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  • Para onde caminha ele?
    Despertai! — 1982 | 8 de agosto
    • Antes da ‘experiência em Duquesne’, “houve católicos que haviam recebido individualmente experiência pentecostal — amiúde através da influência de amigos pentecostais”, diz The New Charismatics.

      O que dizer das pessoas envolvidas em Duquesne, E.U.A., visto que isto parece ter impulsionado a rápida difusão da experiência entre católicos? Em agosto de 1966, amigos de membros do corpo docente da universidade introduziram a estes várias publicações que defendiam o pensamento pentecostal. “Eventualmente, o grupo decidiu familiarizar-se pessoalmente com os cristãos locais que tiveram experiência pentecostal”, diz um escritor. Esse encontro teve como resultado o “fim de semana de Duquesne”.

      O que aconteceu então é que idéias e experiências pentecostais anteriores penetraram em algumas igrejas influentes. A maioria dos receptores ou estavam procurando um modo mais “dinâmico”, mais emocionante e mais alegre de adoração ou estavam sendo influenciados pelos que tiveram essa experiência.

      Entretanto, desde esses empenhos, os resultados vistos agora não argumentam que houve um reavivamento genuíno, espontâneo, pelo espírito santo. Ao contrário, o que temos visto tem sido a introdução de crenças e práticas de um grupo em diversos outros, sem que haja alguém para guiar os resultados ou focalizá-los a metas que valham a pena.

      “Que Dizer da Nossa Experiência?”

      Não obstante a crescente evidência ao contrário, há os que acham que não podem negar de sã consciência a experiência que tiveram. Não sentiram o poder dentro de si? Não viram ou não sentiram curas? Não irromperam com palavras em línguas desconhecidas a eles?

      Embora possa ser assim, é importante ter em mente que a Bíblia adverte sobre espíritos enganadores, demoníacos. (1 João 4:1) São descritos como “fazendo milagres”, desencaminhando até mesmo poderosos governantes. (Revelação [Apocalipse] 16:14, Versão Brasileira) Podem usar humanos para realizar obras poderosas, mas os efeitos visíveis não provam que procedem de Deus. ‘Mesmo se for feito em nome do Senhor Jesus?’ talvez alguém pergunte. O próprio Jesus disse: “Muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, em seu nome anunciamos a mensagem de Deus, e pelo nome do Senhor expulsamos muitos demônios e fizemos muitos milagres!’ Então vou responder a eles: ‘Eu nunca os conheci.’” — Mateus 7:22, 23, A Bíblia na Linguagem de Hoje.

      Até mesmo os pentecostais anteriores se preocupavam com a influência demoníaca. W. J. Seymour, destacado pentecostal no início do século 20, instou certa vez com seu instrutor para que fosse a Los Angeles, E.U.A., para ajudá-lo, porque “forças hipnóticas e contorções carnais” haviam surgido nas suas reuniões. Ele sentiu que precisava de ajuda para “discernir entre o que era real e o que era falso, e eliminar o que não procedia de Deus”.

      Sobre esta questão de Satanás disfarçar-se em anjo de luz para enganar (2 Coríntios 11:14), um sacerdote jesuíta, que fala em línguas nos tempos modernos, diz: “As línguas podem ser uma experiência histérica, ou, segundo alguns, diabólica.” E um reitor episcopal, que fala em línguas, disse: “O diabo tem muitos modos de operar em nós. Quando entramos no batismo do Espírito Santo, ele realmente ataca.”

      Também, considere o seguinte: Se esses dons especiais, tais como as línguas, o curar e o profetizar, são tão essenciais hoje, por que é que o apóstolo Paulo escreveu: “Há profetas? sua obra terminará. Há línguas de êxtase? cessarão.” (1 Coríntios 13:8, The New English Bible) A evidência mostra que, com a morte dos apóstolos e dos ‘a quem eles impuseram as mãos’, terminaram os dons miraculosos do espírito santo. — Atos 8:17; 14:3.

      Há hoje algo muito mais importante a ser demonstrado pelos cristãos como indicação de que Deus está operando por meio deles. É algo que todos os servos de Deus precisam ter. A Bíblia diz: “Há três coisas que perduram — a fé, a esperança e o amor — e a maior destas é o amor.” (1 Coríntios 13:13, O Novo Testamento Vivo) Visto que este é o caso, a pessoa precisa olhar além de coisas como falar em línguas quais evidências da obra do espírito santo em nossos dias.

      Ora, então, como podem ser identificados os verdadeiros cristãos que demonstram realmente tal amor todo-importante? Podemos ver neles os frutos do espírito de Deus em operação, indicando que são como os cristãos do primeiro século? Examinemos a evidência disso.

  • Um espírito diferente
    Despertai! — 1982 | 8 de agosto
    • Um espírito diferente

      NÃO resta dúvida de que o espírito santo de Deus no primeiro século estava em operação. Um modo como se manifestou foi por conferir a alguns servos de Deus poderes que outros não tinham. A habilidade de ‘falar em línguas’ era um desses.

      Mas, embora a pessoa recebesse a habilidade de falar numa língua que não conhecia antes, outros desse grupo lingüístico podiam entender o que ela dizia. Por exemplo, os que ouviram falar em línguas em Pentecostes disseram: “Como é que ouvimos cada um de nós o seu próprio idioma em que nascemos? . . . Nós os ouvimos falar em nossas línguas sobre as coisas magníficas de Deus.” — Atos 2:5-11.

      Quando os cristãos se reunissem, o apóstolo Paulo disse: “Se alguém falar numa língua, seja isso limitado a dois ou no máximo três, e por turnos; e traduza algum. Mas, se não houver tradutor, então fique calado na congregação.” (1 Coríntios 14:27, 28) Quão diferente é isso dos carismáticos hoje que falam todos ao mesmo tempo, emitindo sons que ninguém pode entender ou interpretar!

      A habilidade de falar em línguas era um dos “dons” do espírito santo dados aos cristãos do primeiro século para ajudar as pessoas a identificar a organização que Deus estava usando. E este determinado “dom” serviu também o objetivo prático de ajudar a pregar as “boas novas” a outros grupos lingüísticos.

      Outrossim, alguns dos que tinham espírito santo naquele tempo tinham também o poder de ressuscitar os mortos. (Atos 9:36-41; 20:7-12) Se é o mesmo espírito que está em operação hoje, então os carismáticos deveriam também ter tal habilidade. Mas não a têm. Por conseguinte, está claro que o “espírito” responsável pelas manifestações aparentemente miraculosas entre os carismáticos não é o espírito de Deus manifestado entre os cristãos do primeiro século.

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