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  • g73 8/5 pp. 9-13
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  • Esqueceu-se Deus do homem?
  • Despertai! — 1973
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  • Na Realidade, Esqueceu-se Deus?
  • A Questão do Sofrimento Humano
  • Razões de se Permitir o Sofrimento
  • Resolvendo as Questões
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Despertai! — 1973
g73 8/5 pp. 9-13

Esqueceu-se Deus do homem?

APESAR dos esforços do homem de solucionar os problemas mundiais, as condições continuam a agravar-se. É compreensível, portanto, que as pessoas perguntem: ‘Esqueceu-se Deus do homem?’ Fica pensando nisso?

Muitos, hoje em dia, crêem que Deus se esqueceu mesmo. Aparentemente pensam que Deus pôs os humanos na terra e então os abandonou, um tanto parecido ao homem que gera filhos ilegítimos e então os abandona. É compreensível que não se sinta necessidade alguma de um Deus assim!

Mas, será que nosso Criador realmente fez isto? Está sinceramente interessado em saber?

Alguns apenas pretendem querer saber. Na verdade, talvez perguntem: ‘Se houver um Deus, por que permite que o homem sofra tanto?’ Ao invés de procurarem a resposta, porém, preferem crer que não existe Deus, ou, se existir, que ele se esqueceu do homem. E tais pessoas amiúde são orgulhosas demais para sequer considerar a evidência.

Nos tempos antigos havia pessoas assim também. Sustentavam idéias pessoais sobre Deus, mas recusavam-se orgulhosamente a examinar se estas eram corretas. O Rei Davi de Israel disse sobre tais pessoas: “O iníquo, segundo a sua arrogância, não faz nenhuma pesquisa; todas as suas idéias são: ‘Não há Deus.’ Ele disse no seu coração: ‘Deus se esqueceu.’” — Sal. 10:4, 11.

Visto que alguns fazem esta mesma acusação contra Deus hoje é correto que a examinemos.

Na Realidade, Esqueceu-se Deus?

Não é a forma em que nossos corpos funcionam, sem controle ou direção humanos, um indício de que Deus ainda sustenta nossos processos de vida? Ainda nos beneficiamos do processo maravilhosamente complexo de cura que logo conserta o dano quando nos cortamos. E, o que dizer do maravilhoso processo que transforma as muitas espécies de alimento que ingerimos em carne, ossos, cabelo, unhas e outros materiais de construção? Será que tais processos, que continuam a funcionar em nosso benefício, realmente indicam que Deus se esqueceu do homem?

Examine mais: Considere como usufruímos a extasiante beleza que foi provida na terra — os gloriosos ocasos, as montanhas cobertas de neve, as praias arenosas, os vales verdejantes, os rios borbulhantes e as flores coloridas e fragrantes. Observe, também, como diminutas sementes cressem para produzir as surpreendentes variedades de alimentos deliciosos. Não mantém Deus ainda as leis que tornam possíveis os ocasos e as ondas martelantes, bem como os processos de fabricação de alimentos das plantas? E não diria que tudo isto é evidência de que Deus se lembra do homem?

A pesquisa adicional revela que Deus se preocupa com o homem em mais do que no sentido material. Também fornece aos humanos a orientação e o conselho morais em sua Palavra, a Bíblia. Tão excelente é a lei de Deus contida nas Escrituras que o famoso juiz inglês, Blackstone, certa vez disse: “Não há leis humanas que sejam de qualquer validez se forem contrárias a esta; e as que forem válidas derivam toda a sua força e toda sua autoridade, indireta ou diretamente, deste original.”

A experiência tem demonstrado que, quando os humanos vivem em harmonia com a lei de Deus, isso traz satisfação e melhora em sua vida. O primitivo presidente estadunidense, Thomas Jefferson, escreveu: “A leitura atenta do Volume Sagrado fará melhores cidadãos, melhores pais, melhores maridos . . . A Bíblia produz as melhores pessoas no mundo.” Esta provisão de sua Palavra, a Bíblia, é também clara evidência de que Deus não se esqueceu do homem!

