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Conselho — tirará proveito dele?A Sentinela — 1977 | 15 de maio
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melhorar em certos aspectos da sua vida? O que acontece quando esta pessoa é mais jovem ou menos experiente do que você, ou é um subordinado no seu lugar de trabalho? Tem de repente ressentimento que o impede de tirar proveito do bom conselho? O que está causando isso?
É a tendência da natureza humana de que se fala em Romanos 12:3: “Digo a cada um aí entre vós que não pense mais de si mesmo do que é necessário pensar.” A culpa cabe ao orgulho, que é uma exagerada estima de si mesmo ou um sentimento desarrazoado de superioridade sobre outros. Como poderá lidar com essa barreira do orgulho?
É básico aceitar a verdade apresentada em Romanos 3:23: “Todos pecaram e não atingem a glória de Deus.” Acredita nisso? Talvez responda prontamente que sim, mas, mostra o seu proceder na vida que realmente fala sério? Não, se der a impressão de que “sempre tem razão”, por desprezar bom conselho.
E pense nas trágicas conseqüências da rejeição orgulhosa de conselho corretivo! Primeiro, vem a solidão, pois, quem quer associar-se com alguém que não consegue admitir os seus erros? Pior do que isso, Deus declara: “A exaltação de si próprio . . . eu tenho odiado.” (Pro. 8:13) O espírito altivo prejudica a relação da pessoa com Jeová. Por isso, não pode resultar em nada de bom. “O orgulho vem antes da derrocada e o espírito soberbo antes do tropeço.” — Pro. 16:18.
Por outro lado, “as repreensões da disciplina são o caminho da vida”. (Pro. 6:23) Aquele que aceita conselhos retém uma relação agradável com os outros, e, o mais importante, com o Criador. Ele não é estorvado pela miopia. Não só tira proveito pessoal do pensamento dos outros, mas, por sua vez, transmite ao seu próximo os benefícios dum conceito ampliado. O conselho decididamente é proveitoso. A questão é: Tirará você proveito dele?
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1977 | 15 de maio
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Perguntas dos Leitores
● Primeira aos Coríntios 7:14 declara que os filhos de progenitor crente “são santos”. Envolve tal ‘santidade’ do filho aos olhos de Deus o batismo? O que se dá quando o filho é retardado?
O apóstolo Paulo considera ali os problemas duma família dividida. Ele exorta o cônjuge crente a não abandonar o incrédulo, e, como forte motivo para manter o casamento intato, ele disse: “Pois o marido incrédulo está santificado em relação à sua esposa, e a esposa incrédula está santificada em relação ao irmão; de outro modo, os vossos filhos seriam realmente impuros, mas agora são santos.” (1 Cor. 7:14) Isto mostra que Deus encara esses filhos segundo o princípio do mérito familiar. Com mérito familiar se quer dizer a santidade que Deus atribui ou imputa aos filhos menores, que são obedientes, ao ponto em que o filho não é responsável. Isto se dá devido à valiosa reputação de santidade e de boas obras que os “pais em união com o Senhor” têm aos olhos de Deus. (Efé. 3:1) Este mérito familiar é aplicado mesmo quando apenas um dos genitores é crente, conforme indicam as palavras de Paulo acima citadas.
Então, que dizer de batismo? A criança jovem, à qual se ensina fielmente a Palavra de Deus, sem dúvida progredira em conhecimento e entendimento, e, com o tempo, chegará ao ponto em que o espírito de Deus a motivará a fazer a sua própria dedicação a Jeová e a pedir o batismo. (1 Ped. 3:21) A fim de estar preparado para o batismo, deve reconhecer que precisa arrepender-se, converter-se e entrar numa relação correta com Deus. (Atos 3:19; 8:34-36) Depois do batismo, não estará mais debaixo do mérito familiar, mas é encarado como “santo” por conta própria, sendo responsável perante Deus para seguir uma vida de dedicação. — 1 Ped. 1:14-16; Col. 1:21-23.
Devem os pais de filhos retardados pensar que o batismo, em todos os casos, é um requisito para que
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