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Como a Bíblia pode ajudar seu casamentoA Sentinela — 1976 | 15 de fevereiro
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Aprenda dela o que Deus aconselha. As testemunhas de Jeová, na sua localidade, terão prazer em ajudá-lo. Aproveite-se das oportunidades de estudar a Bíblia com elas, porque têm prazer em ajudar as pessoas a aprender o conselho da Bíblia. Seguindo no seu casamento o proceder indicado em Provérbios 3:5, 6, poderá usufruir ricas bênçãos: “Confia em Jeová de todo o teu coração . . . Nota-o em todos os teus caminhos, e ele mesmo endireitará as tuas veredas.”
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Por dentro das notíciasA Sentinela — 1976 | 15 de fevereiro
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Por dentro das notícias
Alto Custo da Canonização
● Em 14 de setembro último, na Basílica de S. Pedro, em Roma, Elizabeth Seton foi formalmente proclamada primeira “santa” nascida nos E. U. A. O caminho para a beatificação foi longo e dispendioso.
Em 1882, o Cardeal Gibbons, de Baltimore, começou a promover a candidatura da Sra. Seton. Desde então, milhares de funcionários estiveram envolvidos, inclusive cerca de 12.000 freiras. Conforme noticiou “The Wall Street Journal” estas tiveram de angariar fundos e trabalhar num projeto que “foi mais árduo do que qualquer campanha política e certamente tão dispendiosa como a maioria delas”. O sacerdote Francis X. Murphy, autoridade em canonização católica, “acredita que se gastaram milhões de dólares com a causa da Madre Seton”. Por que toda essa despesa?
Os que apoiavam a candidatura, tiveram de pagar pelas traduções italianas de todos os documentos pessoais da Sra. Seton, para que pudessem ser estudados pelos teólogos do Vaticano, para ver se a candidata tinha algumas ‘sérias falhas pessoais’. Supostos milagres atribuídos a ela foram reexaminados pelos investigadores da Igreja e depois por médicos. Todos estes tiveram de ser pagos. A cerimônia da “beatificação” (passo intermediário na constituição dum santo católico) rendeu US$ 10.000,00 em aluguel pelo uso da Basílica de S. Pedro. O cadáver da candidata foi exumado e os ossos foram removidos (um foi enviado ao papa; fragmentos de outros foram encaixotados e enviados aos que trabalharam mais a favor da canonização da candidata). Isto também custou dinheiro. A própria cerimônia da canonização em Roma envolveu “pompa enormemente dispendiosa”. A conta vai para os patrocinadores da nova santa. Estes reservaram para isso 100.000 dólares.
Mas, há mais envolvido em se tornar “santo” do que o dinheiro. Apesar de todos os esforços, a candidatura pode fracassar se “não se enquadrar na situação política, mundial”, segundo o sacerdote Francis Litz, que trabalha na canonização de mais dois candidatos estadunidenses. A proximidade entre a canonização da Sra. Seton e o bicentenário dos E. U. A., em 1976, parece ser mais do que coincidência, para muitos observadores. Joel Wells, redator duma publicação trimestral católica, diz que a escolha da Madre Seton pelo Vaticano destina-se a “levantar a moral baixa da igreja nos E.U.A.”, mas ele duvida de que faça isso.
Conversações de Paz — Armamento Para a Guerra
● Os líderes das “superpotências” do mundo periodicamente convocam à redução dos armamentos e a medidas similares para assegurar a paz. Os Estados Unidos e a União Soviética concordaram em estabelecer “tetos” para a limitação do número de mísseis nucleares. Mais recentemente, exortou-se a celebração de pactos para proscrever técnicas de alteração do tempo para fins militares e também a proibição de novos sistemas de destruição em massa. O líder soviético Leonid Brejnev descreveu estes últimos como sendo “mais aterrorizantes” do que as armas nucleares existentes. Mas, ao lado de toda essa conversa, o que se faz na realidade?
Só em 1974, o mundo gastou mais de 210 bilhões de dólares com armamentos — a maior parte deles pelos Estados Unidos e pela União Soviética para aumentar os estoques de armas, que o Instituto Internacional da Pesquisa da Paz, de Estocolmo, classificou de “loucamente além de qualquer necessidade concebível, seja militar ou política, de qualquer destas potências”. Os Estados Unidos têm agora mais de 8.000 armas estratégicas de prontidão e a União Soviética tem 2.800 mísseis (individualmente mais destrutivos do que os dos E. U. A.). O mais fraco destes é pelo menos três vezes mais potente do que a bomba que devastou Hiroxima, no Japão; alguns deles são 16.000 vezes mais potentes! No entanto, a pesquisa, a produção e a disposição de mais armas adicionais ainda prossegue. Falando sobre a “corrida perdida entre as necessidades humanas e a loucura militar”, um editorial do jornal “Post” de Nova Iorque perguntou: “Quanta fome no mundo poderia ser vencida se prevalecesse a sanidade?”
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