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  • Fique vigilante contra o efeito cauterizador do pecado
    A Sentinela — 1967 | 15 de fevereiro
    • Deus e os homens’, estará cuidando-se do efeito cauterizador do pecado e, semelhante a ele, poderá também dizer: “Eu me comportei perante Deus com uma consciência perfeitamente limpa, até o dia de hoje.” — Atos 24:16; 23:1.

  • A posse da paz pelos cristãos
    A Sentinela — 1967 | 15 de fevereiro
    • A posse da paz pelos cristãos

      “Ouvirei o que o verdadeiro Deus, Jeová, falará, pois ele falará a paz a seu povo, e a seus leais.” — Sal. 85:8.

      1, 2. O que é subentendido pela própria palavra “paz”, e que profecia bem ilustra isto?

      PAZ! Quão agradável é o próprio som da palavra, por causa do que ela subentende! Paz sugere calma, serenidade, tranqüilidade, inexistência de fricção e contenda, de dúvidas e temores. Não é de se admirar que as promessas de paz encontradas na Palavra de Deus sejam tão confortadoras!

      2 Deveras deleitosa é a descrição de paz fornecida pelo profeta Isaías: “A eqüidade certamente residirá no deserto, e no pomar a própria justiça morará. E a obra da verdadeira justiça tem de se tornar a paz, e o serviço da verdadeira justiça, a tranqüilidade e a segurança por tempo indefinido. E o meu povo tem de habitar em morada pacífica, e em residências de plena confiança e em imperturbáveis lugares de repouso.” — Isa. 32:16-18.

      3. Quem originalmente violou a paz do universo, e por que não há paz agora?

      3 A paz é a vontade de Deus para todas as suas criaturas, e havia paz em todo o universo até que o grande destruidor da paz, Satanás, o Diabo, apareceu. Desde então tem havido pouca paz na terra. Com efeito, somos informados de que nos últimos 3.370 anos de história registrada, houve 3.143 anos de guerra, em comparação com apenas 227 anos de paz, ou 13,8 anos de guerra para cada ano de paz. Mas, não é isso o que devíamos esperar, visto que Satanás, o grande destruidor da paz, é “o deus deste sistema de coisas”? Ele é a personificação da perversidade, e a perversidade e a paz simplesmente não andam de braços dados, assim como lemos: “Mas os ímpios são como um mar encapelado, que não pode acalmar-se, cujas ondas revolvem lodo e lama. ‘Não há paz para os ímpios’, diz meu Deus.” — 2 Cor. 4:4; Isa. 57:20, 21, CBC.

      4. Em especial, desde quando a paz fugiu da terra, como se pode ver pelo cumprimento de que profecias?

      4 A paz, em especial, tem estado ausente da terra desde 1914, o ano em que apareceram o cavalo cor de fogo e seu cavaleiro, da visão apocalíptica do apóstolo João: “E eu vi, . . . um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.” Aquele ano também assinalou o começo do cumprimento da grande profecia de Jesus a respeito do fim deste sistema de coisas: “Porque nação se levantará contra nação e reino contra reino.” Desde então, as palavras ulteriores de Jesus estão tendo notável cumprimento: “Na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada.” — Rev. 6:2, 4; Mat. 24:7; Luc. 21:25, 26.

      5. O que mostra que as pessoas em geral desejam a paz, e por que não têm podido consegui-Ia?

      5 Não que as pessoas em geral queiram que isto aconteça. De forma alguma! Desejam profundamente a paz, e só quando são instigadas pela propaganda de ódio é que desejam a guerra. Prova disso se tem nos esforços dos homens de fazer tratados de paz e acordos que proscrevam a guerra. É ostensivamente um dos principais objetivos das Nações Unidas, como se deduz da inscrição talhada numa parede de pedras bem em frente do principal edifício das Nações Unidas, e que reza: “Estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices: não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear.” Os políticos prometem a paz, a fim de serem eleitos. Apesar de suas promessas, de seus planos e de seus esforços, porém, por causa das embrulhadas, da ganância e do nacionalismo, e por causa de Satanás, o grande perturbador da paz, ser o deus deste sistema de coisas, a guerra continua a afligir a humanidade.

      6. Por meio de que arrazoamento capcioso os homens sábios segundo o mundo procuram justificar a inabilidade do homem de assegurar a paz, e o que prova que estão errados?

      6 Aparentemente, numa tentativa de justificar a inabilidade da espécie humana em estabelecer a paz, verificamos que certos homens sábios deste mundo afirmam que a guerra é uma bênção, que é indispensável ao progresso. Assim, lemos a respeito da morte do proeminente evolucionista britânico, o falecido Sir Arthur Keith: “Em 1931, fazendo eco à opinião de Herbert Spencer e outros neodarwinistas, declarou que a guerra é uma condição de progresso. ‘A Natureza’, disse, ‘mantém saudável seu pomar humano pela poda. A guerra é o seu podão’. Também asseverou que o preconceito racial era importante para a vitalidade duma nação.”a Poderia algo ser mais insensato? No tempo de guerra, não é destruído o que há de melhor no potencial humano duma nação? Os fracos, os desajustados, mental, moral e fisicamente, não são desejados pelas forças armadas. Mais do que isso, será que alguém pode afirmar que o mundo se acha numa condição muito melhor, atualmente, de forma mental, moral, física e econômica, e assim por diante, do que antes de 1.914, por ter tido duas guerras mundiais? Considerando-se apenas um exemplo: Será que alguém pode apontar para o povo suíço e acusá-lo de ser inferior por não ter sido “podado”, envolvendo-se naquelas duas guerras, nem em quaisquer guerras por muitos anos antes disso? Pelo contrário, um historiador nos conta a respeito de certo período da história da Suíça: “O período de paz que se seguiu contribuiu para o progresso em toda fase da vida suíça.”b A paz, não a guerra, contribuiu para o seu progresso. Na verdade, a sabedoria deste mundo é tolice diante de Deus, e de todos os humanos capazes de arrazoar com clareza! — 1 Cor. 3:19.

      O DEUS E O PRÍNCIPE DA PAZ

      7. Que testemunho dá a Bíblia de que Jeová é Deus de paz?

      7 Em contraste direto com Satanás, o grande destruidor da paz, e com a inabilidade do homem de estabelecer a paz, coloca-se Jeová Deus, o Deus da paz. Em sua Palavra, a Bíblia Sagrada, verificamos que a paz é mencionada cerca de 350 vezes. Em suas páginas, a paz é prometida, aconselhada e destacada vez após vez, do início ao fim. Nas Escrituras Gregas Cristãs, Jeová Deus é repetidas vezes descrito como “o Deus que dá paz”, ou ‘o Deus de paz’. É o que esperaríamos dum Deus todo-sábio, onipotente, justo e amoroso. — Rom. 15:33; 16:20; 1 Cor. 14:33; 2 Cor. 13:11; Fil. 4:9; 1 Tes. 5:23; Heb. 13:20.

      8. Como é que a Bíblia associa Jesus Cristo com a paz?

      8 Assim como Jeová é o Deus de paz, assim também seu Filho, Jesus Cristo, é o “Príncipe da Paz”, e o “Senhor da

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