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    As Testemunhas de Jeová e a Questão do Sangue
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
w85 15/4 p. 21

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Pesquisas Sobre Substitutos Para o Sangue

● O Fluosol-DA, um substituto do sangue, transportador de oxigênio, produzido de elementos químicos, não passou nos testes médicos nos Estados Unidos, e as experiências com o fluido em humanos foram interrompidas pelo fabricante. Durante quase cinco anos, a Alpha Therapeutic Corporation, fabricante do “sangue sintético”, Fluosol-DA 20%, trabalhou junto a hospitais selecionados nos Estados Unidos e no Canadá em testes clínicos do seu uso. Foram estudados mais de 120 pacientes. Os informes indicam que o Fluosol não era um substituto tão bom para o sangue quanto se esperava, e que outras soluções já disponíveis eram tão eficazes quanto o Fluosol. O Chicago Tribune noticiou que um dos hospitais usados na pesquisa forneceu dois motivos para o fracasso. “Não transportava suficiente oxigênio para órgãos vitais”, dizia o artigo, “e não permanecia no sistema da pessoa tempo bastante para mantê-la viva até que a produção natural repusesse os glóbulos vermelhos”.

O estudo do Fluosol salientou, porém, que os cirurgiões usam o sangue com demasiada liberalidade, e, segundo o Tribune, “que é possível operar alguém bastante anêmico sem transfusões de sangue”. O Dr. Bruce Friedman, diretor dos hospitais da Universidade de Michigan, disse: “Minha estimativa é que 25 por cento a 33 por cento do sangue usado neste país [os EUA] não seja necessário.” Embora tenham sido interrompidos os testes com humanos, parece que as pesquisas para o aprimoramento do “sangue artificial” de fluorocarbono continuarão.

● O Dr. Henry A. Sloviter está desenvolvendo um substituto similar para o sangue na Escola de Medicina da Universidade de Pensilvânia. Este “sangue artificial” é um composto químico tratado com ondas de som de freqüência ultra-elevada e depois coberto com lecitina derivada de ovos. Até agora só foi testado em animais, mas não foram observados quaisquer efeitos nocivos mesmo quando administradas grandes doses do fluido branco-leitoso. O Almanac, publicado pela universidade, observa que possui as seguintes vantagens sobre o sangue natural: “Parece ser seguro, independente do tipo sangüíneo; não requer refrigeração; e elimina o risco de transmissão de doenças infecciosas tais como a AIDS, a hepatite e a malária nas transfusões.” Não estará pronto para uso geral durante pelo menos três anos.

● As pesquisas prosseguem noutro continente. “Os cientistas australianos desenvolveram um substituto sangüíneo que, afirmam eles, para a maioria dos usos é melhor do que o sangue integral e o plasma”, veicula The Bulletin, revista financeira australiana. Chamada CH (solução hidrolisada de caseína), é uma proteína e pode ser produzida do leite ou da soja. O Dr. Louis Hissink, um dos que desenvolveram a CH, “acredita ser perigoso introduzir sangue de outra pessoa num paciente”, prossegue o artigo, “não só devido à possibilidade de transmitir uma doença, mas também por causa de reações imunológicas provocadas”. Hissink diz: “Por fim, está ficando claro para as pessoas que o sangue (de doadores), afinal de contas, não é tão grande coisa.” A CH ainda precisa obter a aprovação do departamento estatal de saúde da Austrália.

As Testemunhas de Jeová sempre estiveram interessadas neste tipo de pesquisa. Ao passo que as Testemunhas talvez permitam o uso de fluidos não derivados de sangue para fins de transfusão, não transigirão nas suas crenças religiosas — mesmo quando confrontadas com perigo — de modo a permitir uma transfusão de sangue. Esses cristãos em todas as ocasiões, apegam-se firmemente à injunção bíblica: ‘Abstende-vos de . . . sangue.’ — Atos 15:29.

Abuso do Álcool

● O abuso do álcool tem afetado até mesmo os jovens e os idosos. Certa pesquisa realizada para a Divisão de Alcoolismo e do Abuso do Álcool entre 27.414 estudantes do Estado de Nova Iorque, na faixa etária dos 12 aos 18 anos, descobriu que 10 por cento se embriagavam pelo menos uma vez por semana. Na outra extremidade da escala etária, o periódico Medical Aspects of Human Sexuality declara que o abuso do álcool “constitui um problema significativo entre pessoas mais velhas, com incidência prevista de 10% a 15% — a prevalência sendo mais elevada entre os que se acham internados em instituições”. É interessante que uma das evidências de que a humanidade encontra-se “nos últimos dias” é que as pessoas estão “sem autodomínio”. (2 Timóteo 3:1-3) E o abuso do álcool é apenas um indício da falta de autodomínio.

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