20:13, 28, 35-42; 22:8) Mais tarde, depois da destruição dela, outros profetas se referiam a Samaria como um exemplo admoestador para os que rejeitavam as instruções de Jeová. — 2 Reis 21:10-13; Jer. 23:13; Eze. 16:46, 51, 53, 55; 23:4, 33.

      HISTÓRIA POSTERIOR

      Em 742 AEC, Salmaneser V, rei da Assíria, cercou Samaria, mas a cidade conseguiu suportar o cerco por quase três anos. Quando finalmente caiu, em 740 AEC, muitos dos seus habitantes destacados foram deportados para o exílio e se fixaram na Mesopotâmia e na Média. Não é ainda uma questão decidida se o crédito pela captura final da cidade deva ser dado a Salmaneser V ou a seu sucessor, Sargão II. — 2 Reis 17:1-6, 22, 23; 18:9-12; veja Sargão.

      Com a queda de Samaria diante dos assírios, cessa a história pormenorizada da Bíblia a respeito da cidade. Depois disso, faz-se freqüente menção da cidade, embora nem sempre ( 2 Reis 23:18; Atos 8:5) isso seja feito como lembrete do que acontece com os que se rebelam contra Jeová. ( 2 Reis 18:34; 21: 13; Isa. 10:9-11; 36:19) Após a destruição de Jerusalém, e do subseqüente assassínio de Gedalias, a Bíblia relata que oitenta homens de

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