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  • Amigo de Jeová ou amigo do mundo — qual?
    A Sentinela — 1976 | 15 de agosto
    • de Deus, seria lembrado por Deus e teria uma ressurreição para a vida numa nova ordem justa.

      21. (a) O que temos de fazer para obter a recompensa reservada para os amigos de Deus? (b) Qual é a recompensa que receberemos?

      21 Sejam sua fé e esperança tão fortes como as de Moisés. Mantenhamo-nos todos, em todos os aspectos da vida, “sem mancha” do mundo e de seus amigos. Concentrem-se nosso pensamento e nossas ações no nosso amigo íntimo, Jeová. Seja nosso desejo de coração continuar afetuosamente apegados a ele como amigo íntimo. Quer sejamos dos “ungidos do Senhor” quer da “grande multidão”, significará muitas bênçãos AGORA, mas, o mais satisfatório de tudo, receberemos o prêmio da vida eterna numa nova ordem justa, habitada apenas pelos amigos de Jeová. — 1 Tim. 4:8.

  • Precisa ser santo porque Jeová é santo
    A Sentinela — 1976 | 15 de agosto
    • Precisa ser santo porque Jeová é santo

      “VÓS, TAMBÉM, TORNAI-VOS SANTOS EM TODA A VOSSA CONDUTA.” — 1 PED. 1:15.

      1. Que idéias podem surgir ao se ouvir a palavra “santo”?

      QUANDO ouve alguém mencionar a palavra “santo”, o que lhe vem à mente? Acha que a “santidade” é algo fora do seu alcance, que é uma qualidade inalcançável! Ou pensa que nunca poderia chegar a ser uma pessoa “santa”? Por outro lado, imagina a pessoa “santa” como sendo alguém segundo a descrição feita pela cristandade ou pelo paganismo: alguém que se dá aspecto pio, trajado de vestes especiais, com atitude santimoniosa, um santarrão? Pois bem, se for esta a idéia que lhe ocorre ao se mencionar a palavra “santo”, então ainda não entendeu o que a Bíblia quer dizer com este termo.

      2. Que significado transmitem as palavras hebraicas e gregas para “santo” e “santidade”?

      2 As palavras portuguesas “santo” e “santidade”, na Bíblia, traduzem palavras hebraicas que parecem ter o significado básico de “estar limpo”, “ser novo ou fresco, imaculado”. Tem aplicação em sentido físico, porém, o que é mais importante, também em sentido espiritual ou moral. Assim, as palavras têm que ver principalmente com ser limpo, sacro e puro em sentido moral. Essas palavras hebraicas transmitem também a idéia de estar separado, ser exclusivo ou santificado para Deus. Nas Escrituras Gregas Cristãs, as duas palavras também indicam uma separação para Deus e referem-se à pureza ou perfeição na conduta pessoal do indivíduo.

      3. Que conselho duplo deu Pedro em 1 Pedro 1:14-16 e que incentivo há para se acatar estas palavras?

      3 Cônscios do que significam estas palavras, podemos apreciar por que o apóstolo Pedro deu o conselho registrado em 1 Pedro 1:14-16: “Como filhos obedientes, deixai de ser modelados segundo os desejos que tínheis anteriormente na vossa ignorância, mas, de acordo com o santo que vos chamou, vós, também, tornai-vos santos em toda a vossa conduta, porque está escrito: ‘Tendes de ser santos, porque eu sou santo.’” Notou a diretiva dupla dada por Pedro? Primeiro, ele diz que devemos deixar “de ser modelados segundo os desejos que [tínhamos] anteriormente”, e, segundo, Pedro passa a dizer que temos de ‘tornar-nos santos’. Que incentivo há para se acatar esta ordem dupla? O motivo principal para querermos ter “santidade” é que Jeová é “santo”. Assim como Pedro disse: “Tendes de ser santos, porque eu sou santo.”

