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  • Inocência mediante respeito pela santidade do sangue
    A Sentinela — 1960 | 15 de junho
    • não podiam cometer adultério ou fornicação; não podiam derramar sangue em homicídio ou alimentar seus corpos com sangue de aves, de animais ou de homens.

      17. Por que não constitui o beber do cálice comum na refeição noturna do Senhor nenhuma violação do pacto concernente ao sangue?

      17 É verdade que aqueles cristãos do primeiro século celebravam cada ano a refeição noturna ou ceia do Senhor, na qual cada congregação participava dum cálice comum de vinho. Mas, ao beberem deste cálice comum, não bebiam o sangue literal do Cordeiro sacrificial, Jesus Cristo. Horas antes de o soldado romano lancear o lado esquerdo de Jesus, pendurado na estaca, de modo que saiu sangue e água, o Senhor Jesus oferecera o cálice emblemático aos seus onze apóstolos fiéis, numa sala superior, em Jerusalém, e dissera-lhes: “Bebei dele, todos vós; pois isto significa meu ‘sangue do pacto’ que há de ser derramado a favor de muitos para a remissão de pecados. Mas, digo-vos, que daqui em diante de nenhum modo beberei deste produto da videira [isto é, do vinho] até aquele dia em que o beberei, novo, convosco no reino de meu Pai.” (João 19:33-37; Mat. 26:26-29, NM) O vinho tinto naquele cálice era apenas simbólico. Era símbolo do sangue vital de Jesus, que havia de ser derramado em sacrifício a Deus, para nos purificar de pecados.

      18. De que modo participam os celebrantes da refeição noturna do Senhor no sangue do Cristo?

      18 Anos depois, o apóstolo Paulo escreveu aos celebrantes da refeição noturna do Senhor: “O cálice de bênção que abençoamos, não é a participação no sangue do Cristo?” (1 Cor. 10:16, NM) Beberem deste cálice memorial de vinho foi representativo de participarem dos benefícios da vida humana sacrificada de Jesus, representada pelo seu sangue. Fazem isso por meio de sua fé nele como sendo Aquele que morreu a fim de comprá-los de volta do pecado e da morte.

      19. Como autorizou Deus que o sangue fosse usado para se ganhar a vida, e, assim, como consideram os verdadeiros cristãos o sangue de Cristo?

      19 Deus tinha autorizado que se derramasse sobre o seu santo altar o sangue duma vítima sacrificial, como oferta de vida a ele. Concordemente, os cristãos reconheciam o sangue humano perfeito de Jesus como derramado sobre o verdadeiro altar de sacrifício de Deus, a fim de fornecer a vida eterna a todos os que aceitassem o seu sacrifício. Por isso era sangue precioso e tinha poder aquisitivo perante Deus. O apóstolo Pedro escreveu a seus companheiros cristãos: “Sabeis que não foi com coisas corrutíveis, com prata ou com ouro por resgate, que fostes libertos de vossa forma de conduta infrutífera, recebida por tradição de vossos antepassados. Mas foi com sangue precioso, semelhante ao dum cordeiro imaculado e sem mancha, sim, o de Cristo.” — 1 Ped. 1:18, 19, NM.

      20. Por que teve o derramamento do sangue de Cristo um efeito diferente sobre os judeus que insistiam que Pilatos mandasse executar a Jesus?

      20 Assim, o derramamento do seu sangue sobre o altar de Deus não afetou aqueles cristãos crentes do mesmo modo como afetou os judeus que insistiam que o governador romano mandasse matar a Jesus numa estaca de tortura. O Governador Pilatos lavou as mãos em água diante da multidão, dizendo: “Estou inocente do sangue deste, fique o caso convosco!” Eles concordaram com isso, dizendo: “Caia sobre nós o seu sangue, e sobre nossos filhos.” (Mat. 27:24, 25, ARA) Concordaram voluntariamente em assumir a responsabilidade pelo derramamento do sangue de Jesus e em transmitir esta responsabilidade aos seus filhos.

      21. Por beberem do cálice na refeição noturna do Senhor, de que foram acusados os primitivos cristãos, e o que mostra a sua defesa quanto à lei dada a Noé?