A Questão do Sofrimento Humano

Todavia, o sofrimento humano tem prevalecido tanto que até mesmo um homem justo certa vez se viu movido a perguntar: “Esqueceu-se Deus de ser favorável?” Este homem, contudo, ao invés de tirar uma conclusão precipitada, fez uma pesquisa cuidadosa, que o levou a exclamar: “Ó Deus, teu caminho está no lugar santo. . . . Tu és o verdadeiro Deus, fazendo maravilhas. . . . Guiaste o teu povo como a um rebanho.” — Sal. 77:9-14, 20.

Mas, em face de toda a perversidade e todo o sofrimento humano na terra, alguns talvez fiquem pensando em como alguém poderia tirar tal conclusão. ‘Como poderia um Deus bom, que é Todo-poderoso, permitir, tal sofrimento?’ — perguntam.

Pense só por um instante. Se Deus realmente abandonasse de forma irresponsável seus filhos terrestres, .não mais seria bom, seria? Todavia, torna-se óbvio, como temos visto, que Deus tem feito e continua fazendo tremendo bem ao homem! Assim, não indica isto que Deus tem motivos muito bons para permitir temporariamente o sofrimento humano?

A pessoa talvez, de início, pense que nada poderia justificar a permissão do sofrimento que o gênero humano provou através dos séculos. Mas, será correto tirar tal conclusão precipitada? Ora, podem surgir circunstâncias em que um bom pai talvez permita que um filho querido sofra temporariamente. Uma operação dolorosa, por exemplo, talvez seja permitida por ser considerada necessária.

Razões de se Permitir o Sofrimento

Primeiro, precisamos identificar como realmente começaram as dificuldades humanas. Foi devido a alguma negligência ou descuido da parte de Deus?

Pelo contrário, a Palavra de Deus mostra que as dificuldades da espécie humana começaram devido a que o primeiro casal humano, Adão e Eva, abandonou a Deus. Criados com o livre arbítrio, estes dois deliberadamente ignoraram as leis de Deus, sendo influenciados a fazer isso pelo rebelde angélico, Satanás. Assim, suscitaram-se várias questões ou controvérsias vitais. Estas incluíam:

Foi feito o homem com a habilidade de governar com êxito seus assuntos, independente de Deus? Em suma, realmente precisa da orientação e da direção de Deus? E havia uma questão relacionada de se qualquer dos descendentes do primeiro casal seria obediente e leal a seu Criador.

Assim, as questões eram de cunho moral, envolvendo a correção da forma de reger de Deus, e se o êxito e a felicidade do homem dependiam de submeter-se à regência de Deus. As questões não diziam respeito a se Deus tinha maior poder ou força. E não eram apenas questões locais, atingindo apenas os humanos, mas são questões em que até mesmo os anjos celestes estão interessados.

Deus, naturalmente, poderia ter destruído de imediato a Adão e Eva, bem como a Satanás. Isso teria varrido toda a oposição a Ele; também teria posto um fim à família humana, da qual o leitor ou leitora é membro. Mas, isso não teria em realidade solucionado as questões.

Exemplificando: não teria respondido à pergunta quanto a se qualquer dos descendentes de Adão e Eva preferiria permanecer leal à regência de Deus. Nem responderia se qualquer destes descendentes poderia permanecer fiel a Deus se fosse submetido a testes por parte de Satanás. Eliminar de imediato a oposição, portanto, poderia ter deixado dúvidas nas mentes dos observadores quanto a se havia qualquer verdade nas acusações feitas por Satanás.

Assim, visto que as questões são de tanta importância, desafiando a forma de Deus reger e atingindo a confiança de Suas criaturas nele, Deus decidiu que deveriam ser resolvidas de uma vez para sempre.

Qual tem sido o resultado? Foram sustendas as acusações de Satanás contra Deus, ou se provaram falsas?

Resolvendo as Questões

Bem, os que diria? Será que os 6.000 anos passados de história humana indicaram que o homem tem tido êxito em governar seus assuntos por si mesmo, à parte de Deus? Proveu o homem um bom governo para a bênção e a felicidade de todos? Ou o registro histórico indica que o homem precisa da orientação de Deus, como Deus disse que precisa? — Jer. 10:23.