      VIR A TER SANTIDADE

      4. Como se alcança a santidade, e que papel desempenha a verdade neste respeito?

      4 Visto que esta é uma qualidade de Deus e nós somos imperfeitos, como podemos vir a ter santidade? O texto de 1 Pedro 1:14, acima citado, explica que temos de ter obediência igual à de filhos, e, mais adiante, o 1 Pe 1 versículo vinte e dois declara: “Purificastes as vossas almas pela vossa obediência à verdade.” Torna-se assim evidente que, para passarmos a ter santidade, temos de mostrar ‘obediência filial’ à verdade, que se encontra na Palavra de Deus. Jesus reconheceu o papel desempenhado pela verdade em se obter uma condição santa perante Deus, pois, ele declarou em João 17:17: “Santifica-os por meio da verdade; a tua palavra é a verdade.” Portanto, a pessoa torna-se ‘nova, limpa, imaculada’ e é ‘separada’ para Deus por obedecer à verdade e deixar a verdade operar na sua vida.

      5. (a) O que estaremos fazendo, se desobedecermos à verdade, e que dois exemplos temos disso? (b) Defina o que é pecado e explique como nos podemos guardar de pecar contra Deus.

      5 Temos de reconhecer que obedecer à verdade significa obedecer ao nosso Criador. Desobedecer à verdade, por retornar aos anteriores modos e desejos impuros, significaria pecar contra o próprio Jeová. Davi pensava assim, depois de refletir na sua relação adúltera com Bate-Seba. Depois de se arrepender, proferiu estas palavras vigorosas: “Pequei contra ti [Jeová], somente contra ti, e fiz o que é mau aos teus olhos.” (Sal. 51:4) O filho pródigo chegou à mesma conclusão, depois de se restabelecer de sua queda num proceder devasso, licencioso e profano. Expressou isso do seguinte modo: “Pai, pequei contra o céu e contra ti.” (Luc. 15:18) Visto que o pecado é definido como falta moral, errar o alvo da perfeição, torna o cristão profano, maculado, impuro em sentido espiritual e moral. Por isso, em reconhecimento de tudo o que Jeová fez, o cristão precisa lutar para se manter leal e obediente à verdade, em vez de desobedecer e pecar contra Ele.

      6. Visto que os israelitas deviam tornar-se santos, limitava-se a santidade apenas à sua atividade religiosa? Por que responde assim?

      6 Durante os séculos, Jeová sempre quis que seu povo fosse santo, que se tornasse progressivamente mais semelhante a ele. Para entendermos isso melhor, consideremos brevemente os tratos de Deus com seu povo, sob a lei mosaica. Suas palavras a esta nação judaica foram as seguintes: “Deveis mostrar-vos santos, porque eu, Jeová, vosso Deus, sou santo.” (Lev. 19:2) Ora, que facetas da experiência humana considerava Jeová ali, Referia-se simplesmente às atividades religiosas da vida! Não, não era este o caso. O resto do texto, os trinta e cinco Le 19 versículos 3-37remanescentes do capítulo, revela que Deus estava falando das atividades que assinalavam cada aspecto da vida judaica. Mencionam-se especificamente coisas tais como o furto, a imparcialidade no julgamento, o uso de pesos e medidas, o tratamento dispensado aos com impedimentos tais como surdez e cegueira, e até mesmo assuntos sexuais. Portanto, a santidade devia ser mostrada em todas as atividades da vida. Apegando-se às normas de santidade estabelecidas por Deus, naquele tempo, a nação podia ser um povo “santo” ou limpo, e separada das nações mundanas, como povo exclusivamente devotado a Jeová. As leis alimentares, sanitárias e morais que Deus lhes deu eram um lembrete constante de sua separação e santidade para Ele. — Lev. 22:31, 32.

      ESCLARECIDO O SIGNIFICADO DE SANTIDADE

      7. (a) Visto que os israelitas podiam ser tornados “santos” apenas até certo ponto, o que era necessário da parte de Deus? (b) Como ajudou a mensagem de Jesus às pessoas dos seus dias?