      21 Os primitivos cristãos celebravam cada ano a refeição noturna do Senhor, ocasião em que bebiam dum cálice comum de vinho, simbólico do sangue de Jesus. Sem dúvida, ou em parte, foi por isso que os incrédulos pagãos acusavam estes fiéis cristãos de beber sangue humano. Esta foi uma das acusações falsas contra que os porta-vozes da congregação cristã tinham de defender-se. Eles fecharam a boca destes adversários do cristianismo por explicar que o sangue humano era muito superior e muito mais valioso do que o sangue animal; e que os cristãos estavam tão opostos a beber sangue humano, que era contrário à lei de seu Deus beber até mesmo o sangue de animais inferiores, de criaturas brutas, irracionais. Numerosos são os testemunhos no sentido de que aqueles cristãos fiéis não absorveram sangue humano no seu organismo, para nenhum fim. — Veja-se Origines Ecclesiasticae, ou, Antiquities of the Christian Church, de Joseph Bingham [1668-1723]; Livro 17, capítulo 5, parágrafo 20.a

      22. Quando começaram certos pretensos cristãos a argumentar contra a lei de Deus dada a Noé? E como?

      22 Foi só depois do tempo do teólogo católico romano Agostinho (354-430), bispo na África do Norte, que alguns que afirmavam ser cristãos começaram a argumentar que a regra divina, proibindo que os seguidores de Cristo participassem de sangue como alimento, foi apenas uma proibição temporária e que não se aplica agora. Este argumento, porém, foi parte da apostasia da verdadeira fé por parte dos pretensos cristãos, predita pelo apóstolo Paulo. — 2 Tes. 2:1-3.

      23. Visto que Jeová não muda, de que modo seguem os cristãos a exortação de Judas e se mantém inocentes?

      23 Depois que Deus predisse a vinda de seu Filho, Jesus Cristo, ao templo, para a obra de julgamento, ele disse “Eu Jehovah não mudo.” (Mal. 3:1-6) Deveras, os fiéis cristãos da atualidade seguem a exortação do discípulo Judas, de “travar uma luta árdua pela fé que de uma vez para sempre foi confiada aos santos”. (Jud. 3, NM) De acordo com esta fé, mantêm-se inocentes quanto ao sangue. Evitam a penalidade da violação da santa lei imutável de Deus quanto à santidade do sangue. Deus não exigirá deles nenhuma vida ou alma de homem.

  • Uma congregação francesa ajunta as ovelhas
    A Sentinela — 1960 | 15 de junho
    • Uma congregação francesa ajunta as ovelhas

      NA FRANÇA, onde a obra das testemunhas de Jeová está decididamente aumentando, a distância entre os seus lares, em algumas regiões, ainda é um grande problema no seu ministério. Por exemplo, no ano passado, certo grupo em Chauny, na França, composto de trinta Testemunhas, estendia as suas atividades a uma distância de setenta a oitenta quilômetros. Dirigiam estudos bíblicos domiciliares com vinte e cinco pessoas de boa vontade espalhadas pelas aldeias. O problema era trazê-las ao Salão do Reino. Mas, quando se aproximou a época do Memorial da morte de Cristo, fez-se um arranjo especial. Fretou-se um ônibus para fazer uma ronda de mais de cento e sessenta quilômetros para ajuntar estas pessoas e trazê-las ao salão.

      Assim, em 3 de abril, às 14,30 horas, não havia apenas as costumeiras dezoito a vinte pessoas sentadas no Salão do Reino, mas eram cinqüenta e cinco, algumas delas ficando bastante surpresas de descobrir que conhecidos seus no mundo também se associavam com as Testemunhas. Mas o Memorial só seria realizado depois do pôr do sol. Que haviam de fazer estas pessoas? Foram todas convidadas a acompanhar as testemunhas de Jeová no seu ministério de casa em casa, e as Testemunhas levaram as pessoas com que estudavam ao serviço de campo.

      E o resultado? Dez novas pessoas, inclusive algumas que apenas estudavam por algumas semanas, tornaram-se publicadores das boas novas do reino de Deus, e a congregação ultrapassou ali mesmo seu alvo de 20 por cento de aumento em pregadores do Reino, pelo qual se esforçavam, e venceu assim felizmente o desânimo causado pelo seu anterior problema de transporte.

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