A evidência deve ser patente a todos. O registro quanto ao homem governar a si, independente de Deus, tem sido melancólico fracasso! Tem resultado em indizível sofrimento humano. O “homem tem dominado [o] homem para seu prejuízo”, como diz a Bíblia. — Ecl. 8:9.

Quão opostos têm sido os empenhos humanos à ordem e à precisão encontrados no universo guiado pelas leis de Deus! É claro que o homem necessita da orientação de Deus para governar seus assuntos, porque ignorar a lei de Deus resulta em caos. Sim, o homem foi criado com a necessidade de depender das leis de Deus tão certamente quanto os peixes foram feitos de modo a precisar de água e outras criaturas foram feitas de modo a precisar de ar para respirar.

E o que dizer da acusação de Satanás de que, se tivesse a oportunidade, poderia com êxito desviar de Deus todas as criaturas humanas? Esta afirmação também se provou mentira, pois, através da história, sempre houve pessoas que permaneceram leais a Deus, sem considerar as circunstâncias. — Jó, capítulos 1 e 2.

Por Que por Tanto Tempo?

No entanto, alguém talvez pergunte: Por que Deus permitiu que se passasse tanto tempo, cerca de 6.000 anos agora, para resolver estas questões? Não poderiam ter sido satisfatoriamente resolvidas há muito tempo?

Se Deus tivesse intervindo há muito, poder-se-ia fazer a acusação de que não se deu bastante tempo ao homem para desenvolver um governo exeqüível e a tecnologia necessária para se trazer prosperidade a todos. Mas, agora, o homem já teve todo o tempo para tentar toda forma concebível de regência humana e de fazer tremendos progressos tecnológicos, inclusive dominar o átomo e viajar à lua. Qual tem sido o resultado? Um grandioso e novo sistema para a bênção da humanidade?

Longe disso! Ao invés, há mais infelicidade e dificuldades na terra do que nunca antes. Com efeito, o crime, a poluição, a guerra, o colapso da família, e outros problemas, atingiram tal estado crítico que os cientistas crêem que a própria existência do homem se acha ameaçada! A revista Science, de 28 de novembro de 1969, observou:

“Na contínua ausência de melhores meios de afastar estas crises múltiplas, nossa semivida talvez não seja mais de 10 ou 20 anos, porém, mais provavelmente, de 5 a 10 anos, ou menos. Talvez tenhamos até mesmo menos de 50 por cento de possibilidade de viver até 1980.

“Esta declaração talvez pareça incerta e excessivamente dramática. Mas, será que há qualquer cientista que gostaria de fazer um cálculo muito mais otimista, depois de considerar todas as fontes diferentes de perigo e como estão aumentando? A brevidade do tempo é devida ao caráter exponencial e múltiplo de nossos problemas.”

Sim, depois de cerca de 6.000 anos de experiência de reger a si mesmo e depois de atingir o clímax do “progresso” científico, o gênero humano está à beira da catástrofe! Quão claro é que o homem não pode governar-se com êxito, à parte de Deus! Nem pode alguém queixar-se agora de que Deus não permitiu que houvesse bastante tempo para resolver tais questões.

Todavia, durante estes últimos 6.000 anos, o que Deus tem feito para pôr fim às dificuldades do homem? Será que tem ficado sentado à toa, observando a humanidade estrebuchar e sofrer? Na verdade, Deus tem sustentado maravilhosamente as leis e os processos que tornam possível a vida na terra. Mas, fará algo a fim de satisfazer a necessidade que o homem tem de paz, saúde e felicidade?

[Foto na página 10]

A provisão da Palavra de Deus, a Bíblia, é evidência clara de que Deus não se esqueceu do homem. A Bíblia fornece sábia orientação que traz satisfação e aprimoramento dos humanos, jovens e idosos.

[Foto na página 11]

Um pai, com boa razão, permitirá que um filho querido sofra uma operação, apesar de algum sofrimento; Deus também tem bons razões para permitir temporariamente o sofrimento.

[Foto na página 12]

Assim como os peixes foram criados de modo a precisar de água, e os animais terrestres de modo a precisar de ar, assim também o homem foi criado de modo a precisar da orientação de Deus.

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