      7 No entanto, os israelitas podiam ser purificados e separados do antigo mundo, e tornados “santos”, apenas até certo ponto. Por isso foi necessário que Deus enviasse Jesus à terra, a fim de que revelasse à humanidade informação adicional a respeito de seu Pai e das maravilhosas qualidades Dele, de justiça, pureza e santidade. Os ensinos de Jesus Cristo podiam fazer com que as pessoas receptivas ficassem ainda mais santas do que as debaixo da Lei. As instruções dele atingiriam o coração daqueles que quisessem aceitar a mensagem de Deus. Isso os ajudaria a se amoldarem mais a Jeová. Chegariam a conhecer a Deus de modo mais íntimo do que aqueles que viveram antes da vinda de Jesus à terra. — João 1:18.

      8. Como foi Jesus mais a fundo, depois de citar a Lei e que dois exemplos ilustram isso?

      8 Enquanto Jesus realizava seu serviço designado por Deus, ele vez após vez citou a Lei e depois foi ainda mais a fundo. Como? Tocou na motivação e nas razões para se fazerem as coisas. Jesus estava interessado em descobrir o que havia no coração da pessoa. Ilustrou isso certa vez, ao considerar a Lei e o assunto do homicídio e adultério. Ele explicou: “Ouviste que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de prestar contas ao tribunal de justiça.’ No entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça; mas quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo, terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à Geena ardente.” (Mat. 5:21, 22) Mais tarde, ao falar sobre o adultério, Jesus tinha o seguinte a dizer: “Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’ Mas eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, ao ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” — Mat. 5:27, 28.

      9. (a) Mostre o contraste entre a Lei e o cristianismo. (b) O que salientou Jesus no seu ensino?

      9 Em ambos os casos, podemos ver a superioridade dos ensinos de Cristo sobre os da Lei em tornar alguém santo. Sob a Lei, os atos físicos de assassinato e de adultério levariam o israelita a ser condenado à morte. Mas, no caso do cristão, até mesmo seus pensamentos e motivos poderiam condená-lo aos olhos de Jeová. Ele precisa ter um coração puro. (Mar. 7:18-23) O cristão não deve entreter pensamentos e desejos impróprios, esperando revestir-se de “santidade” que refletiria a glória de Jeová. (Fil. 4:8; 2 Cor. 3:18) De modo que Jesus salientou o princípio em que se baseava a Lei. Enfatizou o espírito da Lei, o qual, na maior parte, havia sido desconsiderado pelos que ensinavam a Lei.

      10. Que proveito tiraram os seguidores de Jesus, e o que disse Pedro a respeito destes cristãos separados?

      10 Os apóstolos e outros seguidores de Jesus tomavam a peito este conselho por se empenharem em aplicar os princípios e o espírito da Lei na sua vida. Isto lhes foi útil em alcançar a “santidade” que se esperava deles. Receberam esta “santidade” pela fé no valor expiatório de pecados do sacrifício de Jesus Cristo. Pedro, ao descrever a congregação cristã, foi induzido a chamá-la de “nação santa”, completamente separada do mundo e posta à parte para o serviço de seu Deus. (1 Ped. 2:9) Estes, embora imperfeitos, eram “santos”, limpos e brilhantes aos olhos de Jeová.

      11. O que disse Malaquias a respeito duma obra de purificação, e quando começou esta obra?

      11 Antes de Jesus vir à terra, Malaquias, homem de Deus, profetizara que Jeová também feria uma obra de purificação durante o fim deste sistema de coisas. Descreveu-a da seguinte maneira: “Mas quem agüentará o dia da sua vinda e quem se manterá de pé quando ele aparecer! Pois ele será como o fogo do refinador e como a barrela dos lavadeiros. E terá de assentar-se como refinador e purificador.” (Mal. 3:2, 3) A cronologia e os fatos físicos em cumprimento das profecias bíblicas mostram que esta obra de purificação foi realizada pouco depois do estabelecimento do reino de Deus em

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